Not The Messiah – Ao Vivo em Londres

Not The Messiah – Ao Vivo em Londres

Levei um susto quando vi num anúncio de site de dvds algo que parecia ser um novo filme do Monty Python. Corri e comprei para ver do que se tratava.

Na verdade, Not The Messiah não é um filme. É o registro de um espetáculo que aconteceu ano passado, na comemoração de 40 anos do grupo de humor inglês Monty Python. Um grande concerto no Royal Albert Hall, em Londres, com orquestra e coro, e várias participações especiais.

O espetáculo é uma versão musical do filme A Vida de Brian. Pra quem não viu o filme: Brian nasceu na manjedoura ao lado de Jesus Cristo e é confundido com Este ao longo de toda a sua vida – inclusive morre crucificado no fim. Tudo isso, claro, com o humor ácido e nonsense do genial e anárquico grupo inglês.

Claro que este Not The Messiah não é tão engraçado, afinal, e um musical e não uma comédia. E quase todas as piadas aqui são tiradas dos filmes. Sim, como homenagem é muito legal. Mas não espere piadas novas!

Mais legal que as homenagens são as participações especiais. Quatro dos cinco ex-Pythons vivos estão presentes (Graham Chapman morreu em 1989). Eric Idle é o principal narrador e está no palco quase o tempo todo; Michael Palin faz alguns papéis; Terry Jones canta uma música; e Terry Gilliam faz uma curta e engraçadíssima ponta. E ainda tem espaço para Carol Cleveland e Neil Innes, coadjuvantes em vários momentos da carreira do grupo.

(Me pergunto onde estava John Cleese, logo o ex-Python com a mais prolífica carreira como ator. Segundo o imdb, ele está envolvido em dois filmes no momento. Será que não dava pra voltar pra Londres por uma noite pra participar do show? Ou será que ele brigou com os outros?)

Os quatro solistas, William Ferguson, Shannon Mercer, Rosalind Plowright e Christopher Purves, são excelentes cantores, mas, como comediantes, deixam a desejar. Já a orquestra, regida por John Du Prez, traz várias inovações criativas e bem-humoradas, como acessórios usados pelo coro, ou então instrumentos não usuais em uma orquestra, como gaitas de foles ou o “momento mariachi”.

Me parece que a maior parte das músicas é inédita. Mas ainda tem espaço para clássicos “pythonianos” como “Always Look At The Bright Side Of Life” e “Lumberjack Song”.

Not The Messiah não é para todos, acho que só os fãs de Monty Python vão curtir. Para quem ainda não conhece, veja primeiro o filme A Vida de Brian!

Tudo Pode Dar Certo

Tudo Pode Dar Certo

Boris Yellnikoff (Larry David) é um velho novaiorquino muito inteligente, mas ranzinza, mal humorado e que adora fazer comentários politicamente incorretos. Até que, por uma coincidência, aparece na sua vida a jovem Melody (Evan Rachel Wood), uma garota meio burrinha do interior.

Pra quem não sabe, este é o novo filme escrito e dirigido por Woody Allen, em cartaz nos cinemas cariocas!

Anos atrás, acompanhei umas duas temporadas da série Segura a Onda (Curb Your Enthusiasm). Eram esquetes curtas, filmadas em vídeo, com cara de reality show, mostrando o dia a dia de Larry David, um dos criadores de Seinfeld (uma das mais bem sucedidas séries da história da tv). O formato da série era sempre o mesmo: David criando confusões e se metendo em situações constrangedoras e desconfortáveis.

Larry David não é grandes coisas como ator, mas faz um Boris Yellnikoff perfeito. O que é curioso é que o roteiro de Tudo Pode Dar Certo (Wathever Works no original) não foi escrito para David. Woody Allen escreveu este roteiro décadas atrás, pensando em Zero Mostel (o Max Bialystock do primeiro Primavera Para Hitler). Quando Mostel morreu, em 1977, Allen guardou o roteiro e aparentemente se esqueceu dele…

Se lembram da crítica que fiz à diferença de idades entre os pares românticos nos filmes de Allen? Cheguei a citar no Top 10 de piores casais. Mas aqui o casal me convenceu, apesar da diferença de 40 anos entre Larry David e Evan Rachel Wood. O modo como eles se conhecem e como todo o relacionamento se desenvolve, desta vez não pareceu forçado.

