Jackass 3D

Jackass 3D

Johnny Knoxville e seus amigos malucos estão de volta!

Alguém aí não sabe do que se trata? Vou explicar: um grupo de insanos inconsequentes (li em algum lugar que são dublês) começaram um programa na MTV, dez anos atrás, onde a ideia era, basicamente, ver eles mesmos se ferrando. Ou eles faziam algo perigoso e alguém saía machucado, ou então algo nojento. A parte da nojeira não me atrai, mas os momentos onde eles quase sempre se machucam são muito engraçados. A série virou filme, formato onde eles podem ousar um pouco mais. E agora, no terceiro filme, as abobrinhas são em 3D!

Este terceiro filme segue a “cartilha jackassiana”: Knoxville e seus amigos sem bom senso (Bam Margera, Steve-O, Ryan Dunn, Wee Man, Preston Lacy, Chris Pontius e Dave England, entre outros) alopram geral. E sempre caem na gargalhada quando algum deles se dá mal…

É difícil falar de um filme desses. Afinal, quem se propõe a ver, já sabe o que vai encontrar. Quem não curte, passa longe de filmes assim!

Mas, para quem curte, é um prato cheio. Como falei lá em cima, não curto muito a parte escatológica (quase vomitei no “momento suor”). Mas, por outro lado, rolei de rir diversas vezes, como quando um deles, vestido de pato, é jogado para o alto enquanto os outros, armados de espingardas de paintball, tentam acertá-lo no ar; ou quando Knoxville, pintado igual a um painel, tenta “ficar invisível” para um touro não encontrá-lo; ou quando eles tentam ficar atrás da turbina de um jato; ou quando Steve-O e mais um tentam acalmar um bode com instrumentos de sopro, ou então os “prisioneiros” tentando fugir através de um corredor cheio de armas de choque…

E o momento mais engraçado de todo o filme não teve nada de perigoso, nem de escatológico. Foi um momento completamente nonsense: mostram um bar, com pessoas comuns, filmadas com câmeras escondidas. Um casal de anões vai até o balcão, pedem uma cerveja. Chega outro anão, começa a discutir, porque aquela seria a namorada dele. O anão sai, e volta com mais 3 anões, que começam a bater no primeiro anão.Alguém chama a polícia, entram dois anões vestidos de policiais, que entram na briga! Alguém chama os paramédicos, entram dois anões vestidos de paramédicos! Acho que desde os filmes do George Lucas nos anos 80 que não vejo tantos anões juntos!

Os efeitos em 3D são bem utilizados, assim como uma câmera lenta que capturava 1000 frames por segundo (um filme “normal” usa 24 quadros por segundo). Determinado momento, atiram algo na direção da tela. Quando a imagem fica nítida, notamos que é um pênis de borracha, que depois passeia em câmera lenta por alguns cenários, antes de bater em alguém. E rolam vááários socos em câmera lenta…

Claro, o filme não é 100%, além da escatologia desnecessária (mas que faz parte da mitogia Jackass), alguns momentos são meio bobos. Mas, por outro lado, eles estão juntos há tanto tempo, que a química que rola entre eles fica nítida. Em alguns momentos (como, por exemplo, na cena da super-cola), a gente vê o brainstorm de bobagens pairando no ar. Isso é bem legal!

Este é pra ver no cinema, em 3D. Mas de barriga vazia!

Jogos Mortais 7

Jogos Mortais 7

E vamos para mais um Jogos Mortais…

Pra ser sincero, rola até preguiça de escrever aqui sobre este filme. Dá vontade de fazer um ctrl c ctrl v do texto que escrevi pra Jogos Mortais 6. Afinal, a essência do texto é igual. Vou resumir:

Gosto muito do primeiro Jogos Mortais. Um filme cru, violento e com um dos finais mais surpreendentes da história do cinema. Mas nunca dei bola pras continuações, acho todas elas iguais, bem mais fracas que o original, e me confundo sobre o que acontece em cada uma delas. Mesmo assim, continuo assistindo. Por que?, alguém vai me perguntar. Ora, os filmes não são obras primas, mas são filmes honestos! Os tais jogos mortais citados no título brasileiro são criativos, rola muito sangue, muito gore, e sempre temos mortes bem feitas, graficamente falando. Mais: os filmes são curtos, e a edição é eficiente, principalmente no clímax final, onde, não raro, rola uma surpreendente virada no roteiro.

A única novidade é a inclusão de efeitos em 3D, e também a volta do personagem de Cary Elwes, do primeiro filme. O resto é basicamente o mesmo. Mortes legais num filme curtinho. Nada mais.

