Lost – S06E01-E02

Lost – S06E01-E02

Alvíssaras! Começou a última temporada da cultuada série Lost! Já estão disponíveis para download os dois primeiros episódios da nova temporada. Dose dupla de Lost para atiçar o hype!

A nova temporada começa exatamente onde a outra acabou: Juliet está dentro do buraco, batendo na bomba – até que a bomba explode. O que vemos é o que aconteceu depois da explosão.

Spoilers leves abaixo:

Um dos trunfos de Lost é o bom uso de narrativas paralelas pelos roteiristas. Quase todos os episódios têm flashbacks ou flashforwards correndo paralelamente à trama. Isso é muito bem feito nesta série.

Bem, neste novo episódio, não temos um flashback ou flashforward – pelo menos não explicitamente. Mas temos duas tramas paralelas: o que teria acontecido logo após a explosão; e o que teria acontecido se o avião nunca tivesse caído. Qual da duas opções é a verdadeira história?

Quem acompanha Lost sabe que a resposta para essa pergunta não virá tão cedo. Aliás, essa sempre foi a minha bronca com a série. São muitas pontas soltas! E, a cada explicação que aparece, surgem novas dúvidas.

Tenho um pé atrás enorme com Lost por causa disso. Tenho minhas dúvidas se eles serão capazes de amarrar todas as pontas soltas. Além disso, não sou daqueles que ficam revendo episódios e anotando detalhes. Coisas que aconteceram há temporadas atrás, já me esqueci…

Voltando à nova temporada: esta realidade paralela é muito interessante. É um grande “e se não tivesse acontecido o acidente”? E tem a possibilidade de trazer de volta alguns personagens que já tinham saído da série, como Charlie, Boone e Claire. E, ao mesmo tempo, temos Jack, Kate, Hurley, Sawyer, Locke e todo o resto em duas tramas diferentes. Só não sei onde isso vai dar… Afinal, as duas tramas paralelas parecem ser impossíveis de serem resolvidas ao mesmo tempo!

Além disso, é explicado o que aconteceu com Locke. E agora sabemos um pouco mais sobre o monstro de fumaça.

(E fica aqui uma dúvida para aquele pessoal que fica procurando as teorias escondidas: o que diabos faz o Desmond dentro do avião???)

Mesmo com todas as falhas, admito que a série é muito boa. Muito boa mesmo, se não fizerem besteira com esta sexta e última temporada, certamente Lost entrará para a história como um dos melhores programas de tv do primeiro século do novo milênio.

The Day Of The Triffids

The Day Of The Triffids

Num futuro próximo, o problema de energia sustentável foi resolvido com o desenvolvimento de uma planta de onde se extrai um óleo que substitui o petróleo. Só que não é divulgado que trata-se de uma planta carnívora! Claro que, depois de um incidente que deixa a maior parte da população cega, as plantas se soltam e começam a atacar as pessoas.

Refilmagem do filme B homônimo de 1962. Sim, com essa sinopse, tinha que ser filme B, não? Mesmo assim, a curta minissérie da BBC inglesa, de apenas três horas, tem uma produção esmerada.

Pena que algumas coisas no roteiro ficaram muito mal explicadas. Como assim, um evento solar afeta ao mesmo tempo a Inglaterra e a Austrália??? E o fuso horário, ninguém se lembrou deste “pequeno” detalhe?

Não sei se foi intencional, já que se trata da refilmagem de um filme B, mas essas plantas não assustam ninguém! Deve ter sido de propósito, o visual às vezes lembra os velhos trash da década de 60.

O elenco, liderado por Dougray Scott e Joely Richardson, tem nomes interessantes, como Vanessa Redgrave e Brian Cox. Jason Priestley, de Barrados no Baile, também está presente. E cabe ao comediante Eddie Izzard (mais famoso na Inglaterra do que aqui) o papel caricato do grande vilão malvadão.

Como bem disse um amigo meu, The Day Of The Triffids parece um filme B de zumbis, mas sem os zumbis. Divertido, mas nada demais.

Gamer

Gamer

No futuro, um gênio da informática cria jogos de realidade virtual, usando pessoas de verdade com o cérebro modificado, para obedecerem como personagens de videogame. Prisioneiros condenados à morte são usados em um dos jogos, o popular e violento “Slayers”, um jogo onde quase todos morrem antes de chegar ao fim.

