A Lenda de Tarzan

A Lenda de Tarzan posterCrítica – A Lenda de Tarzan

Este ano já teve um novo Mogli. Por que não um novo Tarzan?

Agora vivendo como aristocrata na Inglaterra, Tarzan volta à África para investigar um suposto caso de tráfico de escravos.

Comparei com Mogli, né? Bem, a comparação não é correta. Os personagens são muito parecidos, mas os dois filmes de 2016 não têm a mesma proposta. Enquanto Mogli é uma versão live action do desenho, A Lenda de Tarzan (The Legend of Tarzan, no original) traz uma nova história do Rei da Selva.

Dirigido por David Yates (que dirigiu os quatro últimos Harry Potter), A Lenda de Tarzan é um filme correto, com bom elenco e bons efeitos especiais mas que, infelizmente, não empolga. Sabe quando você junta os ingredientes certos, mas a massa desanda? Pois é…

Outra coisa: o personagem de Samuel L. Jackson tenta ser um alívio cômico, mas não funciona. Um cara daqueles, americano, urbano, NUNCA conseguiria acompanhar o ritmo do Tarzan pela selva. Entendo sua presença em algumas cenas (porque o Tarzan precisava conversar com algum humano, pra contar ao espectador o que acontecia na história), mas digo que ele atrapalhou mais do que ajudou.

Pelo menos a parte visual do filme é ótima. Assim como aconteceu em Mogli, a qualidade do cgi é excelente, os animais e cenários estão perfeitos. Nisso o filme acertou.

O elenco tem um monte de nomes legais, como o vampiro Eric, a Arlequina, o Nick Fury, o Hans Landa e o Korath – quer dizer, Alexander Skarsgård, Margot Robbie, Samuel L. Jackson, Christoph Waltz e Djimon Hounson. 🙂

Enfim, os menos exigentes vão curtir. Mas o Tarzan ainda merece um filme definitivo.

Podcrastinadores.S04E15 – Woody Allen

podcast Woody Allen

Chegou a vez de falar um pouco da carreira do diretor, roteirista, escritor, ator e músico norte-americano Woody Allen! Com uma vida de altos e baixos, polêmicas e dezenas de filmes autorais no currículo, escolhemos seis deles que de alguma forma nos marcaram em um debate divertido e informativo, mesmo para aqueles que não conhecem direito, ou mesmo apreciam sua obra.

E como os filmes do Woody Allen são bastante atemporais, vamos deixar aqui um alerta de spoiler. Se você não viu algum desses filmes abaixo e começou a se interessar com o desenrolar do papo, interrompa o episódio e pule para o tempo do episódio seguinte para não prejudicar a sua experiência. Vale a pena. 😉

Noivo Neurótico Noiva Nervosa – 0h:26m:59s
Zelig – 0h:38m41:33s
Ponto Final – 0h:52m:59s
Scoop – 1h:17m:00s
Vicky Cristina Barcelona – 1h:23m:38s
Meia Noite em Paris – 1h:33m:34s

Com Fernando Caruso, Gustavo Guimarães, Helvecio ParenteTibério Velasquez e a participação mais que especial de Miá Mello e Daniel Cury.

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Caça-Fantasmas (2016)

Caça-fantasmasCrítica – Caça-Fantasmas (2016)

Eles estão de volta! Quer dizer, agora são elas! 🙂

Logo após uma uma invasão fantasma em Manhattan, as entusiastas do paranormal Erin Gilbert e Abby Yates, a engenheira nuclear Jillian Holtzmann, e a funcionária do metrô Patty Tolan se juntam para parar essa ameaça de outro mundo.

Alguns meses atrás começou uma grande polêmica na internet. Parte dos fãs do Caça-Fantasmas original, lançado em 1984, reclamou quando anunciaram que seria feito um novo filme da franquia, mas só com mulheres nos quatro papeis principais.

Bem, admito que, pra mim, a ideia não pareceu boa. Diferente de um Mad Max ou um Star Wars ep.7, onde as protagonistas femininas se mostraram naturalmente melhores do que seus pares masculinos, aqui soava meio forçado – não só as mulheres são as que mandam, como ainda por cima pegaram um grande astro de filmes de ação e o colocaram num papel de “louro burro”.

Mas quando a gente vê o filme, descobre que o receio era infundado. O roteiro desce redondinho, usando elementos do filme original, e as quatro atrizes têm boa química – todas vieram do Saturday Night Live (coincidência ou não, 30 anos atrás os atores também vieram do mesmo programa).

Não se trata de uma continuação, a história recomeça do zero. O roteiro, escrito pelo diretor Paul Feig e por Katie Dippold, sabe dosar de maneira inteligente as referências ao filme original – a história começa parecida, mas do meio para o final, o filme segue outro caminho.

