Laid To Rest

Crítica – Laid To Rest

Outro dia apareceu no legendas.tv o slasher Chromeskull – Laid To Rest 2. Fui procurar pela internet, descobri que o tal Chromeskull é um novo vilão que tem uma legião de fãs por aí, e seus filmes são generosos no gore. Baixei então o primeiro filme, este Laid To Rest, de 2009, pra ver qualé.

Uma mulher acorda dentro de um caixão, sem se lembrar do próprio nome nem de como foi parar lá. Logo ela descobre que está sendo perseguida por um misterioso assassino que esconde o rosto atrás de uma brilhante máscara metálica.

Laid To Rest é aquilo que se espera de um slasher de baixo orçamento: muita violência, muito gore, algumas mortes graficamente interessantes – e só. Acho que hoje em dia não tem mais como se juntar “criatividade” e “slasher” no mesmo filme. Pelo menos o filme é competente no que se propõe, algumas das mortes não fariam feio diante de clássicos do gênero.

O filme tem um bom timing, não perde tempo com explicações e já começa acelerado. Por um lado isso é legal, não rola espaço pra enrolação. Mas por outro lado, heu não ia reclamar se explicassem alguma coisa sobre a história do Chromeskull – quem é esse cara, e por que ele faz isso? Espero que isso role na parte 2…

Sobre o elenco, rola uma coisa curiosa. A protagonista Bobbie Sue Luther foi coadjuvante na série Terminator – Sarah Connor Chronicles. E os dois atores principais da série, Lena Headey e Thomas Dekker, têm papeis aqui. Quer mais? Brian Austin Green, outro dos principais de TSCC, está na parte 2, Chromeskull – Laid To Rest 2! O diretor e roteirista Robert Hall trabalhou na maquiagem de TSCC, ele deve ter feitos alguns amigos por lá.

Em breve verei a parte 2, depois comento aqui.

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Se você gostou de Laid To Rest, o Blog do Heu recomenda o Top 10 de melhores filmes slasher.

Robocop – O Policial do Futuro

Crítica – Robocop – O Policial do Futuro

O “nosso” José Padilha (Tropa de Elite) está em Hollywoood trabalhando na refilmagem de Robocop – O Policial do Futuro. Resolvi então rever o original, de 1987.

Num futuro próximo, Detroit é controlada  por uma grande companhia, a OCP, que resolve criar um robô, o ED-209, para combater a elevada criminalidade que atua na cidade. Quando o projeto dá errado, a OCP tenta um outro projeto, o Robocop, um robô feito a partir de um policial dado como morto.

Clássico dos anos 80, Robocop é uma ficção científica policial dotada de uma violência cruel e sarcástica, incomum pros padrões hollywoodianos da época. Talvez isso seja o que faz o filme ser interessante ainda hoje, mais de vinte anos depois.

Robocop é um dos bons filmes da fase americana do diretor holandês Paul Verhoeven, fase que rendeu alguns filmes excelentes, como Conquista Sangrenta e O Vingador do Futuro, mas que também teve filmes de qualidade questionável, como Instinto Selvagem, Tropas Estelares e O Homem Sem Sombra (além de um filme de qualidade inquestionável: Showgirls, mas, neste caso, trata-se de falta de qualidade… 😉 ). Bem, sou suspeito, gosto de todos. Enfim, Robocop está junto com os dois primeiros que citei, na galeria dos grandes filmes de Verhoeven.

Verhoeven já tinha mostrado em Conquista Sangrenta o seu estilo de violência. Robocop segue a mesma linha, e traz várias cenas antológicas, como por exemplo o ED-209 falhando na sala da diretoria da OCP, ou o Robocop pegando um bandido com um tiro através das pernas da vítima, ou ainda o vilão saído do lixo tóxico.

O roteiro, escrito por Edward Neumeier e Michael Miner, traz uma fina ironia – as cenas são coladas por jornais na tv, sempre trazendo notícias sobre violência e sobre a degradação do planeta. A boa trilha sonora orquestrada de Basil Poledouris é outro destaque.