É o novo filme da dupla de diretores / roteiristas Mark Neveldine e Brian Taylor, os mesmos do primeiro Adrenalina. Sim, em alguns momentos, o filme segue a mesma velocidade absurda. Absurda, porém eficiente, como acontece em Adrenalina! Muitos tiros, muitas explosões e muitos cortes ágeis. Ah, sim, os cortes ágeis também estão no outro jogo, o que não tem tiros nem explosões, uma espécie de “second life” com gente real.

Um dos trunfos do filme é o seu ator principal, Gerard Butler. O cara está administrando bem a carreira, depois do sucesso conseguido ao fazer o Leônidas de 300. Ele alterna entre filmes mais “masculinos”, como esse Gamer ou RocknRolla; e filmes mais “femininos”, como A Verdade Nua e Crua e PS Eu Te Amo. Esse cara vai longe! Ainda no elenco, Amber Valletta, Michael C. Hall, Kyra Sedgwick, Logan Lerman e Alison Lohman.

Nem tudo funciona, algumas cenas ficaram meio sem sentido, como a dancinha à la Broadway do vilão. Mas, no fim, quem gosta do estilo não vai se decepcionar.

O Fim da Escuridão

O Fim da Escuridão

Ontem falei aqui de um filme trash bem trash mesmo, quase homônimo a esse: Edges of Darkness (o nome original deste O Fim da Escuridão é Edge of Darkness, no singular). Mas os dois só tem isso em comum, O Fim da Escuridão é filmão hollywoodiano!

Thomas Craven (Mel Gibson) é um policial que presencia o assassinato de sua filha de 24 anos, que o visitava. A princípio, todos achavam que o próprio Thomas era o alvo, mas, ao investigar, descobrimos que a filha estava metida em uma grande teoria conspiratória.

Um grande trunfo de  O Fim da Escuridão é o personagem protagonista Thomas Craven. Ao ver sua filha morta, Craven vê que não tem mais nada a perder. Violento, eficiente e vingativo, Craven é o “mocinho” que as plateias gostam de ver. Chega de mocinhos politicamente corretos!

Mel Gibson estava afastado dos sets. Seu último trabalho como ator foi The Singing Detective, em 2003. Depois diso, dirigiu (mas não atuou) A Paixão de Cristo em 2004 e Apocalypto em 2006. Não sei exatamente os motivos de seu afastamento, se foi por motivos pessoais ou profissionais. Mas podemos ver que a volta foi em alto estilo.

No elenco o único nome “forte” é o de Gibson. Ray Winstone (Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, Um Amor de Tesouro) e Danny Huston (X-Men Origins: Wolverine, 30 Dias de Noite) não são nomes tão famosos assim, mas estão bem, assim como o resto do elenco. Curiosidades sobre os nomes femininos: a sérvia Bojana Novakovic, que interpreta a filha de Craven, esteve em Arraste-me Para o Inferno; a canadense Caterina Scorsone, amiga da filha, era a protagonista Alice na minissérie do SyFy.

Na verdade, O Fim da Escuridão é a refilmagem de uma minissérie dos anos 80, dirigida pelo mesmo diretor Martin Campbell – que recentemente fez um dos últimos 007, o Cassino Royale. Não vi a série de seis capítulos, então não posso comparar. Mas posso dizer que, como um longa metragem, funciona bem.

Enfim, boa opção nas telas cariocas. O filme estreou sexta passada!

Edges Of Darkness

Edges Of Darkness

Vou citar um trecho do meu post sobre o filme The Blackout:

“Um dia hei de aprender a não ver filmes ruins! No imdb, TODOS  os comentários sobre este filme são negativos!”

E por que heu insisti com mais este filme ruim, ruim, muito ruim? Bem, trata-se de filme de zumbi. E admito que gosto do estilo, mesmo sabendo que o filme não presta!

Bem, Edges of Darkness é MUITO ruim. O filme é amador, câmera na mão, qualidade de imagem que parece vhs velho. Os atores são péssimos, e a edição é tão mal feita que várias vezes a câmera não sabe para onde ir. Isso sem contar com vários diálogos sem sentido, num roteiro ainda pior que os atores.

