Podcrastinadores.S04E01 – Filmes de Faroeste

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Bem vindos senhoras e senhores à quarta temporada do Podcrastinadores!

E a gente começa o ano não só falando do novo filme do Quentin Tarantino, Os Oito Odiados, mas fazendo toda uma análise dos grandes clássicos filmes de faroeste, pra você que não conhece muito se animar em assistir, e pra você que é fã, relembrar desses filmes que já foram o grande hit das produções americanas e italianas.

Vamos falar tanto de Sete Homens e um Destino, Por um Punhado de Dólares, Butch Cassidy and Sundance Kid, etc, como lembrar das produções das duas últimas décadas, como Imperdoáveis, Jovens Demais Pra Morrer, Maverick, e por aí vai.

Não perca esse bate-papo divertido e informativo com Fernando CarusoGustavo Guimarães, Helvecio Parente, Rodrigo Montaleão, Tibério Velasquez e Carlos Voltor.

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A Quinta Onda

A Quinta OndaCrítica – A Quinta Onda

Pelo trailer, parecia ser um bom filme de apocalipse alienígena. Ah, como os trailers enganam…

Quatro ondas de ataques alienígenas, cada vez mais mortais, dizimam a maior parte da população da Terra. Neste cenário, uma jovem tenta desesperadamente salvar seu irmão mais novo.

Antes de tudo, um aviso: por mais que tenha elementos de cinema catástrofe, A Quinta Onda (The 5th Wave, no original) é muito mais próxima de sagas teen de futuro distópicas como Jogos Vorazes, Maze Runner e Divergente (e até mesmo Crepúsculo). Só soube depois da sessão de imprensa, o filme se baseia numa série de livros direcionados a “jovens adultos”, escritos por Rick Yancey.

A Quinta Onda até começa bem. Mas quando começa o papinho romântico, vai tudo ladeira abaixo. E, no meio dos clichês presentes, temos até o triângulo amoroso… Vou te falar, na sessão para críticos, algumas cenas teoricamente sérias proporcionaram gargalhadas…

Pra piorar, muitas coisas parecem recicladas de outros filmes. Impossível não lembrar de Independence Day na primeira cena onde as naves aparecem, e os aliens são iguais aos “face hughers” de Alien. E não quero estragar o filme de ninguém, mas me lembrei de Marte Ataca na cena onde os inimigos estão com a “cabeça verde”…

Os méritos do filme ficam abafados por toda a baboseira. Os efeitos especiais da primeira parte são eficientes, mas estão quase todos no trailer. Chloe Moretz, veterana apesar da idade, não atrapalha, mas nem de longe lembra o seu início de carreira.

Ah, sobre o elenco, tenho outro comentário: o que aconteceu com a Maria Bello? Ok, sabemos que ela já tem 48 anos, mas ela sempre fez papeis de mulheres bonitas (e seus fãs hão de se lembrar de sua generosa nudez em Marcas da Violência, dez anos antes). Maria está acabada aqui, parece bem mais velha e mal cuidada. Espero que seja maquiagem! Ainda no elenco, Liev Schreiber, Ron Livingston, Nick Robinson e Maika Monroe.

No fim do filme, temos um gancho pra continuação. Deve vir por aí uma Sexta Onda…

Steve Jobs

steve jobsCrítica – Steve Jobs

Um retrato do inventor e empresário co-fundador da Apple. A história se desenrola nos bastidores de três lançamentos de produtos icônicos.

Com roteiro de Aaron Sorkin (A Rede Social), a narrativa de Steve Jobs (idem, no original) é interessante. Em vez de uma cinebiografia clássica, onde acompanhamos a vida do biografado, o filme se divide em três momentos: os bastidores dos momentos antes dos lançamentos do Macintosh, em 84, do NeXT, em 88 e do iMac, em 98.

O elenco é muito bom – Kate Winslet acabou de ganhar o Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante e ser indicada ao Oscar; Michael Fassbender também concorre à estatueta pelo filme. Também no elenco, Seth Rogen, Jeff Daniels, Michael Stuhlbarg e Katherine Waterston.

Steve Jobs tem alguns problemas. Michael Fassbender é um grande ator, é sempre um prazer vê-lo atuando, mas… Quando vi o filme, não vi o personagem Jobs na tela, só vi o ator Fassbender. Ok, o cara é bom, mas talvez fosse melhor ter um ator menos famoso, pra gente entrar mais facilmente no personagem.

