Zwart Water

Crítica – Zwart Water

Um filme de terror holandês!

Uma menina de nove anos de idade se muda com os pais para um velho casarão que era de sua recém falecida avó, e começa a conviver com o fantasma da irmã gêmea da sua mãe, que morreu ainda criança.

Zwart Water (Two Eyes Staring, em inglês; Água Negra, em português) esteve na programação do último Rio Fan. Me chamou a atenção por ser um filme de terror feito na Holanda. Não consegui ver na época, mas consegui baixar. Não existiam legendas em português, baixei em inglês mesmo e comecei a ver – até descobrir que as legendas estavam incompletas. Esperei, alguns meses depois apareceram as legendas em português e finalmente consegui ver o filme!

Acho que a expectativa foi ruim. Heu esperava mais – Zwart Water é apenas mediano.

Zwart Water segue a cartilha hollywoodiana de filmes de terror. Talvez fosse mais interessante o filme ser mais “europeu” (se o idioma falado fosse inglês, o filme passava por americano tranquilamente). Pelo menos, Zwart Water é bem feito, tecnicamente falando. Boa ambientação, bons cenários, bons personagens.

Rola um susto aqui, outro ali, mas nisso o filme não é muito forte. A trama não traz muitos sustos, mas Zwart Water tem uma reviravolta de roteiro interessante perto do final.

Zwart Water não é ruim, mas a gente fica com a sensação que falta alguma coisa. A Holanda já deu ao mundo do cinema pelo menos um grande diretor, Paul Verhoeven. Vamos acompanhar a carreira do diretor e roteirista Elbert van Strien, ver se sua carreira terá boa continuidade.

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Tucker And Dale Vs Evil

Crítica – Tucker And Dale Vs Evil

Um filme slasher pode existir sem um assassino? Tucker And Dale Vs Evil mostra que sim!

Dois amigos caipiras estão indo passar as férias em uma velha cabana. Antes de chegar, cruzam com um grupo de jovens, que acham que a dupla e “do mal”. Isso é apenas o começo de uma série de mal-entendidos…

Filme de estreia do diretor Eli Craig, Tucker And Dale Vs Evil é uma boa comédia de humor negro. As mortes são todas acidentais, mas são violentas e compatíveis com os bons slashers – apesar de, às vezes, termos a sensação de estar vendo um desenho animado da época dos clássicos (e violentíssimos) Looney Toones ou Tom & Jerry.

O elenco todo é semi-desconhecido. Os dois protagonistas têm carreira na tv: Alan Tudyk (Serenity, V) e Tyler Labine (Dead Last, Reaper), e estão bem juntos, rola uma boa química e uma boa caracterização. Katrina Bowden, o principal papel feminino, também está na tv, como coadjuvante da série 30 Rock.

Não gostei da tentativa de deixar um gancho para uma possível continuação. Nada contra, o problema é que a trama precisou inventar um antagonista. E o filme é divertido justamente porque é todo feito de mal-entendidos.

Tucker And Dale Vs Evil não é essencial, claramente estamos diante de um filme “menor”. Mas que é divertido, não há dúvidas!

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A Hora do Espanto (2011)

Crítica – A Hora do Espanto (2011)

Refilmagem do clássico oitentista, um dos meus preferidos filmes de vampiro!

A trama é a mesma: jovem desconfia que seu novo vizinho é um vampiro. E claro que ninguém leva isso a sério.

Este novo A Hora do Espanto não é ruim. Mas sofre de um grave problema: por ser refilmagem, a comparação com o original é inevitável. E, na comparação, o filme novo perde em quase todos os aspectos.

Acho que a pior coisa do novo filme é o novo Peter Vincent. O original era um veterano apresentador de tv e entusiasta de filmes de terror antigos, tudo a ver com a trama. O atual é um mágico ilusionista de Las Vegas com cara de David Blaine ou Criss Angel – ou seja, o que diabos o cara tem a ver com vampiros? Pra piorar, nada contra o ator David Tennant, o Peter Vincent atual – mas Roddy McDowall tinha muito mais carisma!

Outra coisa que não funcionou foi terem mudado a personalidade do protagonista Charley Brewster (Anton Yelchin, dos novos Exterminador do Futuro e Star Trek). O original era um fã de filmes de terror; o atual é um “ex-nerd”, agora popular na escola. O antigo tinha mais a ver com o contexto, aliás, o antigo era quem desconfiava do vizinho, o atual parece levado pelo amigo Ed.