Me lembrei de Zombies Gone Wild, outro filme muito tosco. Aliás, Zombies Gone Wild consegue ser ainda pior, se isso for possível! Edges of Darkness tem efeitos e atores menos ruins. Se isso for possível!

Mas o pior de Edges of Darkness, escrito e dirigido pela dupla Blaine Cade e Jason Horton, não é a cara de filme amador feito por amiguinhos da escola. É o roteiro!

Acompanhamos três histórias que se passam num período posterior a um apocalipse de zumbis. A princípio, as histórias são bestas. Mas não, começam a se desenvolver! Uma fala de seres semelhantes a vampiros; outra traz um componente de computador que cria vida; e a outra traz ninguém menos do que o Anti Cristo!

Legal! Apesar da produção tosca, será que o roteiro vai compensar?

Que nada. Nenhuma das histórias tem uma boa resolução…

Fujam! Corram para as montanhas!

p.s.: não confundam com The Edges of Darkness, filme novo do Mel Gibson, em cartaz nos cinemas!

A Noite do Cometa

A Noite do Cometa

Outro dia um amigo me passou o link desta pérola. Um filme que mistura um cometa com zumbis??? Preciso ver isso, foi o que pensei na hora!

A trama é sensacional: um cometa, ao passar perto da Terra, mata quase toda a população. E ainda deixa uns zumbis espalhados por aí…

Sim, parece uma versão pobre de Força Sinistra, só que com zumbis no lugar de vampiros. A diferença é que aquele é um bom filme; porque este A Noite do Cometa é muito ruim!

Olha, admito que até gosto de filmes ruins. Mas aqui é tudo tão tosco que fica difícil! Nenhum dos personagens convence, e várias cenas são forçadas demais.

Nem os fãs de filmes de zumbi vão gostar. São pouquíssimos zumbis. Mais: como assim, um zumbi que fala???

No elenco, só um nome me chamou a atenção: Mary Woronov, que esteve em vários filmes B na época, como Eating Raoul e TerrorVision. Em outras palavras: ninguém conhecido…

Acredito que esse filme só funcionaria se visto por uma galera galhofeira. Fazendo muita bagunça e rindo de cada tosqueira na tela!

Errata – Top 10: Filmes legais dos 80 e 90 mas nunca lançados em dvd no Brasil

Errata – Top 10: Filmes legais dos 80 e 90 mas nunca lançados em dvd no Brasil

Errei! Depois do Top 10 pronto e publicado, descobri que três dos filmes foram lançados aqui! Dois foram mal lançados, estão esgotados há anos, mas foram lançados! E o outro foi lançado com outro nome!

Peço desculpas e aviso que farei um “remendo” para consertar!

Top 10: Filmes legais dos 80 e 90 mas nunca lançados em dvd no Brasil

Top 10: Filmes legais dos 80 e 90 mas nunca lançados em dvd no Brasil

O mercado de dvds aqui no Brasil é muito bom. Conseguimos achar bons filmes a bons preços, e isso é relativamente fácil.

Mas, sabe-se lá por que, alguns filmes nunca foram lançados. E estou falando de bons filmes, de grandes diretores, e com atores famosos no elenco. Por que será que isso acontece?

Hoje então vou listar o meu top 10 de filmes legais dos anos 80 e 90 que nunca foram lançados por aqui. Não preciso dizer que gostaria muito de ter todos estes na minha coleção, né? Mas posso adiantar que já comprei vários deles, importados…

Preciso ser justo e lembrar que alguns filmes que não existiam por aqui foram lançados recentemente, como The Doors, do Oliver Stone; Bala na Cabeça, do John Woo; Short Cuts, do Robert Altman; The Commitments – Loucos Pela Fama, do Alan Parker; ou Monty Python ao vivo no Hollywood Bowl. (Desses aí, só falta comprar Short Cuts!)

Ah, sim, claro, preciso também lembrar que este é o décimo Top 10 do Blog! Em breve, poderemos fazer um Top 10 de Top 10! Até agora já tivemos filmes de zumbi, estilos dos anos 80, filmes com nomes esquisitos, filmes sem sentido, personagens nerds, melhores vômitos, melhores cenas depois dos créditos, melhores finais surpreendentes e melhores cenas de massacre . Visitem!