As referências são um prato cheio para os fãs. Não só somos (re)apresentados aos props, como os uniformes, o endereço e o carro Ecto 1; como temos participações especiais de quase todo o elenco principal do filme anterior: Bill Murray, Dan Aykroyd, Ernie Hudson, Annie Potts e Sigourney Weaver fazem pontas, enquanto o falecido Harold Ramis aparece como uma estátua (Rick Moranis teve problemas pessoais e se afastou de Hollywood, ele é o único que não aparece).

O elenco novo é muito bom – Kristen Wiig, Melissa McCarthy e Leslie Jones estão bem, mas gostei mais da maluquinha Kate McKinnon. E Chris Hemsworth está hilário! E o filme ainda conta com paticipações de Charles Dance, Andy Garcia e Ozzy Osbourne.

A parte técnica, como era de se esperar, é perfeita. Quem me acompanha sabe que não sou fã do 3D, mas aqui pelo menos os efeitos fazem algo diferente do óbvio. O filme se passa num retângulo dentro da tela, e os efeitos dos fantasmas saem deste retângulo. Taí, gostei da ideia.

Por fim, fiquem até o final do filme. Há cenas durante os créditos e também pós créditos!

A Era do Gelo – Big Bang

a-era-do-gelo-o-big-bangCrítica – A Era do Gelo – Big Bang

Ninguém pediu, mas vamos a mais um filme d’A Era do Gelo

Manny, Sid e Diego precisam descobrir como salvar o planeta, que está prestes a ser destruído pela queda de um meteoro.

Este já é o quinto longa de animação de uma franquia que começou muito bem mas já mostra sinais de cansaço. O brasileiro Carlos Saldanha, que dirigiu os três primeiros longas, só aparece na produção aqui, mas este novo filme continua na “família” – a direção ficou com a dupla  Mike Thurmeier (que dirigiu o quarto filme) e Galen T. Chu.

A Era do Gelo – Big Bang (Ice Age: Collision Course, no original) não chega a ser ruim. Mas tudo soa tão forçado que fica difícil de engolir.

Ok, sabemos que é um filme para crianças. Mas isso é razão para jogar a lógica fora? O esquilinho Scratch, que costuma ter as melhores piadas da franquia, agora está num disco voador, alterando a órbita de planetas! E isso tudo durante a trama que se passa aqui na Terra! Olha, gosto muito do Scratch, e suas cenas são engraçadas (a cena da gravidade alterada é hilária!), mas isso não combina com o que acontece no resto do filme.

Isso sem contar com alguns personagens que parecem perdidos, como Shira, a companheira de Diego – que ficou tão secundária que parece estar fazendo só uma ponta. E os vilões “dino-aves” são muito mal desenvolvidos.

Pra piorar, o título nacional traz uma referência que não tem nada a ver com nada. O filme não fala do Big Bang! Seria melhor traduzir o título original, “Rota de Colisão”.

A dublagem nacional é boa, como sempre – já nos acostumamos com as vozes de Tadeu Mello, Diogo Vilela e Márcio Garcia no trio principal. Mas sempre dá aquele gostinho amargo quando a gente lê o elenco original e vê os nomes da versão original – queria ter visto o Buck com a voz do Simon Pegg..

Apesar dos defeitos, A Era do Gelo – Big Bang vai agradar, porque os personagens são bons, a qualidade da animação é top, e é sempre agradável ver algumas novas piadas vindas de personagens já conhecidos. Mas que podia ser bem melhor, ah, podia.

Podcrastinadores.S04E14 – Game of Thrones (temporadas 4, 5 e 6)

Podcrastinadores.S04E14 – GoTNeste episódio antecipado, experimentamos um formato novo debatendo o final da sexta temporada de Game of Thrones, e dividindo algumas teorias e especulações sobre o futuro da série. Como em nosso primeiro episódio desta série abordamos as temporadas 1, 2 e 3, agora demos uma passada bem rápida nos fatos mais marcantes da quarta e quinta, até entramos com tudo na sexta, e no final espetacular que ela teve.

 

Vem conversar com a gente sobre todas essas reviravoltas que transformaram a série da HBO como uma das mais comentadas dos últimos tempos.

 

Participaram deste episódio Gustavo Guimarães, Tibério Velasquez, Leandro Medeiros e Carol Moreira.

 

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Procurando Dory

Procurando DoryCrítica – Procurando Dory

Nemo, Marlin e Dory estão de volta!

Um ano depois dos eventos do primeiro filme, Dory começa a ter sonhos fragmentados e flashbacks de sua vida antes de conhecer Marlin e Nemo, e resolve procurar os seus pais.

