Detenção

Crítica – Detenção

Um grupo de homens comuns se oferece como voluntários em uma experiência científica, onde, confinados em uma prisão abandonada, serão divididos em dois grupos, um de prisioneiros e outro de guardas.

Paul Scheuring, roteirista da série Prison Break, dirige aqui uma refilmagem do filme alemão A Experiência (Das Experiment, de 2001), que, por sua vez, foi inspirado em uma experiência real ocorrida em 1971 na prisão Stanford.

Detenção é uma produção simples. Às vezes parece até uma peça teatral filmada – poucos cenários, poucos efeitos especiais, quase tudo baseado em diálogos e ações entre os atores. O que realmente vale a pena aqui é a interpretação dos dois atores principais, Adrien Brody e Forest Whitaker, ambos ganhadores de Oscar (por O Pianista e O Último Rei da Escócia, respectivamente). Suas interpretações principalmente Whitaker – trazem a profundidade necessária para tornar o filme interessante do início ao fim.

Isso porque o roteiro, escrito pelo diretor Scheuring, acerta no crescente da tensão, mas falha em certos aspectos de desenvolvimento da trama e de alguns personagens, o que torna o filme uma boa ideia mal desenvolvida – fica aquela velha sensação de “poderia ter sido melhor”…

Enfim, pelo menos Brody e Whitaker salvam o filme.

Stake Land

Crítica – Stake Land

Filme de vampiro tem um monte por aí. Filme de futuro pós-apocalíptico também tem um monte. Mas filmes misturando os dois temas são mais raros…

Num futuro onde a sociedade foi devastada por um apocalipse de vampiros, o adolescente Martin se une ao caçador de vampiros Mister na luta pela sobrevivência.

O que é legal aqui neste filme dirigido pelo ainda desconhecido Jim Mickle é que, se a gente trocar o “vampiro” por, sei lá, um vírus, uma catástrofe natural ou algo semelhante (pode até ser os já “tradicionais” zumbis), o filme funciona direitinho – vira um drama pós-apocalíptico sério. O que não quer dizer que os vampiros sejam mal feitos – nada disso, são vampiros à moda antiga, assustadores como eram pra ser, antes da atual moda de vampiros galãs.

O elenco, liderado pelos pouco conhecidos Connor Paolo e Nick Damici, tem um nome famoso: Kelly McGillis, outrora a bonitona de Top Gun e A Testemunha, mas hoje cinquentona e sem nenhum glamour.

O roteiro, escrito pelo diretor e pelo protagonista Nick Damici, faz um bom trabalho na construção dos personagens e seus dramas. O filme prefere focar nas pessoas, mas achei que o conflito com a “Irmandade” poderia ser melhor explorado – aquele grupo de freaks podia render uma boa história.

Stake Land não se tornará um clássico, mas pode ser uma opção pra quem estiver cansado dos clichês comuns de vampiros.

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Zombieland
Padre
O Livro de Eli

Alta Fidelidade

Crítica – Alta Fidelidade

Desde que comecei a fazer meus Top 10, tenho vontade de rever este Alta Fidelidade, de 2000, onde o protagonista também gosta de criar listas.

Adaptação do livro homônimo de Nick Hornby, Alta Fidelidade é um dos melhores filmes do diretor Stephen Frears. Rob Gordon (John Cusack), dono de uma loja de discos de vinil e com mania de fazer listas de Top 5, vive uma crise dos trinta ao se separar de mais uma namorada.

Os Top 5 de Alta Fidelidade são quase todos ligados à música. Mas um deles, o Top 5 de piores separações, é a linha que guia o filme. Acho que é isso o que torna tão interessante. Por um lado, é um filme delicioso para apreciadores de música de um modo geral e amantes de discos de vinil em particular; por outro lado, é a velha história do cara que gosta da garota.

No elenco, um inspirado John Cusack é o nome do filme. Fica difícil imaginar Rob Gordon sem o rosto de Cusack, que inclusive usa diversas vezes o artifício de “quebrar a quarta parede” para maior empatia com a sua audiência. Além dele, o elenco conta com um Jack Black um pouco menos exagerado que o atual, Tim Robbins, Catherine Zeta-Jones, Lisa Bonet, Joan Cusack, Lili Taylor e os desconhecidos Iben Hjejle e Todd Louiso.

Em nenhum momento Alta Fidelidade tem a pretensão de ser um filme grandioso. Assim, com clima intimista, o filme conquistou muitos fãs pelo mundo – incluindo este que vos escreve.