O vampiro Jerry de Colin Farrell não é ruim. Prefiro o estilo do original, de Chris Sarandon (que faz uma ponta como o motorista que é atacado depois do acidente), mas Farrell, eficiente como sempre, não faz feio e cria um bom vampiro, sanguinário e sedutor ao mesmo tempo. O mesmo digo do Evil Ed, amigo do protagonista, aqui interpretado pelo ótimo Christopher Mintz-Plasse (Kick-Ass, Superbad) – o novo Ed é diferente, mas não é pior. Ainda no elenco, Toni Collette, Imogen Poots e Dave Franco (que é igualzinho ao irmão mais velho James Franco).

Apesar de perder na comparação, o novo A Hora do Espanto não chega a ser ruim. Além do bom elenco, de uma boa trilha sonora e de eficientes efeitos especiais, o filme tem seus bons momentos, como o plano-sequência onde a família foge de carro. Outra coisa positiva é mostrar vampiros à moda antiga, que queimam no sol – rola até uma piada com a série Crepúsculo!

O filme original tinha um bom equilíbrio entre terror e comédia – nos anos 80, tivemos uma onda de filmes assim, como Os Caça-Fantasmas e Uma Noite Alucinante. A refilmagem tem menos ênfase na comédia, mas mesmo assim é um filme bem humorado. Acho que quem não viu o filme original e não tem um parâmetro de comparação vai curtir esta nova versão.

A Hora do Espanto tem uma versão em 3D, mas não vi, então não posso julgar. Algumas cenas têm objetos jogados na direção da câmera, mas são poucas. E boa parte do filme é escura, então desconfio que o 3D não deve ter sido muito bom.

Por fim, preciso falar que heu queria ter visto A Hora do Espanto nos cinemas, mas o circuito não permitiu. A estreia foi no mesmo dia que começou o Festival do Rio 2011, e só ficou em cartaz por duas semanas, exatamente a duração do Festival – a partir da terceira semana, só estava em cartaz em cinemas na periferia. Pena, tive que baixar um filme que heu pretendia pagar o ingresso!

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Chromeskull – Laid To Rest 2

Crítica – Chromeskull – Laid To Rest 2

Como prometido no post de Laid To Rest, agora vamos aos comentários sobre a continuação, Chromeskull – Laid To Rest 2.

O filme começa exatamente onde o outro terminou. Inacreditavelmente, o misterioso vilão Chromeskull sobreviveu aos acontecimentos do primeiro filme, e agora mostra que é o líder de uma grande organização maligna.

Chromeskull – Laid To Rest 2 tem uma coisa muito boa, e outra coisa muito fraca. Comecemos pelo lado bom.

O diretor Robert Hall, o mesmo do primeiro filme, tem um extenso currículo como maquiador. Sua grande experiência o credencia para um realismo poucas vezes visto em mortes no cinema. São várias mortes bem filmadas, com detalhes impressionantes. Pra quem gosta, realmente vale a pena – o filme até merecia ter sido citado no Top 10 Melhores Mortes (mas nem sabia da existência do Chromeskull quando fiz o Top 10…).

Mas, por outro lado, o roteiro, também escrito por Hall, dá raiva. Acho que nunca vi policiais tão incompetentes na minha vida. Saca nos filmes da saga Star Wars, onde os Stormtroopers não conseguem acertar um único tiro? Aqui chega a ser pior. O vilão, sozinho, desarmado, consegue derrotar três policiais, treinados, preparados e com as armas apontadas para ele. É um pouco demais, não? E não é a única cena assim, rolam algumas incompetências policiais, incluindo uma inacreditável invasão à delegacia sem ninguém ver.

E o pior é que estas não são as únicas inconsistências do roteiro. A própria volta do Chromeskull já foi forçada, depois do que acontece com ele no fim do primeiro filme, mas, ok, isso já acontecia desde os velhos tempos de Michael Myers e Jason Vorhees. Mas, me diz, quem é que banca aquele staff que trabalha pro Chromeskull?

Como falei no outro post, rola uma curiosidade no elenco. Como aconteceu no primeiro filme, dois dos atores principais trabalharam juntos na série Terminator – Sarah Connor Chronicles: Brian Austin Green e Thomas Dekker, que repete o papel do outro filme. Jonathon Schaech também está de volta, mas num papel diferente. E podemos também citar a presença de Danielle Harris, que aparentemente está construindo uma carreira de “scream queen” contemporânea – ela esteve em Stake Land e nos dois novos Halloween.

Enfim, se você curte ver mortes bem feitas, não perca Chromeskull – Laid To Rest 2. Mas não se esqueça de deixar de lado “detalhes” como coerência no roteiro.

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11-11-11

Crítica – 11-11-11

Antes de tudo, precisamos esclarecer que a data 11/11/11 nunca foi objeto de qualquer misticismo – como aconteceu com 2012. Mas os marketeiros de plantão em Hollywood resolveram inventar alguma coisa pra aproveitar a data. A pergunta que fica é: por que não inventar algo bom?

