24 Horas – Oitava Temporada

24 Horas – Oitava Temporada

Admito que sou fã da série 24 Horas. Acompanho desde a primeira temporada! E esta semana estreou lá fora a oitava temporada. Foram dois episódios no domingo e mais dois na segunda.

Para quem não conhece a série: acompanhamos, em tempo real, um dia na vida de Jack Bauer, agente da CTU – a unidade anti-terrorismo de lá. Cada episódio dura uma hora, e se passa ao longo de uma das horas do dia. Como são 24 episódios, temos um dia inteiro no fim da temporada.

Na sétima temporada, pela primeira vez vimos Bauer fora da CTU. E agora, na oitava, Bauer não é mais agente, mas acaba voltando para a CTU para trabalhar na suspeita de um atentado contra a vida do presidente de um país do oriente médio, envolvido numa histórica negociação de paz.

Além de Kiefer Sutherland voltar ao papel de Jack Bauer, temos a volta de alguns personagens, como a adorável rabugenta Chloe (Mary Lynn Rajskub), quase um braço direito de Jack; e a presidente Allison Taylor (Cherry Jones), que, pelo menos na minha humilde opinião, foi um dos pontos fracos da última temporada. E, no quarto episódio, temos a volta de Renee Walker (Annie Wersching), com um ar bem mais sombrio – e interessante. Acredito que Renee pode ser uma das coisas boas desta temporada!

Temos vários novos personagens que prometem, mas, como ainda faltam vinte episódios, ainda não podemos afirmar nada com certeza. Gostei do personagem de Freddie Prinze Jr., completamente diferente do que fez em filmes como Scooby Doo ou Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado. Aqui ele faz Cole Ortiz, agente da CTU que parece ser um bom parceiro para Bauer. Temos também Katee Sackhoff (a Starbuck de BSG), como Dana Walsh, a parceira de Ortiz com algo misterioso no passado. E Mykelti Williamson tem um papel complicado em mãos: o diretor arrogante e incompetente da CTU. Complicado porque se a sua atuação for boa, odiaremos o seu personagem!

Ainda não sabemos exatamente quem são os vilões da temporada. Mas a entrada de Jurgen Prochnow promete. E tem um outro detalhe que promete mais ainda: quem prestou atenção nas fotos que aparecem no fim, viu que nos próximos capítulos teremos Callum Keith Rennie, que não só esteve com Katee em BSG, como ainda foi uma das melhores coisas da segunda temporada de Californication. E, para os fãs de BSG: será que vai rolar uma cena com Katee torturando Callum? Seria uma homenagem legal, e é possível dentro da trama!

Enfim, a temporada apenas começou. Começou bem, diga-se de passagem. Que mantenha o pique pelas próximas vinte horas!

Existe uma possibilidade desta ser a última temporada de 24 Horas. Tomara que acaba honrando a boa história da série!

Planeta 51

Planeta 51

E se, em vez de alienígenas vistando o nosso planeta, um astronauta humano chegasse num planeta cheio de homenzinhos verdes?

Esta é a premissa de Planeta 51, inverter os papéis. O planeta dos simpáticos homenzinhos verdes parece os EUA dos anos 50 retratado pelos filmes, aquela sociedade meio Mulheres Perfeitas, sabe? Claro que isso abre espaço para varios clichês, com a chegada do astronauta.

Planeta 51 não é nada demais, apenas mais um bom desenho, que vai distrair as crianças e divertir um pouco os pais com algumas boas sacadas – vemos várias referências a filmes de ficção científica; algumas óbvias como 2001 e E.T.; algumas interessantes e criativas, como o cachorrinho igual ao Alien, ou o diálogo sobre irmãos como Star Wars.

A animação, se não enche os olhos como alguns desenhos recentes (como Wall-E, por exemplo), não chega a atrapalhar.

Enfim, apenas mais uma opção entre a nova safra de bons desenhos.