Treze anos depois, temos a continuação do fantástico Procurando Nemo, até hoje um dos melhores longas da Pixar. Procurando Dory (Finding Dory, no original) usa uma estrutura parecida, mas desta vez quem se perde é a Dory, enquanto procura os pais.

Continuações vivem em um terreno perigoso. A maior parte delas pensa primeiro na bilheteria e depois na qualidade. O trunfo desta continuação é ter roteiro e direção de Andrew Stanton, o mesmo que escreveu e dirigiu o primeiro filme (Stanton ainda dirigiu Wall-E e Vida de Inseto, além de ter trabalhado no roteiro de Monstros S.A. e todos os Toy Story).

O fato de ser mais um Pixar, e de ser a continuação de Procurando Nemo, é o que mais atrapalha esta continuação. Porque é impossível não comparar. Mesmo assim, não acho que Procurando Dory fique muito atrás de Nemo. Ok, já vimos essa história antes. Mas o filme é emocionante e engraçado – como a Pixar sabe fazer muito bem. E tem vários momentos “fofos” que vão agradar boa parte do público.

Se a história não traz muitas novidades, pelo menos os personagens são todos bem construídos e bem inseridos na trama. Não só os personagens antigos são ótimos, como os novos, tanto os que têm mais tempo de tela, como Hank, Destiny e Bailey, até aqueles que fazem só uma ponta, como o trio de leões marinhos Rudder, Fluke e Geraldo.

Dory é uma personagem irresistível, com sua hilária perda de memória, e realmente merecia deixar de ser coadjuvante. E olha que coisa curiosa: é a terceira continuação da Pixar onde um coadjuvante vira protagonista – isso aconteceu com Mike em Monstros SA e Universidade Monstros, e com Mate em Carros e Carros 2.

Em 2003, uma das coisas que mais chamava a atenção era o visual do fundo do mar. Talvez Dory não impressione tanto hoje em dia, mas por já estarmos acostumados com o CGI evoluído – porque o fundo do mar é retratado perfeitamente.

Por fim, não saia antes de terminar os créditos. Duas das melhores piadas do filme estão lá!

p.s.: Queremos um spin-off do Geraldo!

Podcrastinadores.S04E13 – Filmes Guilty Pleasures

Podcrastinadores.S04E13 – Filmes Guilty Pleasures

Depois do sucesso do episódio Séries Guilty Pleasure, vem agora a versão Filmes Guilty Pleasure, ou seja, os filmes que a gente tem, digamos, um pouco de vergonha de admitir que gostamos muito. 🙂

Sabe aquele filme que você ficava constrangido de entregar para o tio da locadora na hora de levar para casa? Que na roda de amigos todo mundo torcia a cara quando era mencionado, incluindo você, mas com o coração apertadinho por dentro? Que o DVD tá lá no final para ninguém ver quando for na sua casa? Então, esse mesmo.

É hora de abrir o coração e revelar quais são os filmes que Fernando Caruso, Gustavo Guimarães, Helvecio Parente, Rodrigo Montaleão, Tibério Velasquez e as convidadas Aline Hermann e Renata Castro têm vergonha de admitir que gostam, e assistem tantas quantas vezes estiverem passando na TV.

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Independence Day: O Ressurgimento

IDR-posterCrítica – Independence Day: O Ressurgimento

Vinte anos depois, a continuação de um dos mais “farofeiros” filmes catástrofe de todos os tempos!

Duas décadas depois da primeira invasão do Dia da Independência, a Terra se depara com uma nova ameaça extra-solar. Será que as novas defesas espaciais da humanidade serão suficiente?

Vamulá. Muita gente não gosta do primeiro Independence Day, de 1996, justamente por não ser um filme sério. A parte de filme catástrofe é boa e agrada a todos, mas o clima de galhofa dividiu o público. Afinal, nem todo mundo “comprou” coisas como um vírus de computador derrotando os alienígenas.

Como Independence Day: O Ressurgimento (IIndependence Day: Resurgence, no original) é uma continuação, dirigida pelo mesmo Roland Emmerich, que teve novamente como parceiro o roteirista Dean Devlin, claro que o clima de galhofa continua. Não leve o filme a sério, e vai ser mais fácil de se divertir.

Se é tão bom quanto o primeiro? Não, infelizmente não é. Algumas sequências de destruição são muito boas, mas são tão poucas que essa parte acaba rapidinho E apesar de boa parte do elenco ter voltado, Will Smith não está nesta continuação, e ninguém do atual elenco tem carisma suficiente para segurar o filme, que parece meio órfão de um protagonista.

