Missão Impossível III

Crítica – Missão Impossível III

Chegou a vez do terceiro filme!

Agora aposentado do trabalho de campo, Ethan Hunt continua na IMF treinando agentes. Quando uma de suas pupilas é capturada, ele é forçado a voltar a ação.

Vou confessar uma coisa aqui: quando este filme foi lançado no cinema, heu tinha implicância com ele. Afinal, os dois filmes anteriores foram dirigidos pelos mestres Brian De Palma e John Woo, dois diretores consagrados e com extenso currículo de bons serviços prestados ao cinema. E agora o diretor era JJ Abrams, um novato cheio de hype por causa de séries de tv (sendo que uma delas, Alias, considero bem fraquinha), mas sem nada de experiência no cinema.

Admito, vi o filme com má vontade e não gostei na época. Mas, agora, revendo sem preconceitos, afirmo: Missão Impossível III mantem o alto nível dos outros dois!

O segundo filme trazia um exagero estilizado, muita câmera lenta, muitas imagens contemplativas. Aqui o exagero continua sendo o tom, mas em vez de câmera lenta, tudo é acelerado, tudo é frenético. Hunt e sua equipe executam planos de maneira tão rápida que se você piscar o olho vai perder partes importantes. A direção de Abrams tem um bom timing nas cenas de ação – coisa que veríamos nos anos seguintes no seu Star Trek.

O elenco repete a fórmula do segundo filme. Assim como nos outros filmes da série, Tom Cruise assume a responsabilidade de figura central e corre, pula, se pendura, bate, apanha, usa armas e explosivos, faz o diabo. Ving Rhames mais uma vez é o único ator a repetir o papel; mais uma vez o elenco de coadjuvantes é acima da média: Philip Seymour Hoffman, Billy Crudup, Michelle Monaghan, Jonathan Rhys Meyers, Keri Russell, Maggie Q, Simon Pegg e Laurence Fishburne. Nada mal para um terceiro filme de franquia…

Como disse no início, heu tinha implicância com Missão Impossível III, mas revendo, afirmo que a série inteira segura a qualidade e os três filmes são bons (heu prefiro os outros dois, mas isso não significa que este é ruim!).

Agora vou ver o quarto filme que está estreando nos cinemas… Em breve, comento aqui!

.

.

Se você gostou de Missão Impossível III, o Blog do Heu recomenda:
Missão Impossível
Missão Impossível 2
Super 8

Missão Impossível 2

Crítica – Missão Impossível 2

Vamos ao segundo filme da série!

Desta vez, Ethan Hunt (Tom Cruise) precisa encontrar e destruir o vírus Chimera. Mas terroristas liderados por um ex-colega de Hunt roubaram a cura e também querem o vírus.

Assim como o primeiro filme tinha a cara de seu diretor Brian De Palma, este segundo segue a mesma fórmula. Missão Impossível 2 é um “puro John Woo”!

Missão Impossível 2 tem tudo o que se espera de um filme do diretor chinês. Todos os clichês estão presentes: muita câmera lenta, um antagonista parecido com o protagonista (os dois trabalhavam juntos), várias cenas com o mocinho atirando com uma arma em cada mão e – claro – pombos voando!

(Heu arriscaria dizer que Tom Cruise deixou o cabelo crescer para ficar melhor na câmera lenta de Woo!)

Claro, o resultado foi um filme muito mais exagerado que o primeiro. Se o filme de De Palma era mais sério e cerebral, esta segunda parte nunca se leva a sério, e tudo aqui é propositalmente acima do tom. Um prato cheio para quem gosta do estilo de John Woo – um dos melhores diretores de filmes de ação da história do cinema.

No elenco, mais uma vez, o filme é de Tom Cruise. Inclusive, diz a lenda que foi ele que fez o trabalho de dublê – pelo menos a cena no início, a da escalada, era o próprio Cruise. Ele estava com os cabos de segurança, que foram apagados digitalmente, mas era ele mesmo.