Diz o título que será o último filme. Será que a gente acredita?

Sangue e Chocolate

Sangue e Chocolate

Enquanto Hollywood está infestada de filmes sobre vampiros, o tema lobisomem ainda tem poucas opções – mesmo contando com vários filmes / séries de vampiros que usam lobisomens como coadjuvantes (True Blood, Crepúsculo, Anjos da Noite). Sangue e Chocolate, de 2007, é uma dessas raras opções.

Vivian (Agnes Bruckner) é descendente de uma antiga linhagem de lobisomens em Bucareste, na Romênia. Quando conhece e se apaixona pelo desenhista americano Aiden (Hugh Dancy), fica em dúvida se alimenta o romance com o humano ou se segue o seu destino como “lobismulher”.

Dirigido por Katja von Garnier, Sangue e Chocolate é baseado no livro homônimo escrito por Annette Curtis Klause. Não li o livro, mas li vários comentários no imdb criticando a adaptação. Uma das críticas deve ser relacionada ao nome do filme. Não sei se “Sangue e Chocolate” tem algo a ver com o livro, mas posso dizer que não tem nada a ver com o filme.

O filme não é lá grandes coisas. De positivo, mostra belíssimas locações em Bucareste, na Romênia. Outra coisa que gostei foi da forma como mostra os lobisomens correndo (enquanto estão sobre dois pés).

Mas, por outro lado, me lembrei de como falei mal da transformação do lobisomem de Lua Nova. E as transformações aqui são ainda piores! São horríveis, uma pessoa pula, e de repente rola um efeito de luz e a ela vira um lobo. Quando volta à forma humana, está sem roupas. Mas, ora, pra onde foram as roupas na primeira transformação?

Ainda rola outro problema: os lobisomens não assustam nem um pouco. Acho que a diretora quis dar maior ênfase ao romance do que ao terror…

Enfim, vale, por ser um filme de lobisomens, o que não tem muito por aí. Mas não espere muita coisa!

RED – Aposentados e Perigosos

RED – Aposentados e Perigosos

A dama britânica Hellen Mirren, aquela que, há pouco, foi a Rainha da Inglaterra, empunhando uma metralhadora? Definitivamente, isso é uma coisa que a gente não vê todo dia!

Frank Moses (Bruce Willis), ex-agente da CIA, aposentado, leva uma vida pacata num típico subúrbio americano, de onde fica flertando ao telefone com a atendente do telemarketing do seguro social. Até que descobre que querem matá-lo. Frank resolve contra-atacar, e se une a velhos companheiros da sua época, todos “RED” – “Retired Extremely Dangerous” (“Aposentados Extremamente Perigosos”).

A princípio, pensei que seria algo no estilo de Os Mercenários, onde Stallone junta vários atores com a “idade vencida” para um filme de ação. Mas não, RED é muito mais do que isso. O elenco aqui é MUITO melhor! Se acompanhando Stallone estão Dolph Lundgren, Mickey Rourke, Eric Roberts, Jason Statham e Jet Li; ao lado de Bruce Willis estão Hellen Mirren, John Malkovich, Morgan Freeman, Brian Cox, Mary Louise Parker, Richard Dreyfuss e Ernest Bornigne! Um elenco assim faz diferença.

Bruce Willis faz o de sempre. Mas seus companheiros não costumam fazer este estilo de filme. John Malkovich, completamente alucinado, é um alívio cômico sensacional. Helen Mirren continua com a classe de sempre, mesmo quando revela “I kill people, dear” (“Eu mato pessoas, querida”). Morgan Freeman, com 80 anos, num asilo, ainda tem pique para ação. E Brian Cox, que não está no cartaz, também está ótimo como o veterano russo. E tem mais: o elenco “não veterano” também manda bem. Mary-Louise Parker, lindíssima com seus 46 anos, está engraçadíssima como a mulher “comum” que de repente se vê no meio de situações de alta periculosidade. E Karl Urban (o McCoy do novo Star Trek) manda bem como o antagonista agente da CIA. Isso porque não falei dos pequenos (e importantes) papeis de Richard Dreyfuss e Ernest Bornigne.

Dirigido por Robert Schwentke, RED foi inspirado na graphic novel homônima de Warren Ellis e Cully Hamner. Não li os quadrinhos, mas pelo que li na internet, estes são mais sérios. Felizmente, o filme pegou o caminho da galhofa. E assim, se tornou uma das mais divertidas opções do ano. Além de ser um bom filme de ação, RED traz tantos momentos hilariantes que pode também ser classificado como comédia. O cinema inteiro gargalhava o tempo todo!