Tropas Estelares

Tropas Estelares

Tropas Estelares (Starship Troopers) já esteve presente em dois dos meus Top 10 (“melhores vômitos” e “melhores cenas de massacre“), mas ainda não estava no blog! Revi o filme para então escrever a crítica.

A trama é sensacional: num futuro militarista, humanos são atacados por insetos gigantes alienígenas. Agora é a hora de atacá-los de volta!

Sim, é um filme B. Super produção com efeitos digitais de primeira linha, e mesmo assim, filme B.

Tropas Estelares foi dirigido em 1997 pelo holandês Paul Verhoeven. Verhoeven fez ótimos filmes desde que chegou a Hollywood, no meio dos anos 80. Entre 85 e 92, ele dirigiu Conquista Sangrenta, RoboCop, O Vingador do Futuro e Instinto Selvagem (gosto dos quatro!). Em 95, deu uma escorregada com Showgirls (um dos piores filmes da história de Hollywood!), e, depois de Tropas Estelares, ainda lançou o médio O Homem Sem Sombra em 2000, antes de dar uma pausa na carreira – só voltou a dirigir em 2006, de volta à Holanda, com A Espiã.

No elenco, não tem nenhum nome de primeira linha, mas vários nomes legais. Aliás, o “star power” do filme é um grande “quase”! Tropas Estelares é estrelado pelo quase galã Casper Van Dien – o cara chegou a interpretar James Dean no mesmo ano num filme para a tv, mas sua carreira nunca deslanchou. Assim como ele, Jake Busey (o filho de Gary Busey) tampouco fez sucesso. Neil Patrick Harris é um hoje nome conhecido, mas por causa das séries de tv Doogie Houser, MD e How I Met Your Mother (domingo passado ele estava mais uma vez indicado ao Globo de Ouro de melhor ator coadjuvante. Entre as meninas, temos Dina Meyer (Johnny Mnemonic, D-Tox, Jogos Mortais) e Denise Richards, com seus lindos olhos azuis, que quase virou uma estrela na época – logo depois ela mandou bem em Garotas Selvagens – mas, como o resto do elenco, parou por aí. Ainda temos Clancy Brown – o Kurgan de Highlander,  Michael Ironside (O Vingador do Futuro) e Patrick Muldoon. Ah, se você prestar atenção, Amy Smart (Espelhos do Medo, Adrenalina) aparece rapidinho, apostando uma corrida com Denise Richards!

O filme pode ser “B”, mas os efeitos especiais são excelentes. Quase todos os insetos gigantes foram feitos no computador! São várias as espécies na guerra contra os humanos, temos insetos grandes, médios e pequenos, terrestres e voadores, e todos funcionam muito bem

O filme foi baseado no livro de Robert A. Heilein, que se passa originalmente na Argentina. Isso, para nós brasileiros, traz uma piada politicamente incorreta extra – afinal, Buenos Aires é destruída no filme! 😀

Na época do lançamento, muita gente se sentiu incomodada com o militarismo exposto no filme. Sim, os uniformes trazem referências aos uniformes nazistas, e muita gente achou que o totalitarismo mostrado era uma referência fascista.

Por outro lado, teve gente que viu uma crítica ao colonialismo americano, onde belos soldados invadem um planeta de insetos feios para dominá-los à força, nem que para isso fosse necessário matar a maior parte da sua população.

Bem, heu não vi essas coisas. Vi um filme onde humanos estão em guerra contra insetos gigantes alienígenas! Precisa de mais? Pra que mensagem subliminar?

A Verdade Nua e Crua

A Verdade Nua e Crua

Já falei aqui o que acho sobre comédias românticas, né? São sempre a mesma coisa, com uma ou outra pequena variação. Mas no fim, tudo acaba igual. Bem, o mesmo acontece com este A Verdade Nua e Crua, dirigido por Robert Luketic (Legalmente Loira).