Além de Cruise, o único ator do primeiro filme que também está aqui é Ving Rhames. O resto é novidade: Anthony Hopkins (não creditado, assim como Emilio Estevez no primeiro), Thandie Newton, Dougray Scott, Richard Roxburgh, Rade Serbedzija, William Mapother e Dominic Purcell. Aliás, não é só o elenco que é novo, todo o filme é construído para ser independente do primeiro (o mesmo acontece com o terceiro, você não precisa ver os filmes anteriores para acompanhar a história).

Parece que Woo queria um filme de mais de 3 horas de duração. Como os produtores bateram o pé pra ficar com 2 horas (foram 2h3min, no fim), já vi gente reclamando de falhas no roteiro. Mas heu não achei nada tão grave – o único “problema” de Missão Impossível 2 é seu exagero. Mas isso faz parte do “pacote”!

Excelente continuação! E, em breve, falo aqui sobre o terceiro!

.

.

Se você gostou de Missão Impossível 2, o Blog do Heu recomenda:
Missão Impossível
A Outra Face
Bala na Cabeça

Missão: Impossível

Crítica – Missão: Impossível

Agora no fim do ano estreia o quarto filme da série Missão: Impossível. Pensei que era uma boa oportunidade para rever os outros três.

Durante uma missão em Praga, um grupo de agentes especiais cai em uma cilada. Ethan Hunt (Tom Cruise), um dos únicos sobreviventes, escapa e tenta desvendar a trama por conta própria.

Missão: Impossível é uma adaptação de seriado, e também um veículo de ator, um “filme do Tom Cruise”. Mas, antes de tudo, heu considero um filme do diretor Brian De Palma.

Já falei aqui o quanto sou fã do Brian De Palma. Disse antes e repito: De Palma é um dos últimos artesãos do cinema. Cada ângulo, cada tomada, tudo é bem cuidado e bem pensado para aparecer bem na tela. Cada plano-sequência, cada travelling, cada câmera lenta, tudo no filme nos mostra que tem alguém com muito talento por trás das câmeras, que se preocupou com cada fotograma do filme. Algumas sequências são simplesmente sensacionais – aquela onde Cruise fica pendurado dentro da sala do computador se tornou um dos momentos mais marcantes do cinema dos anos 90!

Mesmo assim, Missão: Impossível não decepciona como veículo de ator. Cruise assume a responsabilidade e não faz feio como protagonista. Se seu papel não exige muito no lado dramático, o faz no lado físico. Cruise corre, pula, se pendura e faz acrobacias, e não faz feio.

O filme ainda tem vários coadjuvantes legais. O elenco conta com Jon Voight, Ving Rhames, Jean Reno, Henry Czerny, Vanessa Redgrave, um Emilio Estevez não creditado (não entedi o motivo) e uma Emanuelle Béart belíssima, como poucas vezes se viu em Hollywood.

A trilha sonora usa um dos melhores temas de seriado da história. O tema em 5/4 composto por Lallo Schiffrin é bem utilizado, tanto na sua versão original, quanto numa nova versão adaptada por Danny Elfman.

Missão: Impossível não é unanimidade, o povo mais cabeça vai achar pop demais. Mas, pra quem curte filmes de ação (o meu caso), é um dos melhores filmes dos anos 90 dentro do estilo. O filme foi um grande sucesso e abriu portas para as continuações. Em breve falo aqui dos outros filmes!

.

.

Se você gostou de Missão: Impossível, o Blog do Heu recomenda:
Esquadrão Classe A
Trovão Tropical
Batida Policial

Zwart Water

Crítica – Zwart Water

Um filme de terror holandês!

Uma menina de nove anos de idade se muda com os pais para um velho casarão que era de sua recém falecida avó, e começa a conviver com o fantasma da irmã gêmea da sua mãe, que morreu ainda criança.

Zwart Water (Two Eyes Staring, em inglês; Água Negra, em português) esteve na programação do último Rio Fan. Me chamou a atenção por ser um filme de terror feito na Holanda. Não consegui ver na época, mas consegui baixar. Não existiam legendas em português, baixei em inglês mesmo e comecei a ver – até descobrir que as legendas estavam incompletas. Esperei, alguns meses depois apareceram as legendas em português e finalmente consegui ver o filme!

Acho que a expectativa foi ruim. Heu esperava mais – Zwart Water é apenas mediano.