Como acontece em vários filmes de Woody Allen, a história é simples, o que tem de legal aqui são personagens bem construídos e diálogos bem escritos. Temos algumas situações bem interessantes, gostei dos destinos que os pais de Melody tiveram.

Desta vez, o elenco não é recheado de estrelas, como acontecia anos atrás. Além de David e Wood, temos Patricia Clarckson, Ed Begley Jr., Henry Cavill, Michael McKean, Conleth Hill e Jessica Hecht. Ninguém se destaca, tampouco ninguém atrapalha.

O roteiro traz algumas ideias legais, como a quebra da “quarta parede” por Boris (No cinema, teatro e tv, costuma-se chamar a tela de quarta parede. Se um personagem fala com o público, ele está quebrando esta parede.). O legal é que ele fala com o público, mas os outros personagens não sabem o que ele está fazendo…

Leve e divertido, Tudo Pode Dar Certo é uma boa opção, se a sessão do blockbuster estiver lotada.

Spanish Movie

Spanish Movie

Outro dia encontrei este filme pela internet. Inicialmente, pensei que era mais um daqueles filmes daquela franquia cada vez mais sem graça “alguma coisa movie” (falei deles no meu Top 10 de Filmes Ruins), que começou com Scary Movie (Todo Mundo em Pânico aqui no Brasil) e que depois foi seguido por Uma Comédia Nada Romântica (Date Movie), Deu a Louca em Hollywood (Epic Movie) e Super-Heróis – A Liga da Injustiça (Disaster Movie).

Mas aí vi o elenco do filme. Tem um monte de diretores espanhóis que admiro! Álex de la Iglesia (Crime Ferpeito), Alejandro Almenábar (Abra Los Ojos), Juan Antonio Bayona (O Orfanato), Jaume Balagueró e Paco Plaza (REC)… Bem, já que essa galera está no filme, isso já é motivo para ver “qual é”.

Mas acaba que o formato de Spanish Movie é bem parecido com a franquia americana. O filme dirigido por Javier Ruiz Caldera parodia vários filmes espanhóis recentes, como O Orfanato, Labirinto do Fauno, REC, Abra Los Ojos, Mar Adentro e Volver. Deve ter mais paródias, mas confesso que não entendo tanto assim de cinema espanhol.

E fica a dúvida: funciona? Olha, vou falar que o filme é meio bobo. Mas é bem melhor do que os similares americanos. Algumas piadas são engraçadas, e rolam algumas boas ideias, como por exemplo a cena do marido bêbado com o cenário inclinado. E a sequência que satiriza REC é hilaria!

Fora as participações especiais (ainda tem Belén Rueda repetindo seu papel de O Orfanato), o elenco não tem muitos nomes conhecidos aqui. Alexandra Jiménez, Sílvia Abril e Carlos Areces fazem um bom trabalho como o trio principal. (Ainda rola uma participação desnecessária: Leslie Nielsen repetindo o mesmo papel de sempre numa breve cena. Não precisava disso…)

Findo o filme, fiquei imaginando um “Brazilian Movie”. Com certeza teria Central do Brasil, Cidade de Deus e Tropa de Elite. Quais outros vocês acham que entrariam na sátira?

Uma Noite Fora de Série

Uma Noite Fora de Série

Phil e Claire Foster são um casal comum de Nova Jersey. Até que uma noite resolvem mudar a rotina e ir a um badalado restaurante em Nova York. Mas são confundidos com outro casal e acabam envolvidos com bandidos, num esquema de chantagem que atinge um grande mafioso e um homem público famoso.

Diferente do que parece, Uma Noite Fora de Série (Date Night no original)não é uma comédia romântica. A química entre o casal protagonista funciona bem, mas estamos bem longe do humor típico do estilo. O humor aqui está mais para aquele tipo de comédia do cara errado no lugar errado.