Pra fechar, vou montar a minha lista pessoal de Top 5 – de discos, afinal, sobre filmes, vocês podem ler diversos posts pelo blog…

Top 5 melhores discos do Heu
1- Brain Salad Surgery – ELP
2- A Night At The Opera – Queen
3- Machine Head – Deep Purple
4- Jardim Elétrico – Os Mutantes
5- Nós Vamos Invadir a Sua Praia – Ultraje a Rigor

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500 Dias Com Ela
Quase Famosos
Escola do Rock
Across The Universe

A Árvore da Vida

Crítica – A Árvore da Vida

Mais uma polêmica em cartaz nos cinemas cariocas!

O novo filme do cultuado Terrence Malick conta a história de uma família com três irmãos nos anos 50. O filme foca no irmão mais velho, desde a infância até a perda da inocência.

Trata-se de uma polêmica bem diferente da última. Enquanto Srpski Film (A Serbian Film – Terror Sem Limites) foi censurado em vários países, A Árvore da Vida traz uma recomendação oposta: ganhou a Palma de Ouro no último Festival de Cannes. Se um chega cercado de coisas negativas, o outro vem super badalado.

Mas então por que a polêmica? Fácil. A Árvore da Vida é um filme cabeça, cheio de momentos “herméticos”. Mas o público “normal”, que vai ao cinema pra ver “um filme que tem o Brad Pitt e um bebê fofinho no cartaz”, não sabe que vai ver um filme de arte. E, muitas vezes, reclama em voz alta – na sessão que fui, no Unibanco Arteplex, teve discussão entre espectadores revoltados com o filme. E pelo que tenho lido por aí, discussões e brigas têm sido constantes nas salas de cinema!

O diretor Terrence Malick é um sujeiro esquisitão. Não gosta de aparecer em fotos (tinha isso no contrato dele em Além da Linha Vermelha), e faz filmes em um ritmo diferente da maioria. Este é apenas o seu quinto filme – e seu primeiro foi em 1973, 38 anos atrás! Bem, pelo menos admito que o cara tem talento ao capturar belas imagens.

Mas, na minha humilde opinião, Malick se perdeu. As cenas de planetas e dinossauros são completamente desnecessárias. São uns vinte minutos de imagens aleatórias, sem diálogos, só com música erudita ao fundo. Admito, imagens belíssimas. Mas dispensáveis.

(Posso estar enganado, mas a impressão que tive é que Malick queria evocar 2001, Uma Odisseia no Espaço. Imagens espaciais e música clássica. O problema é que Malick não é Kubrick…)

Outra coisa dispensável é a participação de Sean Penn. Sean Penn no escritório, Sean Penn no elevador, Sean Penn andando em uma grande cidade. Tire essas cenas, o filme não perde nada – na verdade, o filme ficaria menos cansativo. O mesmo digo sobre frases soltas, em off, espalhadas pelas cenas contemplativas.

Apesar disso tudo, A Árvore da Vida não é ruim. Acho que a única parte que achei realmente ruim foi o momento “Nosso Lar”, com todo o elenco junto na praia…

Vamos falar do que funciona. A parte do Brad Pitt e sua família é boa. Os personagens são bem construídos, os atores estão ótimos, e a reconstituição de época é perfeita.

Sobre o elenco, Brad Pitt está excelente – não sei se é cedo, mas não me espantarei se ele for um dos favoritos ao Oscar 2012. A mãe interpretada pela desconhecida Jessica Chastain traz o equilíbrio perfeito para o papel de Pitt. O garoto Hunter McCracken, estreante, também manda bem.

Além disso, o filme tem um visual realmente bonito. A gente vê o cuidado de Malik em cada cena, são vários os momentos belos e contemplativos ao longo das quase duas horas e vinte minutos de duração.

Mas, como disse antes, A Árvore da Vida não é para todos. Arrisco a dizer que a maioria não vai gostar. Heu não gostei, me cansei um pouco de filmes cabeça… Assista por sua conta e risco! Só não vale discutir no cinema, ok?

Mamute

Crítica – Mamute

Serge Pilardosse (Gérard Depardieu), apelidado de Mamute, ao se aposentar, descobre que precisa reunir comprovantes de trabalho passados. Ele sai com sua velha moto para procurar seus antigos empregadores, para conseguir os papeis que ainda faltam. Nesta viagem, Mamute acaba descobrindo coisas sobre ele mesmo.

Escrito e dirigido pela dupla Gustave de Kervern e Benoît Delépine, Mamute está sendo vendido como comédia, mas, sei lá, considero um drama com alguns momentos engraçados. Algumas cenas são realmente engraçadas, como aquela do restaurante onde o sujeito fala ao telefone. Mas outras trazem um humor de gosto duvidoso – a cena do reencontro com o primo é deprimente.

O que vale a pena aqui é Gérard Depardieu, grande, gordo, de cabelos compridos, realmente um grande ator, que carrega o filme nas costas e faz a gente sentir simpatia por um sujeito bobalhão.