Zwart Water segue a cartilha hollywoodiana de filmes de terror. Talvez fosse mais interessante o filme ser mais “europeu” (se o idioma falado fosse inglês, o filme passava por americano tranquilamente). Pelo menos, Zwart Water é bem feito, tecnicamente falando. Boa ambientação, bons cenários, bons personagens.

Rola um susto aqui, outro ali, mas nisso o filme não é muito forte. A trama não traz muitos sustos, mas Zwart Water tem uma reviravolta de roteiro interessante perto do final.

Zwart Water não é ruim, mas a gente fica com a sensação que falta alguma coisa. A Holanda já deu ao mundo do cinema pelo menos um grande diretor, Paul Verhoeven. Vamos acompanhar a carreira do diretor e roteirista Elbert van Strien, ver se sua carreira terá boa continuidade.

.

.

Se você gostou de Zwart Water, o Blog do Heu recomenda:
A Chave Mestra
A Órfã
A Casa dos Sonhos

Assalto em Dose Dupla

Crítica – Assalto em Dose Dupla

Um banco é surpreendido por dois assaltos ao mesmo tempo – um por uma equipe super-profissional, outro por dois caipiras bem longe do profissionalismo. No meio da confusão, um cliente do banco tenta entender o que está por trás dos assaltos simultâneos.

A princípio achei que seria mais um filme com cara de sessão da tarde. Mas logo a trama mostra que Assalto em Dose Dupla pretendia algo mais ambicioso: ser uma comédia de mistério, algo no estilo do divertido Os Sete Suspeitos.

Dirigido por Rob Minkoff (um dos diretores de O Rei Leão), Assalto em Dose Dupla tem roteiro de Jon Lucas e Scott Moore, os responsáveis pelos dois Se Beber Não Case – desta vez menos politicamente incorretos, mas com a agilidade de sempre. A boa trilha sonora com um pé no jazz ajuda nisso.

O filme é curtinho (menos de uma hora e meia), mas tem tantas reviravoltas no roteiro que, se o espectador piscar o olho pode ficar perdido. Existe um nome para este tipo de trama: é o “whodunit” – “quemfezisso” numa tradução literal. É o que acontece, por exemplo, na série Pânico: ao longo do filme, temos várias pistas sobre quem é o assassino, e quase todos os personagens são suspeitos. Isso rola aqui: existe um responsável por tudo o que está acontecendo no banco, e este mistério é levado até o fim.

O problema é que a trama é tão rocambolesca, e o personagem de Patrick Dempsey é tão “sherlockiano” que a história começa a ficar absurda demais e isso acaba enfraquecendo o filme. Quanto mais confusa a trama, mais “espertinho” Dempsey fica – e fica cada vez mais difícil levar o filme a sério.

O que salva são os personagens. Dempsey está bem, com o seu obsessivo e alucinado protagonista. O mesmo podemos falar sobre o pouco conhecido Matt Ryan e seu vilão de sotaque britânico. Mas o melhor do filme é, sem dúvida, o assaltante caipira de Tim Blake Nelson, que parece ter saído direto de um filme dos irmãos Coen (ele fez um papel parecido em Aí Meu Irmão, Cadê Você). Arrisco a dizer que ele sozinho vale o ingresso!

Mesmo acertando na trave às vezes, Assalto em Dose Dupla pode ser uma boa opção se você se deixar levar, sem parar pra pensar em detalhes.

.

.

Se você gostou de Assalto em Dose Dupla, o Blog do Heu recomenda:
Os Sete Suspeitos
Red
Se Beber Não Case
Se Beber Não Case 2

And Now For Something Completely Different

Crítica – And Now For Something Completely Different

Comprei o dvd com o primeiro filme do Monty Python!

Na verdade, esta é uma coletânea de esquetes que rolaram no programa de tv Monty Python Flying Circus, todas escritas e interpretadas pelo sexteto John Cleese, Michael Palin, Eric Idle, Graham Chapman, Terry Jones e Terry Gilliam, com animações feitas pelo último entremeando as piadas. Foi lançado como um filme, mas é uma coleção de esquetes independentes. Algumas boas, algumas nem tanto.