No elenco, o hoje sumido Peter Weller tem o melhor papel de sua carreira, ao lado de Nancy Allen, Miguel Ferrer e Ronny Cox. E o que achei mais curioso foi ver Kurtwood Smith, o pai do protagonista Eric Forman nas oito temporadas de That 70’s Show, no papel do cruel chefe dos vilões.

Robocop teve duas continuações (em 90 e 93). Vi na época dos lançamentos nos cinemas, e lembro que não gostei. Mas um dia hei de dar uma segunda chance para a parte 2, dirigida por Irving Kershner (O Império Contra-Ataca) e com roteiro de Frank Miller (Sin City).

E aí fica a pergunta: precisava de uma refilmagem? Bem, na minha humilde opinião, nenhum grande filme precisa ser refilmado, e este é o caso de Robocop. As únicas coisas que “perderam a validade” são os efeitos em stop motion do robô ED-209 e os penteados femininos oitentistas – o resto do filme ainda está atual.

Mas, enfim, Hollywood gosta de refilmagens. Tomara que José Padilha faça um bom trabalho, talento para isso a gente sabe que ele tem.

11-11-11

Crítica – 11-11-11

Antes de tudo, precisamos esclarecer que a data 11/11/11 nunca foi objeto de qualquer misticismo – como aconteceu com 2012. Mas os marketeiros de plantão em Hollywood resolveram inventar alguma coisa pra aproveitar a data. A pergunta que fica é: por que não inventar algo bom?

Um escritor, atormentado pela morte da esposa e do filho, vai até Barcelona, encontrar seu irmão padre e seu pai, doente terminal. E vários incidentes indicam que algo pode acontecer no dia 11/11.

Se 11-11-11 tivesse um bom roteiro, a gente até “comprava” a ideia, mesmo sem existir uma prévia mitologia sobre a data. Mas o roteiro, escrito pelo diretor Darren Lynn Bousman, é ruim ruim ruim, como pouco se vê por aí.

Em primeiro lugar, o filme não assusta. Não só as criaturas que aparecem são tão toscas que parecem saídas de um filme dos Trapalhões dos anos 70, como todas as suas aparições são previsíveis – é mais fácil rir daquelas máscaras malfeitas do que levar um susto. E tem mais: os irmãos têm o mesmo diálogo “fé vs ateísmo” várias vezes ao longo da projeção. E a cereja do bolo é a quantidade de referências forçadas relativas ao tal 11/11.

O diretor Bousman, o mesmo de Repo! The Genetic Opera e das partes 2, 3 e 4 da franquia Jogos Mortais, tinha a oportunidade de dar um passo à frente na sua carreira. Mas ainda não foi dessa vez. Aliás, o currículo do diretor sugeria um banho de sangue, mas, neste aspecto, o filme é discreto. Acho que ele quis seguir os passos de James Wan, diretor do primeiro Jogos Mortais, que mudou de estilo com o bom Sobrenatural. Mas, se as continuações de Jogos Mortais são bem inferiores ao primeiro filme, este 11-11-11 consegue ser muito pior que Sobrenatural.

Dispensável…

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O Ritual
Evocando Espíritos
Sobrenatural

Top 10: Melhores Cenas de Nudez Gratuita

Top 10:  Melhores Cenas de Nudez Gratuita

E vamos a mais um top 10!

O assunto hoje é nudez gratuita. Uma cena de nudez gratuita é aquela onde a atriz não precisava tirar a roupa, mas, para sorte do público masculino, ela mostra mais do que o necessário.

Antes de fazer a lista, preciso avisar que não tenho absolutamente nada contra mulheres que tiram a roupa sem necessidade! Espero que continuem fazendo, sempre e sempre!

(Minha amiga Aurinha fez uma pergunta que outras meninas podem fazer: por que só mulheres? Bem, acho que todos concordam que as mulheres são mais bonitas que os homens, né? Deixo para outra pessoa a honra de fazer um Top 10 de nudez masculina… Pode começar com o desnecessariamente pelado Jason Segel em Ressaca de Amor)

Para montar esta lista, tive que criar alguns critérios. Em primeiro lugar, nudez é nudez, quase não conta. Por exemplo: Cameron Diaz, em Quem Vai Ficar Com Mary, parou no quase.

