007 – Quantum of Solace

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007 – Quantum of solace

Bond, James Bond, é um velho conhecido de qualquer cinéfilo. Já teve vários rostos diferentes desde o início dos anos 60, e desde que Daniel Craig assumiu o papel, em Cassino Royale (2006), o personagem se reinventou: Bond agora é mais violento, menos mulherengo, usa menos “invenções de professor pardal” e luta contra vilões mais realistas – afinal, o cientista-louco-que-quer-conquistar-o-mundo é um conceito que não cola mais nos dias de hoje…

Bond aqui está vingativo, violento e rebelde como nunca. Ao procurar os responsáveis pela morte de Vesper (Eva Green), sua namorada em  Cassino Royale, ele esbarra numa perigosa organização internacinal secreta. E, como disse lá em cima, vai colecionando e matando inimigos ao longo do filme.

No elenco, além de Judi Dench repetir seu papel como M, ainda temos Mathieu Amalric de vilão e Olga Kurilenko de bond girl.

Curiosidade: Quantum of Solace não foi traduzido ao redor do mundo, por exigências da matriz. Aliás, acho que é a primeira vez que um filme do 007 não tem título em português…

A franquia 007 é sempre competente quando se fala de filme de ação: tiros, explosões, perseguições de carro e à pé, temos tudo isso, e sempre bem feito. Mas este novo filme tem um defeito para aqueles que, que nem heu, não são fãs ferrenhos. Diferente dos filmes antigos, que tinham histórias fechadas dentro deles mesmos, este aqui é uma continuação de Cassino Royale. E temos pistas que a história também continuará… Resumindo: Quantum of Solace é um bom filme “intermediário”…

O Exterminador do Futuro: A Salvação

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O Exterminador do Futuro: A Salvação

O primeiro Exterminador do Futuro, dirigido por James Cameron em 1984, é um dos melhores filmes de ação / ficção científica da década de 80, e ainda criou um papel perfeito para o ex fisiculturista (e hoje político) Arnold Schwarzennegger. Sua continuação, em 1991, também dirigida por Cameron, não só manteve o bom nível do primeiro, como ainda foi um marco no uso dos efeitos especiais por computador, ao criar um exterminador de metal líquido. Em 2003 houve uma terceira parte, bem mais fraca que os dois primeiros. E agora chega aos cinemas o quarto filme. E aí? Funcionou?

Sim, funcionou. Não sei se ficará para a história como os dois primeiros, mas é bem melhor que o terceiro, e bem melhor do que muitos dos recentes “filmes novos com ideias antigas”.

(Explicando a expressão usada aí em cima: Hollywood não tem tido muita imaginação para criar novas ideias, é só vermos a enorme quantidade de refilmagens, releituras e reciclagens em geral que ocupam as listas de filmes mais vistos dos últimos tempos!)

Todos conhecem a história, né? No futuro (o “distante”1997), houve uma hecatombe nuclear, e as máquinas decidiram tomar conta do planeta e exterminar a raça humana. Então, mandam um robô – o “Exterminador” – para o passado, para matar a mãe de John Connor, líder da resistência no futuro.

Enquanto os outros filmes se passavam antes da hecatombe, com exterminadores e humanos voltando pro passado, este quarto filme se passa depois, com John Connor já adulto. Connor luta para salvar Kyle Resse, um jovem que no futuro voltará ao passado e se tornará o seu pai. Enquanto isso, um misterioso Marcus Wright aparece ao lado dos “mocinhos”, e não sabemos exatamente quem é ele. E contar mais sobre este bom personagem estraga o filme para quem não viu.

O elenco é cheio de nomes legais. Sam Worthington “rouba” o filme como Marcus; Anton Yelchin, o Checov do novo Star Trek, também está bem como Kyle Reese. Também estão no elenco Moon Bloodgood, Bryce Dallas Howard, Helena Bonham Carter e Michael Ironside. Curiosamente, Christian Bale, o Batman, logo o protagonista, apesar de bom ator, é o elo fraco do elenco. Usar exatamente a mesma voz gutural do cavaleiro das trevas não foi uma boa ideia…

Coube a direção a McG, que apesar do nome esquisito, já mostrou eficiência em filmes de ação ao dirigir os dois As Panteras. E os ótimos efeitos especiais ficaram a cargo da consagrada Industrial Light & Magic, fazendo um bom trabalho ao misturar efeitos mecânicos e computadorizados. E existe uma surpresa muito legal no fim do filme, quando aparece o primeiro T800!