Também preciso falar da excelente trilha sonora de Christophe Beck, usando uma espécie de soft jazz, meio lounge, meio rock, pontuando com bom humor todo o filme. Vou procurar o cd. E vou procurar mais trabalhos desse cara.

O roteiro não é perfeito, tem vários furos. Por exemplo, como é que um evento onde existe uma ameaça ao vice-presidente não usa câmeras de segurança e nem tem guardas em todas as saídas? Mas, se você não se ligar nesses detalhes, a diversão está garantida.

Boa opção pra quem quiser um bom blockbuster!

A Pedra Mágica

A Pedra Mágica

Não me canso de falar aqui no blog o quanto sou fã do Robert Rodriguez. Este ano, o melhor filme dentre os 26 que vi no Festival do Rio foi o dele, o sensacional Machete. Isso porque antes ele fez Planeta Terror e Sin City. O cara é gênio. E tem mais: ele tem uma carreira paralela, de filmes infantis. Ele fez os três Pequenos Espiões e também Shark Boy e Lava Girl. A Pedra Mágica é o seu novo filme pra criançada.

Nesta fábula amalucada, um garoto descobre uma pedra colorida capaz de realizar qualquer desejo. Quando outras pessoas descobrem os poderes da pedra, o caos se instala no pequeno subúrbio de Black Falls, dominado por uma grande companhia que fabrica o Black Box, uma engenhoca que parece uma mistura de celular com videogame com mini-computador com mais um monte de coisas.

A Pedra Mágica é um filme divertido, com personagens bem construídos e um roteiro não linear muito bem escrito. E, assim como faz em seus filmes direcionados ao público adulto, Rodriguez faz de tudo. Aqui ele dirigiu, escreveu, produziu, editou e ainda trabalhou na fotografia e na trilha sonora.

Preciso falar do roteiro. O título original, Shorts, deve ser porque o filme é contado em seis pequenos episódios. Mas, como fez Quentin Tarantino (amigo e parceiro de Rodriguez) em Pulp Fiction, os episódios não estão na ordem cronológica! E, com uma edição bem feita, isso torna o filme ainda mais divertido.

O elenco adulto tem alguns nomes conhecidos, como William H. Macy, John Cryer, Leslie Mann e James Spader. Mas o melhor nome do elenco está no “time infantil”: a (ainda) desconhecida Jolie Vanier, de apenas 11 anos, como a vilã Helvetica Black. A menina é ótima!

(Mais uma bola dentro de Rodriguez: seus filhos estão no elenco, como em vários de seus outros filmes – Rebel Rodriguez esteve em Planeta Terror e Shark Boy e Lava Girl. Mas, diferente de muita gente adepta ao nepotismo, seus filhos são coadjuvantes. Os papéis principais ficam com as crianças realmente talentosas!)

Os efeitos especiais são bastante eficientes para mostrar esse mundo louco. Jacarés andando em duas patas, um pterodátilo, um monstro de meleca, alienígenas minúsculos, um robô gigante, dois personagens em um só corpo, um personagem que vira um besouro, outro com chocolates infinitos… A imaginação estava fértil quando escreveram o roteiro, e os efeitos especiais acompanham tudo isso.

Claro, tem gente que vai achar tudo aqui exagerado. E é sim, os personagens adultos são caricatos, os desejos pedidos à pedra são absurdos, o tal aparelho Black Box faz tudo… Mas, caramba! É um filme infantil!

Boa opção para quem quiser um filme infantil diferente do óbvio.

A Casa das Coelhinhas

A Casa das Coelhinhas

Tenho um hábito nem sempre saudável. Vejo quase tudo o que cai em minhas mãos. Numa dessas, vi este lamentável A Casa das Coelhinhas (House Bunny, no original)

A trama não faz o menor sentido. Uma menina passa toda a infância num orfanato, e de lá sai direto para a Mansão Playboy, onde vira uma coelhinha. Fora da mansão, acaba numa fraternidade universitária.

A Casa das Coelhinhas é ruim em vários aspectos. O principal é que se trata de uma comédia completamente sem graça! Mas tem mais, muito mais. Por exemplo: acho difícil alguém se identificar com a nossa heroína Shelley (Anna Faris) – uma menina burra e mimada não gera simpatia de ninguém.

A trama é clichê e extremamente previsível. Claro que as meninas feias da fraternidade vão ficar bonitas depois de se maquiarem e pintarem os cabelos. Claro que Shelley ganhará o poster. E claro que a fraternidade coneguirá a casa. Aquela cena final deu raiva de tão óbvia.

