Eles Matam, Nós Limpamos

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Eles Matam, Nós Limpamos

Esta comédia de humor negro nunca foi lançada por aqui em dvd. Heu até tinha o vhs original, mas nem sei que fim levou… Quando achei um site gringo que enviava ao Brasil, encomendei logo!

A colombiana Gabriela (Angela Jones) é obcecada pela morte e por isso consegue um emprego numa firma especializada em limpar cenas de crimes. Ela exulta ao chegar na cena do crime de um famoso serial killer (William Baldwin).

O filme, escrito e dirigido por Reb Braddock em 1996 (aliás, é seu único longa, antes disso fez apenas um curta com a mesma história!), é simples e curto (menos de uma hora e meia), e muito legal.

O casal protagonista é interessante. Angela Jones interpretou um papel praticamente igual em Pulp Fiction, a motorista e táxi igualmente obcecada por mortes. Seu par, um dos irmãos Baldwin, é canastrão como toda a família, mas funciona prefeitamente para o que o filme pede.

Falando na família Baldwin, tirando o mais famoso, Alec, hoje estrela da série 30 Rock, os outros irmãos andam sumidos ultimamente. Mas nos anos 90, tinha um monte de filmes com os dois já citados e também com Stephen e Daniel Baldwin.

E não podemos nos esquecer do genial curta Tarantino’s Mind, que cita a ligação entre os este filme e Pulp Fiction, considerando a personagem de Angela a mesma, só que com nomes e empregos diferentes.

Aliás, falando em Tarantino, que é produtor executivo aqui, no meio do filme rola uma citação genial: Kelly Preston aparece no mesmo papel de jornalista que ela fez em Um Drink Para o Inferno, e cita os irmãos Gecko!

Enfim, uma boa diversão para os fãs de humor negro.

Zombieland

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Zombieland

Heu já estava pilhado para ver este filme, só pelo simples fato de ser uma comédia de humor negro sobre zumbis. Aí um amigo meu falou de uma versão maomeno que estava rolando pela internet. Não resisti e baixei. E não me arrependi!

A trama do longa de estreia de Ruben Fleischer traz todos os clichês de filmes de zumbi, e faz piada com todos eles. Nos EUA devastados por uma epidemia de zumbis, poucos sobreviventes tentam continuar vivos enquanto procuram um lugar seguro para ficar.

A ideia parece meio trash, não? Mas a produção do filme não segue este caminho. A produção é boa, temos algumas belíssimas cenas em câmera lenta, lembra um pouco o visual de 300. Sabe aquelas batalhas em câmera lenta? Agora imagine cenas semelhantes, só que mostrando ataques de zumbis!

Outro detalhe interessante são as “regras de sobrevivência”, do personagem Columbus, mostradas na tela como se fossem letras em 3D. Muito legal!

Woody Harrelson lidera o pequeno elenco, de só quatro personagens – todos eles com nomes de cidades americanas. Os outros nomes são Jesse Eisenberg, Emma Stone e Abigail Breslin (a menininha de Pequena Miss Sunshine e Três Vezes Amor). E uma participação especial genial de Bill Murray, interpretando ele mesmo.

Claro que algumas das situações mostradas no filme são absurdas. Quem iria andar numa montanha russa enquanto atira em zumbis? Mas, se você não quiser ver situações absurdas, ora, por que diabos resolveu ver uma comédia de humor negro com zumbis? 😛

Desde já, podemos colocar Zombieland ao lado de outras boas comédias recentes semelhantes, como Fido – O Mascote e Todo Mundo Quase Morto.

Black Dynamite

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Black Dynamite

Alguns meses atrás heu recebi por e-mail um link com o trailer de um filme usando todos os clichês dos filmes de blaxploitation dos anos 70. O trailer era engraçadíssimo! E o filme era este Black Dynamite – que heu nem sabia que já estava pronto, e muito menos que viria para o festival do Rio!

A trama é aquilo que se espera. Black Dynamite é “the ultimate black motherf&%$cker”, um negão enorme e forte, de cabelo black power, que luta kung fu melhor do que qualquer um e tem um revólver com o cano maior do que qualquer um. Ele conquista todas as mulheres e luta contra “the man”, traduzido nas legendas eletrônicas como “o sistema”.

