Rio Fan 2011

Rio Fan 2011

Alvíssaras! Hoje começa mais uma edição do Rio Fan!

Em 2008 rolou aqui no Rio um festival de filmes de terror, o Rio Fan. Neste festival, vi (no cinema) alguns filmes que ninguém nunca mais ouviu falar, como Estrada Para o Inferno, um trash paquistanês que misturava zumbis com uma família de desiquilibrados; O Bosque Maldito, um terror italiano com cara de giallo dos anos 80; e The Rage, um trash com um cientista maluco, abutres mutantes e muito gore.

(Também vi o fraco The Zombie Diaries, uma espécie de Diário dos Mortos, mas sem o talento do George A. Romero; e Morram, Zumbis FDP, único filme realmente ruim, que preferia não ter visto.)

Desde então, heu esperava por outra edição, e nada… Começou até a rolar um SP Terror, e nada aqui… Até que li no jornal de hoje sobre o Rio Fan 2011!

A programação deste ano conta com três filmes que já passaram aqui pelo blog: Aterrorizada, o novo John Carpenter; Balada do Amor e do Ódio, o novo Álex de la Iglesia; e o polêmico Srpski Film, filme sérvio barra-pesadíssima sobre a indústria pornô.

Infelizmente, o festival é curtinho, e tô com a semana cheia. Mas vou tentar ver alguns filmes. Acho que sexta vai ser um bom dia, quero muito ver A Noite do Chupacabras, filme novo de Rodrigo Aragão, diretor de Mangue Negro!

Aqui tem a programação completa:

http://www.riofan.com.br/programacao.html

Divirtam-se!

Top 10: Alienígenas Mais Legais do Cinema


Top 10: Alienígenas Mais Legais do Cinema

Uêba! Mais um Top 10 legal!

Depois das listas de carros, naves, robôs e armas, hoje é dia dos alienígenas mais legais do cinema!

Aqui, usarei a mesma regra usada no Top 10 de naves legais: só uma citação por filme. Infelizmente, não entrou nenhum wookie, nem nenhum klingon…

(Aliás, mais uma vez, deu vontade de montar um Top 10 só de Guerra nas Estrelas…)

Como sempre, vários alienígenas legais ficaram de fora. Menção honrosa para os insetos de Tropas estelares, a Serleena de MIB, os marcianos de Marte Ataca!, os mandalorianos de O Quinto Elemento e Jeriba, de Inimigo Meu.

Vamos aos alienígenas?

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10. SupermanSuperman – O Filme (1978)

Nem todos se lembram, mas o “homem de aço”, talvez o super herói mais famoso do mundo, foi criado na Terra, mas é um alienígena, veio do planeta Krypton.

9. VogonsO Guia do Mochileiro das Galáxias (2005)

Os alienígenas burocráticos do Guia do Mochileiro das Galáxias parecem saídos de um filme do Monty Python, e são conhecidos pela sua total falta de inteligência, brutalidade, feiúra e inaptidão de escrever poesias.

8. StitchLilo & Stitch (2002)

Criado em laboratório, o pequeno alienígena adotado como bicho de estimação pela havaiana Lilo parece uma mistura de Pica Pau Maluco com o Diabo da Tasmânia. É fã de Elvis Presley!

7. “Camarões”Distrito 9 (2009)

Distrito 9 mostra o lado sem glamour dos alienígenas. Depreciativamente apelidados de “camarões” (“prawns”), são seres pouco evoluídos, que não sabem pilotar a própria nave e acabam vivendo como favelados.

6. PaulPaul (2011)

O filme é novinho, pouca gente viu. Mas Paul, o pequeno alienígena que está fugindo da área 51, é um personagem sensacional, tanto pela personalidade quanto pelo impressionante cgi.

5. PredadorPredador (1987)

Um eficiente caçador, sua camuflagem, sua visão térmica, seu sangue fosforecente e suas armas de fogo viraram marcos no imaginário popular cinematográfico. Se viverte caçando um alien.