A ideia lembra um pouco o divertido Depois de Horas, de Martin Scorsese, aquele onde Griffin Dunne não consegue voltar para casa e se mete numa roubada atrás da outra. Mas a trama de Uma Noite Fora de Série é mais linear – na verdade, os problemas encontrados pelo casal Foster ao longo de sua “noite de encontro” são consequências de seu primeiro ato.

O filme dirigido por Shawn Levy (diretor dos dois Uma Noite no Museu e da primeira refilmagem de A Pantera Cor-de-Rosa) é leve e divertido. Acredito que boa parte dos méritos se dão ao casal de protagonistas, a escolha de ambos foi muito boa. Steve Carell é conhecido do grande público, por comédias como O Virgem de 40 Anos e Agente 86. Tina Fey não é um nome tão famoso por aqui, mas ela faz um ótimo trabalho na sitcom 30 Rock, onde é roteirista e personagem principal.

E o filme não se resume aos dois. Co-estrelando, temos Taraji P. Henson, Jimmi Simpson e Common. E além destes, são vários os atores famosos fazendo pontas, como Ray Liotta, Mark Wahlberg, Mila Kunis, James Franco, William Fichtner, Mark Ruffalo, Kristen Wiig e Leighton Meester.

Uma Noite Fora de Série não vai mudar a vida de ninguém. Mas é uma boa opção para uma sessão de cinema descompromissada.

Simplesmente Complicado

Simplesmente Complicado

A ideia era boa: uma comédia romântica usando os veteranos Meryl Streep, Alec Baldwin e Steve Martin. Pena que o resultado ficou a desejar…

Jane, bem sucedida profissionalmente, mantém uma relação amigável com seu ex, pai de seus três filhos, de quem está separada há dez anos. Até que um dia, ela tem uma “recaída” e eles começam a se ver de novo. Detalhe: ele está casado com uma outra bem mais nova. Detalhe 2: a separação aconteceu porque ele começou a ter um caso com a atual esposa.

Vejam bem, Simplesmente Complicado não é um filme ruim. É que, não sei vocês, mas heu esperava mais.

Escrito, produzido e dirigido por Nancy Meyers (de Alguém Tem Que Ceder e O Amor Não Tira Férias), Simplesmente Complicado foi vendido como uma comédia. E tem poucos momentos engraçados. E, pra piorar, o filme é longo, são mais de duas horas!

Sobre o elenco, Meryl Streep está ótima, como sempre. Alec Baldwin, que era um galã meio canastrão nos anos 80 (época que era casado com a então gostosona Kim Basinger), atualmente está bem cotado pelo seu bom personagem na sitcom 30 Rock, e aqui também está bem. Já Steve Martin parece que está no filme errado… Seu papel é sério, deu saudade dos bons tempos, quando ele era um dos atores mais engraçados de Hollywood.

O filme é correto. Tecnicamente bem feito, tem boas atuações, e vai emocionar o público alvo nos momentos-chave. Só que poderia ser melhor, bem melhor…

A Proposta

A Proposta

Mais uma comédia romântica!

Uma poderosa e cruel executiva de uma editora de livros se vê ameaçada de deportação, pois é canadense e não tem o green card. Por isso, ela resolve forçar o seu assitente a se casar com ela.

Hummm… Já vimos esta história antes, né? Um casamento forjado para conseguir um green card, mas no fim eles acabam gostando um do outro – essa não era a trama de Green Card – Passaporte Para o Amor, com Gerard Depardieu e Andie McDowell?

Mas comédia romântica é isso aí. A ideia pode ser repetida, desde que funcione. E A Proposta é eficiente em sua proposta (trocadilho horrível, hein?). Uma comédia romântica das boas, daquelas onde, perto do fim, tudo vai dando errado para o casal, mas quando acaba, tudo está bem!

O casal protagonista está bem, mas tem uma coisa que não gostei. Sandra Bullock, com seus quarenta e poucos anos, está coerente no papel de alta executiva. Já Ryan Reynolds, com trinta e poucos, achei um pouco velho para ser o assistente capacho – principalmente se a gente pensar no seu passado e na sua família…

Mas isso não vai atrapalhar a diversão dos fãs de comédias românticas.  Dirigido por Anne Fletcher, A Proposta ainda conta com Mary Steenbrgen, Craig T. Nelson e Malin Akerman no elenco. Mas o único nome que chama a atenção é Oscar Nuñez, do seriado The Office, que interpreta o polivalente e engraçado Ramone.