(As legendas eram eletrônicas para o Festival, não sei se serão reaproveitadas. Tomara que algo destas legendas seja usado quando este filme chegar oficialmente. Quando Black Dynamite encontra um cartucho numa cena de crime, este cartucho é chamado na legenda de “pipoco da pesada”. Genial!)

A trama tem alguns absurdos dignos dos bons momentos nonsense dos anos 80 (Apertem os Cintos, Top Secret). O “plano maligno” contra os negros é fantástico, e o brainstorm onde eles descobrem isso é sensacional!

O filme usa um pouco da estética “tarantinesca” de colocar falhas propositais de câmera e enquadramento. E, de quebra, a trilha sonora é maravilhosa. Deu vontade de procurar mais músicas no estilo…

Claro que o filme não é para qualquer um. Mas se você entrar na onda de rir dos clichês e exageros, vai se divertir, e muito!

Morgue Story – Sangue, Baiacu e Quadrinhos

Morgue Story

Morgue Story – Sangue, Baiacu e Quadrinhos

Voltemos ao Festival do Rio!

Quando li sobre um filme nacional misturando quadrinhos, zumbis e catalepsia, tudo isso dentro de um necrotério, já fiquei interessado. Aí, vi que eram pouquíssimas as sessões. Corri para vê-lo logo; esse não sei quando terei outra chance para assistir.

A trama gira em torno de três personagens: Ana Argento (Mariana Zanette), uma quadrinista underground com problemas de relacionamento (criadora do Oswald, o morto-vivo); Tom (Anderson Faganello), um cataléptico vendedor de seguros de vida; e Dr. Daniel Torres (Leandro Daniel Colombo), um pervertido médico legista, fanático religioso, maníaco sexual e psicopata.

Morgue Story, na verdade,  é a versão cinematográfica de uma peça de teatro, do mesmo diretor Paulo Biscaia Filho. Taí, fiquei curioso para ver a peça. Se um dia vier ao Rio, quero assistir.

Aparentemente, os atores (desconhecidos por aqui) são os mesmos da peça, o que traz uma boa química entre eles. Leandro Daniel Colombo está hilário! Seu personagem envenena mulheres com uma poção vodu  para criar zumbis – que trouxe do Haiti – usando o veneno do peixe baiacu.  E, depois, quando as mulheres vão parar no seu necrotério, aproveita para estuprá-las.

A edição ágil é um dos pontos altos do filme. Alguns trechos, inclusive, têm uma linguagem bem quadrinística. Em outras cenas, diálogos são misturados com a trilha sonora, que é outro ponto alto, pontuando todas as cenas importantes. De quebra, o filme traz duas versões sensacionais de Wuthering Heights, da Kate Bush.

Morgue Story ainda é cheio de referências pop. Tem até um certificado de censura – como aqueles da época da ditadura – e créditos iniciais com riscos, como se fosse filme velho.

Pra terminar, vale lembrar que se trata de um filme trash. Um divertidíssimo e muito engraçado trash. Talvez o melhor  já feito no Brasil – preste atenção, os cadáveres respiram!

Ah, sim: fiquem até o final dos créditos!

Ressaca de Amor

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Ressaca de Amor

Ontem mesmo falei aqui da “patota Apatow”, quando escrevi sobre Superbad – É Hoje. (Seria infame demais chamar de “apatowta”? 😀 ) Bem, este é mais um filme da “apatowta”!

Jason Segel, o Marshall da sitcom How I Met Your Mother, e que tinha feito logo antes Ligeiramente Grávidos, usou boa parte desta galera para este Ressaca de Amor (Forgetting Sarah Marshall, no original), sua estreia como roteirista.

Peter Bretter (Segel), compositor de trilha sonora de seriados, leva um pé na bunda de sua namorada há cinco anos, a tal Sarah Marshall do título (Kristen Bell), e resolve ir espairecer no Havaí. O problema é que ele não sabe que a própria Sarah Marshall também foi para o Havaí e está no mesmo hotel. E, para piorar, com o namorado novo, um músico famoso, Aldous Snow (Russel Brand).