Quem conhece o trabalho do grupo, vai reconhecer, por exemplo, a Lumberjack Song e as esquetes do papagaio morto e da piada mortal – clássicos “pythonianos”.

And Now For Something Completely Different é irregular. Algumas piadas são geniais, mas outras são meio bobas. E rola uma coisa assaz diferente: muitas das esquetes não têm fim – a própria esquete do papagaio morto não acaba, ela não conclui e emenda na piada seguinte. Isso, aliado ao nem sempre palatável humor inglês, desabilita o filme para plateias leigas no assunto Monty Python. Se você conhece e gosta do estilo do sexteto, este filme é obrigatório; se não conhece, é melhor começar com outro filme.

.

.

Se você gostou de And Now For Something Completely Different, o Blog do Heu recomenda:
Em Busca do Cálice Sagrado
Ao Vivo no Hollywood Bowl
A Vida de Brian
O Sentido da Vida

Tucker And Dale Vs Evil

Crítica – Tucker And Dale Vs Evil

Um filme slasher pode existir sem um assassino? Tucker And Dale Vs Evil mostra que sim!

Dois amigos caipiras estão indo passar as férias em uma velha cabana. Antes de chegar, cruzam com um grupo de jovens, que acham que a dupla e “do mal”. Isso é apenas o começo de uma série de mal-entendidos…

Filme de estreia do diretor Eli Craig, Tucker And Dale Vs Evil é uma boa comédia de humor negro. As mortes são todas acidentais, mas são violentas e compatíveis com os bons slashers – apesar de, às vezes, termos a sensação de estar vendo um desenho animado da época dos clássicos (e violentíssimos) Looney Toones ou Tom & Jerry.

O elenco todo é semi-desconhecido. Os dois protagonistas têm carreira na tv: Alan Tudyk (Serenity, V) e Tyler Labine (Dead Last, Reaper), e estão bem juntos, rola uma boa química e uma boa caracterização. Katrina Bowden, o principal papel feminino, também está na tv, como coadjuvante da série 30 Rock.

Não gostei da tentativa de deixar um gancho para uma possível continuação. Nada contra, o problema é que a trama precisou inventar um antagonista. E o filme é divertido justamente porque é todo feito de mal-entendidos.

Tucker And Dale Vs Evil não é essencial, claramente estamos diante de um filme “menor”. Mas que é divertido, não há dúvidas!

.

.

Se você gostou de Tucker And Dale Vs Evil, o Blog do Heu recomenda:
Burke And Hare
Todo Mundo Quase Morto
Doghouse

Noite de Ano Novo

Crítica – Noite de Ano Novo

Quem lê o gigantesco elenco e o nome do diretor lembra logo de cara de Idas e Vindas do Amor, dirigido pelo mesmo Garry Marshall. E assim podemos adivinhar exatamente como será Noite de Ano Novo.

O filme mostra um retrato do último dia do ano para vários casais e solteiros em Nova York. Vários núcleos entrecortados, várias histórias simultâneas.

Noite de Ano Novo é um filme extremamente previsível, mas mesmo assim muito agradável. Tudo desce redondinho, sem sustos ou riscos.

Como assim previsível? Bem, Jon Bon Jovi interpreta um popstar; Lea Michelle, uma aspirante a cantora; Sofia Vergara, um papel igual à Gloria de Modern Family… Acho que o roteiro foi escrito para que cada ator ficasse à vontade, confortável, num papel familiar – Zac Efron arranja até uma desculpa para dançar! Acho que o único papel “não óbvio” é o Kominsky de Hector Elizondo, o resto do elenco está todo nas chamadas “zonas de conforto”.

Por um lado isso pode ser monótono. Mas, se a gente entrar no clima, o filme é muito legal. Assim como acontece com Idas e Vindas do AmorNoite de Ano Novo é eficiente, bobinho e “fofo”.

Claro que o destaque do filme é o elenco. Afinal, não é todo dia que temos, juntos, Robert De Niro, Michelle Pfeiffer, Halle Berry, Hillary Swank, Katherine Heigl, Ashton Kutcher, Josh Duhamel, Sarah Jessica Parker, Mathew Broderick, John Lithgow, Abigail Breslin, Jessica Biel, Til Schweiger, Sarah Paulson, Carla Gugino, Alyssa Milano, Sofia Vergara, Lea Michelle, James Belushi, Zac Efron, Jon Bon Jovi, Ryan Seacrest, Cary Elwes, Ludacris e Hector Elizondo, entre outros menos cotados.

