Curtindo a Vida Adoidado

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Curtindo a Vida Adoidado

Como prometido, fiz minha homenagem ao recém falecido John Hughes neste fim de semana. Vi O Clube dos Cinco, sozinho, e Curtindo a Vida Adoidado, com minha filha de 8 anos.

Todos conhecem a história, né? Ferris Bueller é um garoto de 17 anos, no último ano do ensino médio, um cara carismático, todos gostam dele. E ele nos diz que “a vida passa muito rápido, e se você não parar de vez em quando para vivê-la, vai perceber que ela já passou”, e por isso nos ensina a matar um dia de aula na escola e aproveitar esse dia ao máximo.

E Ferris realmente tem um dia fantástico! Consegue enrolar seus pais e o diretor da escola e sai com a namorada e o melhor amigo par, entre outras coisas, passear de Ferrari, almoçar em um restaurante caro e até cantar Twist and Shout num desfile pelas ruas de Chicago!

Este filme é um grande marco para as pessoas que passaram a adolescência nos anos 80. Como nasci em 1971, estou neste grupo: vi o filme nos cinemas na época do lançamento (o filme é de 86), e depois revi várias vezes em reprises na tv. Este deve ser um dos melhores “filmes com cara de sessão da tarde” da história! Aliás, se bobear, é uma das melhores comédias da história do cinema. Hoje existe um grande culto ao filme e ao personagem, com o slogan “Salve Ferris”!

Ferris é interpretado por Mathew Broderick, famoso na época por filmes como Jogos de Guerra e Ladyhawke – O Feitiço de Áquila. Diferente de quase todo o resto do elenco, Broderick não sumiu, nesta década mesmo ele fez filmes legais como Os Produtores e Mulheres Perfeitas, além de ter participado da dublagem de desenhos como Bee Movie e O Corajoso Ratinho Desperaux. O mesmo não podemos dizer sobre os outros. Alan Ruck, que faz Cameron, o melhor amigo, só tem feito coisas para a tv; Mia Sara, a namorada Sloane, que logo antes deste filme protagonizou A Lenda ao lado de Tom Cruise, praticamente sumiu. O mesmo podemos dizer sobre Jennifer Grey, que no ano seguinte esteve no mega-sucesso Dirty Dancing – Ritmo Quente. Ainda temos o caricato diretor da escola feito por um caricato (e eficiente) Jeffrey Jones e um pequeno papel de Charlie Sheen, nova estrela em ascenção na época. E, pros mais atentos, uma ponta de Kristy Swanson na escola!

E aí vem aquela dúvida: será que hoje, mais de 20 anos depois, a magia de Ferris Bueller continua? Bem, posso dizer que, depois do almoço do dia dos pais, minha filha colocou novamente o filme para rever, e 4 primos – de idades entre 4 e 14 anos – se divertiram vendo. Acho que isso responde à pergunta…

Mais uma coisa: não desligue o seu dvd antes do fim dos créditos! Rola uma última cena depois! Me lembro de ter visto isso no cinema, ainda nos anos 80. E, apesar do texto agora ser diferente (adaptado do cinema para um video cassete / dvd), a piada continua boa!

Salve Ferris!

Três Vezes Amor

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Três Vezes Amor

Comédia romântica não tem muito o que inventar, né? Afinal, o público quer aquilo mesmo. Se mudar, não vai vender.

Então as diferenças têm que ser nos detalhes. E o detalhe deste Três Vezes Amor (Definitely, Maybe, de 2008) é que a narrativa é contada em flashbacks, quando um pai conta para sua filha como conheceu sua mãe.

Will Hayes (Ryan Reynolds), em vias de se separar da mãe de sua filha de 11 anos, Maya (Abigail Breslin, a menininha de Pequena Miss Sunshine), resolve contar para a menina a história de seus três relacionamentos amorosos.

Se por um lado a ideia é interessante – ver o ponto de vista de uma criança – por outro lado às vezes o filme força uma barra. Tem alguns detalhes que um pai NUNCA contaria daquele jeito para a própria filha pequena!

Fora isso, o filme é aquilo que se espera. Desde cara já conseguimos adivinhar qual das três  será a escolhida, e como a coisa se desenvolverá, com todos os percalços previsíveis pelo caminho. Mas… Não era pra ser assim?

No elenco, além dos já citados, temos Elizabeth Banks, Isla Fischer e Rachel Weisz como as três citadas no título. E um detalhe curioso: um Kevin Kline irreconhecível como o escritor que era namorado da Rachel Weisz.

Não gostei muito do final, achei meio forçado do jeito que ficou. Mesmo assim, pode ser uma boa diversão.

17 Outra Vez

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17 Outra Vez

Confesso que tinha grande curiosidade de ver como o Troy de High School Musical iria virar o Chandler de Friends. Não acho que os dois sejam fisicamente parecidos. Mas sabe que o filme funcionou?