Sobre o resto do elenco, preciso falar de dois nomes. Um é Isabelle Adjani, que faz uma fantasmagórica participação especial. Ela aparece pouco, continua lindíssima, com seus 55 anos. O outro nome é da esquisitinha Miss Ming – nunca tinha ouvido falar dela, o que me chamou a atenção foi uma cena onde ela fala algo como “meu nome é Solange Pilardosse, mas pode me chamar de Miss Ming” – imaginei o 007 se apresentando: “My name is Bond, James Bond – mas pode me chamar de Sean Connery também…”

Mas, talvez heu esteja acostumado com cinema hollywoodiano, porque fiquei esperando alguma reação mais enfática do Mamute contra todos que tanto fizeram mal a ele. Nada, o filme passa, e muito pouco acontece…

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Estamos Bem Mesmo Sem Você
Copacabana
Verão Assassino

Homens em Fúria

Crítica – Homens em Fúria

Imagine um bom elenco completamente desperdiçado. É o caso deste Homens em Fúria (Stone, no original).

Um presidiário, prestes a ser libertado, passa por uma série de entrevistas com um agente de condicional, ainda dentro do presídio. Ao mesmo tempo, a esposa do presidiário começa a assediar o agente fora da cadeia.

O problema deste filme dirigido por John Curran é simples: não há história. As cenas passam e naaada acontece.

Pena, porque Robert De Niro e Edward Norton são dois dos maiores atores contemporâneos, e ambos estão muito bem aqui, principalmente Norton, exercitando bem sua habilidade de criar sotaques. E as coadjuvantes Milla Jovovich e Frances Conroy também não fazem feio.

Mas o filme segue, e a gente espera que aqueles diálogos entre De Niro e Norton nos levem a algum lugar, e nada. O filme acaba e o espectador fica com cara de tacho, e percebe que perdeu 105 minutos.

Dispensável.

O Casamento do Meu Ex

Crítica – O Casamento do Meu Ex

Um grupo de amigos de faculdade se reúne para o casamento de um deles. O problema é que a ex-namorada do noivo faz parte do grupo, e tem um passado mal resolvido com ele.

O Casamento do Meu Ex (The Romantics, no original) é mais um daqueles filmes baseados nos dramas pessoais dos personagens. Isso já rendeu bons filmes, como O Reencontro (de Lawrence Kasdan), O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas (de Joel Schumacher) ou Para o Resto de Nossas Vidas (de Kenneth Branagh). Mas aqui o objetivo não foi alcançado, o resultado é meia bomba.

O filme foi escrito e dirigido por Galt Niederhoffer, também autora do livro onde a história se baseou. Talvez no livro os personagens sejam melhor desenvolvidos, mas isso não acontece no filme. São oito personagens, e seus dramas não cativam o espectador. Assim, a trama perde o interesse.

Pena, porque o elenco é bem legal, apesar da maioria dos nomes ter vindo da tv. Katie Holmes (seriado Dawson’s Creek), sumida desde o casamento com Tom Cruise, faz um dos vértices do triângulo amoroso do título brasileiro – as outras duas pontas são Anna Paquin (X-Men, seriado True Blood) e Josh Duhamel (Transformers, seriado Las Vegas). Além destes, o elenco conta com Malin Akerman (Watchmen), Elijah Wood (O Senhor dos Aneis), Candice Bergen (atriz veterana, mas um dos papeis principais do seriado Boston Legal), Dianna Agron (seriado Glee), Adam Brody (seriado The O.C.), Rebecca Lawrernce e Jeremy Strong.

Ainda tem outro problema: o título nacional dá a ideia de ser uma comédia romântica. Mas é drama, não se deixe enganar!

O Casamento do Meu Ex entrou em cartaz nos cinemas cariocas na sexta passada. Mas esse é daqueles filmes que não precisam da tela grande, poderia ser visto em casa. E enquanto isso, Contra o Tempo teve mais uma vez a estreia adiada… Não dá pra entender o raciocínio do exibidor brasileiro!

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Happythankyoumoreplease
Três Vezes Amor
Antes do Amanhecer

Vejo Você no Próximo Verão

Crítica – Vejo Você no Próximo Verão

Philip Seymour Hoffman é um grande ator, ninguém questiona isso. Será que ele também é bom na cadeira de diretor?

Jack (Philip Seymour Hoffman) é um sujeito tímido e esquisitão, que trabalha dirigindo limusines. Um colega de trabalho arma para ele um encontro às escuras com a também esquisitona Connie. Para impressioná-la, Jack quer aprender a nadar e a cozinhar.

Vejo Você no Próximo Verão não é exatamente “ruim”. Mas tá longe de ser bom. Afinal, são personagens sem graça vivendo situações cotidianas. O filme passa, e nada acontece. Gosto quando o cinema nos conta histórias diferentes e interessantes; conheço histórias melhores que as do filme vividas por pessoas próximas…

O ritmo do filme é leeento… E a trilha sonora, com um violãozinho monótono, só atrapalha.