Produtora de TV (Katherine Heigl), bem sucedida profissionalmente, mas que ainda espera a chegada do príncipe encantado, de repente se vê forçada a trabalhar com um sujeito machão com ideias e posturas chauvinistas (Gerard Butler).

Acredito que a “variação do tema” em A Verdade Nua e Crua (The Ugly Thruth no original) é a inclusão do personagem Mike Chadway, o machão que vive repetindo que “homens são sempre iguais”. Aliás, a escolha do ator foi boa: Gerard Butler, o Leonidas de 300, o filme com o maior nível de testosterona dos últimos anos. O personagem é bom – Chadway tinha um programa de tv independente onde promovia as suas teorias politicamente incorretas sobre relacionamentos, e isto traz algumas das melhores piadas do filme.

Mas infelizmente é pouco. A maior parte das piadas é sem graça. E, pra piorar, não senti muita consistência nos conflitos criados pelos personagens principais.

No fim, temos um filme óbvio. Claro que pode divertir casais, mas só aqueles com expectativa baixa.

Terror na Antártida

Terror na Antártida

Às vésperas de começar o rigoroso inverno na Antártida (quando quase todos saem de lá), a policial Carrie Stetko (Kate Backinsale) procura desvendar uma série de assassinatos.

Acredito que o pior problema de Terror na Antártida é o modo como foi vendido. O trailer dava a entender que a trama trazia algo misterioso, talvez alienígena ou sobrenatural, como O Enigma de Outro Mundo (que também se passa no gelo). Até o título nacional evoca um filme neste estilo!

Nada disso. Terror na Antártida é um filme policial, um eficiente thriller, apenas isso. Se fosse vendido como tal, acredito que acertaria o público alvo certo.

Dito isso, agora vamos às coisas boas do filme dirigido por Dominic Sena (Swordfish, 60 Segundos). Terror na Antártida (Whiteout no original) sabe usar muito bem o ambiente gelado da Antártida. Por um lado, temos belíssimas paisagens geladas. Por outro lado, as nevascas ajudam a criar climas tensos interessantes.

Além de Kate Beckinsale (cada dia mais bonita), o elenco conta com Gabriel Macht (The Spirit), Tom Skerrit (Alien) e Columbus Short (Quarentena).

Enfim, como disse lá em cima, Terror na Antártida é um eficiente thriller, mas nada além disso. Pode agradar se você estiver no clima certo. Mas, por favor, esqueça o trailer!

Premonição 4

Premonição 4

Os releases de Premonição 4 em dvd rip e bd rip já estão circulando pela internet há meses. Desisti e assisti – e logo depois o filme estreou! Mesmo assim, acho que foi uma boa escolha, pois o filme é fraquinho…

Premonição 4 segue a mesma fórmula dos outros três: um espetacular acidente abre o filme, então descobrimos que tudo isso ainda não aconteceu, foi uma premonição de um dos envolvidos no acidente. Por causa desta premonição, algumas pessoas escapam da morte. E a morte vem buscá-las, uma por uma.

No primeiro filme, rola um acidente de avião. O segundo traz uma estrada com a pista molhada e um acidente envolvendo vários carros. O acidente do terceiro é numa montanha russa. E, finalmente, o quarto filme traz um acidente numa corrida de carros.

O quarto filme também mantém uma coisa que acontece em todos os outros: a sequência inicial, a da premonição do acidente, é a melhor coisa do filme…

Premonição 4 é previsível. Mas acredito que não vai decepcionar ninguém, o filme é aquilo que se espera, a história é apenas uma desculpa para mostrar mortes absurdas, mas graficamente bem feitas.

Mesmo assim, achei algumas das mortes exageradas demais. Um ralo de piscina tem força para arrancar as entranhas de homem adulto? Ou uma banheira transbordando pode alagar um quarto de hospital, a ponto de afundar o chão?