Um escritor, atormentado pela morte da esposa e do filho, vai até Barcelona, encontrar seu irmão padre e seu pai, doente terminal. E vários incidentes indicam que algo pode acontecer no dia 11/11.

Se 11-11-11 tivesse um bom roteiro, a gente até “comprava” a ideia, mesmo sem existir uma prévia mitologia sobre a data. Mas o roteiro, escrito pelo diretor Darren Lynn Bousman, é ruim ruim ruim, como pouco se vê por aí.

Em primeiro lugar, o filme não assusta. Não só as criaturas que aparecem são tão toscas que parecem saídas de um filme dos Trapalhões dos anos 70, como todas as suas aparições são previsíveis – é mais fácil rir daquelas máscaras malfeitas do que levar um susto. E tem mais: os irmãos têm o mesmo diálogo “fé vs ateísmo” várias vezes ao longo da projeção. E a cereja do bolo é a quantidade de referências forçadas relativas ao tal 11/11.

O diretor Bousman, o mesmo de Repo! The Genetic Opera e das partes 2, 3 e 4 da franquia Jogos Mortais, tinha a oportunidade de dar um passo à frente na sua carreira. Mas ainda não foi dessa vez. Aliás, o currículo do diretor sugeria um banho de sangue, mas, neste aspecto, o filme é discreto. Acho que ele quis seguir os passos de James Wan, diretor do primeiro Jogos Mortais, que mudou de estilo com o bom Sobrenatural. Mas, se as continuações de Jogos Mortais são bem inferiores ao primeiro filme, este 11-11-11 consegue ser muito pior que Sobrenatural.

Dispensável…

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O Ritual
Evocando Espíritos
Sobrenatural

Grave Encounters

Crítica – Grave Encounters

Mais um filme no estilo “encontraram uma filmagem real”. A ideia já tá ficando batida, mas até que Grave Encouters é legal.

Supostamente, Grave Encouters era um programa de tv no estilo Caçadores de Mitos, checando a veracidade de lugares assombrados. Só que problemas inesperados surgiram enquanto filmavam o episódio 6…

Ok, não há nada de novidade aqui no filme dirigido por uns tais de Vicious Brothers. É apenas um “arroz com feijão” bem feito. Mas, vem cá, o público que vai assistir um filme desses não está procurando o “novo Cidadão Kane“, e sim apenas uma diversão honesta. E nisso, Grave Encouters não decepciona.

A primeira meia hora é lenta, mas depois o filme engrena num bom ritmo até o fim. Rolam alguns sustos legais, e os efeitos são simples e eficientes. O elenco – claro, só com gente desconhecida – funciona dentro do esperado, e a história tem seus clichês, mas flui com tranquilidade. Por fim, o velho hospício é um excelente cenário para o estilo do filme.

“Ora, mas o filme não tem nada de original”, dirão os chatos. Mas quem não for chato vai se divertir!

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[REC]
O Último Exorcismo
O Caçador de Trolls

Não Tenha Medo do Escuro

Crítica – Não Tenha Medo do Escuro

Novo terror com a grife Guillermo del Toro! Será que é bom?

A jovem Sally vai morar com seu pai e a namorada numa velha mansão que pertenceu a um famoso pintor que desapareceu décadas antes, e que o casal está reformando. Quando encontram um porão escondido, Sally descobre algo que não deveria ser descoberto.

A direção de Não Tenha Medo do Escuro (Don’t Be Afraid Of The Dark, no original) foi do estreante Troy Nixey; a Guillermo Del Toro coube a produção e o roteiro – curiosamente, um dos pontos fracos aqui. A ambientação na velha mansão é eficiente (algumas cenas lembram O Labirinto do Fauno), a boa trilha sonora evoca filmes de terror clássicos dos anos 70, e os monstrinhos convencem. Mas o roteiro tem algumas situações forçadas demais!

Algumas coisas no roteiro são clichê demais, como os desenhos secretos do artista serem iguais aos da menininha; ou o bibliotecário que é a única pessoa que conhece a fase misteriosa do artista. Quantas vezes a gente já viu isso, caro Del Toro?

E aí a gente começa a listar os furos no roteiro. Como é que a polícia não investigou o violento ataque sofrido pelo caseiro? Cadê as dezenas de fotos de polaroide? Se as criaturas tinham medo da luz, como aparecem na festa? Por que diabos a menina não mostrou a criatura esmagada na biblioteca? E por aí vai, a lista é longa. E isso sem mencionar outro problema: Não Tenha Medo do Escuro é um filme de terror sem sustos. E ainda desperdiçou uma boa oportunidade de usar a lenda da Fada dos Dentes…

No elenco, a boa surpresa é a menina Bailee Madison, eficiente no papel introspectivo. Os outros dois atores principais, Guy Pearce e Katie Holmes, não estão mal, mas também não fazem nada demais.

