Premonição 5

Crítica – Premonição 5

Ninguém pediu, mas, olha lá, tem filme novo da franquia Premonição em cartaz!

Por causa de uma premonição, um grupo de pessoas escapa de um grande acidente em uma ponte. Mas não é fácil enganar a morte…

Não reclamo desta franquia. Acho os filmes “honestos” – quem vai ver um filme da série não está atrás de bons roteiros nem de grandes atores. O grande barato aqui são as mortes, cada uma mais criativas que a outra.

Sob este aspecto, Premonição 5 não vai decepcionar ninguém. Como acontece sempre nos filmes da série, a melhor parte é a sequência inicial, quando o grande acidente acontece. O acidente na ponte é sensacional! E não é o único bom momento, algumas das sequências de morte são muito bem construídas – gostei da parte na ginástica olímpica e também a da casa de massagem. Os efeitos especiais são muito bons.

Como falei lá em cima, o roteiro não é lá muito bem cuidado – uma personagem não enxerga nada quando deixa os óculos caírem no chão, mas logo depois está admirando o acidente, sem os óculos. Serve apenas para unir as cenas que interessam ao público alvo. Ou seja, não é bom, mas funciona.

O mesmo podemos falar sobre o elenco, um monte de jovens desconhecidos e inexpressivos. Tony Todd, o eterno Candyman, exercita sua canastrice num papel menor; e não sei por que diabos Courtney B. Vance (Caçada Ao Outubro Vermelho, Mentes Perigosas) tem um papel no filme – será que ele não tinha nenhuma oferta melhor?

Por fim, preciso falar do 3D. Na minha humilde opinião, este é o único tipo de filme que vale a pena ser visto em 3D. Hoje em dia Hollywood está com mania de converter todo e qualquer blockbuster para 3D, e o resultado fica quase sempre decepcionante. Por isso, tenho preferido sempre as versões 2D – a não ser em casos onde o 3D faz parte do espetáculo, como acontece aqui, onde diversas coisas são arremessadas em direção à tela.

Concluindo: Premonição 5 não é um bom filme. Mas é divertido pra caramba!

p.s.: Gostei do final, a ligação com o início da franquia! E também do replay de várias mortes de todos os outros 4 filmes!

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Attack The Block

Crítica – Attack The Block

Mais um filme sobre alienígenas na Terra focado num elenco infantil. Mas não tem nada a ver com Super 8!

A trama é simples: uma gangue de marginais adolescentes do sul de Londres defende o seu bairro de uma invasão alienígena.

A primeira vez que ouvi falar de Attack The Block foi na época que vi Paul. Li em algum lugar um texto que falava desta nova produção inglesa. Pensei que era uma comédia, afinal o elenco contava com Nick Frost e tinha produção executiva de Edward Wright (ator e diretor de Todo Mundo Quase Morto e Chumbo Grosso). Que nada! Attack The Block é um filme sério, uma boa mistura de ficção científica com terror.

Ok, sério, mas, de baixo orçamento. Tem um delicioso ar vagabundo, às vezes lembra John Carpenter nos áureos tempos – terror e fc com clima de filme B. Ainda é cedo pra comparar o diretor e roteirista Joe Cornish ao genial cineasta autor de O Enigma de Outro Mundo, Fuga de Nova York e Eles Vivem, mas podemos dizer que ele está num bom caminho em seu primeiro longa para os cinemas.

Li por aí críticas negativas com relação às criaturas. Mas não me incomodaram. Pelo contrário, gostei do lance dos dentes / olhos fosforescentes. Achei uma boa opção de criaturas para filme com orçamento apertado. O mesmo digo sobre os efeitos especiais, simples e eficientes.

No elenco, o único nome conhecido é Nick Frost, em um papel pequeno. O protagonista John Boyega manda bem em seu filme de estreia, com um papel difícil, já que ele é um personagem detestável no início do filme. A “mocinha” Jodie Whittaker também está bem, assim como a molecada de um modo geral.

Conheço gente que viu Attack The Block e não gostou. Mas não compartilho desta opinião. Pra mim, foi uma das melhores surpresas do ano!