4. SpockJornada nas Estrelas (1979)

Sou fã dos Klingons, mas preciso reconhecer que nenhum “cabeça de tartaruga” é tão bem construído como o sr. Spock, o vulcano de mãe humana, uma das marcas registradas de toda a franquia Star Trek.

3. YodaO Império Contra Ataca – (1980)

Tecnicamente, todos os personagens da saga são alienígenas, afinal, tudo se passa “a long time ago, in a galaxy far far away”. Foi difícil eleger um, escolhi o Yoda, o poderoso mestre jedi de quase 900 anos de idade.

2. AlienAlien – O Oitavo Passageiro (1979)

O “alien” é uma criatura fantástica. É um dos seres mais mortais da história do cinema, é perigoso em mais de uma fase da sua vida. E seu sangue ainda é um corrosivo ácido.

1. E.T.E.T. (1982)

O adorávei extra-terrestre do filme de Steven Spielberg é tão importante na nossa cultura que, mesmo sem ter um nome, a expressão “e.t.” virou sinônimo de “alienigena”.

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Em breve, Top 10 de monstros legais no cinema!

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filmes com nomes esquisitos

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estilos de filmes ruins
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melhores frases de filmes
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melhores filmes de sonhos
melhores filmes com baratas
filmes com elencos legais
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filmes que vi em festivais e mais ninguém ouviu falar
Atores Parecidos
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melhores filmes de 2010
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melhores filmes da década de 00
filmes de vampiro

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cenas de sexo esquisitas

ficção cientifica ou não ficção científica

filmes de vingança

marcos nos efeitos especiais
filmes estrangeiros que fazem referência ao Brasil

personagens que morreram e voltaram

filmes de macho
filmes de máfia
visual deslumbrante
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filmes de humor negro
mulheres duronas
filmes com viagem no tempo
melhores lutas longas
melhores adaptações de quadrinhos de herois
piores adaptações de quadrinhos de herois
melhores filmes trash
filmes com teclados
stop motion
carros legais
naves legais
robôs legais
armas legais

Caiu do Céu


Crítica – Caiu do Céu

Às vésperas da conversão da Libra para o Euro, um garoto inglês de 7 anos, obcecado por santos católicos, acha uma bolsa cheia de dinheiro – que literalmente cai em cima de sua casinha feita de caixas de papelão. Agora ele precisa gastar o dinheiro, ou distribuir para os pobres.

Sei lá por qual motivo, perdi o lançamento deste filme do Danny Boyle. Acompanho sua carreira desde Cova Rasa, mas não me lembro do lançamento nacional deste filme de 2004.

O interessante é que Caiu do Céu (Millions, no original) é quase uma fábula infantil. Boyle deixa de lado toda a violência do seu filme anterior (o ótimo Extermínio) e faz um filme pelo ponto de vista de uma criança. Dá pra colocar Caiu do Céu na prateleira dos filmes infanto-juvenis sem problemas.

(Boyle voltaria a temas adultos no filme seguinte, Sunshine, tudo isso antes do Oscar por Quem Quer Ser um Milionário?)

O estilo de Boyle continua o de sempre, cortes rápidos, cores fortes, trilha sonora impactante. Caiu do Céu parece uma versão light de Cova Rasa, onde pessoas ganham um dinheiro inesperado. Mas o clima leve aqui o torna uma boa opção de filme família.

No elenco, ninguém conhecido. Ninguém compromete, os garotos mandam bem.

Não é um filme essencial na carreira de Danny Boyle. Mas não faz feio ao lado de titulos como Cova Rasa e Trainspotting.

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Quem Quer Ser um Milionário?
A Pedra Mágica
127 Horas

Elektra Luxx

Crítica – Elektra Luxx

Um filme estrelado por Carla Gugino, Malin Akerman, Adrianne Palicki, Emmanuelle Chriqui e Marley Shelton, e que conta a história de uma ex-atriz pornô, é um filme que chama a atenção, não?

