Podcrastinadores.S04E06 – Tokusatsu no Brasil

Podcrastinadores - TokusatsuPodcrastinadores.S04E06 – Tokusatsu no Brasil

Chegou a hora de viajar no tempo para as décadas de 80 e 90, quando a febre dos heróis japoneses começava a contagiar o Brasil. E para isso convidamos o humorista e fã ardoroso do gênero, Bruno Motta, e o o pai dos animes e Tokusatus no Brasil, o homem que importava e ainda editava os episódios que todos nós assistíamos incansavelmente, Eduardo Miranda.

Diretamente das antigas TV Manchete, Bandeirantes ou TVS vamos conhecer um monte de informações de bastidores, incluindo a explicação do motivo 1de nunca termos visto os tão aguardados episódios finais das temporadas.

Spectreman, Changeman, Jaspion, Jiban, Jiraya, Ultraman, Kamen Rider e muitas outras séries que marcaram sua infância e juventude nesse episódio que vai fazer você lembrar da época que tentava cantar em japonês e achava que conseguia direitinho.

Com Gustavo GuimarãesFernando Caruso, Rodrigo Montaleão, Tibério Velasquez,  Bruno Motta e Eduardo Miranda.

Ouça e comente!

Reproduzir

Podcast (podcrastinadores-plus): Reproduzir em uma nova janela | Baixar (90.1MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

Podcast: Reproduzir em uma nova janela | Baixar (106.2MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

(Não consegue baixar arquivos de áudio em sua rede? Insira o link do mp3 aqui)

Links relacionados a este episódio:

Agradecimento a todos que suportam os Podcrastinadores, especialmente aos nossos padrinhos Alessandro SolariAnna Cruz, Bianca Ramos, Camila GildoCarolina Lindoso-Neet, Daniel Machado Jr., Diogo Nascimento, Eduardo Tomazett, Elieverson Santos, Emílio MansurFelipe Rodrigues, Leandro Medeiros, Lionel LealLuis Alfredo LopesLuis Garavello, João Elias, Marco Antonio LinaresMarcos Alves, Mario Rocha, Rafael Baldo, Rogério BittencourtSérgio Salvador, Vitor Teixeira de SouzaWillian Castro e Ygor Souza.

Ajude a manter o nosso podcast você também. Até com 1 real você ajuda a aliviar nossos custos fixos. Entenda melhor como ser nosso padrinho aqui, e tenha nossa gratidão eterna, além de alguns outros benefícios que você descobre clicando no link. :)

Participe você também escrevendo pra gente: podcrastinadores@gmail.com
Queremos saber quem é você que nos ouve: vá em facebook.com/podcrastinadores e mande seu Like lá.
Lembrando que temos duas opções de feeds pra você nos assinar:

Feed normal: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadores
Feed plus*: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadoresplus

*Se seu player for compatível com formato m4a (plataforma Apple iOS), você vai preferir acompanhar por este formato. Ele divide o podcast em capítulos com imagens individuais, e você pode navegar entre esses capítulos pelo comando “próximo” ou “anterior” do seu player. Assim você pode pular spoilers, ou achar rapidamente um assunto determinado que tenha maior interesse.

Batman vs Superman: A Origem da Justiça

BvS-1Crítica – Batman vs Superman: A Origem da Justiça

(Posso repetir piada?)

Depois do “filme mais assustador de todos os tempos da última semana”, temos o “filme de super heróis mais esperado de todos os tempos da última semana”!

Depois da destruição de Metropolis em Homem de Aço, algumas pessoas passam a achar que ter o Superman por perto pode não ser uma boa ideia. Batman, que estava presente na cidade, resolve se preparar para desafiar o Superman. Enquanto isso, um jovem Lex Luthor surge como uma nova ameaça.

Batman vs Superman: A Origem da Justiça (Batman v Superman: Dawn of Justice, no original) é a carta mais forte da DC para tentar recuperar o prejuízo causado pela Marvel nos últimos anos. E a notícia é boa: Batman vs Superman é um bom filme.