Ainda sobre as meninas, que deveriam ser “excluídas” – alguém me explica por que uma delas está grávida? Se ela engravidou, é porque teve um pai, não? E como uma menina que passou anos usando um aparelho na coluna consegue sair correndo naturalmente? E por aí vai…

Fujam!

Lost Boys 3 – The Thirst

Lost Boys 3 – The Thirst

Mais uma continuação do clássico oitentista Garotos Perdidos (de 1987). A segunda parte, Lost Boys 2 – The Tribe, já veio tardiamente, em 2008. Agora, parece que abriu o filão para continuações.

Em uma cidade de praia na California, o caçador de vampiros Edgar Frog passa por problemas financeiros. A escritora best seller Gwen Lieber o contrata para resgatar seu irmão, capturado pelo vampiro alfa que tem planos de criar um exército de vampiros

Este terceiro filme teve um problema: Corey Haim, protagonista do primeiro filme (e que aparece numa cena extra do segundo) morreu em março deste ano, antes do filme ser feito. Assim, o personagem principal voltou a ser Edgar Frog, coadjuvante no primeiro mas protagonista no segundo. Pelo menos o ator Corey Feldman foi mantido. (Em uma espécie de homenagem, Haim aparece algumas vezes, em cenas tiradas do primeiro filme)

Lost Boys 3 – The Thirst não é de todo ruim. Mas tem uma falha grave: falta um bom vilão. Caramba, o primeiro filme trazia Kiefer Sutherland em grande forma, um dos melhores vampiros dos anos 80 (ao lado de Chris Sarandon de A Hora do Espanto). O vilão aqui é fraco e tem carisma zero.

Por outro lado, a bola dentro é que o filme aproveita pra cutucar o fenômeno Crepúsculo – os livros de Gwen Lieber são bem neste estilo de romancezinho vampirinho água-com-açúcar.

O elenco está ok para o que o filme pede. Corey Feldman (que nos anos 80, teve uma grande carreira, fazendo, entre outros, Goonies, Gremlins e Conta Comigo), o tempo todo com cara de mau e voz gutural, só funciona porque o filme é meio piada. Jamison Newlander volta para um pequeno papel como o outro irmão, Alan Frog. E, se tem um nome digno de nota, é a belíssima Tanit Phoenix, a Gwen Lieber, que parece uma Elizabeth Hurley mais nova.

O fim do filme traz um gancho explícito. Lost Boys 4 não deve tardar a aparecer…

O Enviado

O Enviado

No dia seguinte ao seu aniversário de 8 anos, Adam morre num acidente. Um estranho médico cientista propõe aos seus pais uma experiência que desafia a lei e a ética: um clone, uma cópia exata do menino falecido.

Dirigido em 2004 por Nick Hamm (que logo antes tinha feito O Buraco), O Enviado traz uma premissa boa, o tema clonagem é muito interessante. Mas o desenvolvimento da trama deixou muito a desejar!

A primeira parte do filme funciona bem. O clone Adam é uma cópia exata do Adam original, até completar 8 anos de idade. A partir daí, começa a virar um ser sinistro. E é aí que o filme escorrega, tentando criar uma explicação completamente inverossímel sobre um outro DNA inserido no embrião. Era melhor ter seguido pelo caminho sobrenatural, pessoas desafiando Deus e tendo que aguentar as conseqüências…

O elenco é até legal. Greg Kinnear fora indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante seis anos antes, por Melhor é Impossível. Rebecca Romijn estava em alta, nos anos anteriores ela fez Femme Fatale, os dois primeiros X-Men, Rollerball e O Justiceiro. E o médico é ninguém menos que Robert De Niro, oras!

Mas não tem bom elenco que segure um roteiro fraco. E a prova está nos extras do dvd: são apresentados quatro finais diferentes do “oficial”! Aparentemente, os realizadores realmente se perderam!

No fim, O Enviado nem é ruim. Mas também não é bom. Tem coisa melhor por aí.

p.s.: Na internet, rolam umas cenas de nudez da Rebecca Romijn neste filme. Mas não tem nada no dvd brasileiro…

Os Outros Caras

Os Outros Caras

Com a morte de dois policiais herois, outros dois policiais querem os holofotes. O problema é que eles não levam muito jeito para serem estrelas – Terry Hoitz (Mark Wahlberg) carrega um erro enorme no currículo, enquanto Allen Gamble (Will Ferrell) é um grande medroso.

Dirigido por Adam McKay, especialista em comédias bobas com Will Ferrell, Os Outros Caras (The Other Guys no original) é uma boa surpresa: trata-se de uma divertida comédia policial. A parte “ação” é muito bem feita, boas cenas de perseguições de carros, bons tiroteios. E a comédia tem algumas sacadas bem legais.