Elektra Luxx, uma famosa atriz pornô, engravida e decide largar o ramo. Enquanto dá aulas de “como se portar na cama como uma pornstar” para donas de casa em um centro comunitário, é abordada por uma comissária de bordo que lhe traz uma proposta diferente.

Heu não sabia antes de ver o filme, na verdade Elektra Luxx é a continuação do filme Women in Trouble, realizado em 2009 pelo mesmo diretor Sebastian Gutierrez, e com quase todo o elenco igual. A trama do segundo filme começa logo depois dos eventos do primeiro. Mas quem não viu Women in Trouble não vai ficar perdido, dá pra acompanhar a história tranquilamente. Enquanto a protagonista Elektra Luxx (Carla Gugino) está envolvida na estranha chantagem, ligada à morte do seu ex-namorado, baterista de uma famosa banda de rock, acompanhamos duas sub-tramas. Uma delas, a mais interessante, traz o “blogueiro sexual” Bert (Joseph Gordon-Levitt); a outra, com a viagem de Holly (Adrianne Palicki) e Bambi (Emmanuelle Chriqui) para o México, é totalmente dispensável.

Aliás, é bom avisar: apesar de ser um filme sobre sobre o universo pornô, e com um elenco cheio de beldades femininas, o filme não mostra quase nada de nudez. Apenas uma rápida cena da Carla Gugino de costas.

Ah, sim, o elenco é muito bom. Além das meninas que citei no primeiro parágrafo, e de Gordon-Levitt (500 Dias Com Ela, A Origem), o elenco ainda conta com Kathleen Quilan, Timothy Oliphant e Lucy Punch. Josh Brolin, o namorado morto, aparece em imagens; e Julianne Moore faz uma ponta não creditada.

Elektra Luxx não é ruim. Mas também não é bom. É um filme bobo, não se decide entre drama e comédia. E a história não leva a lugar algum, quando acaba o filme, a gente se pergunta “e aí?”. O filme não traz nada demais, pelo contrário, tem uma cena musical completamente nada a ver com nada no meio.

Agora fiquei na dúvida: será que vale a pena ver o Women in Trouble? Vou acabar baixando pra ver qualé. Mas acho que vai ser na mesma linha deste…

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Pagando Bem, Que Mal Tem
Boogie Nights
Confissões de uma Garota de Programa

Star Wars Ep I – A Ameaça Fantasma

Crítica – Star Wars Ep I – A Ameaça Fantasma

Faz parte do trabalho de um pai apresentar bons filmes aos filhos. Chegou a hora de rever a hexalogia de Guerra nas Estrelas com a criançada!

A história todo mundo conhece, né? Durante uma crise política, os cavaleiros jedi Qui-Gon Jinn e Obi-Wan Kenobi vão até o planeta Naboo. Lá, se tornam a escolta da rainha Amidala até Coruscant, mas precisam parar em Tatooine, onde conhecem o jovem Anakin Skywalker.

O único problema de começar com o Ep 1 é que este é o mais fraco dos seis filmes. Tem algumas qualidades, mas, no geral, é bem inferior aos outros. Mas, para conquistar a “nova geração”, preferi começar pela “ordem errada” (o certo seria 4, 5 e 6, depois 1, 2 e 3), afinal, os efeitos especiais deste não parecem tão velhos quanto os do filme de 1977.

O que A Ameaça Fantasma tem de bom? Basicamente quatro coisas:

– O vilão Darth Maul
Rolava um grande desafio, afinal o novo vilão seria comparado com ninguém menos que Darth Vader – considerado por muitos o melhor vilão do século XX. Darth Maul é o que os fãs esperavam, um vilão excelente. Pena que sua participação é pequena.