Enquanto a DC ainda pensava em “filmes solo”, a Marvel vinha formando um sólido universo cinematográfico (MCU – Marvel Cinematic Universe), construído por vários filmes, lançados ao longo de vários anos. Mas a DC ainda tinha uma forte carta na manga: simplesmente os dois super heróis mais icônicos da cultura pop. Batman e Superman sempre foram grandes nomes independente do cinema.

Então veio a cartada arriscada. Como numa mesa de pôquer onde o jogador está perdendo mas ainda tem boas cartas na mão, a DC apostou um “all in” e lançou logo um filme com os dois heróis, com a Mulher Maravilha de coadjuvante, e ainda abriu espaço para uma vindoura Liga da Justiça.

Cartada arriscada, mas funcionou. Boa notícia para os fãs de filmes de super heróis! Batman vs Superman: A Origem da Justiça pode não ser o melhor filme de super heróis do ano (vai ser difícil barrar Deadpool…), mas é um bom divertimento que vai agradar a maior parte dos fãs.

Como de costume nos filmes dirigidos por Zack Snyder, o visual do filme chama a atenção. Fotografia bem cuidada, figurinos excelentes e algumas boas sequências em câmera lenta. Os efeitos especiais são bem feitos, mas com algumas ressalvas (não gostei muito dos efeitos na cena da perseguição do Batmóvel) – acho que iremos rever este filme daqui a alguns anos e veremos que “perdeu a validade”, como aconteceu com Sucker Punch, do mesmo diretor.

A trama tenta trazer um equilíbrio entre os dois heróis, mas senti que este é um filme mais do Batman que do Superman. Aliás, o motivo da briga entre os dois me pareceu forçado. O trailer de Guerra Civil mostra um motivo mais forte para a briga do Capitão América com o Homem de Ferro do que todo o longa Batman vs Superman.

O elenco está bem. Muita gente torceu o nariz quando anunciaram Ben Affleck como Batman, mas acho que ele vai calar a boca dos críticos. Gal Gadot surpreende positivamente, ela parecia magra demais para interpretar uma guerreira amazona, mas funciona bem na hora do “vamos ver”. Já Jesse Eisenberg não ficou legal, seu Lex Luthor está parecido demais com o Coringa. Henry Cavill, Amy Adams, Diane Lane e Laurence Fishburne voltam aos seus papeis, e o filme ainda conta com Jeremy Irons, Holly Hunter e pontas de Kevin Costner, Lauren Cohan, Jeffrey Dean Morgan e Jason Momoa.

Pena que o filme ficou longo demais, não precisava ser um filme de duas horas e meia, chega a ser cansativo. Algumas cenas são desnecessárias. Vou dizer que até gostei da cena com um plano sequência do Batman lutando contra vários soldados, mas reconheço que é desnecessária – tire essa cena e o filme não perde nada. E a cena do sonho com o Flash saindo da tela não é apenas desnecessária – é ruim.

Não gostei do fim, mas não posso me aprofundar por causa de spoilers. Só digo que, se você tem coragem para sair do óbvio, que mantenha essa coragem até o fim.

No fim, apesar dos problemas, o saldo é positivo. Todos ganham com isso, porque o filme abre espaço para continuações dentro de um “DC Cinematic Universe”. Que venham cada vez melhores!

p.s.: Antes do filme, Zack Snyder aparece na tela para pedir que ninguém espalhe spoilers. Mais do que o seu trailer já espalhou, sr. Snyder? 😉

Boa Noite Mamãe

boa noite mamaeCrítica – Boa Noite Mamãe

Depois de um bom tempo “na gaveta”, chega aos cinemas o terror austríaco pré-indicado ao Oscar!

Dois irmãos gêmeos, de 9 anos de idade, recebem a mãe que acabou de voltar de uma cirurgia, mas desconfiam que pode ser outra pessoa debaixo das bandagens.

É uma boa época para frequentadores de cinema que curtem terror. Esta é a quarta semana seguida com um lançamento do gênero! Depois de Boneco do Mal, Orgulho e Preconceito e ZumbisA Bruxa, esta semana estreia Boa Noite Mamãe, outro terror diferente do padrão.