Enfim, como dito lá em cima, o tempo vai dizer se esse virará um clássico como os dois primeiros. Mas por enquanto podemos ficar com um bom filme de ação!

Killshot – Tiro Certo

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Killshot – Tiro Certo

O escritor  Elmore Leonard tem crédito comigo. São dele os livros onde se basearam Jackie BrownO Nome do Jogo (Get Shorty) – e ainda tem Be Cool, que ainda não vi. Por isso, quis ver Killshot logo que soube que era baseado num livro dele.

E além disso o elenco é bem interessante: Mickey Rourke, Thomas Jane, Diane Lane, Rosario Dawson e Joseph Gordon-Levitt – pra quem não reconheceu o nome, é o Tommy Solomon do seriado 3rd Rock From The Sun.

A história é simples: um assassino profissional, aliado a um jovem completamente alucinado, acha que precisa matar um casal que pode reconhecê-lo.

O elenco manda bem, o contraste entre o explosivo Gordon-Levitt e o introspectivo Rourke é muito interessante; Thomas Jane e a linda quarentona Diane Lane mandam bem como o casal – Rosario Dawson é que está sub-aproveitada. Mas sabe qual o problema aqui? O ritmo do filme é leeento…

Talvez fosse melhor juntar com outro livro, me pareceu que tinham pouca história pra contar…

Herois (Push)

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Herois (Push)

Algumas pessoas nascem com poderes especiais, e vivem entre nós, como uma especie de super-herois incógnitos. Essas pessoas se juntam, cada um com o seu poder diferente, para lutar contra inimigos em comum.

Será que estamos falando de X-Men? Ou será que estamos falando do seriado Heroes, que usa a mesma ideia?

Nada disso, estamos falando do novo filme em cartaz, Push, que aqui ganhou o sugestivo nome Heróis! (modo ironia on: será que foi coincidência?). A diferença é que aqui, em vez de mutantes, trata-se de paranormais.

O filme, dirigido por Paul McGuigan e estrelado por Chris Evans, Dakota Fanning, Camila Belle e Djimon Hounsou, não é ruim. Mas, por ter um argumento semelhante a outros utilizados recentemente, a gente fica esperando um algo a mais. Afinal, pra que filmar essa história, se a ideia é repetida?

Existe outro problema: o filme é um pouco confuso. Talvez pra tentar ter algo diferente do filme e do seriado supracitados, inventaram diferentes classes de paranormais, e nem todas essas classes são explicadas no filme. Os “movers” movem objetos com o pensamento; os “pushers” controlam os pensamentos de outras pessoas; os “watchers” conseguem ver o futuro; os “sniffs” conseguem rastrear onde estão outras pessoas; os “shadows” conseguem “esconder” outras pessoas (que “sniffs” estão procurando). Outros não foram explicados mas são meio óbvios, como os “shifters”, que mudam a aparência de objetos; os “stitchers”, que curam pessoas; e os “wipers”, que apagam a memória. E ainda tem uns que não foram explicados direito, os “bleeders”, que aparentemente gritam até a pessoa sangrar.

Em pouco menos de duas horas, fica difícil, né?

De qualquer maneira, disse e repito: o filme não é ruim. O cenário é diferente do óbvio hollywoodiano e bem interessante – as filmagens foram feitas em Hong Kong. E os efeitos funcionam muito bem, felizmente.