– O tema musical “Duel of the Fates”
A trilogia clássica tem um dos temas mais marcantes da história do cinema, além de vários outros bons temas, menos famosos, na trilha sonora. O tema novo não fica atrás em termos de qualidade.

– A corrida de Pods em Tatooine
Ok, aquilo foi feito pra vender videogame. Mas toda a sequência da corrida é muito boa!

– O duelo de sabre de luz entre Darth Maul, Qui-Gon Jinn e Obi-Wan Kenobi
O melhor duelo da hexalogia é o travado entre Luke Skywalker e Darth Vader em O império Contra Ataca, toda a narrativa em torno da luta é muito bem estruturada. Mas, tecnicamente, era um aprendiz contra um quarentão. Aqui temos dois jedis e um sith em plena forma. A luta é eletrizante!

Mas isso não consegue esconder a verdade: A Ameaça Fantasma é um filme fraco.

Na minha humilde opinião, o grande problema de George Lucas aqui é que, enquanto na trilogia clássica ele tinha que prestar contas a um superior, aqui ele estava no topo. Faltava alguém pra lhe dizer “menos, George, menos!”. Faltava alguém pra lhe dizer “menos Jar Jar Binks, George, menos!”

E assim, o filme ficou muito aquém do que poderia ficar. Por exemplo, o citado Jar Jar Binks: Lucas queria provar que não precisava de atores reais, então criou um personagem digital. A ideia foi boa, até citei isso no Top 10 de marcos nos efeitos especiais. O problema é que Jar Jar aparece o tempo todo, chega a encher o saco. Se ele tivesse uma participação menor (como aconteceu nos filmes seguintes), não ia ser tão chato.

(Detalhe curioso: o Jar Jar Binks “perdeu a validade”. Hoje, 12 anos depois, os efeitos não enchem mais os olhos. O visual do Jar Jar ficou tão capenga quanto a sua personalidade.)

E não foi só o Jar Jar. O filme tem sérios problemas de ritmo, principalmente as partes com atores – Lucas nunca escondeu que não gosta de dirigir atores – as cenas com a mãe do Anakin são arrastaaadas… Pena, porque o bom elenco contou com Liam Neeson, Ewan McGregor, Natalie Portman, Terence Stamp e Ian McDiarmid. Anthony Daniels, Kenny Baker e Frank Oz voltaram para os personagens C-3PO, R2-D2 e Yoda. E o fraco garoto Jake Lloyd ganhou o papel principal. Fraco mesmo, cadê ele depois desse filme?

Mesmo assim, sou fã, admito. E gostei de ter revisto, mesmo com suas falhas.

O que dá pena é lembrar de toda a ansiosa espera. Foram dezesseis anos aguardando por um novo filme (de 1983 a 1999), lembro de quando saiu o primeiro teaser poster com o Anakin criança, e sua sombra era o Darth Vader… Pra depois, a gente ver um filme que ficou devendo. Me lembro sempre da cena final de Fanboys – leve spoiler, para ler, selecione o texto: quando, depois de muita espera, um personagem pergunta ao outro: “e se o filme for ruim?”.

Em breve, vou rever os Episódios 2 e 3, aí comento aqui!

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Star Wars – The Clone Wars

Balada do Amor e do Ódio/ Balada Triste de Trompeta

Crítica – Balada do Amor e do Ódio / Balada Triste de Trompeta

Uêba! Filme novo escrito e dirigido pelo Álex de La Iglesia!

Espanha, anos 70. Descendente de uma família de palhaços, Javier começa a trabalhar num circo como o “Palhaço Triste”, ao lado do palhaço Sergio, um bom profissional, mas uma pessoa de temperamento muito complicado. Tudo fica ainda mais complicado quando a trapezista Natalia, namorada de Sergio, se aproxima de Javier.

Olha, sou fã do Álex de La Iglesia, e admito que gosto de filmes esquisitos. Mas preciso reconhecer que ele não foi feliz aqui. Balada do Amor e do Ódio é bizarro demais!