(Aproveito para explicar a primeira frase. Cada país manda um filme para a lista dos que talvez sejam indicados ao Oscar de melhor filme em língua estrangeira, e então a Academia escolhe os cinco que efetivamente recebem a indicação. A Áustria enviou este Boa Noite Mamãe – que não chegou a ser indicado.)

Escrito e dirigido por Severin Fiala e Veronika Franz, Boa Noite Mamãe (Ich Seh Ich Seh, no original) foge do estilo que estamos acostumados. Filme lento e contemplativo, às vezes parece um drama violento e não um terror. Aliás, é bom avisar: temos uma boa dose de violência física e psicológica aqui.

Boa Noite Mamãe tem um excelente trio de atores principais (Susanne Wuest, a mãe, e os dois gêmeos Lukas e Elias Schwarz), e uma bela fotografia que ajuda a construir um bom clima de tensão. Mas tem um problema básico: um plot twist previsível. Sabe aquela reviravolta que acontece no fim que deixa a gente de queixo caído? Pois é, a gente adivinha essa reviravolta logo no início do filme.

Já tinha visto Boa Noite Mamãe ano passado, e revi agora por causa do lançamento. Posso dizer que gostei mais da segunda vez, quando já tinha passado o “plot twist problemático”. Se a reviravolta é previsível, pelo menos o filme tem bom final.

A Bruxa

A BruxaCrítica – A Bruxa

2016 já tem o seu “melhor filme de terror de todos os tempos da última semana”!

Nova Inglaterra, 1630. Uma família enfrenta forças de feitiçaria, magia negra e possessão.

A Bruxa (The Witch, no original) é o impressionante filme de estreia do diretor e roteirista Robert Eggers. Um filme sério, desconfortável e tenso – um pouco diferente do terror que estamos acostumados a ver no circuito.

Eggers se baseou em relatos reais da época pra construir uma história repleta de fanatismo religioso. Ajudado por uma boa fotografia, cenários assustadores, e um elenco com ótimos e desconhecidos atores, o diretor / roteirista consegue criar um excelente clima de tensão que cresce ao longo do filme – o final é incômodo como poucas vezes visto no cinema recente.

No elenco, o destaque fica com os jovens Anya Taylor-Joy e Harvey Scrimshaw – este tem uma cena impressionante que é quase um monólogo. Também no elenco, Ralph Ineson, Kate Dickie, Ellie Grainger e Lucas Dawson.

Acredito que muitos não vão gostar de A Bruxa, principalmente pelo hype que está rolando na internet. Quem curte terror-pop-engraçadinho, talvez ache chato – não existe um alívio cômico aqui. Mas, na minha humilde opinião, é um dos melhores lançamentos de terror dos últimos tempos.

Caçadores de Emoção (1991)

point breakCrítica – Caçadores de Emoção (1991)

Falei aqui da refilmagem, por que não falar também do original?

Um agente do FBI se infiltra num grupo de surfistas, suspeitos de serem ladrões de bancos.

Virada dos anos 80 pros 90. Um filme que mostrava cenas de ação com esportes radicais, estrelado pelos galãs Keanu Reeves e Patrick Swayze, era sinônimo de filme de ação de sucesso. Visto hoje, ok, o filme envelheceu um pouco. Mas continua leve e divertido!

A direção é de Kathryn Bigelow, hoje mais conhecida como a primeira mulher a ganhar o Oscar de melhor diretora (em 2010, por Guerra ao Terror). Mas nessa época, Kathryn fazia filmes pop – não podemos nos esquecer do bons Quando Chega a Escuridão, filme de vampiros de 87; e Estranhos Prazeres, ficção científica misturada com suspense de 95.

Caçadores de Emoção (Point Break, no original) se baseia muito no carisma de seus dois protagonistas, Keanu Reeves e Patrick Swayze, ambos com a carreira em alta.Lori Petty faz o principal papel feminino, e talvez este seja o ponto mais alto na sua carreira; Gary Busey faz as caretas de sempre. Ah, para os fãs de Red Hot Chilli Peppers: um dos surfistas do grupo rival é Anthony Kiedis.