Sim, trata-se de mais uma comédia romântica. Se é previsível? Claro que sim! O dia que aparecer uma comédia romântica que não for previsível, não será uma comédia romântica legítima. Mas, apesar da previsibilidade, Ressaca de Amor é um programa agradável.

O produtor do filme é o próprio Apatow, e, no elenco, além de Segel, temos Jonah Hill e Paul Rudd, figurinhas repetidas de outros filmes. Aliás, Rudd, que está neste filme num papel menor, já tinha trabalhado com Segel antes em Ligeiramente Grávidos, e logo depois repetiu a parceria com Eu te amo, cara (aliás, neste post, citei Ressaca de Amor).

Outra curiosidade sobre o elenco: quase todos têm carreira em seriados de tv! Segel faz a citada How I Met Your Mother, Kristen Bell está em Heroes, e temos Mila Kunis, que era de That 70’s Show. E, claro, Rudd fez um papel menor em Friends, como o namorado de Phoebe.

Tem uma coisa que achei esquisita no filme: a nudez gratuita. Nada contra ver o Jason Segel peladão, afinal, assim como heu gosto de ver nudez gratuita feminina, deve ter gente que gosta de ver a masculina. Mas, por que o vemos tão à vontade, e nenhuma das “mocinhas” mostra nada? Não acho isso justo…

Uma curiosidade: ano que vem fica pronto o filme baseado no segundo roteiro de Segel, Get Him to the Greek, que conta novamente com Russell Brand no papel de Aldous Snow… Será que vem por aí outra comédia romântica “apatowniana”?

Superbad – É Hoje

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Superbad – É Hoje

Comi mosca na época do lançamento de Superbad e não tinha visto ainda – o filme é de 2007. É que na verdade não sou muito fã do estilo “apatowniano” de comédia. Mas admito que Judd Apatow é um nome importante nos últimos anos. Então, lá fui heu assistir Superbad.

(Judd Apatow é o nome por trás de títulos como O Virgem de 40 Anos e Ligeiramente Grávidos. São bons filmes, ok, mas é que o meu conceito de comédia é algo bem mais engraçado. Sou mais nomes como Mel Brooks, Monty Python e Zucker Abrahams Zucker – isso sim é comédia!)

Voltemos ao Superbad. Seth e Evan (Jonah Hill e Michael Cera) são dois amigos inseparáveis, nos últimos dias de aula do último ano da escola antes de irem para a faculdade. Ambos têm problemas para se socializar e não têm namorada. Na esperança de “se dar bem”, eles tentam conseguir bebidas alcoólicas para uma festa, com a ajuda de Foggel, ou McLovin (Christopher Mintz-Plasse), um amigo ainda mais nerd do que eles.

Algumas piadas são boas, mas temos dois problemas básicos. O primeiro é que quase todas as piadas giram em torno do mesmo assunto: sexo – o que torna o filme um pouco previsível. O segundo é que trata-se de uma realidade bem diferente da nossa, e por isso fica difícil da gente se identificar. Afinal, aqui no Brasil nem todas as amizades de colégio se perdem na época da faculdade, assim como não é tão difícil para um menor comprar bebidas.

O filme tem outro problema, pelo menos para mim. Mas antes, o aviso de spoiler! Se você não viu o filme, pule para o próximo parágrafo! Bem, se você continuou lendo, vamos ao problema: no mundo real, Evan e Seth NUNCA terminariam com aquelas meninas! Acredito que o final escrito era um sonho distante dos roteiristas, Seth Rogen (que também atua no filme) e Evan Goldberg, que começaram a escrever o roteiro deste filme quando ainda tinham 13 anos e estavam na escola – tanto que os personagens se chamam Seth e Evan.. Ah, sim, eles não só não ficariam com as garotas como também iriam apanhar do valentão quando chegassem na festa!

Bem, pelo menos uma virtude o filme tem: boa parte dos atores é da “patota Apatow”. Isso facilita o entrosamento entre eles. Apatow já tinha trabalhado entes com Jonah Hill, Seth Rogen e Bill Hader, e mais de uma vez. Acho que faltaram chamar Jason Segel, Paul Rudd e Leslie Mann…

Enfim, Superbad – É Hoje pode ser uma boa opção, mas apenas naqueles dias que não estamos exigindo muita coisa…

Bruno

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Bruno

O novo filme de Sacha Baron Cohen é bem parecido com o anterior, o genial e hilário Borat. Mas, infelizmente, está semelhança acaba sendo também o seu ponto fraco.