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Stake Land

Crítica – Stake Land

Filme de vampiro tem um monte por aí. Filme de futuro pós-apocalíptico também tem um monte. Mas filmes misturando os dois temas são mais raros…

Num futuro onde a sociedade foi devastada por um apocalipse de vampiros, o adolescente Martin se une ao caçador de vampiros Mister na luta pela sobrevivência.

O que é legal aqui neste filme dirigido pelo ainda desconhecido Jim Mickle é que, se a gente trocar o “vampiro” por, sei lá, um vírus, uma catástrofe natural ou algo semelhante (pode até ser os já “tradicionais” zumbis), o filme funciona direitinho – vira um drama pós-apocalíptico sério. O que não quer dizer que os vampiros sejam mal feitos – nada disso, são vampiros à moda antiga, assustadores como eram pra ser, antes da atual moda de vampiros galãs.

O elenco, liderado pelos pouco conhecidos Connor Paolo e Nick Damici, tem um nome famoso: Kelly McGillis, outrora a bonitona de Top Gun e A Testemunha, mas hoje cinquentona e sem nenhum glamour.

O roteiro, escrito pelo diretor e pelo protagonista Nick Damici, faz um bom trabalho na construção dos personagens e seus dramas. O filme prefere focar nas pessoas, mas achei que o conflito com a “Irmandade” poderia ser melhor explorado – aquele grupo de freaks podia render uma boa história.

Stake Land não se tornará um clássico, mas pode ser uma opção pra quem estiver cansado dos clichês comuns de vampiros.

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Apollo 18

Crítica – Apollo 18

Interessante “mockumentary” (documentário fake) sobre uma suposta missão à Lua, a Apollo 18.

Décadas se passaram, e, nos dias de hoje, filmagens foram encontradas, mostrando o fracasso da última missão à Lua. E explicando porque o programa espacial foi deixado de lado.

Dirigido pelo desconhecido espanhol Gonzalo López-Gallego, Apollo 18 tem suas falhas e seus méritos. Pra mim, o pior defeito é insistir no “baseado em gravações reais”. Quando aparece um filme como Bruxa de Blair ou REC, esse papo pode funcionar – acharam uma câmera com uma gravação feita por alguém. Mas aqui, como são muitas horas de gravação, com diversas câmeras, por vários dias, o que vemos é um material editado. Ora, se foi editado, foi feito hoje em dia… Acho que seria mais interessante assumir logo que é uma ficção. Ou fazer algo na onda de Contatos de Quarto Grau, que mistura supostas imagens reais com trechos encenados.

Deixando este detalhe de lado, o filme até funciona bem. A tensão é bem construída, usando uma boa teoria da conspiração: afinal, por que o homem nunca mais foi à Lua? A ambientação nas cenas lunares é bem feita, com um bom uso de sombras no cenário preto e branco. Os efeitos especiais também são bem feitos, principalmente se a gente pensar que se trata de uma produção de baixo orçamento. Além disso, o filme traz alguns bons sustos. Por fim, gostei do uso da música Starship Trooper, do grupo progressivo Yes – tudo a ver com a época e com o clima do filme.

O único nome famoso está na produção: Timur Bekmambetov, diretor russo responsável por Guardiões da Noite e O Procurado. O elenco, obviamente, é de rostos desconhecidos – algo básico quando você pretende algo neste estilo. Os três atores, Warren Christie, Lloyd Owen e Ryan Robbins, estão convincentes.

Apollo 18 não é um filme essencial, mas vale ser visto. Pena que a gente sente que tinha potencial para ser bem melhor.

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A Fronteira

Crítica – A Fronteira

Mais um filme francês ultra-violento!

Durante violentos protestos políticos em Paris, um grupo de jovens ladrões foge em direção à Holanda. Ao pararem em um hotel perto da fronteira, a família que cuida do local traz sérios problemas para o grupo.