Claro que é um filme onde o saudosismo conta pontos. Revisto hoje por quem viu na época é uma coisa, mas não sei se funcionaria pra quem for ver hoje pela primeira vez.

Mas com certeza é melhor que a refilmagem…

Podcrastinadores.S04E04 – Deadpool

Podcrastinadores - DeadpoolPodcrastinadores.S04E04 – Deadpool

Eis que chega o dia em que o sonho de muitos marmanjos se torna realidade: Deadpool chega aos cinemas, pasmem, pela mesma empresa responsável por Quarteto Fantástico e com o mesmo ator de Lanterna Verde e do “Deadpool” de Wolverine Origens. E o filme que tinha tudo para dar errado acaba se tornando um sucesso nas bilheterias do mundo, mesmo com sua classificação para maiores.

Será que Deadpool foi uma aposta da Fox que simplesmente deu certo, ou estamos falando aqui de um marco na história de filmes de super-heróis? Você já conhecia o personagem antes do anúncio ou nunca viu mais magro? Saiba o que achamos do filme e conheça um pouco mais sobre o mercenário tagarela nesse novo episódio do Podcrastinadores.

Com Gustavo Guimarães, Helvecio Parente, Rodrigo Montaleão, Tibério Velasquez, Fernando CarusoCarlos Voltor e Ulisses Mattos.

Ouça e comente!

Reproduzir

Podcast (podcrastinadores-plus): Reproduzir em uma nova janela | Baixar (62.4MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

Podcast: Reproduzir em uma nova janela | Baixar (73.9MB)

Assine: iTunes | Android | RSS | Mais opções de assinatura

(Não consegue baixar arquivos de áudio em sua rede? Insira o link do mp3 aqui)

Links relacionados a este episódio:

Agradecimento a todos que suportam os Podcrastinadores, especialmente aos nossos padrinhos Alessandro SolariAnna Cruz, Bianca Ramos, Camila GildoCarolina Lindoso-Neet, Daniel Machado Jr., Diogo Nascimento, Elieverson Santos, Emílio MansurFelipe Rodrigues, Leandro MedeirosLuis Alfredo LopesLuis Garavello, João Elias, Marco Antonio LinaresMarcos Alves, Mario Rocha, Rafael Baldo, Rogério BittencourtSérgio Salvador, Vitor Teixeira de SouzaWillian Castro e Ygor Souza.

Ajude a manter o nosso podcast você também. Até com 1 real você ajuda a aliviar nossos custos fixos. Entenda melhor como ser nosso padrinho aqui, e tenha nossa gratidão eterna, além de alguns outros benefícios que você descobre clicando no link. :)

Participe você também escrevendo pra gente: podcrastinadores@gmail.com
Queremos saber quem é você que nos ouve: vá em facebook.com/podcrastinadores e mande seu Like lá.
Lembrando que temos duas opções de feeds pra você nos assinar:

Feed normal: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadores
Feed plus*: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadoresplus

*Se seu player for compatível com formato m4a (plataforma Apple iOS), você vai preferir acompanhar por este formato. Ele divide o podcast em capítulos com imagens individuais, e você pode navegar entre esses capítulos pelo comando “próximo” ou “anterior” do seu player. Assim você pode pular spoilers, ou achar rapidamente um assunto determinado que tenha maior interesse.

Orgulho e Preconceito e Zumbis

orgulho preconceito e zumbisCrítica – Orgulho e Preconceito e Zumbis

Inglaterra, século XIX. Cinco irmãs precisam enfrentar a pressão sobre o casamento enquanto enfrentam a crescente epidemia de zumbis.

Todo mundo conhece o livro “Orgulho e Preconceito”, da Jane Austen, né? Publicado pela primeira vez em 1813, o livro conta a história de uma jovem que lida com problemas relacionados à educação, cultura, moral e casamento na sociedade aristocrática do início do século XIX, na Inglaterra. Bem, nem todos sabem, mas em 2009 saiu uma versão do livro ambientada num universo de zumbis – a autoria foi creditada à própria Jane Austen e a Seth Grahame-Smith (que, em 2010, lançou “Abraham Lincoln Caçador de Vampiros”). Este novo livro acaba de ganhar uma versão para o cinema.