Outro problema é que, como a narrativa só mostra três momentos distintos da carreira de Jobs, algumas coisas ficam sem explicação para quem nunca acompanhou o desenvolvimento da Apple – saí do cinema e fui catar no google mais informações sobre Apple II e NeXT…

Além disso, são muitos diálogos. Cansa ficar duas horas vendo um cara arrogante brigar com um monte de gente. Pelo menos o estilo pop de Danny Boyle ajuda no ritmo, com cortes rápidos, música alta e até projeções nas paredes do cenário.

Mas, no geral, acho que Boyle ainda nos deve algo mais semelhante ao seu início de carreira…

Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, O Filme

Peanuts, O FilmeCrítica – Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, O Filme

Charlie Brown se apaixona pela nova vizinha, uma garotinha ruiva que se mudou e agora está na mesma sala que ele na escola.

Nova produção da Blue Sky (A Era do Gelo, Rio), Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, O Filme (The Peanuts Movie, no original) é talvez o melhor desenho baseado na obra de Charles M. Schulz. Charlie Brown, Lucy, Linus e toda a turma estão de volta, numa bela homenagem aos quadrinhos – o filme foi escrito por Craig Schulz e Bryan Schulz, filho e neto do Schulz “original”.

Diferente das animações antigas, os personagens aqui têm volume, são tridimensionais. O resultado ficou muito bom, os personagens não perderam suas características, o desenho ficou mais rico. (Sei que isso é uma desculpa para vender o filme 3D, mas continuo achando desnecessário – desenho tridimensional não precisa ser em 3D!).

O título fala “Snoopy e Charlie Brown”, então existe uma subtrama protagonizada pelo Snoopy, onde ele é um piloto de avião na guerra e duela com o Barão Vermelho. Sei que existiam quadrinhos com esse tema, mas no filme isso foi um problema – a subtrama do Snoopy é arrastada e desinteressante, o filme perde o ritmo.

Apesar da subtrama, o resultado final é muito bom, tanto tecnicamente quanto na história. Ok, talvez o filme seja um pouco ingênuo e infantil demais, mas a Blue Sky não é Pixar, né?

Por fim, um protesto. A Garotinha Ruiva é um personagem importantíssimo para o filme, toda a motivação do Charlie Brown é ligada a ela. Cadê bonecas da Garotinha Ruiva nas lojas de brinquedo (e nas lanchonetes)?

Podcrastinadores.S03E29 – Expectativas para 2016

Podcrastinadores - Expectativas 2016Chegou o final de 2015 e nada de férias pros Podcrastinadores! :)

Adiantamos o próximo episódio para você entrar o ano com um programa novinho no seu dispositivo, e conhecer os melhores filmes que virão durante todo o ano de 2016! Assim, encerramos a terceira temporada debatendo nossas expectativas para Capitão América: Guerra Civil, Batman Vs Superman, X-men: Apocalypse, Esquadrão Suicida, e muitos outros super lançamentos para deixar qualquer cinéfilo sem dormir até o final do ano que vem!

Contendo a ansiedade neste episódio estão Gustavo Guimarães, Helvecio Parente, Rodrigo Montaleão, Tibério Velasquez e Fernando Caruso.

Um ótimo 2016 para todos nós!

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O Bom Dinossauro

bom-dinossauroCrítica – O Bom Dinossauro

Pouco depois de Divertida Mente, mais um Pixar!

Numa realidade paralela onde os dinossauros não foram extintos por um asteroide, temos uma família de apatossauros evoluídos, fazendeiros, que se preparam para o inverno. O caçula da família, pequeno e atrapalhado, tenta capturar um filhote de humano selvagem (que age como um cachorro), que vem roubando comida da família.

Em 2014, a Pixar não lançou nenhum longa. Agora eles estão compensando: são 3 filmes entre 2015 e 16 (ainda teremos Procurando Dory este ano). Mas, se Divertida Mente foi um título para figurar entre os melhores Pixar, acredito que O Bom Dinossauro (The Good Dinosaur, no original) vai passar longe dessa lista.

O problema básico é que, diferente do habitual da Pixar, tudo aqui é muito básico e parece repetição de outros temas. A história, além de ser clichê, parece uma mistura de Procurando Nemo (uma jornada de auto-conhecimento onde o protagonista encontra vários personagens curiosos) e O Rei Leão (são vários elementos semelhantes, como os ladrões de gado que parecem as hienas, além de algumas cenas bem parecidas, como quando o filho se separa do pai). Além disso, se trata de uma história direcionada ao público infantil, mas algumas cenas são muito fortes. Me lembrei de Holocausto Canibal em uma cena!!!