Se não é tão bom, pelo menos é uma boa opção pra quem estiver no clima certo. Temos efeitos especiais top de linha, as (poucas) sequências de destruição são excelentes. E, diferente da sisudez de um Interestelar, o clima é sempre leve e divertido.

Tirando Will Smith (que segundo dizem, cobrou caro demais), o resto do elenco principal está de volta: Bill Pullman, Jeff Goldblum, Judd Hirsch, Vivica A Fox e um inspirado Brent Spiner (o “Data” – por que esse cara não faz mais filmes?). Recém falecido, Robert Loggia aparece rapidamente, mas desconfio que seja CGI. De novidade, o filme conta com Liam Hemsworth (Jogos Vorazes), Maika Monroe (Corrente do Mal), William Fichtner, Charlotte Gainsbourg, Sela Ward e Jessie T. Usher.

Sobre o novo elenco, vem a má notícia: teremos continuação(ões). A ideia de Emmerich era fazer logo dois filmes ao mesmo tempo, mas o estúdio recusou. Mesmo assim, Independence Day: O Ressurgimento termina com gancho para um terceiro filme… Será que vai ser bom?

p.s.: “O Ressurgimento”. Será que não tinha um nome pior não?

As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras

tmnt2Crítica – As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras

Mais um filme das Tartarugas Ninja!

Quando Shredder junta forças com o cientista louco Baxter Stockman e os capangas Bebop e Rocksteady para dominar o mundo, as Tartarugas devem enfrentar um inimigo ainda maior: o notório Krang

O filme segue o reboot de dois anos atrás. No meio de uma onda de  filmes de super heróis cada vez mais adultos, As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras (Teenage Mutant Ninja Turtles: Out of the Shadows, no original) é um filme divertido e despretensioso, direcionado ao público infantil.

O grande problema do novo Tartarugas Ninja é o seu roteiro bobinho. Algumas cenas dão raiva, como determinado momento em que as quatro tartarugas estão cercadas, dentro da delegacia, sob a mira de vários policiais, e a Megan Fox entra na linha de fogo e manda os policiais não atirarem e as tartarugas irem embora. Oi?

A direção coube ao pouco conhecido Dave Green. A parte técnica é bem feita, os efeitos especiais são muito bons. O visual das Tartarugas é, na minha humilde opinião, inferior à versão dos anos 90, mas essa é uma mudança sem volta. Temos algumas boas piadas – como no anterior, as melhores estão com Michelangelo. Ah, e o brasileiro Lula Carvalho assina a fotografia, como no primeiro filme.

O elenco melhorou. Se Megan Fox continua bonita e insossa, pelo menos o personagem bobalhão de Will Arnett tem bem menos espaço de tela que no outro filme (ah, Alessandra Ambrosio faz uma ponta como a namorada dele no início do filme). Stephen Amell, o Oliver Queen de Arrow está no principal “papel humano”, e o filme ainda conta com Laura Linney e Tyler Perry.

Não conheço os desenhos animados, mas duas pessoas me disseram que o filme está cheio de referências. Se você era fã dos desenhos, vai curtir – mais do que este crítico que escreve.

Por fim, como falei no filme de dois anos atrás, quem estiver com baixas expectativas vai se divertir.

Podcrastinadores.S04E12 – Filmes que Deveriam Virar Série (Parte 2)

podcast FQDVS2Podcrastinadores.S04E12 – Filmes que Deveriam Virar Série (Parte 2)

Quatro episódios atrás, colocamos no ar a parte um de dois do nosso especial sobre “filmes que deveriam virar séries“. Demos uma parada para falar dos filmes hype que estrearam nesse intervalo, mas agora chega finalmente a conclusão dessas incríveis sugestões de séries baseadas em filmes de sucesso.

Lembrando que o processo foi o mesmo: nosso exercício criativo é completo, envolvendo a sugestão da série, o possível plot para o desenrolar dela, e a escalação do elenco dos principais personagens. Se você gostou da parte um, essa parte dois é pra você.

Participaram deste episódio: Fernando Caruso, Gustavo Guimarães, Helvecio Parente, Rodrigo Montaleão, Tibério VelasquezLeandro Medeiros.

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Hayden Christensen Kat Graham
Lance Henriksen Will Poulter
Christopher Mintz-Plasse Amanda Seyfried
Ruben Studdard Anna Kendrick
Patrick Warburton Jim Belushi
Bryan Cranston Julia Louis-Dreyfus
Tina Fey Tom Felton
Taron Egerton Casper Van Dien
Neil Patrick Harris Cleo Pires
Aml Ameen Alexander Ludwig
Denise Richards Dina Meyer
Tom Welling Daisy Ridley
Kristin Kreuk Lucy Liu
Emma Stone Emma Watson
Jane Levy Viggo Mortensen

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