Com tanta gente assim, claro que o roteiro serviria apenas como veículo para os atores. Por isso é tudo tão óbvio. Acho que a única emoção que o roteirista quis passar para a sua plateia era “que bonitinho”…

Outra coisa previsível era uma trama irregular. Como são várias historinhas, algumas são melhores que as outras. Aquele diálogo final da Sarah Jessica Parker foi completamente incoerente com toda sua postura ao longo do filme. Mas, por outro lado, algumas cenas são divertidíssimas. John Lithgow está alucinado como nos bons tempos de 3rd Rock From The Sun, e só o nome dado ao personagem de Mathew Broderick já vale o ingresso!

Enfim, Noite de Ano Novo é assim. Previsível, mas vai agradar o público certo.

.

.

Se você gostou de Noite de Ano Novo, o Blog do Heu recomenda:
Idas e Vindas do Amor
A Verdade Nua e Crua
Simplesmente Amor

Top 10: Realidade Fake

Top 10: Realidade Fake

Sabe quando vemos um filme com imagens que parecem verídicas, mas na verdade foi tudo encenado? Este é o estilo que será abordado hoje!

Na verdade, não sei exatamente como chamar este tipo de filme. Existe o termo “mockumentary”, que significa “documentário falso” – mas alguns dos filmes da lista não são documentários…

Durante a pesquisa para este Top 10, li coisas boas sobre dois filmes que ainda não vi, Forgotten Silver e Best in Show. O primeiro é dirigido por Peter Jackson; o segundo, por Christopher Guest, um dos membros do Spinal Tap. Acredito que ambos sejam bons e mereçam estar aqui, mas como ainda não os vi, os deixarei de lado. Mesmo assim, vou procurá-los para ver!

Mais uma vez, preciso agradecer a ajuda do meu grande amigo Oswaldo Lopes Jr., que me auxiliou na lista final. Valheu, Oz!

Vamos aos filmes?

.

10. Cannibal Holocaust (1980)

Causou grande polêmica quando foi lançado. Na época, em 1980, muita gente realmente acreditou que tudo aquilo era real. O filme em si não é grandes coisas, mas entra pelo pioneirismo.

9. Atividade Paranormal (2007)

Heu particularmente não acho muita graça na série Atividade Paranormal, mas a sua popularidade é inegável. Já foram duas continuações e uma franquia japonesa!

8. Contatos de Quarto Grau (2009)

Milla Jovovich aparece como ela mesma para apresentar dramatizações de casos de pessoas abduzidas. Aqui mesmo no blog tem um grande debate sobre se é real ou não.

7. Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América (2006)

Sacha Baron Cohen fingiu que era um jornalista do Casaquistão e foi explorar o american way of life. Filme hilário, ele tentou repetir a fórmula com Brüno, mas não deu muito certo.

6. The Rutles – All You Need Is Cash (1978)

The Rutles era “a banda mais famosa da história”. Apesar de fake, seu documentário tem entrevistas com gente como Mick Jagger, George Harrison e Paul Simon. E, claro, o Monty Python Eric Idle é um dos musicos.

5. A Bruxa de Blair (1999)

Grande sucesso de bilheteria, A Bruxa de Blair não foi o primeiro “mocumentário de terror”, mas com certeza foi o responsável pela popularização do estilo.

4. Aconteceu Perto de Sua Casa (1992)

Se tem um filme que me deixou bolado no cinema foi este filme belga pouco conhecido. Lançado em 92, muito antes do hype gerado por Bruxa de Blair, o filme realmente parece real.

3. [Rec] (2007)

O melhor dentre os filmes de terror nessa onda “realidade fake”. Uma equipe de tv está dentro de um prédio quando algo acontece e todos ficam presos. Já teve continuação e refilmagem hollywoodiana.

http://blogdoheu.wordpress.com/2008/10/06/rec/

2. Zelig (1983)

Considerado por muitos como o melhor Woody Allen já feito, este “mocumentário” traz o personagem Zelig contracenando com figuras históricas – isso numa época pré cgi.