Segundo: a nudez tem que ser gratuita. Se a atriz continuasse vestida, não mudaria nada. Digo isso porque existem cenas de nudez dentro do contexto, como a Charlize Theron em Advogado do Diabo (quando ela mostra o que aconteceu com o corpo dela), ou a Heather Graham em Boogie Nights (ela era uma atriz pornô!).

Terceiro: a atriz tem que ter alguma relevância, ou, pelo menos, o filme. Atrizes desconhecidas tiram a roupa facilmente em filmes menores. Pra entrar num Top 10, a atriz tem que ser conhecida, ou o filme ser muito bom!

Como acontece de vez em quando, só cabem 10 na lista, então tive que deixar de fora algumas cenas interessantes. Manção honrosa para Keira Knightley (O Buraco), Kelly Preston (Spellbinder), Kely Le Brock (A Dama de Vermelho), Elizabeth Hurley (O Peso da Água), Dina Meyer (Tropas Estelares), Nastassja Kinski (Por Uma Noite Apenas) e Linnea Quigley (A Volta dos Mortos Vivos  – sei que Linnea não é famosa como as outras, mas uma zumbi gostosa e pelada tinha que ser citada!).

Antes das fotos, preciso lembrar que este blog é um espaço família, então preferi não colocar fotos de mulher pelada – de mais a mais, hoje, com a internet, é muito fácil ver cada uma destas cenas em alta definição. Meu amigo Afonso Melo teve criativas ideias pra mostrar as cenas sem exibir nada demais. E as ideias ficaram sensacionais! Recomendo ver cada imagem!

Vamos às peladas?

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10. Brigitte BardotO Desprezo

Os produtores exigiram que o diretor Jean-Luc Godard explorasse a beleza de Brigitte no filme. Como o roteiro não tinha espaço pra isso, os créditos inciais são sobre o corpo nu dela.


9. Sharon StoneRápida e Mortal

A nudez mais famosa de Sharon foi a cruzada de pernas em Instinto Selvagem. Mas lá era coerente com o filme. Aqui é um faroeste…


8. Demi MooreGI Jane

Demi tira a roupa com frequência, e na maior parte das vezes tem a ver com o filme. Mas não aqui, onde ela faz uma militar de cabelos raspados.


7. Charlize TheronCaminho sem volta

Mais uma que gosta de tirar a roupa, quase sempre coerentemente. Mas não aqui, Charlize tira a blusa e logo a câmera termina a cena.


6. Angelina JolieO Procurado

Mais uma que gosta de aparecer sem roupa, Angelina aqui não precisava mostrar que estava nua quando saiu da banheira.


5. Halle BerrySwordfish

Halle, badalada na época, fez sua primeira cena de nudez, mostrando os seios em uma cena dispensável.


4. Nicole KidmanBilly Bathgate

Nicole é outra que tira a roupa com frequência, quase sempre em situações coerentes. Será que aqui precisava mostrar tanto?


3. Kirsten DunstMelancolia

Kirsten já tinha ficado no “quase” algumas vezes, em filmes como Gostosa loucura e Maria Antonieta. Aqui ela mostra tudo, numa rápida e dispensável cena.


2. Milla JovovichResident Evil

Milla acorda em uma camisola de hospital, e quando cai no chão, mostra pra todo mundo que está sem calcinha.


1. Jennifer ConnellyRéquiem Para Um Sonho

Não que alguém esteja reclamando, mas determinado momento do filme, Jennifer fica se olhando no espelho, com os “países baixos” à mostra.

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De Volta Para o Futuro 3

Crítica – De Volta Para o Futuro 3

Fechemos a trilogia!

Depois da frenética parte 2, a trilogia encerra com menos viagens no tempo. Agora em 1885, no velho oeste, Marty McFly e Doc Emmet Brown precisam descobrir como acelerar um carro para ativar o capacitor de fluxo. Enquanto isso, precisam evitar os confrontos com Bufford Tannen, antepassado de Biff.