(Aliás, um comentário para os fãs de Star Wars: os “movers” parecem usar a “força”, como bem disse o jornalista Eduardo Miranda numa palestra algumas semanas atrás…)

Agora é esperar pra ver se vai ter continuação…

p.s.: A bonita atriz Camila Belle estará ainda este ano num filme nacional, À Deriva, de Heitor Dhalia, ao lado do francês Vincent Cassel. A previsão de estreia é para fim de julho!

p.s.2: A última reforma ortográfica tirou o acento agudo de “herois”, certo? Acho que o cartaz tá errado…

Carga Explosiva – 1, 2 e 3

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Carga Explosiva 1, 2 e 3

Outro dia me toquei que heu nunca tinha visto nenhum dos filmes da série Carga Explosiva. Aproveite então para ver os três seguidos, e assim criar um só tópico falando sobre a série.

(Afinal, se heu criar mais três tópicos sobre filmes estrelados pelo Jason Statham, vão dizer que isso aqui virou um blog pra ele… Recentemente vi e escrevi sobre outros três filmes estrelados por ele: Corrida Mortal, Adrenalina 2 e Revolver!)

Frank Martin (Jason Statham) é um ex-militar americano que agora trabalha como motorista, transportando pessoas ou cargas perigosas. Excelente motorista, Frank é um cara metódico, e segue algumas regras básicas, como não saber nomes nem nada sobre o que está transportando.

Temos perseguições de carro de tirar o fôlego, pancadarias, tiros e explosões em abundância, tudo o que se espera num filme desses. Os três filmes são muito bons no que se propõem, e o pique do primeiro se mantem até o terceiro.

Jason Statham usa algo que considero muito interessante: nas cenas de briga, seu personagem usa objetos que estão em volta para bater em vários oponentes ao mesmo tempo. Não sei quem inventou esse tipo de cena, mas Jackie Chan fazia isso muito bem no início dos anos 90. Em um dos filmes, por exemplo, Statham se lambuza de óleo de motor, para escorregar no meio de dezenas de agressores…

Uma vantagem sobre esta “trilogia” é que os filmes não são contiuações entre si. A três histórias são independentes, ou seja, você não precisa saber de algum detalhe importante que rolou em outro filme…

Claro que algumas pessoas vão achar algumas cenas exageradas e absurdas. Mas estas pessoas precisam aprender que essas cenas exageradas e absurdas é que fazem filmes assim serem legais!

Enfim, bom divertimento pra quem gosta de filmes de ação.

Adrenalina 2

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Adrenalina 2

O primeiro Adrenalina é um divertido e taquicárdico filme de ação de 2006. Uma trama improvável: Chev Chelios (Jason Statham) é envenenado, e pra se manter vivo, tem que manter a adrenalina alta – se o coração reduzir os batimentos, ele morre. Ou seja, o filme é uma correria só, exagerado e absurdo do início ao fim. Daqueles que se a gente deixar o cérebro de lado, se diverte à beça.

O fim do primeiro filme não deixa muito espaço pra continuações. Mas quem quer uma história lógica e coerente aqui? Simplesmente o segundo filme começa de onde o outro terminou, e continua no  mesmo ritmo frenético de antes! Sem explicar nada! Afinal, pra que explicações? 😀

Insana. É uma boa palavra pra descrever a ação aqui. Tudo está tão exagerado quanto no primeiro, ou mais ainda. A diferença está no título original: Crank: High Voltage. Aqui ele precisa tomar choques pra continuar com a correria!

E rola correria, brigas, tiros, tudo o que um filme desses pede. Ninguém ficará desapontado.

O elenco traz de volta Amy Smart no mesmo papel, e ainda tem participações de Corey Haim, Geri Halliwell e David Carradine. E Bai Ling, histérica, está ótima!

Quem gostou do primeiro, pode ir ao cinema sem medo nesta continuação. Quer dizer, não sei se alguém vai esperar pra ver no cinema… Afinal, o filme foi lançado lá fora em abril, e a previsão aqui é 18 de setembro. Antes disso, só via torrent.

E depois reclamam da pirataria…

Velozes e Furiosos 4

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Velozes e Furiosos 4

Esta semana mesmo falei sobre Corrida Mortal. E hoje volto ao assunto de “filmes de carros de corrida” com o novo filme da franquia Velozes e Furiosos.

A história é mais do mesmo: um policial e um fora-da-lei, cada um com seu próprio motivo, se juntam para derrubar um poderoso traficante de drogas.