A trama é batida, mas eficiente: Mike, um cara com seus trinta e muitos anos está passando por um inferno astral: seu emprego é ruim, seus filhos adolescentes não dão bola pra ele, e ainda por cima está se divorciando. Aí, como na magia dos clichês cinematográficos, de repente ele volta a ter 17 anos. E tem a chance de refazer as escolhas que tornaram a sua vida ruim.

Sim, sim, a ideia não é nova. Na verdade, acho que a única coisa que diferencia um pouco do clichê de sempre é que ele não volta no tempo. Ele passa a ter mesma idade dos seus filhos, mas nos dias de hoje.

Mas, como quem me lê por aqui sabe, nada tenho contra os clichês, desde que sejam bem usados. E este é um daqueles que chamo de “clichê do bem”.

Voltemos ao filme. Gosto do Mathew Perry, mas admito que ele é um bom personagem, e não um bom ator. Já o vi várias vezes depois de Friends, e ele sempre repete o mesmo jeitão de Chandler – seja nos filmes Meu Vizinho é Mafioso, seja na boa e curta série Studio 60 on the Sunset Strip. Bem, aqui, em 17 Outra Vez, ele novamente está no “mesmo papel de sempre”, e novamente funciona.

Na verdade, o filme é do Zac Efron. O astro dos três High School Musical já tinha mostrado que tinha algo a mais, quando todo o elenco saiu em turnê caça-níqueis com um show baseado no filme, menos ele – que foi fazer um dos papéis principais de Hairspray, ao lado de gente como John Travolta, Michelle Pfeiffer e Christopher Walken. O garoto é boa pinta, bom ator, e ainda canta e dança. Esse aí, se souber administrar a carreira, vai longe!

E aqui o filme é feito pra ele. Como em HSM, ele também joga basquete. E ainda arranja uma desculpa para dançar…

O filme ainda tem um trunfo: Ned (Thomas Lennon), o nerd, um coadjuvante sensacional. Aqueles que curtem cultura pop, como heu, vão se divertir com as vááárias citações nerds existentes na vida de Ned. Rola até um duelo de sabres de luz! Legal!

Uma das cenas que envolve Ned é muito interessante: quando Mike fica novo inexplicavelmente, Ned vai procurar casos semelhantes na ficção. Ou seja: até o roteiro brinca com o clichê.

Tem um defeito que me incomodou: no início do filme, vemos que se passa em 1989, ou seja, vinte anos atrás. Ora, se 20 anos se passaram desde que a namorada engravidou, a filha dele deveria ter pelo menos 19 anos! Portanto, já estaria fora da escola! Acho que eles não souberam fazer as contas direito, o início do filme deveria ser em 1991!

Anyway, mais uma boa diversão despretensiosa!

A Terra Perdida – Land of The Lost

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A Terra Perdida – Land of The Lost

Nessa enorme onda de refilmagens e releituras que assola Hollywood nos últimos anos, em meio a um monte de filmes mais ou menos de vez em quando aparece um muito legal. E de vez em quando aparece algum completamente dispensável. Este é o caso da nova versão para o seriado dos anos 70 O Elo Perdido.

Dr. Rick Marshall, um cientista desacreditado, acidentalmente cai num vórtex espaço-temporal e vai parar num universo alternativo, num mundo com dinossauros e seres estranhos.

É, poderia ser interessante. Mas não funcionou…

Talvez o pior problema aqui seja com o ator principal. O tal cientista é interpretado por Will Ferrell, oriundo do Saturday Night Live. Ferrell não se decide entre o personagem sério e a paródia escrachada, então muitas vezes o filme vira uma comédia sem graça.

Alguns dos efeitos especiais são bem legais. Mesmo assim, várias das cenas são dispensáveis, como por exemplo toda a sequência da piscina, ou então as pessoas pedindo pro T-Rex esperar antes de atacar pra poder conversar antes.

Sinceramente, O Elo Perdido merecia um filme melhor!

Crime Ferpeito

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Crime Ferpeito

Já falei aqui que gosto muito de humor negro? Pena que temos tão poucas produções nessa onda. E considero esta modesta produção espanhola de 2004 uma das melhores comédias de humor negro dos últimos anos.

Rafael (Guillermo Toledo) é o melhor vendedor de uma grande loja de departamentos em Madri. Adorado pelas vendedoras, idolatrado pelos os colegas, ele leva uma vida em alto estilo e almeja o cargo de gerente do andar. Até que um acidente coloca Lourdes (Mónica Cervera), a mulher mais feia da loja, em ponto chantageá-lo…

O filme é muito engraçado. O roteiro, redondinho, mostra várias situações hilariantes às quais o nosso “heroi” é exposto. Se antes ele era o perfeito latin lover, ele passa a conviver com mentiras, situações constrangedoras, e até um fantasma!