Bruno é o apresentador de um programa de tv sobre moda na Áustria. Quando é demitido, resolve ir para Los Angeles para tentar virar uma celebridade.

E aí vem a comparação com o citado Borat. Em ambos os filmes, Sacha Baron Cohen faz um documentário fake sobre um personagem estrangeiro e sua peculiar visão sobre o american way of life. E, pra piorar, não só Bruno vem depois de Borat, como, na minha humilde opinião, Borat – “o segundo melhor repórter do Casaquistão” – é um personagem muito melhor que Bruno, que é apenas uma bicha fashion afetadíssima. Ou seja, Borat ainda tem mais justificativa para fazer tal documentário…

Assim, algumas situações apresentadas pelo filme parecem forçadas. Nesse aspecto, Borat é muito superior – e bem mais engraçado…

(Aliás, para quem não sabe, ambos os personagens são cria do programa de tv Da Ali G Show, onde Cohen interpretava ainda o rapper Ali G. O filme copia o estilo das esquetes apresentados no programa – que teve algumas temporadas exibidas aqui pelo canal de tv a cabo Sony.)

Mas Bruno não é ruim, longe disso. O humor ácido e politicamente incorreto de Cohen está afiado como sempre. Algumas das situações criadas são realmente muito boas!

O humor não é para qualquer um, algumas das cenas beiram a grosseria, enquanto outras causam desconforto por tocarem em assuntos delicados.

Quem gostou de Borat, vai se divertir!

Se Beber, Não Case!

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Se Beber, Não Case!

Quatro amigos vão para Las Vegas para a despedida de solteiro de um deles. Só que, na manhã seguinte, quando acordam no meio de uma ressaca enorme, com um caos no quarto do hotel, descobrem que não se lembram de nada que aconteceu na noite anterior.

Sim, tem cara de comédia pastelão besta. Ou então mais um “filme com cara de Judd Apatow” (O Virgem de 40 anos) – comédias bem construídas, mas pouco engraçadas. Mas não – o filme (The Hangover no original) é uma agradável surpresa, muito engraçado e cheio de piadas politicamente incorretas.

A estrutura lembra um pouco Cara, Cadê meu Carro?, onde Sean William Scott e Ashton Kutcher precisam refazer os passos da noite anterior para descobrir onde deixaram o carro. Aqui, os três amigos acordam em Las Vegas e não se lembram de nada que aconteceu na última noite. Só que, diferente do outro filme, em vez do carro, eles perderam o noivo – dois dias antes do casamento!

Um dos trunfos do filme do diretor Todd Philips e dos roteiristas Jon Lucas e Scott Moore é o elenco, de nomes quase desconhecidos. Os três amigos do noivo, Phil (Bradley Cooper), Stu (Ed Helms) e Alan (Zach Galifianakis), cada um com sua personalidade distinta, são muito bem construídos. A improvável amizade entre os três é responsável por boa parte das piadas do filme.

Os personagens secundários também são legais, e aqui temos pelo menos dois rostos conhecidos. Heather Graham (a Rollergirl de Boogie Nights) faz uma prostituta boazinha, e Mike Tyson – sim, o boxeador – interpreta ele mesmo.

O título em português é que é horrível. Afinal, não tem nada a ver com o enredo do filme… Por que não uma simples tradução: “A Ressaca”?

O Império do Besteirol Contra-Ataca

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O Império do Besteirol Contra-Ataca

Tenho que ser coerente, certo? Outro dia falei mal aqui de “filme com pré-requisito”. Bem, O Império do Besteirol Contra-Ataca é um filme assim. Quem não está por dentro do “universo viewaskewano” não vai entender boa parte das piadas!

Jay e Silent Bob descobrem que os quadrinhos Bluntman e Chronic vão virar um filme, então resolvem ir até Hollywood para tentar impedir a realização do mesmo.