O filme já começa estranho. Rola um prólogo na década de 30, com palhaços na linha de frente de guerra. Depois segue estranho com a história do Palhaço Triste. E, a partir da fuga de Javier do hospital, tudo fica bizarro demais. A loucura de Javier nos faz perder qualquer interesse por um personagem que já não tinha muito carisma!

A parte técnica do filme é boa, gostei da fotografia com cores escuras. Também gostei do elenco, que conta com Carlos Areces, Carolina Bang e Antonio de la Torre. O problema está no roteiro mesmo…

O penúltimo filme de Álex de La Iglesia tinha sido o fraco Los Crimenes de Oxford. Não foi um filme ruim, só perde na comparação com outros como Ação Mutante, O Dia da Besta e Crime Ferpeito. E agora, veio este Balada do Amor e do Ódio. Sr. Álex, ainda estou esperando à volta aos bons tempos, ok?

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Se você gostou de Balada do Amor e do Ódio, o Blog do Heu recomenda:
Crime Ferpeito
O Orfanato
Los Ojos de Julia

Top 10: Armas Legais do Cinema


Top 10: Armas Legais do Cinema

É hora de dar continuidade aos Top 10 legais. Depois de carros, naves e robôs, é hora de listar as armas mais legais do cinema!

Agora é a vez de lembrar das armas, brancas ou de fogo, que a gente gostaria de ter em casa. Mas sou de paz, só gostaria de tê-las como colecionador! 😉

Como sempre, não cabe todo mundo. Menção honrosa para o chicote do Indiana Jones, a espada “Ferroada” do Frodo em Senhor dos Anéis, aquela arma com a mira triangular do Predador, a Magnum 44 do Dirty Harry e o cortador de grama matador de zumbis de Bad Taste – Náusea Total.

Vamos às armas!

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10. Excalibur

Aqui não é nem pelo filme, e sim pela espada em si. A Excalibur esteve em vários filmes (até na recente série Camelot), mas nenhum mais marcante que a própria espada – afinal, era “a” espada do Rei Arthur!

9. GlaiveKrull (1983)

Krull virou sinônimo de “filme de sessão da tarde”, mas ainda é um dos grandes filmes de fantasia dos anos 80. Uma das coisas legais do filme é a Glaive, aquela estrela mágica com 5 lâminas usada pelo heroi Colwyn.

8. Espada Hattori HanzoKill Bill (2003)

A Noiva (Uma Thurman) foi até Okinawa para encontrar o lendário Hattori Hanzo, que aceita sair da aposentadoria para forjar uma última espada, usada pela Noiva em sua vingança.

7. Arma do Sex MachineUm Drink No Inferno (1996)

Quase rolou um empate técnico com a “perna metralhadora” de Rose McGowan em Planeta Terror e os “cases de violão” de A Balada do Pistoleiro. Mas escolhi o Sex Machine (Tom Savini), que guardava um revólver nas partes íntimas…

6. Motosserra do AshEvil Dead II – Uma Noite Alucinante (1987)

Outros usaram motosserras, como o Leatherface (O Massacre da Serra Elétrica). Mas o Ash (Bruce Campbell) foi o único a adaptá-la ao próprio corpo.

5. Luva do Freddy KruegerA Hora do Pesadelo (1984)

O facão do Jason quase entrou na lista. Mas a luva do Freddy Krueger, com facas nas pontas dos dedos, é muito mais legal! One, Two, Freddy’s coming for you

4. Noisy CricketMIB (1997)

É aquele revolverzinho minúsculo que o Will Smith usa em Homens de Preto. Tamanho não é documento: o tiro é forte, e a arma dá um coice enorme!

3. PhaserJornada nas Estrelas (1979)

Fiquei em dúvida, porque a Bat’Leth Klingon tem um visual mais legal. Mas o phaser é mais versátil, dá pra variar a intensidade entre “toque”, “tonteio”, “desacordar” e até matar, incluindo a possibilidade de desintegrar o alvo.