Na verdade, já tem um tempo que esse filme foi lançado. A Fronteira (Frontière(s) no original) é de 2007. É que nessa época heu não conhecia essa faceta do cinema francês. Mas hoje já posso comparar com outros títulos como Haute Tension, A L’Interieur, Martyrs e O Segredo da Rua Ormes. E aí vemos um problema: A Fronteira não é ruim, mas perde na comparação com os outros.

O roteiro tem alguns bons momentos de tensão. Mas também tem seus defeitos. Pra começar, a trama é bem parecida com outros filmes por aí, como por exemplo a refilmagem de Viagem Maldita, dirigida pelo francês Alexandre Aja um ano antes (isso porque não estou falando da família de The Texas Chainsaw Massacre!). Além disso, rolam algumas falhas – pra que falar dos filhos de Eva se asubtrama não vai ser desenvolvida? Mais: a primeira parte do filme é demasiado longa.

Mesmo assim, acredito que A Fronteira não vai decepcionar os fãs do gênero. O que mais assusta nesses filmes franceses (também incluo aqui os quatro citados no terceiro parágrafo) é que não existe nada de sobrenatural. O filme é generoso na violência e no gore, e podemos imagunar aquilo tudo como algo real, algo que pode acontecer com qualquer um. Pra melhorar, alguns dos personagens freaks daqui são bem interessantes.

(E os teóricos de plantão também podem usar o lado sócio-político do filme, todo o papo de revoltas populares e extrema direita. E ainda podem usar o termo “fronteira” para se referir à fronteira entre a sanidade e a selvageria experimentada pela protagonista…)

Enfim, nada demais. Mas pode ser uma opção para os apreciadores do recente cinema francês ultra-violento.

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Evil Dead 3 – Army Of Darkness – Uma Noite Alucinante 3

Crítica- Evil Dead 3 – Army Of Darkness – Uma Noite Alucinante 3

E vamos ao último filme da trilogia Evil Dead!

Ash (Bruce Campbell) vai parar em um castelo medieval ameaçado por forças do mal. Acham que ele é um salvador citado em uma profecia, que seria capaz de pegar o livro Necronomicon e afastar o mal. Mas, ao pegar o livro, ele recita as palavras erradas e acaba libertando um exército de cadáveres.

O ano era 1992. Sam Raimi já não era um nome desconhecido, mas ainda estava no underground – além da trilogia, ele tinha feito apenas Crimewave e Darkman (mal sabia ele que exatos dez anos depois, ele estaria dirigindo um blockbuster, o primeiro Homem Aranha). Raimi mais uma vez foi responsável pelo roteiro e direção. E sua câmera continua genial, como nos filmes anteriores.

Evil Dead – A Morte do Demônio não passou nos cinemas brasileiros; Evil Dead 2 – Uma Noite Alucinante teve uma carreira razoável nas telas. Evil Dead 3 – Uma Noite Alucinante 3 até passou, mas, se me lembro bem, ficou só uma semana em cartaz. Lembro que vi correndo, antes de tirarem do circuito!

Se os dois primeiros filmes têm um visual bem semelhante, isso não acontece aqui. A trama se passa quase toda na Idade Média, no ano 1300. Revendo hoje, o visual do filme lembra algumas séries produzidas por Sam Raimi nas décadas seguintes, como Hercules, Xena e Legend of the Seeker – aventuras medievais com um pé na magia.

Mas, apesar de ter cara de aventura medieval, Evil Dead 3 – Uma Noite Alucinante 3 nunca nega as suas origens. Não só o banho de sangue continua, como ainda rolam demônios alados e um exército de esqueletos em stop motion – o tal “Army of Darkness” do titulo.

(Aliás, segundo o imdb e a capa do meu dvd gringo, o nome do filme é apenas “Army of Darkness“. Cadê o “Evil Dead 3“?)

O elenco continua basicamente desconhecido, com excessão do mesmo Bruce Campbell de sempre. A novidade é uma ponta de Bridget Fonda logo no início do filme.