Claro que não podemos levar a sério uma trama romântica do séc XIX com zumbis no meio. Mas, dentro da proposta galhofa, Orgulho e Preconceito e Zumbis (Pride and Prejudice and Zombies, no original) poderia ser bom. Mas não é.

Orgulho e Preconceito e Zumbis começa bem. É explicado que a Europa sofre com uma epidemia de zumbis em vez da peste negra, e que jovens mulheres são mandadas ao oriente para aprenderem artes marciais. E na família da protagonista, são 5 irmãs, todas treinadas como guerreiras. E temos uma cena na primeira parte do filme que mostra uma festa interrompida por um ataque de zumbis, onde vemos as irmãs pegarem facas e espadas escondidas nos seus vestidos longos com muitas anáguas para detonar zumbis em câmera lenta. A cena é muito boa e mostra um caminho bem interessante.

Mas parece que resolveram focar mais no lado romântico da história, e deixar os zumbis de lado. A ponto de falarem mais de uma vez da personagem da Lena Headey, que seria “a melhor espadachim da Inglaterra”, e quando ela aparece, nunca a vemos em ação.

O elenco também não ajuda. Lily James (a Cinderela) nem atrapalha, mas seu par, Sam Riley, parece que tem carisma negativo. Ainda no elenco, Bella Heathcote, Charles Dance e Matt Smith, além da já citada  Headey.

Ou seja, temos um filme romântico com lampejos de zumbi aqui e acolá. Um bom momento ou outro se salvam (Elizabeth discutindo com Darcy enquanto brigam é outra boa cena), mas, no geral, acho que não vai agradar muita gente – quem gosta de filmes de zumbi vai sentir falta de ação; quem gosta de filmes românticos vai reclamar da presença dos mortos vivos.

Não sou contra “mash ups”. Mas que o próximo seja mais bem feito.

Joy: O Nome do Sucesso

JoyCrítica – Joy: O Nome do Sucesso

Mais um filme meia boca do superestimado David O. Russell…

Inspirado em uma história real, o filme mostra a jornada de uma mulher determinada a manter sua excêntrica e disfuncional família unida em face da aparentemente insuperável probabilidade. Motivada pela necessidade, engenhosidade e pelo sonho de uma vida, Joy triunfa como a fundadora e matriarca de um bilionário império, transformando sua vida e a de sua família.

A história de uma mulher que inventou um esfregão daria um bom filme? Talvez. Mas precisaria de um bom roteiro, já que a história em si é besta. E isso não acontece aqui.

Joy: O Nome do Sucesso (Joy, no original) tem uma cena boa aqui, outra acolá. Mas no geral, é um filme bobo. Uma história desinteressante sobre uma personagem desinteressante. O filme acaba e a gente fica com aquela sensação de “pra que alguém fez um filme sobre uma mulher que inventou um esfregão?” E o pior é que mais uma vez o filme foi elogiado.

Sobre a Jennifer Lawrence: acho que é uma grande atriz, uma das melhores de sua geração, sabe escolher bons filmes, mas vamos combinar que ela está um pouco supervalorizada. Mais uma vez ela concorre ao Oscar por um filme de O. Russell – ela ganhou por O Lado Bom da Vida e concorreu por Trapaça. Nada contra ela concorrer, mas ela não está tão bem assim. E o pior é a gente sentir que ela está no papel errado – a Joy deveria ser uma atriz mais velha, Jennifer tem 25 anos, ficou forçado imaginá-la como uma mulher separada, mãe de duas crianças.

O elenco tem bons atores, mas nenhum está bem. O. Russell deve gostar dos mesmos atores, mais uma vez temos Jennifer Lawrence, Bradley Cooper e Robert De Niro (os 3 estavam em O Lado Bom da Vida; os dois primeiros em Trapaça). Mas o destaque negativo fica com Isabella Rosselini, grande atriz, mas que está péssima aqui. Também no elenco, Edgar Ramirez, Diane Ladd, Virginia Madsen e Dascha Polanco.