Como sempre, em ordem cronológica…

p.s.: Sempre quando falo de um filme, procuro pela internet uma imagem da versão brasileira de seu poster. Hoje, como forma de protesto, fiz questão de procurar as imagens versões gringas!

p.s.2: Errei! Depois do Top 10 pronto e publicado, descobri que três dos filmes foram lançados aqui! Mal lançados, estão esgotados há anos, mas foram lançados! Peço desculpas e aviso que farei um “remendo” para consertar!

Flash Gordon (1980) JÁ FOI LANÇADO NO BRASIL! ESTÁ FORA DE CATÁLOGO ATUALMENTE!

Versão cinematográfica dos clássicos quadrinhos do herói Flash Gordon, de Alex Raymond, numa superprodução de Dino de Laurentis. De quebra, a trilha sonora era do grupo Queen, na época, no auge da fama.

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/10/13/flash-gordon/

Bandidos do Tempo (1981)

Um dos melhores filmes do ex-Monty Python Terry Gilliam. Primeira parte de uma “trilogia informal”, continuada com. Brazil, o Filme e As Aventuras do Barão Munchausen, ambos lançados por aqui.

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/12/28/bandidos-do-tempo/

No Limite da Realidade – Twilight Zone (1983)

Longa metragem inspirado do clássico seriado Twilight Zone (Além da Imaginação), dirigido por quatro diferentes diretores ligados ao tema fantástico: John Landis, Joe Dante, George Miller e um tal de Steven Spielberg, no seu projeto logo depois do mega sucesso E.T..

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/12/07/no-limite-da-realidade/

Força Sinistra (1985) JÁ FOI LANÇADO NO BRASIL! ESTÁ FORA DE CATÁLOGO ATUALMENTE!

Uma das melhores misturas de terror com ficção científica já feitas até hoje. Escrito por Dan O’Bannon e dirigido por Tobe Hooper, traz efeitos especiais excelentes de John Dykstra, ainda hoje, e ainda conta com uma das alienigenas mais gostosas da história do cinema!

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/05/22/forca-sinistra/

A Fera do Rock (1989)

Ok, admito que este filme está aqui porque fui heu quem fez a lista. Mas, poxa, não só é um dos meus filmes preferidos, como ainda me influenciou a estudar piano rock’n’roll! De quebra, ainda tem Dennis Quaid, Winona Ryder e Alec Baldwin no elenco!

Alucinações do Passado (1990)

Por causa do grande sucesso nos anos 80, com filmes como Flashdance, 9 1/2 Semanas e Atração Fatal, o nome do diretor Adrian Lyne virou uma promessa de bom diretor. Mas na verdade ele só fez um filme bom na carreira, este Alucinações do Passado.

O Balconista (1994)

O primeiro Kevin Smith é um dos melhores filmes independentes da história. Além de ser uma prova que com um bom roteiro é possível fazer um filme genial sem cenários e atores profissionais.

À Beira da Loucura (1994) FOI LANÇADO NO BRASIL COM O NOME DIFERENTE: NA BEIRA DA LOUCURA!

Filme dirigido pelo mestre do terror John Carpenter, cheio de referências a H.P. Lovecraft. Faz parte da “trilogia do Apocalipse”, começada com O Enigma de Outro Mundo e terminada com O Príncipe das Sombras.

Cova Rasa (1994)

Hoje em dia, o diretor Danny Boyle é um cara badalado, inclusive ganhou o Oscar ano passado com Quem Quer Ser um Milionário. Mas, na época de Cova Rasa, ele era um ilustre desconhecido. Assim como um de seus atores, “um tal de” Ewan McGregor.

Um Drink no Inferno (1996)

A mais genial das parcerias entre Quentin Tarantino e Robert Rodriguez. Tem também uma das mais sensacionais reviravoltas de roteiro da história do cinema.

http://blogdoheu.wordpress.com/2008/10/22/um-drink-no-inferno/

Adendos:

Popeye (1980)

O diretor é ninguém menos que Robert Altman, e o Popeye foi interpretado por um ainda quase desconhecido Robin Williams! Isso sem contar Shelley Duvall no seu papel logo após O Iluminado, do Kubrick.