Se você está se perguntando o que é Bluntman e Chronic, e quem diabos são Jay e Silent Bob, é justamente por causa dos pré requisitos que citei lá em cima… Boa parte das piadas presentes neste filme são referências aos outros quatro filmes do mesmo diretor que contam com os coadjuvantes Jay e Silent Bob. Por isso que é complicado falar de um filme destes: é genial para quem é fã, mas é sem graça para quem não conhece os outros filmes!

O tal Silent Bob é o próprio diretor e roteirista Kevin Smith. Ele criou esta dupla de personagens, dois desocupados que ficam de bobeira em frente a uma loja de conveniências, e este foi o quinto filme com os dois (Jason Mewes interpreta Jay). Antes deles, tivemos O Balconista, Barrados no Shopping, Procura-se Amy e Dogma – eles ainda voltariam em O Balconista 2. Sempre coadjuvantes, aqui eles têm o seu momento como protagonistas.

Como diria a propaganda: “e não é só isso!” Vários outros personagens destes filmes voltam em O Império… Por exemplo, vejam os dois atores mais presentes em filmes de Smith: Jason Lee repete dois papéis, o de Barrados e o de Procura-se; já Ben Affleck volta com o papel de Procura-se e ainda faz uma participação interpretando a si próprio, ao lado do Matt Damon, numa das melhores cenas do filme.

E por aí o filme segue, piada interna atrás de piada interna… Muito divertido para quem conhece este específico universo!

Ah, sim, o elenco do filme é invejável, principalmente porque se trata de um filme, ahn, digamos, “hermético”. Além dos supracitados Lee, Affleck e Damon, temos Will Ferrell, Shannon Elizabeth, Eliza Dushku, Ali Larter, Sean William Scott, Judd Nelson, Chris Rock, Jamie Kennedy e Tracy Morgan, além de várias personalidades hollywoodianas interpreteando a si mesmos, como os diretores Wes Craven e Gus Van Sant e os atores Shannen Doherty, Jason Biggs e James van der Beek. E Alanis Morissette, numa cena que nem todo mundo viu. E, claro, como um grande fã de Star Wars que Smith é, temos Mark Hammill e Carrie Fisher, pela primeira vez num mesmo filme desde O Retorno do Jedi!

Ah, sim, o nome é horrível, né? Só que é uma piada, mais uma referência a Star Wars, desta vez ao título do segundo filme da saga, O Império Contra-Ataca (em inglês, o nome do filme é Jay and Silent Bob Strike Back).

O Império do Besteirol Contra-Ataca não é o melhor filme de Kevin Smith. Aliás, não é nem recomendado para quem não viu os outros filmes. Mas heu me diverti muito, várias das piadas são muito, muito boas! Acredito que este filme fecharia o “universo viewaskewano”, mas tivemos O Balconista 2 cinco anos depois, em 2006. Ou seja, quem sabe não veremos nossa dupla de desocupados favorita novamente?

Snootchie Bootchies para vocês!

p.s.: Tem uma cena depois dos créditos. Como o resto do filme, a cena é genial, mas apenas para aqueles que estão por dentro do universo…

Eu te amo, cara

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Eu te amo, cara

Um sujeito propõe a namorada em casamento. Mas na hora de escolher um padrinho, ele desobre que não tem nenhum amigo. Então ele começa uma procura por este “melhor amigo”.

O que é esquisito nesta boa comédia é a ideia de alguém com uma vida social normal e sem nenhum único amigo. Mas, se a gente “comprar esta ideia”, o filme é até divertido.

Na verdade, o filme dirigido por John Hamburg é dos atores Paul Rudd e Jason Segel (este tem um dos papéis principais da sitcom How I Met Your Mother). A química entre os dois funciona bem, deu até vontade de procurar um outro filme que ambos fizeram juntos, Ressaca de Amor (Forgeting Sarah Marshall).

Ainda no elenco, Rashida Jones, J.K. Simmons, Jane Curtin (do seriado 3rd Rock From the Sun), Andy Samberg, Thomas Lennon (de 17 Outra Vez), e Jaime Pressly e Jon Favreau (diretor de Homem de Ferro) como um casal muito divertido em sua relação de amor e ódio. Aliás, para os fãs de Friends: Favreau fez um namorado de Monica, enquanto Rudd fez um namorado de Phoebe!

Enfim, não vai mudar a vida de ninguém, mas pode ser uma boa diversão.