Uma coisa muito legal aqui é a repetição de situações que ocorreram nos dois primeiros filmes, adaptadas para o ambiente do velho oeste. O roteiro, novamente escrito por Robert Zemeckis e Bob Gale, flui perfeitamente, e aproveita para brincar com clichês de filmes de faroeste. As referências à cultura pop são em menor quantidade, mas também estão presentes.

A manutenção do elenco foi importante para isso. Thomas F. Wilson, exagerado como nunca, brilha como o “Cachorro Louco” Tannen. Claro, temos novamente Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Lea Thompson e Elisabeth Shue. A novidade está com Mary Steenburgen, interpretando Clara, a única personagem que não tem nada a ver com os outros dois filmes.

Mas confesso que, dos três filmes, esse é que menos gosto. Não que seja fraco, longe disso, é que o nível da série é muito alto.

De Volta Para o Futuro 3 não só tem menos viagens no tempo, como tem um ritmo mais lento. Também rola uma leve mudança de foco – Doc Brown tem uma importância maior, chega a ter um par romântico. Isso não faz o filme ser ruim, mas o faz perder na comparação com os outros.

Mesmo assim, o filme dirigido por Zemeckis tem sequências de tirar o fôlego, como o tradicional duelo no velho oeste, ou a eletrizante parte final no trem. Mesmo um pouquinho mais fraco, é uma excelente conclusão para uma das melhores trilogias da história!

A Casa dos Sonhos

Crítica – A Casa dos Sonhos

Will Atenton larga o seu emprego em uma grande editora de Nova York para se dedicar a escrever um livro, ao mesmo tempo que se muda com a esposa e as duas filhas pequenas para uma nova casa. Mas logo a família descobre que a casa foi palco de uma chacina alguns anos antes.

O diretor Jim Sheridan, famoso por filmes como Em Nome do Pai e Meu Pé Esquerdo, faz aqui uma incursão no gênero fantástico. Mas, apesar do péssimo poster sugerir, A Casa dos Sonhos não é terror – uma das falhas do filme é não se decidir sobre qual estilo faz parte. Me pareceu um thriller de suspense, mas tem algo de drama também.

Sheridan não gostou do resultado final de seu filme, chegou a pedir que seu nome fosse tirado dos créditos (o que não aconteceu). A Casa dos Sonhos realmente está um degrau abaixo de seus grandes filmes, mas não achei tão ruim a esse ponto.

Um dos acertos do filme foi a escolha do elenco. Daniel Craig e Rachel Weisz estão bem juntos – aliás, a química foi tão boa que eles se casaram depois do filme. Naomi Watts tem um papel menor, e Elias Koteas faz uma ponta de luxo. Mais uma coisa: as crianças são interpretadas por Taylor e Claire Geare, irmãs na vida real, o que ajuda na interação entre elas – boa ideia.

A ambientação é legal, muito frio, muita neve. E a casa também foi uma boa escolha. Mas o roteiro não é perfeito. A Casa dos Sonhos tem uma boa reviravolta na trama, mas achei que esta aconteceu cedo demais, rola bem no meio do filme. Isso atrapalha um pouco o ritmo, que cai na segunda parte.

Li muitas críticas negativas por aí. Talvez isso seja porque o péssimo trailer oficial traz um grande spoiler e já revela de cara esta reviravolta que citei. Fui ao cinema sem ter visto o trailer, e gostei da reviravolta. Mas se já soubesse antes, com certeza ia gostar menos do filme.

Enfim, A Casa dos Sonhos não é uma obra prima, pode-se até dizer que a ideia já foi usada antes várias vezes. Mas pode ser uma boa opção, principalmente pra quem não viu o trailer!

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X

Crítica – X

Admito: quis ver este filme para ver a bela Viva Bianca, a Ilithyia de Spartacus, em um papel contemporâneo. O que heu não sabia é que o filme seria ruinzinho…

X sofre de um problema relativamente comum: falta história. A trama toda cabe em um parágrafo: garota de programa veterana querendo largar o ofício conhece uma adolescente novata na profissão. Depois de um trabalho juntas, elas presenciam um assassinato, e agora precisam fugir. E só.