Por coincidência, baixei na mesma época uma versão em avi e logo depois consegui comprar o dvd. São finais diferentes! O dvd traz o final no supermercado; o avi tem um final dentro de uma caverna – preferi o do dvd…

Evil Dead 3 – Uma Noite Alucinante 3 não é levado muito a sério, é deixado de lado por muitos apreciadores de cinema de horror. Mas fecha bem a trilogia!

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Uma Noite Alucinante 3
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Evil Dead 2 – Uma Noite Alucinante

Crítica – Evil Dead 2 – Uma Noite Alucinante

E vamos à continuação de Evil Dead – A Morte do Demônio!

Um casal chega a uma cabana abandonada e invoca sem querer forças do mal ocultas na floresta, ao ler em voz alta trecho do Necronomicon, o Livro dos Mortos. E recomeça o banho de sangue…

Antes de falar do filme, vamos voltar uns 25 anos no tempo…

Segunda metade dos anos 80. Tv a cabo não existia no Brasil, locadoras de vhs ainda eram novidade pra muita gente. Só era possível ver Evil Dead – A Morte do Demônio em vídeo, mas esta segunda parte passou nos cinemas, e acho que teve um relativo sucesso – lembro de ter visto em um cinema São Luiz bem cheio.

Na época, heu achava que era uma refilmagem do primeiro filme, com mais dinheiro para os efeitos especiais e mais humor negro. E me perguntava por que diabos Ash (Bruce Campbell) voltaria para aquela cabana depois do que aconteceu no filme anterior.

Bem, isso realmente é confuso. Parece uma refilmagem, e também parece uma continuação. O imdb explica: como Sam Raimi não tinha direitos sobre as imagens do primeiro filme, ele refilmou algumas passagens, mas depois disso continuou o filme. Então é uma refilmagem/continuação… 😉

Enfim, a história pouco importa aqui. O negócio é continuar com o ritmo frenético e os travellings alucinantes. A diferença é que Raimi resolveu assumir o lado trash e caprichou no humor – Raimi declarou que se inspirou na antiga série de tv Os Três Patetas. E fez de Evil Dead 2 – Uma Noite Alucinante uma das melhores comédias de humor negro da história!

O humor negro é farto. A sequência da mão possuída é sensacional. Um dos personagens chega a engolir um olho de demônio. E uma genial sequência em stop motion mostra um balé com um cadáver decapitado. A ironia é tão boa que aparece a capa de um livro de Ernest Hewingway, chamado “A Farewell to Arms”!

O clima de terror continua, mas agora com a galhofa assumida. Muito, muito gore, e muitas gargalhadas em cima dessa nojeira toda. Pra quem curte terror, o primeiro filme é obrigatório; pra quem quer rir, o segundo é a melhor opção.

O fim do filme é em aberto, porque, àquela altura, a parte 3 já era prevista.

Em breve, Evil Dead 3 – Uma Noite Alucinante 3!

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Evil Dead – A Morte do Demônio

Crítica – Evil Dead – A Morte do Demônio

Estou aproveitando a época com poucos seriados pra rever filmes legais que não vejo há tempos. Comecei com a trilogia Evil Dead!

Um grupo de amigos vai para uma cabana no meio do mato e lá encontram o Necronomicon, o Livro dos Mortos. Ao tocar um velho gravador com a tradução do livro, eles evocam espíritos malignos que estavam na floresta.

É difícil falar de Evil Dead – A Morte do Demônio, primeiro longa dirigido por Sam Raimi, hoje, 30 anos depois do lançamento (o filme é de 1981). Todo mundo já viu, e todo mundo sabe que é um filme super importante na história do cinema de horror. Muita coisa atual usa referências tiradas daqui.

Posso dizer que a câmera de Sam Raimi continua impressionante. Claro, todo mundo se lembra dos alucinantes travellings pela floresta, mas não é só isso – Raimi também é muito criativo nas escolhas dos ângulos pouco convencionais para suas cenas. E o ritmo do filme é frenético, muita coisa acontece durante os rápidos 85 minutos de duração. Rola até um” estupro ecológico”!