Enfim, dispensável.

Boneco do Mal

Boneco do MalCrítica – O Boneco do Mal

Uma americana é contratada por uma família inglesa para ser babá, mas ao chegar na casa, descobre que será babá de um boneco em vez de uma criança.

Fui ver Boneco do Mal com a expectativa lá em baixo. E não é que me surpreendi positivamente?

Pra começar, a sessão de imprensa foi na véspera da estreia, e quando isso acontece, normalmente o filme é fraco e a distribuidora só quer que as pessoas saibam isso em cima da hora. E, pra piorar,o título brasileiro é horrível – “Boneco do Mal” é muito trash! O nome original, “The Boy” (“O Garoto”) é bem melhor…

O diretor William Brent Bell é o mesmo do fraco Filha do Mal (olha o nome ruim aí…), mas desta vez ele se saiu melhor. Não que Boneco do Mal seja um grande filme, mas pelo menos é uma diversão honesta. Boa ambientação (a casa inglesa é ótima!), a fotografia cria um clima interessante, e tem um final que me surpreendeu.

No elenco, o único nome conhecido é  Lauren Cohan, famosa por causa de The Walking Dead. Mas ninguém chama a atenção, nem pelo lado positivo, nem pelo lado negativo.

Enfim, nada demais, mas vai agradar os fãs de terror.

Podcrastinadores.S04E03 – Top 10 Sidekicks do Cinema e da TV

podcast sidekicksPodcrastinadores.S04E03 – Top 10 Sidekicks do Cinema e da TV

Todo herói precisa de uma ajuda de vez em quando. Uns mais, outros menos. Para isso existem os sidekicks, companheiros para o que der e vier, não se importando em ser indispensáveis ajudantes ou meros coadjuvantes. Ou será que se importam?

Fizemos uma lista com os 10 mais importantes personagens do cinema e da TV (segundo nós mesmos, claro) a desempenhar este papel, e o que eles significaram para nós e para os personagens principais das histórias. Batman eRobinFrodo e SamBesouro Verde e Kato, entre muitos outros. Não perca!

Com Gustavo GuimarãesHelvecio ParenteRodrigo MontaleãoTibério Velasquez e Fernando Caruso.

Ouça e comente!

Reproduzir

Podcast (podcrastinadores-plus): Reproduzir em uma nova janela | Baixar (93.1MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

Podcast: Reproduzir em uma nova janela | Baixar (83.9MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

(Não consegue baixar arquivos de áudio em sua rede? Insira o link do mp3 aqui)

Links relacionados a este episódio:

Agradecimento a todos que suportam os Podcrastinadores, especialmente aos nossos padrinhos Alessandro SolariAnna Cruz, Bianca Ramos, Camila GildoCarolina Lindoso-Neet, Daniel Machado Jr., Diogo NascimentoElieverson SantosEmílio MansurFelipe RodriguesLeandro MedeirosLuis Alfredo LopesLuis GaravelloJoão EliasMarcos AlvesMario Rocha,Rafael BaldoRogério BittencourtSérgio SalvadorVitor Teixeira de SouzaWillian Castro e Ygor Souza.

Ajude a manter o nosso podcast você também. Até com 1 real você ajuda a aliviar nossos custos fixos. Entenda melhor como ser nosso padrinho aqui, e tenha nossa gratidão eterna, além de alguns outros benefícios que você descobre clicando no link. :)

Participe você também escrevendo pra gente: podcrastinadores@gmail.com
Queremos saber quem é você que nos ouve: vá em facebook.com/podcrastinadores e mande seu Like lá.
Lembrando que temos duas opções de feeds pra você nos assinar:

Feed normal: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadores
Feed plus*: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadoresplus

*Se seu player for compatível com formato m4a (plataforma Apple iOS), você vai preferir acompanhar por este formato. Ele divide o podcast em capítulos com imagens individuais, e você pode navegar entre esses capítulos pelo comando “próximo” ou “anterior” do seu player. Assim você pode pular spoilers, ou achar rapidamente um assunto determinado que tenha maior interesse.