Vamos ao que funciona: o visual é impressionante! Na parte técnica, a Pixar continua mostrando que é top. Os cenários às vezes parecem filme e não desenho animado! Os personagens têm um traço mais simples, acredito que foi proposital, para contrastar com a perfeição dos cenários.

Mas o problema é que a própria Pixar nos ensinou que seus longas de animação têm camadas de complexidade (como Divertida mente, capaz de agradar crianças e adultos). Se fosse de outra produtora, O Bom Dinossauro seria apenas um filme médio. Mas como é Pixar, ficou devendo.

Agora nos resta aguardar pelo Procurando Dory

Os Oito Odiados

Os-Oito-Odiados-posterCrítica – Os Oito Odiados

O novo Tarantino!

Pouco depois da Guerra Civil americana, um caçador de recompensas e sua prisioneira, procuram abrigo contra uma tempestade de neve que está chegando. Ao chegarem num armazém, encontram uma coleção de personagens nefastos.

Hoje, Quentin Tarantino já é um nome consagrado, e o anúncio de um novo filme seu sempre vai gerar comparações com seus trabalhos anteriores. Sendo um bom filme ou não, vai ter gente dizendo “ah, mas não é tão bom quanto x” (coloque aqui o seu favorito). Não vou comparar com seus outros filmes. Mas vou afirmar que Os Oito Odiados (The Hateful Eight, no original) é mais um grande filme no currículo deste que é um dos principais nomes do cinema contemporâneo.

A divulgação diz que este é o oitavo filme dirigido por Quentin Tarantino. Preciso dizer que não concordo com essa contagem: na minha humilde opinião, Kill Bill são dois filmes… Isso porque não estou contando o Grave Danger, o CSI que ele dirigiu, que – pra mim – conta como um filme (tenho até o blu-ray na prateleira). E a sua participação em Grande Hotel, não conta por que?

Quando soube que o novo filme seria outro western (assim como seu último, Django Livre), confesso que rolou uma decepção. É que achei que depois de filme de artes marciais, exploitation, filme de guerra e faroeste, Tarantino ia continuar variando estilos – imaginem um terror ou ficção científica dirigidos por ele? Pelo menos podemos dizer que ele fez mais um grande filme, e que não é parecido com Django Livre.

Sobre o nome, acho que o diretor quis fazer uma brincadeira com o faroeste clássico “The Magnificent Seven”, aproveitando que se tratava de seu oitavo filme. Porque, se a gente contar direito, não são exatamente oito, né?

Segundo o imdb, as maiores influências de Os Oito Odiados são O Enigma do Outro Mundo e Cães de Aluguel. A trama é por aí, tensões crescentes, dentro de um ambiente fechado, e muita neve em volta. Reconheço que a primeira metade do filme é meio arrastada. Mas depois que engrena, não dá pra desgrudar o olho!

Tarantino insistiu em filmar no formato Ultra Panavision 70. Decisão complicada nos tempos digitais que vivemos, afinal, quase não existem mais projetores neste formato. Mas ele insistiu, e algumas dezenas de cinemas ao redor do mundo substituíram seus projetores digitais por projetores analógicos com lentes para filmes em 70 milímetros (nenhum no Brasil, infelizmente). Pelo menos o resultado ficou excelente, a fotografia é belíssima – e é filme pra se ver no cinema, na tela da tv a imagem vai perder muito. Outro destaque é a trilha sonora, de Ennio Morricone, que compôs talvez o tema mais icônico da história do gênero faroeste (Três Homens em Conflito). Aliás, é a primeira vez que um filme do Tarantino tem um tema inédito, ele sempre foi famoso por reaproveitar músicas (inclusive, tem dois temas “reciclados”, do próprio Morricone, dos filmes O Enigma do Outro Mundo e O Exorcista 2).

O elenco está ótimo. Num filme mais contemplativo, com menos ação (boa parte da trama se passa num único ambiente fechado), Tarantino mostra que é um excelente diretor de atores. Digo mais: pra mim, Jennifer Jason Leigh é indicação certa ao Oscar de melhor atriz – e não me espantarei com outras indicações (como Kurt Russell e Samuel L. Jackson). De um modo geral, todo o elenco está bem. Além dos já citados, Os Oito Odiados ainda conta com Walton Goggins, Tim Roth (num papel com a cara do Christof Waltz), Michael Madsen, Demian Bichir, Bruce Dern, James Parks, Zoë Bell e Channing Tatum.