Não foi a primeira vez que o genial diretor Álex de la Iglesia mostrou que tinha mão boa para este tipo de comédia. Me lembro de seu primeiro filme a chegar em terras tupiniquins, a ficção científica Ação Mutante, onde um grupo terrorista composto de pessoas deformadas age atacando academias de ginástica e qualquer coisa que faz parte do culto à beleza física (vi esse filme no cinema, sem legendas, e depois consegui comprar o vhs!). E seu filme seguinte, o terror O Dia da Besta, também tem seus momentos hilários, com um padre que quer se aproximar do mal.

E tem mais um pequeno detalhe muito interessante: o “ferpeito”, usado no título e em uma cena importante, foi inspirado no personagem de quadrinhos Obelix! Quem já leu Asterix sabe que quando Obelix fica bebado, ele fala “ferpeitamente”!

Enfim, boa pedida para quem curte um humor não ortodoxo!

Matadores de Vampiras Lésbicas

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Matadores de Vampiras Lésbicas

Logo que a gente bate o olho na programação do I SP Terror, um título salta aos olhos: Matadores de Vampiras Lésbicas. É bom? É ruim? Pouco importa, um filme com um nome destes tem que ser visto!

O filme fala de uma antiga maldição que torna as mulheres de uma pequena cidade inglesa em vampiras lésbicas. Dois jovens escolhem aleatoriamente um lugar para passar as férias e acabam indo para lá. E, claro, no caminho encontram quatro turistas suecas, todas elas gostosas e com pouca roupa…

E então começam os divertidos clichês sugeridos por um título que fala de “vampiros” e “lésbicas”. Os efeitos especiais são discretos mas eficientes, não temos excesso de cgi como em alguns filmes do gênero. Rola algum gore, mas nada extremo. E também rola um lesbian chic light…

O elenco está ok. Muitas vezes caricato, claro, mas um filme destes pede personagens caricatos. Não temos rostos conhecidos – algumas das meninas de pouca roupa são bem bonitinhas… Os dois protagonistas, James Cordon e Mathew Horne, são conhecidos na Inglaterra pela série Gavin & Stacey. Mas acho que não passa aqui, nunca ouvi falar…

Sim, o filme é uma grande bobagem. Mas uma bobagem divertida, afinal, ninguém pode esperar um clássico com esse nome, né?

Matador em Conflito

Matador em Conflito

Matador em Conflito

Divertida comédia de humor negro, Matador em Conflito (Grosse Pointe Blank no original) traz uma trama um tanto surreal: um assassino profissional é convidado para uma reunião de dez anos de formatura no colégio, em sua cidade natal. Já que tem um “trabalho” para fazer na cidade no mesmo fim de semana, resolve ir para lá e participar da reunião…

Dirigido por George Armitage em 1997, um dos méritos deste filme é o elenco. Encabeçado por um como sempre inspirado John Cusack, ainda temos Dan Aykroyd, Minnie Driver, Alan Arkin, Joan Cusack e, de quebra, Hank Azaria e Jeremy Piven em papéis menores. Aykroyd interpreta um  rival de Cusack, que quer convencê-lo a criar um sindicato de assassinos (!); Arkin, por sua vez, faz um psiquiatra apavorado porque descobriu que seu paciente mata outras pessoas como profissão.

Quer mais? A trilha sonora também é muito boa, só de hits dos anos 80 – afinal, temos uma reunião de formandos de 87!

O filme não é daqueles “imperdíveis”. Tá mais pra cult. Mesmo assim, é uma boa e despretensiosa diversão.

Top Secret – Superconfidencial

Top Secret

Top Secret – Superconfidencial

Como prometido no tópico sobre Apertem os Cintos – O Piloto Sumiu, revi Top Secret – Superconfidencial. E confirmo: continua hilariante!

A história todo mundo conhece: Nick Rivers (Val Kilmer), um famoso cantor americano, é convidado para fazer um show na Alemanha Oriental, e acaba se envolvendo com a Resistência Francesa. Mas, na verdade, tudo é pano de fundo para as maravilhosas gags nonsense do trio Zucker-Abrahams-Zucker!

Algumas cenas são antológicas. O que podemos dizer do momento em que os protagonistas falam que isso parece o roteiro de um filme ruim, e depois olham para a tela? Ou do saloon submarino? Ou do “momento Pac Man”?

Isso sem contar a sensacional cena com Peter Cushing, a cena da livraria sueca. Preste atenção, é um único plano sequência, filmado ao contrário! Pena que não dá pra ouvir os diálogos ao contrário – segundo os comentários dos extras, o inglês ao contrário era para parecer sueco…

Por uma inexplicável falha de mercado, esse filme nunca saiu em dvd aqui no Brasil. Dei sorte de conseguir um dvd original gringo baratinho…

A Mulher Invisível

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A Mulher Invisível

Oba! Mais um filme no estilo “comédia romântica brasileira”!