1. This is Spinal Tap (1984)

Documentário sobre uma banda de rock dos anos 70 – que nunca existiu. O filme é genial, e traz todos os clichês do hard rock e todo o exagero típico da época.

http://blogdoheu.wordpress.com/2008/11/24/this-is-spinal-tap/

.

.

Se você gostou do Top 10: Realidade Fake, o Blog do Heu recomenda os outros Top 10 já publicados aqui:
filmes de zumbi
filmes com nomes esquisitos

filmes sem sentido
personagens nerds
estilos dos anos 80
melhores vômitos
melhores cenas depois dos créditos
melhores finais surpreendentes
melhores cenas de massacre
filmes dos ano 80 e 90 nunca lançados em dvd no Brasil
estilos de filmes ruins
casais que não convencem
musicais para quem não curte musicais
melhores frases de filmes
melhores momentos de Lost
maiores mistérios de Lost
piores sequencias
melhores filmes de rock
melhores filmes de sonhos
melhores filmes com baratas
filmes com elencos legais
melhores ruivas
melhores filmes baseados em HP Lovecraft
filmes que vi em festivais e mais ninguém ouviu falar
Atores Parecidos
Atrizes Parecidas
filmes de lobisomem
melhores trilogias
filmes de natal
melhores filmes de 2010
coisas que detesto nos dvds
melhores filmes da década de 00
filmes de vampiro

melhores diabos
cenas de sexo esquisitas

ficção cientifica ou não ficção científica

filmes de vingança

marcos nos efeitos especiais
filmes estrangeiros que fazem referência ao Brasil

personagens que morreram e voltaram

filmes de macho
filmes de máfia
visual deslumbrante
favoritos do heu
filmes de humor negro
mulheres duronas
filmes com viagem no tempo
melhores lutas longas
melhores adaptações de quadrinhos de herois
piores adaptações de quadrinhos de herois
melhores filmes trash
filmes com teclados
stop motion
carros legais
naves legais
robôs legais
armas legais
alienígenas legais
monstros legais
gadgets legais
filmes doentios
melhores vilões
filmes de comida
filmes slasher
melhores acidentes de carro
melhores mortes
cenas de nudez gratuita

30 Minutos ou Menos

Crítica – 30 Minutos ou Menos

A divulgação de 30 Minutos ou Menos (30 Minutes or Less, no original) o vende como “o novo filme do ator e diretor de Zombieland“. Ok, Zombieland foi divertido, vamos ver qualé a deste aqui.

Um entregador de pizzas é sequestrado e, com uma bomba presa no corpo, é forçado a assaltar um banco.

30 Minutos ou Menos, filme novo do diretor Ruben Fleischer, não é ruim. Mas tem um problema grave: é uma comédia sem graça!

Heu já desconfiava disso quando li que o elenco trazia Danny McBride e Aziz Ansari. McBride não tem talento para ser engraçado, então apela para o humor grosseiro – já disse aqui que baixaria não é sinônimo de boas piadas. Já Ansari tem aquele estilo de humor histérico – lembra um Chris Tucker, mas sem graça.

Jesse Eisenberg é um cara carismático, mas não é um ator muito versátil, e não consegue fazer milagre com esses dois coadjuvantes caricatos. Assim, 30 Minutos ou Menos é uma das comédias mais bobas do ano. Acho que a única piada boa é quando Eisenberg, que já interpretou o criador do Facebook, diz que não está no Facebook…

O pior é que 30 Minutos ou Menos nem é tão ruim assim. A história é boa, rolou um caso real parecido em 2003, um entregador de pizza teve uma bomba amarrada no pescoço e foi forçado a roubar um banco (e acabou morto pela bomba). Se o filme fosse sério, talvez fosse melhor. Mas precisaria de outro elenco!

Ah, rola uma cena depois dos créditos. Boba como o resto do filme.

.

.

Se você gostou de 30 Minutos ou Menos, o Blog do Heu recomenda:
Segurando as Pontas
Tiras em Apuros
Os Outros Caras