(Existe uma cena, de um flashback do personagem do Samuel L. Jackson, que vai gerar polêmica. Não vou entrar em spoilers, mas digo que concordo com a cena).

Recentemente Tarantino declarou que pretende se aposentar depois do décimo filme. Claro que fico triste, sou fã do cara. Mas, se ele parar, pelo menos não veremos seu declínio – me lembro dos filmes recentes do Brian de Palma (Passion) e John Carpenter (Aterrorizada), e penso que seria melhor se eles tivessem tomado decisões parecidas…

Top 10: Melhores Filmes de 2015

Vector 2015 Happy New Year backgroundTop 10: Melhores filmes de 2015

A estreia do Star Wars 7 – O Despertar da Força bagunçou com o cinema mundial neste fim de ano. Por um lado, estamos diante da maior estreia da história em termos de marketing; por outro lado, o filme é excelente e agradou a quase todos os fãs do planeta, que parece que voltaram aos anos 80 e estão voltando várias vezes aos cinemas para rever o filme.

Esse fenômeno, somado ao Natal e ao Ano Novo, acabou com os lançamentos cinematográficos. Quem vai dar bola pra Alvin e os Esquilos ou Macbeth (pegando dois exemplos beeem diferentes)? A parada é rever Star Wars. Ano que vem a gente fala de outros filmes…

Então, na ressaca das aventuras que aconteceram há muito tempo, em uma galáxia muito muito distante, vamos ao top 10 do ano? Afinal, tivemos pelo menos outros 9 filmes dignos de estar aqui…

MI5-poster10- Missão Impossível – Nação Secreta
Tom Cruise mostra que ainda tem fôlego (literalmente, em uma cena subaquática) para mais um filme de espionagem com direito a cenas de ação excelentes, incluindo o próprio Cruise pendurado do lado de fora de um avião – sem usar dublês!
http://www.heuvi.com.br/missao-impossivel-nacao-secreta/

A-Travessia-poster9- A Travessia
Contando com a ajuda de um inspirado Joseph Gordon-Levitt, Robert Zemeckis conta a história do número de equilibrismo mais famoso da história. Os efeitos especiais são ao mesmo tempo discretos e impressionantes, num raro caso onde o 3D finalmente faz diferença.
http://www.heuvi.com.br/a-travessia/

Mad-Max8- Mad Max Estrada da Fúria
30 anos depois, George Miller voltou à franquia que lhe deu fama e sucesso, e nos brindou com um visual impressionante e único, e várias sequências de tirar o fôlego, destruindo dezenas de carros reais. E Charlize Theron mostra que é bonita e carismática mesmo sem cabelo, sem um dos braços e com a testa suja de graxa.
http://www.heuvi.com.br/mad-max-estrada-da-furia/

HomemFormiga-poster7- Homem-Formiga
A Marvel continua em forma, expandindo o seu universo cinematográfico, com muito bom humor e efeitos especiais excelentes. De quebra, ainda traz excelentes atuações de Paul Rudd e Michael Peña.
http://www.heuvi.com.br/homem-formiga/

Jurassic-World-Poster6- Jurassic World
Finalmente vemos o “Jurassic Park” funcionando a todo vapor, com dinossauros impressionantemente bem feitos. Para os fãs do filme de 1993, às vezes parece uma refilmagem, tantas são as homenagens na tela. Chris Pratt, Bryce Dallas Howard e Vincent D’Onofrio lideram o bom elenco.
http://www.heuvi.com.br/jurassic-world/

Divertida-Mente-poster5- Divertida Mente
Depois de três filmes um pouco abaixo da qualidade habitual, a Pixar mostrou que ainda sabe mexer com as emoções da audiência e a faz rir, depois chorar, depois rir de novo, com camadas de complexidade para os adultos ao mesmo tempo que é colorido e simples para as crianças.
http://www.heuvi.com.br/divertida-mente/

Perdido-em-Marte4- Perdido em Marte
Emocionante, divertido, tenso e engraçado, o melhor Ridley Scott em anos. Matt Damon dá um show de interpretação com seu astronauta metido a Maguiver. De quebra, uma excelente e imprevisível trilha sonora.
http://www.heuvi.com.br/perdido-em-marte/