2. Zorg ZF-1Quinto Elemento (1997)

Gary Oldman apresenta uma espécie de metralhadora com o opcional “Replay Button”, além de lançador de foguetes, de flechas, de rede e de chamas, e com a novidade “Ice Cube System”!

1. Sabre de LuzGuerra nas Estrelas (1977)

O primeiro lugar é covardia. É difícil pensar em uma arma mais legal do que um sabre de luz. Não só corta qualquer superfície, como ainda serve para rebater tiros de laser.

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Em breve, Top 10 de alienígenas legais no cinema!

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Os Pinguins do Papai

Crítica – Os Pinguins do Papai

O sr. Popper (Jim Carrey) é um agressivo homem de negócios, especialista em adquirir imóveis antigos para colocá-los abaixo e construir novos empreendimentos. Mas quando ele ganha de herança seis pinguins, ele começa a rever conceitos em sua vida.

Dirigido por Mark Waters (Meninas Malvadas), Os Pinguins do Papai é a adaptação de um livro infantil de 1938, escrito por Florence e Richard Atwater. O filme segue a onda proposta: é um “filme família”, uma história infanto-juvenil, bobinha e inocente. Vai agradar a criançada, mas pode cansar os mais velhos.

Heu não tenho nada contra o Jim Carrey, até gosto de alguns de seus papeis caricatos – como não ser fã do Máskara? Mas reconheço que a maior parte dos críticos por aí não gosta dele, por ele ser careteiro demais. Bem, aqui ele nem está muito careteiro, se você não curtir essa faceta de Carrey, isso não vai atrapalhar.

Aliás, o elenco está bem. Gostei da personagem Pippi, de Ophelia Lovibond (4.3.2.1), a secretária que fala um monte de palavras que começam com a letra “p”. Ainda no elenco, Carla Gugino, Angela Lansbury e Clark Gregg.

Na minha humilde opinião, o problema aqui é o roteiro previsível demais, e às vezes incoerente. Ora, se Popper mudou por causa dos pinguins, não seria tão fácil para ele entregá-los para o zoológico. E aquele funcionário do zôo, que não se decidia entre bonzinho e vilão?

Mas, enfim, como disse, a criançada vai curtir.

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As Crônicas de Spiderwick
Rango
A Pedra Mágica

 

Cilada.com

Crítica – Cilada.com

Cilada.com é uma série do Multishow, escrita e dirigida por Bruno Mazzeo. O desafio era transformar a série em um longa metragem. Funcionou?

Bruno (Bruno Mazzeo) trai a namorada na frente de todos em uma festa de casamento. Como vingança, ela coloca na internet um video de uma performance sexual fracassada. Enquanto tenta recuperar a sua imagem, ele se mete em várias ciladas.

Não sei se este era o objetivo dos realizadores, mas o filme dirigido por José Alvarenga Jr (Os Normais, Divã) parece uma comédia romântica hollywoodiana padrão. Segue direitinho a “receita de bolo”: o casal se separa, mas descobre que ainda se gosta. Vários incidentes os impedem de ficarem juntos, até o fim previsível.

Não que isso seja ruim, o cinema brasileiro tem amadurecido, e este tipo de filme tem espaço no mercado: um filme que não tem a pretensão de ser um grande filme, tampouco agride o espectador pela má qualidade. Um produto mediano, descartável, que serve para o objetivo proposto: distrair o espectador por uma hora e meia.

Bruno Mazzeo lidera um elenco ok, que conta com Fernanda Paes Leme, Carol Castro, Sérjão Loroza, Augusto Madeira, Fulvio Stefanini e Fabiula Nascimento. Achei Loroza um pouco acima do tom, mas nada que estrague o filme.