Talvez isso funcionasse nas mãos de um bom diretor, ou se tivesse um bom roteiro. Nada. Os personagens são clichê, as situações são previsíveis. E, a cereja do bolo: alguns diálogos são constrangedores – rola um sentimento de vergonha alheia naquela cena do cara com as duas no quarto do hotel.

E tome cenas leeentas pra cá, cenas leeentas pra lá… Principalmente com a personagem de Hanna Mangan Lawrence, que vaga de um lado para o outro, quase sempre em companhia de personagens sem graça.

Ah, a nudez! Senti falta de nudez num filme com esse tema. Por que a Viva Bianca só aparece de calcinha e sutiã? Ela foi mais generosa em Spartacus

Enfim, dispensável…

Grave Encounters

Crítica – Grave Encounters

Mais um filme no estilo “encontraram uma filmagem real”. A ideia já tá ficando batida, mas até que Grave Encouters é legal.

Supostamente, Grave Encouters era um programa de tv no estilo Caçadores de Mitos, checando a veracidade de lugares assombrados. Só que problemas inesperados surgiram enquanto filmavam o episódio 6…

Ok, não há nada de novidade aqui no filme dirigido por uns tais de Vicious Brothers. É apenas um “arroz com feijão” bem feito. Mas, vem cá, o público que vai assistir um filme desses não está procurando o “novo Cidadão Kane“, e sim apenas uma diversão honesta. E nisso, Grave Encouters não decepciona.

A primeira meia hora é lenta, mas depois o filme engrena num bom ritmo até o fim. Rolam alguns sustos legais, e os efeitos são simples e eficientes. O elenco – claro, só com gente desconhecida – funciona dentro do esperado, e a história tem seus clichês, mas flui com tranquilidade. Por fim, o velho hospício é um excelente cenário para o estilo do filme.

“Ora, mas o filme não tem nada de original”, dirão os chatos. Mas quem não for chato vai se divertir!

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De Volta Para o Futuro 2

Crítica – De Volta Para o Futuro 2

E vamos às continuações de De Volta Para o Futuro!

De Volta Para o Futuro 2 começa exatamente onde o primeiro termina. Doc Brown volta para o presente para buscar Marty McFly e levá-lo ao futuro. Mas certos acontecimentos alteram o passado e, consequentemente, o presente.

Hoje pode até ser comum, mas era novidade em 1989, quando anunciaram que iam ser duas continuações, filmadas ao mesmo tempo e lançadas com um pequeno intervalo de tempo. Assim como era novidade o fim da parte 2 ser um “continua”… Enfim, pelo menos são filmes bem diferentes entre si, apesar de ambos serem continuações fiéis do primeiro filme. É interessante notar que os três filmes repetem várias sequências, mas em momento algum estas repetições parecem repetitivas. Continuação bem feita é isso aí!

Esta segunda parte mostra o futuro, em 2015 (daqui a 4 anos!), e uma realidade alternativa no mesmo 1985, além de voltarmos para 1955 para rever a história já contada sob uma nova ótica. É, a parte 2 é confusa sim. Mas o roteiro, mais uma vez escrito pelo diretor Robert Zemeckis em parceria com Bob Gale, é bem feito e funciona redondinho nas idas e vindas. Dá pra entender tudo, não ficam pontas soltas. Só precisa prestar atenção…

Como aconteceu no primeiro filme, De Volta Para o Futuro 2 é recheado de referências à cultura pop. Um prato cheio pra quem curte, tanto na parte em 2015, quanto em 1955. Aliás, o trecho em 1955 é minuncioso, afinal boa parte do filme original é refilmada, agora sob outro ângulo.

Algumas considerações sobre o elenco. Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Lea Thompson e Thomas F. Wilson voltam a seus papeis (e também mais um personagem aqui, outro ali – Fox chega a ter três personagens simultâneos na mesma cena!). Crispin Glover se desentendeu com a produção e foi substituído por Jeffrey Weissman, mas como pouco aparece, mal dá pra notar. Outra substituição no elenco foi a entrada de Elisabeth Shue (Despedida em Las Vegas), no papel de Jennifer, namorada de Marty, no lugar da original Claudia Wells, que teve de se afastar da produção por problemas de saúde na família. Flea, o baixista do Red Hot Chilli Peppers, tem um papel pequeno e importante (guarde a cara dele, ele volta na parte 3). E, falando em gente que ficou famosa depois, além de Billy Zane (Titanic) repetindo o papel do primeiro filme, reparem em um dos garotos ao lado do videogame em 2015 – é Elijah Wood, ele mesmo, o Frodo de Senhor dos Aneis.