Se existe algo digno de nota aqui é o trabalho dos atores. Todos os quatro principais estão bem – além de Hoffman, o elenco conta com os pouco conhecidos John Ortiz, Daphne Rubin-Vega e Amy Ryan. Também pudera, o filme é a adaptação de uma peça de teatro estrelada por três deles (Amy Ryan não estava na peça).

Enfim, Vejo Você no Próximo Verão não é de todo mal – alguns poderão se emocionar com a história de Jack. Mas heu acho que Hoffman deveria ter escolhido um argumento melhorzinho para o seu debut como diretor.

Vermelho, Branco & Azul / Red, White & Blue

Crítica – Vermelho, Branco & Azul / Red, White & Blue

Erica tem compulsão por fazer sexo com desconhecidos. O esquisitão Nate aparece em sua vida e tenta ajudá-la. E Franki é um aspirante a rock star. Suas vidas se encontrarão, e nada será como antes.

A trama de Red, White & Blue é dividida entre os três personagens principais. Os três são seres humanos desprezíveis, o que nos dificulta a simpatizar com o filme – é difícil alguém se identificar. Mas acredito que isso era proposital, o filme é daqueles que são feitos para causar desconforto. Aliás, em um festival onde teve filme censurado, este aqui foi exibido sem problemas, apesar de ter uma cena de tortura com uma criança presente Ah, sim, é bom falar, o filme tem imagens fortes!

A narrativa não muito convencional é interessante, os planos têm cortes rápidos, mas sem uma estética de videoclipe. Além disso, o roteiro “engana”, ao mudar o foco entre os personagens.

No elenco, o único nome mais conhecido é Noah Taylor, que era o empresário em Quase Famosos e o amigo da Lara Croft. Amanda Fuller está bem com o a garota com cara de “the girl next door”; achei Marc Senter um pouco forçado, mas nada que comprometa.

Só não entendi por que o nome “vermelho, branco e azul”. Deve fazer alguma alusão ao patriotismo norte-americano, mas nada fica muito claro sobre essa possível referência.

Enfim, para quem gosta de filmes com violência crua…

Elektra Luxx

Crítica – Elektra Luxx

Um filme estrelado por Carla Gugino, Malin Akerman, Adrianne Palicki, Emmanuelle Chriqui e Marley Shelton, e que conta a história de uma ex-atriz pornô, é um filme que chama a atenção, não?

Elektra Luxx, uma famosa atriz pornô, engravida e decide largar o ramo. Enquanto dá aulas de “como se portar na cama como uma pornstar” para donas de casa em um centro comunitário, é abordada por uma comissária de bordo que lhe traz uma proposta diferente.

Heu não sabia antes de ver o filme, na verdade Elektra Luxx é a continuação do filme Women in Trouble, realizado em 2009 pelo mesmo diretor Sebastian Gutierrez, e com quase todo o elenco igual. A trama do segundo filme começa logo depois dos eventos do primeiro. Mas quem não viu Women in Trouble não vai ficar perdido, dá pra acompanhar a história tranquilamente. Enquanto a protagonista Elektra Luxx (Carla Gugino) está envolvida na estranha chantagem, ligada à morte do seu ex-namorado, baterista de uma famosa banda de rock, acompanhamos duas sub-tramas. Uma delas, a mais interessante, traz o “blogueiro sexual” Bert (Joseph Gordon-Levitt); a outra, com a viagem de Holly (Adrianne Palicki) e Bambi (Emmanuelle Chriqui) para o México, é totalmente dispensável.

Aliás, é bom avisar: apesar de ser um filme sobre sobre o universo pornô, e com um elenco cheio de beldades femininas, o filme não mostra quase nada de nudez. Apenas uma rápida cena da Carla Gugino de costas.

Ah, sim, o elenco é muito bom. Além das meninas que citei no primeiro parágrafo, e de Gordon-Levitt (500 Dias Com Ela, A Origem), o elenco ainda conta com Kathleen Quilan, Timothy Oliphant e Lucy Punch. Josh Brolin, o namorado morto, aparece em imagens; e Julianne Moore faz uma ponta não creditada.

Elektra Luxx não é ruim. Mas também não é bom. É um filme bobo, não se decide entre drama e comédia. E a história não leva a lugar algum, quando acaba o filme, a gente se pergunta “e aí?”. O filme não traz nada demais, pelo contrário, tem uma cena musical completamente nada a ver com nada no meio.

Agora fiquei na dúvida: será que vale a pena ver o Women in Trouble? Vou acabar baixando pra ver qualé. Mas acho que vai ser na mesma linha deste…

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Confissões de uma Garota de Programa