Filminho leve, pra ver ao lado da patroa, se distrair e depois esquecer…

O Segurança Fora de Controle

O Segurança Fora de Controle

Não sei se isso acontece com vocês. Mas, de vez em quando, quando acabo de ver um filme, fico meio sem saber o que vi. Qual seria o propósito, o objetivo de um filme destes?

Ronnie Banhardt (Seth Rogen) é um sujeito meio desequilibrado que trabalha como segurança num shopping center. Seu sonho é ser reconhecido como um herói, mas não consegue por causa de seu problema de distúrbio bipolar.

O Segurança Fora de Controle (Observe and Report no original) chegou aqui classificado como comédia. Mas confesso que não consegui rir em nenhum momento…

Mas o fato de ser uma comédia sem graça não é o que faz O Segurança Fora de Controle ser um filme ruim. Hollywood tem feito algumas comédias meio sem graça ultimamente, acho que é a nova “onda” por lá, no momento. O problema é que não dá pra se identificar com um cara como Ronnie, completamente sem carisma e que se mete em coisas erradas.

Não dá nem pra dizer se Rogen está bem ou não no papel, afinal, ele interpreta um cara desprezível. Mas dá pena de Ray Liotta, que já teve papéis melhores à mão… Ainda no elenco, Anna Faris, Michael Peña e Collette Wolfe.

O Segurança Fora de Controle é o segundo filme escrito e dirigido por Jody Hill. Acho que ele quer ser um novo Judd Apatow – que, por sua vez, nem é tão engraçado assim. Mas ainda falta talento ao jovem Jody… E quanto a Rogen, bem, esse tem uma carreira mais sólida. Aguardamos ansiosos pelo seu Besouro Verde!

Marte Ataca!

Marte Ataca!

Marte Ataca! (Mars Attacks! no original) é uma das mais divertidas homenagens já feitas aos filmes vagabundos de ficção científica, os clássicos filmes “B”.

A trama é simplérrima: centenas de discos voadores vêm para a Terra trazendo marcianos, pequenos homens verdes de cabeça grande. Seu objetivo? Matar humanos, ora!

O legal do filme é que em momento nenhum nada é levado a sério, a começar pelo visual dos discos voadores e dos próprios marcianos. E, pra melhorar, ainda sobra espaço para várias piadas politicamente incorretas – heu adoro o momento que o hippie solta a pomba exclamando “eles vieram em paz!”

Lendo isso, a gente pode pensar que o filme é vagabundo, né? Que nada. Os efeitos especiais são excelentes, apesar da aparência tosca. E o elenco…

É uma das maiores constelações da história de Hollywood! Jack Nicholson, Glenn Close, Annette Bening, Danny De Vito, Pierce Brosnan, Natalie Portman, Martin Short, Rod Steiger, Lucas Haas, Michael J. Fox, Sarah Jessica Parker, Tom Jones, Jim Brown, Pam Grier, Lisa Marie, Barnet Schroeder, e ainda traz um Jack Black novinho e de cabelo raspado! (Christina Applegate também está creditada, “acho” que é a namorada de Black…)

Marte Ataca! foi lançado pouco depois de Independence Day, o filme catástrofe de invasão alienígena de Roland Emmerich. Um parece o oposto do outro – se em um tudo é levado a sério, no outro tudo é escrachado. Aliás, uma boa comparação seria: enquanto Independence Day é um filme “B” com cara de grande produção, Marte Ataca! é uma grande produção com cara de filme “B”…

Marte Ataca! foi dirigido por Tim Burton, que até hoje sempre se destacou pelo esmero com que cuida da parte visual de seus filmes – Alice, seu mais novo filme, que estreia aqui em abril (mês que vem!), promete manter a tradição, como em filmes como Beetle Juice, Edward Mãos de Tesoura, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, A Fantástica Fábrica de Chocolates, Noiva Cadáver e Sweeney Todd, entre outros.