Enfim, Não Tenha Medo do Escuro tem coisas que se salvam. Mas o resultado final fica devendo.

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A Órfã
Sobrenatural
Arraste-me Para o Inferno

A Última Sessão

Crítica – A Última Sessão

Ver filmes em festivais traz um grande risco. Como muitas vezes o filme ainda não foi lançado, existem boas chances deste filme ser ruim. Infelizmente é o caso aqui, com este suposto terror francês.

A Última Sessão mostra Sylvain, o único funcionário de um cinema decadente de uma cidade do interior, que acumula as funções de gerente, programador, caixa e projecionista. Solitário, ele vive no porão do local e saúda os mesmos frequentadores de sempre do cinema. E, todas as noites, após as sessões, ele sai às ruas para matar mulheres – e roubar orelhas.

O problema é que o filme, escrito e dirigido por Laurent Achard, é leeento… Muito pouca coisa acontece, e sempre devagar quase parando. Muitas cenas contemplativas, com câmera parada. E olha que era pra ser um filme de terror.

A trama também não traz nada de novo. Maluquinho vai lá, mata e traz a orelha. Dia seguinte normal no cinema, à noite vai lá de novo, mata de novo e traz outra orelha. Chaaato. E a falta de carisma do protagonista Pascal Cervo é outro fator que atrapalha.

Enfim, dispensável. Nem precisa ser lançado por aqui.

Shark Night 3D

Crítica – Shark Night 3D

Sabe quando um filme não precisa se esforçar muito pra agradar, e mesmo assim não consegue atingir o objetivo?

A sinopse aqui é o de sempre. Um grupo de jovens universitários, todos bonitos e sarados, vão passar um fim de semana numa casa num lago (de água salgada), mas um deles é atacado por um tubarão. Aos poucos, eles descobrem que estão cercados.

A trama é besta, o elenco é limitadíssimo, os personagens são clichê. Mas isso tudo é aceitável, afinal, o público que se propõe a ver um filme desses na verdade se preocupa mais em ver mortes bem filmadas, de preferência com muitas coisas sendo atiradas na direção da tela, e melhor ainda se for com mulheres usando pouca roupa. E é aí que Shark Night 3D é fraco.

O 3D nem é mal feito. O problema é que são poucas as cenas usando o efeito de maneira satisfatória. Poucas coisas são atiradas na direção do espectador! E Shark Night 3D tem zero de nudez e gore – no máximo, rolam mulheres de biquini e algum sangue discreto.

Se a parte trash é fraca, a parte séria é lamentável. O roteiro é repleto de inconsistências – se heu começar a listar os furos, o post não acaba hoje. E o elenco só tem jovens desconhecidos e com pouco talento para a atuação – o cara que faz Blake é terrível, no mau sentido!

Decepcionante. Reveja Piranha 3D, vale mais a pena.

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Juan de los Muertos

Crítica – Juan de los Muertos

Tem alguns filmes que aparecem de vez em quando em festivais que a gente PRECISA ver. O primeiro filme de zumbis feito em Cuba é um desses. Imperdível!

Juan é um quarentão preguiçoso e de bem com a vida. Quando acontece uma epidemia de zumbis em Havana, ele cria, com seus amigos também desocupados, um serviço de extermínio de zumbis.

O filme, escrito e dirigido por Alejandro Brugués, é muito engraçado. Daqueles de rir até perder o fôlego. Humor negro de primeira linha!

A trama é o de sempre: epidemia de zumbis, blá blá blá. Mas o bem bolado roteiro tem um bom timing de piadas, e aproveita pra inserir um monte de comentários sócio-políticos sobre a situação de Cuba. E o melhor de tudo é que em momento nenhum o filme fica panfletário, as críticas entram naturalmente nas piadas (a piada dos carros russos é sensacional!).

O elenco não tem ninguém conhecido. Os atores estão ok em seus papéis caricatos. Os efeitos especiais às vezes parecem toscos demais, mas, para o que o filme pede, funcionam. A maquiagem também é boa, o filme traz quantidade de gore suficiente para o que o estilo pede.

Infelizmente, Juan de los Muertos não será visto por muita gente – convidei algumas pessoas para verem o filme comigo no último domingo, quase todos não se interessaram pela esquisitice “filme cubano de zumbis”. Mas torço pelo sucesso do filme. Este é daqueles pra comprar o dvd e rever de vez em quando!

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Fido – O Mascote
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