Agente da UNCLE3- O Agente da U.N.C.L.E.
O novo filme de Guy Ritchie tem boa fotografia, edição criativa e bem cuidada, ritmo empolgante, tudo isso embalado por uma excelente reconstituição de época e uma trilha sonora sensacional. Henry Cavill, Armie Hammer e Alicia Vikander mostram boa química.
http://www.heuvi.com.br/o-agente-da-u-n-c-l-e/

kingsman2- Kingsman: Serviço Secreto
Baseado em uma graphic novel, o filme novo de Matthew Vaughn é uma espécie de 007 com mais humor e mais violência – a cena da igreja é uma aula de cinema! O elenco é excelente: Colin Firth, Samuel L. Jackson, Michael Caine, Mark Strong e Mark Hammil, entre outros.
http://www.heuvi.com.br/kingsman-servico-secreto/

SW7-poster1- Star Wars ep 7 – O Despertar da Força
JJ Abrams conseguiu fazer o filme que os fãs esperavam desde 1983. Trama empolgante, bons novos personagens e efeitos especiais deslumbrantes em uma história repleta de elementos da trilogia clássica, num liquidificador de emoções. O filme do ano!
http://www.heuvi.com.br/star-wars-ep-7-o-despertar-da-forca/

Queria deixar espaço para uma menção honrosa: O Predestinado, excelente filme pouco conhecido, que é de 2014, mas só vi este ano. Recomendo!

Feliz 2016!

Podcrastinadores.S03E28 – Star Wars VII: O Despertar da Força

Podcrastinadores - Star Wars 7Podcrastinadores.S03E28 – Star Wars VII: O Despertar da Força

O filme mais aguardado dos últimos 30 anos chegou finalmente aos cinemas, e os Podcrastinadores não podiam deixar de comentar cada momento desta obra-prima! Está no ar o episódio especial sobre o mais novo capítulo da saga Star Wars: O Despertar da Força.

Relembre conosco os momentos mais marcantes em um bate-papo divertido, emocionante e repleto de curiosidades (e spoilers!) com o ator Felipe Folgosi, além daqueles que já são de casa: Fernando CarusoGustavo Guimarães, Helvecio Parente, Rodrigo Montaleão e Tibério Velasquez.

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Alvin e os Esquilos 4: Na Estrada

Alvin e os esquilos 4 - posterCrítica – Alvin e os Esquilos 4: Na Estrada

Mais um filme dos esquilinhos cantores. Precisava?

Os esquilos Alvin, Simon e Theodore acham que seu “pai” vai se casar e vai abandoná-los, então viajam até Miami para tentar impedir esta suposta proposta de casamento, e no meio do caminho “aprontam muita confusão” (já adiantando a chamada da Sessão da Tarde).

Dirigido pelo pouco conhecido Walt Becker, Alvin e os Esquilos 4: Na Estrada (Alvin and the Chipmunks: The Road Chip, no original) é aquilo que a gente espera: previsível e cheio de clichês. Sabe aquele tipo de road movie que na verdade é uma metáfora para o desenvolvimento de relações entre os personagens? Pois é, já sabemos que o grupo que se recusa a se aceitar como família vai terminar a jornada como uma família super unida. E, falando em clichês, um vilão caricato como aquele agente aéreo não convence nem em reprises de Sessão da Tarde.

Mas aí a gente vê que mais da metade dos cinemas da cidade está com o novo Star Wars (imperdível, diga-se de passagem), e que é Natal, e que as crianças estão entediadas em casa, e aí a gente resolve levá-las ao cinema. Claro, como um bom pai, já levei meus filhos para ver o Ep. 7, mas os moleques querem algo novo, não é? Então, a gente entende a pergunta do primeiro parágrafo: sim, precisa ter um filme desses em cartaz. Porque é um filme essencialmente bobinho e infantil, mas a criançada curte.

Pensando por esse ângulo, Alvin e os Esquilos 4 não é ruim. É bobo, é clichê, mas não é ruim. Tecnicamente, os esquilos são muito bem feitos; a parte musical é bem cuidada; o elenco funciona (gosto do Jason Lee, que agora está acompanhado de Kimberly Williams-Paisley, do seriado According to Jim); e, admito, o filme tem alguns momentos bem engraçados – a cena da “dança da vitória” quando eles mostram que estão com o anel é muito boa!

Enfim, se você tem em casa crianças entediadas, e você já as levou para ver O Despertar da Força, tem outra opção em cartaz.