Crítica – Destruição Final 2
Sinopse (imdb): A família sobrevivente Garrity deve deixar a segurança do bunker da Groenlândia e embarcar em uma jornada perigosa pelo deserto gelado dizimado da Europa para encontrar um novo lar.
Antes de falar do filme, um comentário irônico sobre o título nacional. Afinal, se teve uma “destruição final”, o segundo filme seria uma hora e meia de tela preta! Mas entendo a mudança, afinal, o nome original, “Groenlândia”, não é um nome muito bom pra vender ingressos. Pior foi com “28 Dias”, que resolveram chamar de “Extermínio”. Aí quando veio a continuação, “28 semanas”, virou “Extermino 2″…
Enfim, vamos ao filme. Em 2020, tivemos Destruição Final O Último Refúgio, um filme catástrofe com uma pegada um pouco diferente. O foco do filme não era na catástrofe em si, e sim nas pessoas tentando sobreviver. Boa ideia, um filme diferente do óbvio, pena que não era exatamente um grande filme. Agora temos uma continuação dirigida pelo mesmo Ric Roman Waugh e estrelada pelos mesmos Gerard Butler e Morena Baccarin (trocou o ator que faz o filho, agora é Roman Griffin Davis, de Jojo Rabbit e A Longa Marcha).
No primeiro filme, um cometa se chocou com a Terra, matando boa parte da população e alterando várias coisas da natureza que conhecemos. Os personagens se salvaram porque se isolaram num bunker. Cinco anos depois, em Destruição Final 2 (Greenland 2: Migration, no original), a vida no bunker não está muito fácil, e rola uma teoria de um local onde a sobrevivência seria mais viável: a cratera causada pelo choque do cometa, que fica na França. A família tenta então ir até lá – daí o “migration” do título original.
Destruição Final 2 não é um grande filme. Mas, alguém esperaria ver um grande filme numa continuação daquele que já não foi tão grandes coisas assim? Pensando sob este aspecto, Destruição Final 2 não é ruim. É um filme competente, traz algumas boas sequências, outras nem tanto, mas, distrai o espectador por pouco mais de uma hora e meia.
O roteiro tem aquele formato em etapas: a família tem que enfrentar um obstáculo de cada vez – como se fossem fases de um videogame. Algumas dessas fases são boas, admito que gostei da passagem pelo Canal da Mancha sem água, a sequência é absurda, mas é tensa e bem filmada. Outras fases são exageradas além do ponto – tem um momento onde eles atravessam uma guerra, no meio de trincheiras e soldados em fogo cruzado. Essa parte da guerra foi desnecessária…
Como disse antes, Destruição Final 2 não é um grande filme. Mas se você estiver com expectativa baixa, vai curtir.
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