O filme é eficiente no que se propõe e tem algumas cenas muito boas, daquelas que te fazem perder a respiração. Como, por exemplo, logo no início, quando três carros tentam roubar as carretas de um caminhão que carrega combustível; ou o pega de rua que um personagem promove pra escolher os seus corredores. São várias as cenas emocionantes envolvendo carros.

Mas existe uma coisa que realmente me intriga sobre este quarto filme da série: os quatro atores do filme original estão de volta. O marketing do filme diz que isso é algo positivo. Sim, claro, é melhor ver o elenco original do que um genérico. Mas, pelo menos para mim, o que parece é que as carreiras dos quatro não deviam estar tão bem assim…

Mesmo assim, os quatro ainda funcionam. Vin Diesel e Paul Walker estão bem como o mocinho-bandido e o mocinho-mocinho; Michelle Rodriguez e a brasileira Jordana Brewster são quase coadjuvantes e não comprometem…

E aí vem a comparação com o já citado Corrida Mortal

Sabe por que prefiro aquele e não este? Porque Corrida não se leva a sério. Você pode rir dos momentos mais exagerados. Enquanto este Velozes está envolto num clima mais sisudo… Sei lá, prefiro quando a gente pode apenas rir e se divertir…

Mesmo com a sisudez, o filme não decepcionará os fãs do primeiro filme…

Corrida Mortal

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Corrida Mortal

Como já disse em outra ocasião, o espectador tem que saber o que esperar do filme que vai assistir. Se você vai ver uma refilmagem de uma produção trash produzida pelo Roger Corman nos anos 70, não procure um novo Kubrik, e as chances de diversão serão bem maiores!

Em 2012, uma violenta corrida de carros dentro de uma grande penitenciária é sucesso absoluto entre transmissões pagas. Jensen Ames (Jason Statham), preso injustamente, é convidado para tomar o lugar de um corredor morto. E aos poucos descobre que caiu numa cilada.

O diretor Paul W.S. Anderson nos deu o divertido Resident Evil (além de dirigir o primeiro, ainda escreveu toda a trilogia), mas depois escorregou ao dirigir o primeiro Alien vs Predador. Mas aqui ele volta a acertar a mão!

O filme é excelente dentro do que se propõe: boas cenas de corridas de carro, muita pancadaria, muitos tiros e muitas explosões. De quebra, tem ainda bastante sangue e algumas mortes bem gráficas. “Ah, mas a história é inverossímel e é cheia de clichês!” Claro que sim. Mas o filme nunca se propôs revolucionário…

Existe o “colesterol bom” e o “colesterol ruim”, certo? Pois é, pra mim, aqui tem o “clichê bom”. Por exemplo, a cena em que aparecem os co-pilotos é sensacional: um ônibus vem da penitenciária ao lado – penitenciária feminina – e, em câmera lenta, saem várias mulheres gostosas, todas de shortinho e balançando longas cabeleiras! Não é genial?

Isso sem contar com a ótima atriz Joan Allen (A Outra Face), que já foi indicada ao Oscar 3 vezes, mas aqui exerce o direito de ser canastrona como a malvada diretora da penitenciária!

Deixe seu cérebro de lado e divirta-se!

X-Men Origins : Wolverine

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X-Men Origins : Wolverine

No último cinco de abril escrevi aqui sobre a versão incompleta de X-Men Origins, que vazou na internet. Prometi que veria o filme assim que saísse no cinema, ou seja, hoje, dia 30. Cheguei do cinema agora! Vamos ao filme pronto?

A história do filme está no título: conhecemos a origem do Wolverine (Hugh Jackman) e sua relação com personagens como Dente de Sabre e William Stryker. É uma prequel da trilogia X-Men. A desvantagem disso é que sabemos que alguns daqueles personagens não podem morrer. Afinal, eles vão aparecer depois…

Hugh Jackman é “o cara” hoje em dia em Hollywood. Frequenta as listas de “celebridades mais sexy”, tem bons papéis em filmes blockbusters e, de quebra, mostrou no Oscar 2009 que canta e dança. Conheço gente que o critica como ator, mas posso garantir que ele é o Wolverine perfeito!