Pedro (Selton Mello), um apaixonado e devotado marido, é abandonado pela esposa, que está grávida de um amante alemão. Depois de um tempo em profunda depressão, ele conhece a mulher ideal, Amanda (Luana Piovani): linda, apaixonada por ele, com os mesmos gostos… Só que Amanda tem um defeito: ela só existe na imaginação de Pedro!

O filme, dirigido por Claudio Torres, é leve, ágil e despretensioso. O que o torna um bom programa. Quem me acompanha por aqui sabe que gosto quando o cinema nacional segue por esse caminho!

O filme é cheio de situações hilariantes. Claro que o talento de Selton Mello ajuda aqui: muitas vezes ele tem que contracenar fingindo que existe alguém do seu lado. E isso ele faz sem parecer caricato!

Um parágrafo para tecer um comentário sobre o ator Selton Mello. Ele tem um defeito: quase todos os seus personagens são semelhantes. Parece que vemos sempre o mesmo personagem! Mas aqui não há queixas, porque o “personagem Selton Mello” é a cara do filme, e funciona perfeitamente!

O bom roteiro, co-escrito por Claudio Torres e Adriana Falcão, ainda traz algumas reviravoltas interessantes, como a outra mulher invisível. E no elenco, contamos ainda com os importantes coadjuvantes Vladimir Brichta, Maria Manoella e Fernanda Torres (irmã do diretor).

E assim, despretensiosamente, espero que A Mulher Invisível consiga trilhar o mesmo rumo que Se Eu Fosse Você 2, um dos maiores sucessos nacionais recentes. E que os cineastas brasileiros se lembrem que “cinema é a maior diversão”!

O Guia do Mochileiro das Galáxias

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O Guia do Mochileiro das Galáxias

Outro dia descobri que no dia 25 de maio é comemorado o “dia da toalha”. Se você não sabe o que é isso, é porque você não leu o livro nem viu o filme O Guia do Mochileiro das Galáxias!

Vou aproveitar a ocasião e falar do filme – não ter falado ainda desse filme aqui neste blog é uma falha grave, afinal, gostei tanto quando vi no cinema que logo comprei o livro, e em seguida, compri o dvd para rever…

Arthur Dent (Martin Freeman) é um cara normal, mas que está tendo um péssimo dia. Sua casa está prestes a ser demolida, e ele descobre que Ford Prefect (Mos Def), seu melhor amigo, é um extra-terrestre. Pra completar, fica sabendo que a Terra está prestes a ser destruída para que se possa construir uma nova auto-estrada hiperespacial por burocráticos e desagradáveis Vogons. Arthur só tem uma saída: pegar carona junto com Ford em uma nave espacial que está de passagem. E eles levam com eles, além das toalhas, um importante livro com tudo o que precisam saber sobre sua nova vida: o Guia do Mochileiro das Galáxias.

E a história segue por esse caminho “festa estranha com gente esquisita”. Personagens bizarros em situações ainda mais bizarros! São várias as cenas hilárias e geniais!

A “troupe” de Arthur Dent ainda tem Trillian (Zooey Deschanel), uma humana que também escapou da destruição da Terra e Zaphod Beeblebrox (Sam Rockwell), o presidente da Galáxia – e que tem duas cabeças! Isso sem contar com o genial e depressivo robô Marvin (Warwick Davis e voz de Alan Rickman) – um robô que passa o tempo todo reclamando da vida! Ainda no elenco, temos Bill Nighy como um construtor de planetas (!) e John Malkovich, num papel criado especialmente por Adams para a versão cinematográfica.

Douglas Adams, autor do livro e do roteiro do filme, tem no currículo uma breve participação no seriado Monty Python Flying Circus, como ator e roteirista. Isso levou, claro,  a comparações entre O Guia… e os filmes do Monty Python. Bem, são estilos diferentes, O Guia… não quer ser pythoniano. Mas uma ou outra cena bem que poderia estar num filme do sexteto britânico… Como a sensacional sequência da baleia caindo…

(Não podemos deixar de citar que os Vogons parecem extraídos de um filme do Terry Gilliam!)

Existe uma narração no início do filme, feita por Stephen Fry, que, curiosamente, foi dublada em português nas versões legendadas. Normalmente sou contra dublagens, mas sabe que funcionou?

O “dia da toalha” também é chamado de “dia do orgulho nerd”. Bem, feliz “dia da toalha” atrasado para você, caro leitor nerd!

p.s.: o filme tem a resposta para a pergunta fundamental sobre a vida, o universo e tudo mais! Mas não vou dizer aqui, por causa dos spoilers… 😀