O Reencontro (1983)

O filme foi dirigido por Lawrence Kasdan (que escreveu o roteiro de O Império Contra Ataca, Caçadores da Arca Perdida e O Retorno do Jedi) e tem no elenco nomes como Tom Berenger, William Hurt, Glenn Close, Jeff Goldblum e Kevin Kline, dentre outros…

Top Secret (1984)

Uma das comédias mais engraçadas da história, no auge da inspiração nonsense do trio Zucker-Abrahams-Zucker. Já vi crítico de cinema dizendo que é a melhor atuação da história do Val Kilmer!

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/06/15/top-secret-superconfidencial/

E agora? Qual será o próximo Top 10?

Caprica

Caprica

BSG – Battlestar Galactica foi sem dúvida uma das melhores séries da história da tv. Um de seus méritos é que soube a hora de terminar, durou apenas quatro temporadas e não enrolou seus espectadores. Mas, e agora? O que fazer para os fãs órfãos?

Que tal um spin off?

(Para quem não conhece o termo: spin off é uma série derivada de outra. Assim como antes era só um C.S.I., e depois apareceu C.S.I. Miami, e depois C.S.I. Nova York.)

Assim chegamos a Caprica, spin off de BSG. Como todos que acompanharam BSG sabem, Caprica era uma das doze colônias, justamente o planeta capital, de onde veio o comandante William Adama e a “astronave de combate” Galactica.

Admito que não estou muito por dentro do universo de spin offs das séries. Por exemplo, os dois de C.S.I. são basicamente a mesma coisa do original, mas ambientados em outras cidades (Las Vegas, Miami e Nova York). Outro que acompanhei foi Joey, que mostrava o Joey Tribianni de Friends depois do fim da série.

Caprica segue outro formato. Em vez de termos uma continuação com alguns personagens, a história se passa 58 anos antes do início de BSG. Até porque quem acompanhou a série até o fim sabe que não tinha muito sobre o que falar depois…

Em Caprica, acompanhamos a história da família Graystone. Daniel Graystone (Eric Stoltz) trabalha com robótica e inteligência artificial. Paralelamente, também acompanhamos Joseph Adama (Esai Morales), pai do comandante William Adama de BSG.

Caprica tem uma coisa que achei genial, e que, sozinha, já daria um filme inteiro: existe um mundo virtual, onde tudo é possível: tomar drogas, fazer sexo arriscado ou até matar alguém. Afinal, ninguém está lá de verdade, é como se fosse um “second life” feito de realidade virtual. Espero que os roteiristas explorem mais isso!

O que Caprica tem de legal para os órfãos de BSG? Bem, um dos personagens principais é o pai do Adama – que, inclusive, aparece ainda criança! Outra coisa legal é que vemos o início da criação dos cylons – as temíveis “torradeiras” que entrarão em guerra contra os humanos!

A bola fora está no ritmo. Um dos pontos fortes de BSG era o ritmo alucinante, que nos deixava sem fôlego o tempo todo. Caprica é mais lento, bem mais lento. Pelo menos o piloto. Tomara que acertem a mão!

Paradox – BBC

Paradox – minissérie da BBC

Um cientista que cuida de um satélite recebe fotos mostrando pistas sobre um acidente. Só que tem um detalhe importante: o acidente ainda não aconteceu! Uma equipe da polícia é chamada para tentar descobrir o que está acontecendo.

Paradox é uma minissérie inglesa, do canal BBC. Não sei se vai passar por aqui, mas já está disponível nos torrents.

A ideia lembra um pouco as séries americanas Fringe e FlashForward. Assim como Fringe, temos policiais e cientistas trabalhando juntos para resolver um caso misterioso; assim como FlashForward, temos uma visão de fragmentos do futuro, e precisamos resolver o quebra-cabeças. Além do mais, um dos atores principais de Paradox é muito parecido com Joseph Fiennes, o protagonista de FlashForward

No elenco, ninguém conhecido: Tamzin Outhwaite, Emun Elliott, Mark Bonnar e Chiké Okonkwo.

Paradox não vai mudar a vida de ninguém, mas é bem feita, e não decepcionará os fãs de séries policiais com toques de ficção científica.

As minisséries da BBC têm uma vantagem: normalmente são curtas. Paradox teve apenas cinco capítulos de uma hora cada. Resumindo: boa opção para aqueles preocupados com o tempo que mais uma série pode exigir!