Ah, tem outra coisa que preciso falar. Sabe o cara que sobreviveu ao acidente, mas não fugiu? Por que a morte veio atrás dele? Ele não “escapou” da morte! Não me lembro disso nos outros filmes. Aquela seqüência foi desnecessária…

Também precisamos falar dos efeitos. O filme é em 3D, então temos várias coisas atiradas na direção da tela. Isso é sempre legal. Mas, por outro lado, há tempos que não vejo um cgi tão tosco. Alguns efeitos são muito mal feitos!

Mais uma crítica! Heu assisti o release bd rip. O som dos diálogos está muito mais baixo que os efeitos sonoros e as músicas! Não sei se isso é um defeito da versão que vi. So sei que ficou até difícil de ver o filme…

Anyway, Premonição 4 é só para aqueles que querem ver as mortes. Algumas são boas, outras são engraçadas. Mas não espere mais do que isso!

I Sell The Dead

I Sell The Dead

Prestes a ser levado à guilhotina, um ladrão de túmulos confessa a um padre como entrou no negócio de comércio de cadáveres.

Segundo filme do diretor Glenn McQuaid, I Sell The Dead é um daqueles filminhos despretensiosos e divertidos que não têm muito espaço no circuito. O filme é de 2008, e heu nunca tinha ouvido falar dele! Não sei se existe previsão de lançamento no Brasil. Se for, acredito que só em dvd…

Os dois principais nomes do elenco chamam a atenção: Ron Perlman (o Hellboy!) e Dominic Monaghan (o Charlie de Lost). Aliás, o papel de Perlman é bem menor que o do desconhecido Larry Fessenden, um dos verdadeiros protagonistas (ao lado de Monaghan). E tem um outro nome interessante escondido: Angus Scrimm, o “homem alto” da franquia de “terror esquisito” Fantasma.

A segunda parte de I Sell The Dead é muito divertida, mas não vou falar aqui por causa dos spoilers. Só digo que achei genial a solução encontrada no roteiro para variar o tema “ladrões de túmulos”.

I Sell The Dead não vai mudar a vida de ninguém, mas vale o download!

A Volta dos Mortos Vivos

A Volta dos Mortos Vivos

Logo antes de começar o filme, aparece a seginte mensagem na tela: “The events portrayed in this film are all true. The names are real names of real people and real organizations” (“Os eventos apresentados neste filme são verdadeiros. Os nomes são nomes de pessoas reais e de organizações reais”). Caramba! Será que o filme realmente se baseia em fatos reais?

Claro que não! A Volta dos Mortos Vivos é uma comédia, e das boas. Uma das melhores comédias de humor negro que conheço!

A história é genial: um barril do exército com um morto-vivo dentro é extraviado e vai parar numa pequena loja de materiais para hospitais e universidades. Anos depois, acidentalmente, vaza um gás do barril – um gás que reaviva os mortos. E eles estão ao lado do cemitério…

Já falei que gosto de humor negro, não? Este filme é um bom exemplo. Os zumbis comedores de cérebros aqui não causam medo, como nos filmes do George Romero – eles são motivo para gargalhadas! E olha que precisamos ressaltar que os efeitos especiais, de uma era pré computador, são excelentes! Os zumbis são muito bem feitos, e a maquiagem também é ótima.

O filme, de 1985, foi dirigido por Dan O’Bannon, que infelizmente faleceu mês passado (dezembro de 2009). O’Bannon trabalhou em poucos filmes, mas importantes. Este foi um dos dois únicos filmes que ele dirigiu, mas por outro lado, ele escreveu o roteiro de ótimos filmes, como Alien, Força Sinistra e O Vingador do Futuro, além de ter trabalhado nos efeitos especiais de Guerra nas Estrelas, e de ter co-escrito e estrelado Dark Star, o primeiro filme de John Carpenter. É, o cara era bom!

Sobre o elenco, não tem ninguém famoso, mas ninguém compromete a história. Temos Clu Gulager, James Karen e Don Calfa, entre outros nomes que não chamam a atenção. Só tem um nome que merece um comentário: a scream queen Linnea Quigley (que estrelou “clássicos” como Hollywood Chainsaw Hookers e Sorority Babes in the Slimeball Bowl-O-Rama), que passa boa parte do filme só de meias. E que foi a primeira morta-viva gostosa da história do cinema!