Um dos destaques do filme é Will Farrell. Sim, por incrível que pareça, o ator com cara de bobão que “cometeu” o lamentável Terra Perdido funciona perfeitamente aqui. Mark Wahlberg também não é reconhecido por seus dotes como ator, mas pelo menos tem alguns títulos legais no currículo, como Boogie Nights e Rock Star. E ambos estão ótimos juntos, rolou uma boa química com a típica dupla de filmes onde um não tem nada a ver com o outro.

O resto do elenco ainda tem alguns nomes legais, como Michael Keaton, Ray Stevenson, Steve Coogan e Eva Mendes, além de participações mais que especiais de Samuel L. Jackson e Dwayne Johnson.

O roteiro traz algumas situações muito engraçadas. Mas não é 100%, alguns momentos são bobos, como, por exemplo, o namoro de Gamble usando a sogra de pombo correio. Desnecessário…

Segundo o imdb, a previsão de lançamento para Os Outros Caras aqui no Brasil era pra ser em 8 de outubro. Estamos no meio de novembro, e nada ainda… Sorte que existe o torrent!

Top 10: Atores Parecidos

Top 10: Atores Parecidos

Sabe quando a gente está vendo um filme, achando que é um ator, e, na verdade, é outra pessoa na tela? Existem vários casos de atores parecidos uns com os outros. Vou listar aqui os que acho mais parecidos.

Como são vários casos interessantes de semelhança, resolvi dividir o Top 10. Hoje postarei os atores, semana que vem farei um novo Top 10, desta vez com atrizes. Aguardem!

Lembrando, sempre, dos outros Top 10 já feitos aqui no do blog: filmes de zumbi, filmes com nomes esquisitos, filmes sem sentido, personagens nerds, estilos dos anos 80, melhores vômitos, melhores cenas depois dos créditos, melhores finais surpreendentes, melhores cenas de massacre, filmes dos ano 80 e 90 nunca lançados em dvd no Brasil, estilos de filmes ruins, casais que não convencem, musicais para quem não curte musicais, melhores frases de filmes, melhores momentos de Lost, maiores mistérios de Lost, piores sequencias, melhores filmes de rock, melhores filmes de sonhos, melhores filmes com baratas, filmes com elencos legais, melhores ruivas, melhores filmes baseados em HP Lovecraft e filmes que vi em festivais e mais ninguém ouviu falar. Visitem!

Em ordem decrescente…

10.Jack Nicholson e Michael Ironside

Michael Ironside anda meio sumido. Mas ele poderia ser o “primo pobre” do Jack Nicholson, não acham?

09.Ryan Reynolds e Jason Lee

O estilo de humor engraçadinho é o mesmo. E, nessas fotos, os dois exageraram: mesma barba, mesma roupa, mesmo chapeu feio…

08.Jeffrey Dean Morgan e Javier Bardem

Jeffrey Dean Morgan é um eterno coadjuvante em Hollywood. Quem sabe o recente sucesso americano do seu sósia espanhol Javier Bardem não o ajuda?

07.Kurt Russell e Patrick Swayze

Estes têm estilos bem diferentes, então fica mais difícil de confundir. Mas olhe bem para ambos!

06.Leonardo Di Caprio e Emile Hirsch

Emile Hirsch é o clássico caso do galãzinho que quer ser parecido com o astro. E parece, poderia interpretar Di Caprio mais novo…

05.Tom Hanks e Dan Stulbach

Dan Stulback poderia viver em Hollywood e ganhar a vida como sósia de Tom Hanks…

04.Josh Duhamel e Johnny Knoxville

Outro caso de estilos diferentes. Josh Duhamel é pretendente a galã; Johnny Knoxville é “o” Jackass em pessoa. Mas olha bem pra cada um deles…

03.Ben Kingsley e  Patrick Stewart

Patrick Stewart era o Ghandi? Ben Kingsley era o capitão Picard, de Star Trek? Ou o contrário?

02.James Belushi e Bill Murray

Tem gente que até hoje acha que era o James Belushi em Caça-Fantasmas! Pra ajudar a confusão, ainda tinha o John Belushi, primo de James, que fazia filmes no mesmo estilo que o Bill Murray (ambos foram parceiros de Dan Aykroyd).

01.Johnny Depp e Skeet Ulrich

Johnny Depp veio antes e tem uma carreira de maior prestígio. Mas atire a primeira pedra quem nunca viu a cara do Skeet Ulrich e pensou “ei, mas esse aí não é o…”