Marte Ataca! foi lançado nos cinemas em 1996. Já foi lançado em dvd por aqui, mas é um daqueles títulos mal lançados e quase impossível de se encontrar. Pena…

O Desinformante!

O Desinformante!

Mark Whitacre (Matt Damon), um executivo de uma grande empresa no ramo de produtos alimentícios, resolve testemunhar ao FBI sobre um suposto cartel de formação de preços. O problema é que ele é um mitômano, um grande mentiroso, e cada vez que ele conta sua história, algo importante fica de fora.

O filme, dirigido por Steven Soderbergh, tem um problema: não se decide entre drama ou comédia. O filme foi vendido como comédia, e realmente os monólogos internos de Matt Damon são muito engraçados. Mas parece que são os únicos momentos onde o filme tenta fazer graça.

Matt Damon, esse sim, merece ser lembrado pela sua atuação. Deixou de lado o papel de galã, engordou, e aqui aparece de bigode, óculos e cabelos desarrumados. E ele passa credibilidade – ele realmente parece ser sincero nas suas mentiras. Ainda no elenco, Scott Bakula, Scott Adsit, Melanie Lynskey e Clancy Brown.

O visual do filme é bem interessante. Apesar de se passar nos anos 90, a fotografia, os cenários, a trilha sonora, até o estilo do poster (aí em cima), tudo remete a filmes dos anos 70.

A filmografia de Soderberg passeia entre diferentes estilos. Há pouco falei aqui do filme independente Confissões de Uma Garota de Programa, e confesso que não vi seu épico político duplo sobre Che. Diferente destes dois exemplos, O Desinformante! tenta se aproximar mais do seu lado pop, como 11 Homens e um Segredo e suas continuações. Mas o seu ritmo arrastado, aliado à indecisão entre o tom sério e a galhofa, o deixam num degrau um pouco mais baixo.

Idas e Vindas do Amor

Idas e Vindas do Amor

Alguns filmes deveriam vir com recomendações médicas. Este Idas e Vindas do Amor não é recomendado para diabéticos, devido ao alto teor de açúcar apresentado na tela!

A trama de Idas e Vindas do Amor limita-se a mostrar várias historinhas de casais no dia dos namorados gringo (14 de fevereiro). Para isso, temos um grande elenco estelar, cada um com apenas alguns momentos na tela. Momentos românticos e bobinhos. E previsíveis, muito previsíveis.

Idas e Vindas do Amor é previsível ao extremo. Conseguimos adivinhar quase todas as situações do filme. Pra ser sincero, acho que o único desfecho que heu não esperava era o da Julia Roberts.

Falei lá em cima em elenco estelar, não? Além da Julia Roberts, temos Anne Hathaway, Jessica Biel, Jessica Alba, Jennifer Garner, Kathy Bates, Jamie Foxx, Patrick Dempsey, Shirley McLane, Hector Elizondo, George Lopez, Topher Grace, Ashton Kutcher, Taylor Swift, Taylor Lautner, Queen Latifah, Eric Dane, Bradley Cooper, Emma Roberts, e ainda rola espaço para uma cameo não creditada de Jon Mantegna!

(Como fã da falecida série That 70’s Show, fiquei com pena do roteiro não mostrar Topher Grace e Ashton Kutcher juntos em nenhum momento!)

O americano Idas e Vindas do Amor lembra muito o inglês Simplesmente Amor, que tem mais ou menos a mesma estrutura e também conta com um elenco estelar. Na minha humilde opinião, o britânico é melhor…

Mas não adianta reclamar, afinal, quem vai ver um filme desses, deve saber o que está procurando. E, dentro do que ele propõe, o filme é até eficiente. Eficiente, bobinho e “fofo”. Sim, pode levar a namorada / esposa, que ela vai achar o filme fofo! 😉

Só achei esquisito não esperarem para lançar o filme em junho, perto do nosso dia dos namorados. Não acho que este estilo ia perder tanto com a pirataria se atrasasse apenas quatro meses…