A princípio achei estranha a troca do ator que faz o Dente de Sabre. Por que não repetir Tyler Mane (que também foi o novo Michael Myers no Halloween 2007), que fez um bom Dente de Sabre no primeiro X-Men? Mane pode não ser lá grandes coisas como ator, mas tem o physique-du-rôle necessário para esse papel. Bem, o novo Dente de Sabre é Liev Schreiber. Se Schreiber tem menos “cara de Dente de Sabre”, pelo menos é muito mais ator. E a química entre ele e Jackman funciona muito bem, o que é essencial pra esse filme!

Como heu tinha constatado há quase um mês atrás, existe um defeito nesse filme, mas que já era esperado: excesso de personagens e pouco tempo para desenvolvê-los. Tem um monte de outros mutantes, poderíamos nos aprofundar muito mais nas histórias e poderes de cada um! Acaba o filme e a gente não sabe exatamente quem são e o que fazem vários dos mutantes que desfilam pela tela. Mas, como disse, esse problema já era esperado. Afinal, os quadrinhos de X-Men sempre mostraram vários heróis, diferente de um único Homem Aranha ou um único Batman, por exemplo. Mas achei que Ryan Reynolds (Blade Trinity, Smokin’ Aces) e Dominic Monaghan (Lost e a trilogia Senhor dos Anéis)  foram sub-aproveitados.

Mesmo a gente tendo de adivinhar qual o poder de cada um, o filme funciona redondinho. A equipe de mutantes do início é bem legal, assim como as poucas cenas do Gambit (aliás, qual é o poder do Gambit? Transformar cartas em balas de canhão?).

Outra coisa interessante deste filme é a escolha pelo diretor Gavin Hood, famoso por ter escrito e dirigido Infância Roubada, filme sul-africano que ganhou  Oscar de melhor filme estrangeiro em 2005. A princípio ele não faz o perfil de “filme de super-herói”. Mas não é que o cara manda bem? Algumas das cenas, como a do “Wolverine vs helicóptero”, são daquelas que dá vontade de rever no dvd!

E agora, vamos à pergunta que está na cabeça de muita gente: qual a diferença entre o filme baixado, o “workprint”, e esse, finalmente pronto?

Olha, não me lembro de nada diferente no desenrolar da história. Até a cena depois dos créditos é a mesma. Mesmo assim, esqueça a versão incompleta. Falta muita coisa no visual do filme. E, num filme como esse, não dá pra ficar satisfeito com imagem ruim. Mais ou menos como a diferença entre ver um filme em blu-ray ou num vhs amassado e mofado… O cinema é onde ele merece ser visto!

Max Payne

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Max Payne

Quem me acompanha por aqui sabe que dou valor a filmes com um visual legal, mesmo que a história não seja lá grandes coisas. Mas até que ponto vale a pena a gente ver um longa metragem só porque ele tem meia dúzia de belas cenas?

Sinopse: em mais um filme baseado em videogame, conhecemos o amargurado policial Max Payne, que procura vingança porque sua família foi assassinada.

Mas a história é sem graça… Não sei se é uma falha de roteiro, ou de direção, ou de ambos, mas conseguimos nos envolver com as dores internas de Max.

O elenco também não ajuda. Max Payne é estrelado por Mark Wahlberg. Ele é um cara que já fez alguns filmes muito legais, como Boogie Nights e Rock Star; mas ao mesmo tempo fez filmes não tão legais assim como Planeta dos Macacos e Fim dos Tempos. Ou seja, não é referência… Além de Wahlberg, temos no elenco Beau Bridges (o irmão de Jeff Bridges, o Lebowski!), Chris O’Donnel, Ludacris, e as belas russas Mila Kunis (That 70’s Show e Boot Camp) e Olga Kurilenko (Hitman e Quantum of Solace).

Como disse lá em cima, o filme tem uma ou outra cena belíssima. Efeitos especiais legais, câmera lenta, cores alteradas… Mas é pouco. Muito pouco…