Os efeitos especiais são muito bons, se a gente lembrar das limitações técnicas da produção. Incapacitado de mostrar um demônio convincente, Raimi usa e abusa da câmera subjetiva com seus travellings rápidos. Só nas gostei do uso de stop motion na sequência final – aquilo ficou tosco demais.

Sobre o elenco, o único conhecido é Bruce Campbell, aliás, famoso justamente por causa da série Evil Dead – Campbell nunca mais fez nada relevante, apenas filmes “B” como Bubba Ho-Tep e My Name is Bruce, ou pequenos papeis em outros filmes (ele esteve nos três Homem Aranha dirigidos por Raimi).

Muita gente considera Evil Dead – A Morte do Demônio um filme trash. Heu não, pra mim, é um bem humorado filme de terror. Trash mesmo só as continuações…

Evil Dead – A Morte do Demônio nunca foi lançado no circuito comercial aqui. A segunda parte, Evil Dead 2 – Uma Noite Alucinante, passou nos cinemas, mas pra ver o primeiro filme, só no videocassete. E hoje em dia é fácil encontrar o dvd largado nas prateleiras de 9,99 das Lojas Americanas…

Ainda preciso falar mal do nome. Ok, na época era meio que tradição colocarem títulos esdrúxulos nos filmes aqui lançados. Este foi mais um caso – “A Morte do Demônio”???

p.s.: Em breve, Evil Dead 2 – Uma Noite Alucinante!

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No Cair da Noite

Crítica – No Cair da Noite

Quando fiz o top 10 de monstros legais, lembrei da fada dos dentes de No Cair da Noite (Darkness Falls, no original). Resolvi então rever o filme.

A pequena cidade de Darkness Falls tem uma maldição: se a criança olha a Fada dos Dentes quando esta vem buscar o último dente, a criança é levada – 0 mesmo acontece com qualquer pessoa que olhar a Fada.

Vamos direto ao assunto? A Fada dos Dentes é assustadora, é realmente um bom personagem. Mas o filme de Jonathan Liebesman (Invasão do Mundo – Batlha de Los Angeles, The Texas Chainsaw Massacre – The Beginning) é fraquinho…

Acho que o pior problema aqui é que não dá pra levar a sério um monstro que tem medo da luz. Porque a gente para pra pensar e descobre que o roteiro não tem lógica – por que diabos eles vão se esconder num velho farol deserto? Por que não ir pra casa e acender a luz? Digo mais: o cara poderia passar temporadas anuais no norte do Alasca, onde um dia dura meses…

Sobre o elenco, nenhum nome conhecido. Isso, de um filme de oito anos atrás! Chaney Kley, Lee Cormie e Emma Caulfield não fizeram nada digno de nota. Emily Browning, a protagonista de Sucker Punch, então com 15 anos, faz uma ponta como a “mocinha” adolescente.

Resumindo: um bom monstro. Mas em um filme que não vale a pena.

Quarentena 2 – Terminal

Crítica – Quarentena 2 – Terminal

Ninguém pediu, mas, olha lá: já está disponível para download a continuação do fraco Quarentena.

Um pequeno avião tem um problema durante um vôo, por causa de um vírus misterioso. Quando o avião aterrisa, todo o terminal é colocado em quarentena.

O primeiro Quarentena nem foi ruim. O problema é que é uma cópia do espanhol REC, quase quadro a quadro. Mas, mesmo assim, tem seus bons momentos, nem achei uma das piores refilmagens da minha vida.

Se Quarentena 2 tem algum mérito, é o de não copiar a continuação Rec 2. A história aqui é nova, completamente diferente. Até o recurso de câmera subjetiva foi deixado de lado – Quarentena 2 é um filme convencional, o espectador é recolocado atrás da “quarta parede”.

Pena que o filme em si não é lá grandes coisas. É aquilo de sempre: um a um, todos vão pegando a infecção, até que sobram poucos personagens, que lutam pela sobrevivência. Previsível ao extremo…

Resumindo: se você curte o estilo e não se incomoda com uma história que já foi contada diversas outras vezes, pelo menos a produção não é muito vagaba, e tem algum gore interessante. Só não espere nada demais!

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