A Volta dos Mortos Vivos nunca foi lançado em dvd por aqui. Comprei uma edição gringa, mas meu dvd player não reconheceu o disco. Pena, porque, entre os extras, existe a opção “legendas em zumbi”. Fiquei curioso para saber do que se trata. Preciso de um dvd player novo!

Existem algumas continuações por aí. Confesso que ouvi falar bem da terceira parte, mas admito que ainda não vi nenhuma delas. Acho que vou procurá-las…

How I Met Your Mother – Ep. Girls Vs Suits (S05E12)

How I Met Your Mother- Ep. Girls Vs Suits (S05E12)

Não faz muito tempo que descobri a série How I Met Your Mother. Aliás, nem sei se passa por aqui. Conheci através de indicações de amigos, e baixei as temporadas anteriores. No momento, está rolando a quinta temporada lá fora.

How I Met Your Mother é uma sitcom, boa opção para os órfãos da cultuada Friends. Em vez de seis amigos, aqui são cinco, na mesma Nova York, interpretados por Josh Radnor, Neil Patrick Harris, Cobie Smulders, Alyson Hannigan e Jason Segel. E o estilo de humor é parecido, acredito que o público alvo seja o mesmo.

Pra mim, o pior defeito de How I Met Your Mother é justamente o seu título. No início de cada episódio, ouvimos uma voz de um pai contando para duas crianças como ele conheceu a sua mãe. Mas, caramba, já estamos no meio da quinta temporada, e nada de aparecer a mãe deles! E o pior é que, quando aparecer a mãe, acaba a série… Mesmo assim, a série é muito boa, é só ignorarmos essa busca pela mãe – o que, na verdade, nem é o foco da maioria dos episódios.

Uma coisa muito interessante na estrutura desta sitcom são os flashbacks. Como todos os episódios começam no futuro, com alguém contando um caso que se passa nos dias de hoje, a linha temporal dos episódios nunca é “careta”, temos sempre indas e vindas no tempo. Os roteiros construídos em cima disso ficam muito legais!

O episódio desta semana foi o centésimo! Além de participações especiais de Rachel Bilson e Stacy Keibler, o episódio terminou em grande estilo, com um genial musical à la Broadway, com direito a coreografia e tudo!

Só espero que How I Met Your Mother saiba a hora certa de parar!

O Primeiro Mentiroso

O Primeiro Mentiroso

Imagine uma sociedade onde não existe a mentira. Todos dizem a verdade – sempre! Interessante, não? Pois este é o mundo onde se passa O Primeiro Mentiroso (The Invention of Lying).

Mark Bellison (Ricky Gervais) é um roteirista de cinema que um dia tem uma ideia genial: mentir! E como ele está num mundo onde TODOS sempre dizem a verdade, ninguém duvida dele…

(Aliás, é bom explicar: como funciona o cinema num lugar onde não existe a ficção? Fácil! São atores lendo livros de história!)

A ideia do filme é muito boa, e gera piadas sensacionais, como as propagandas de coca e pepsi. Mas acho que o diretor / roteirista / protagonista Gervais se perdeu no meio do caminho – de repente, o filme perde a graça.

Acho que poucas vezes foi tão claro ver o momento exato onde o filme se perde. Isso acontece na cena das caixas de pizza. A partir daí, o filme, antes interessante, fica bobo e enfadonho.

Pena, porque o elenco é bem legal. Temos Jennifer Garner, Rob Lowe, Tina Fey, Jonah Hill, Louis C.K., e ainda rolam pontas de Edward Norton (o policial) e Philip Seymour Hoffman (o barmen).

Assim, uma ideia boa foi desperdiçada. O Primeiro Mentiroso termina com piadas sem graça e um final óbvio de comédia romântica. Pena…