Na minha humilde opinião, o pior pecado de Cilada.com é a irregularidade das piadas. Algumas são boas, mas outras são de péssimo gosto – aquela cena do “grupo de apoio” foi completamente desnecessária. E não, a bunda de Serjão Loroza não é engraçada, não precisava desta apelação.

No geral, apesar de uma baixaria aqui e outra ali, e de vários momentos previsíveis, o filme vai agradar os menos exigentes.

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Patrulha Estelar – Space Battleship Yamato

Crítica – Patrulha Estelar – Space Battleship Yamato

Adaptação do desenho animado japonês Space Battleship Yamato, conhecido aqui como Patrulha Estelar.

Em 2199, alienígenas Gamilon acabam com a frota espacial da Terra. Humanos, que vivem em subterrâneos para fugir da radiação, têm como última esperança a espaçonave Yamato, um velho navio da Segunda Guerra reformado, para tentar chegar ao longínquo planeta Iscandar, onde talvez exista solução para os problemas do planeta.

Confesso que nunca dei bola pro desenho animado, que passava aqui extinta tv Manchete. Nunca fui fã de desenhos japoneses, então nunca parei pra ver qual era a deste desenho. Mas, admito que se hoje encontrar uma reprise, vou parar pra ver.

Patrulha Estelar é tudo o que se espera de um bom filme de ficção científica: uma boa trama, excelentes efeitos especiais e eletrizantes batalhas espaciais. Arriscaria até dizer que é um dos melhores filmes de FC dos últimos anos. Nem parece que é a versão live action de um desenho que passava no “Clube da Criança”, apresentado pela Xuxa nos anos 80!

Preciso falar mais dos efeitos especiais. Quem me conhece sabe que sou um apreciador de efeitos bem cuidados. Logo na primeira cena, o filme já mostra a que veio: vemos um close em um olho, a câmera se afasta, mostra uma mulher pilotando um caça, se afasta mais um pouco, o caça está em uma grande batalha espacial, com caças, grandes naves e centenas de tiros. A parte técnica é muito bem feita, o oposto do que acontece com outros filmes japoneses de terror, como The Machine Girl, Tokyo Gore Police e Vampire Girl vs Frankenstein Girl – esses trashs são divertidos, mas prefiro ver uma produção bem feita como Patrulha Estelar.

O filme me lembrou BSG: humanos fugindo de um inimigo alienígena meio máquina, mais poderoso, e que parece ter como único objetivo acabar com a raça humana. Além disso, ainda tem a ausência de um antagonista central – em vez de um vilão como o Darth Vader, o inimigo é a raça Gamilon (como eram os Cylons em BSG).

É curioso notar que os primeiros desenhos de Patrulha Estelar surgiram em 1974 – antes de Guerra nas Estrelas. Isso é algo muito interessante de se ver: enquanto o ocidente era monopolizado por aventuras como Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas e Galactica, Astronave de Combate, o oriente tinha uma visão diferente, mais séria, acho até que rolava um trauma pós-guerra (só tinham se passado 30 anos do fim da Segunda Guerra Mundial) – daí a espaçonave ser um navio de guerra. O filme novo mantem este clima, tem aquele drama oriental pesado inserido na trama, atores exagerados, um pessimismo rola no ar. O final do filme não é nada hollywoodiano, é um final triste – e coerente.

Nem tudo é perfeito, infelizmente. O desenvolvimento dos personagens é meio abrupto, acho que a história merecia uma minissérie, porque em duas horas e dezoito minutos, a evolução do protagonista Wildstar ficou meio rápida demais. Pelo menos tem um lado bom: o filme não tem enrolação!

Sobre o diretor e os atores, falha minha, não tenho o que falar. Não conheço ninguém. E também não conheço os peronagens do desenho, então não posso nem julgar se as caracterizações estão boas. Só posso dizer que tudo funciona redondinho.

Não sei se será lançado por aqui, espero que sim, já que existe uma legião de fãs, e o filme tem qualidade pra passar na tela grande. Por enquanto, só via download.

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