Os efeitos especiais são bons, mas em algumas cenas podemos ver a imagem “recortada” pelo chroma-key – isso fica claro nas cenas do skate voador (principalmente com a imagem nítida do blu-ray). Mas não é nada que atrapalhe o filme…

De Volta Para o Futuro 2 tem um problema: é um filme sem início e sem fim. Pelo menos a história tem uma conclusão, só que no filme seguinte – que será comentado aqui em breve!

Top 10: Melhores Mortes

Top 10: Melhores Mortes

Caramba, não rolava um Top 10 aqui no blog há mais de um mês, desde o dia 28 de setembro! Vamos fazer mais um?

Segundo sugestão do leitor Leonardo Pontes, hoje vamos listar a melhores mortes. Aquelas mortes graficamente impressionantes, que a gente fica querendo rever depois que acaba o filme.

Preciso avisar de possíveis spoilers ao longo da lista. Afinal, estamos falando de cenas cruciais dos filmes. Mas, como o filme mais novo da lista é de 2002, acho que tem muita importância, né? Anyway, aviso dado:

POSSÍVEIS SPOILERS ABAIXO!

Ah, pensei em citar o “killer bunny” de Monty Python – Em Busca do Cálice Sagrado, mas, apesar do coelhinho fazer um bom estrago, o filme não mostra muita coisa…

Vamos às cenas?

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10. Scanners (1981)

Da época que David Cronenberg tinha o apelido de “Cronenbleargh” devido à quantidade de gore. A cena da cabeça explodindo é clássica!

9. Navio Fantasma (2002)

O filme é fraquinho, mas a cena inicial, onde um cabo de aço corta todo um baile ao meio, vale o ingresso.

8. Hannibal (2001)

O Dr. Hannibal Lecter come o cérebro do personagem do Ray Liotta. Detalhe: Liotta ainda está vivo!

7. A Profecia (1976)

Caminhão carregando vidros desce ladeira de ré. O vidro desliza, e uma cabeça decepada rola por cima. Cena clássica de um filme também clássico.

6. Ichi the Killer (2001)

O esquisitão e perturbado Ichi guarda uma lâmina no sapato. Determinada cena ele literalmente divide ao meio o seu oponente.

5. Dia dos Mortos (1985)

Rolam mortes legais em tudo quanto é filme de zumbi. A minha preferida está no fim d’O Dia Dos Mortos, aquela do militar partido ao meio por zumbis.

4. Robocop – O Policial do Futuro (1987)

Um dos vilões entra com o carro dentro de um tonel de lixo tóxico. Ele sai literalmente derretendo por causa do ácido, e ainda é atropelado.

3. Alien, o Oitavo Passageiro (1978)

John Hurt, no meio da janta, tem o peito explodido por um filhote de alien. Toda vez que como macarrão, fico bolado…

2. Resident Evil – O Hóspede Maldito (2002)

Um laser percorre um corredor e corta tudo pela frente. A melhor parte é quando um cara é cortado pelo laser quadriculado.

1. Os Caçadores da Arca Perdida (1981)

A cena onde os nazistas são “varridos” após a abertura da Arca da Aliança é impressionante! Destaque para o vilão Toth, cujo rosto derrete – o chapéu chega a mudar de posição.

Hors concours – franquias Premonição e Jogos Mortais

Até agora já foram doze filmes (cinco de Premonição e sete de Jogos Mortais), e tudo indica que teremos mais ainda nos próximos anos. E parece que o único objetivo de cada novo filme é apresentar novas e criativas mortes. Daria tranquilamente pra fazer dois Top 10, um com cada franquia. Então deixei ambas como hors conscours…

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