Jason Bourne

Jason BourneCrítica – Jason Bourne 

O ex-agente mais perigoso da CIA está de volta para descobrir verdades ocultas sobre o seu passado.

Depois do terceiro filme do personagem Bourne, parece que Matt Damon teria dito que queria largar a franquia para diversificar a carreira. Pelo jeito, mudou de ideia e repensou a decisão – afinal, só dá franquia no cinema blockbuster contemporâneo.

Pelo menos este novo Jason Bourne (idem no original) mantém a qualidade da franquia. Inclusive o diretor é o mesmo Paul Greengrass do segundo e terceiro filmes.

A volta de Greengrass é uma boa notícia para os fãs da franquia, porque garantiu o padrão. Mas preciso confessar que não gosto do estilo do diretor, de usar câmera tremida na mão o tempo todo. Isso inclusive atrapalha nas cenas de ação. Na minha humilde opinião, o filme seria bem melhor se a câmera temesse menos.

Agora, o problema real de Jason Bourne é que a gente já viu tudo isso antes. Se o primeiro Bourne, lá longe, em 2002, inovou e revolucionou o conceito dos espiões no cinema contemporâneo, este novo é apenas mais um bom filme de ação.

Pelo menos Jason Bourne é um filme competente. Os fãs da franquia vão curtir. E admito que, mesmo com a câmera tremida, a “obrigatória” cena de perseguição de carros é de tirar o fôlego.

Outro destaque é o elenco. Além da volta de Damon e Julia Stiles, o filme também conta com a recém oscarizada Alicia Vikander, além de Tommy Lee Jones e Vincent Cassel.

Enfim, nada de novo. Mas vai agradar os fãs.

Podcrastinadores.S04E16 – Debate-Papo: O que aconteceria se vida alienígena fosse descoberta?

podcast vida alienPodcrastinadores.S04E16 – Debate-Papo: O que aconteceria se vida alienígena fosse descoberta?

Estreamos neste episódio o formato “Debate-papo“, onde teremos um tema a ser debatido por uma roda de convidados, associando eventualmente filmes ou séries aos eventos que vierem a surgir ao longo do assunto. É um formato inverso ao tradicional, cujo ponto central sempre foi o filme ou o grupo de filmes.

E o primeiro tema é logo uma análise do que aconteceria se, comprovadamente, vida alienígena fosse descoberta no universo. Qual o impacto que isso teria em nossas vidas? Economia, política, religião, e toda a sociedade de uma forma geral?

Essas e outras perguntas são debatidas entre Fernando Caruso, Gustavo Guimarães, Helvecio Parente, Rodrigo Montaleao, com as especialíssimas participações do astrônomo Alexandre Cherman, astrônomo do Planetário da Gávea, e do religioso Gabriel Tuller, do portal Achando Graça.

Ouça e comente!

(Não consegue baixar arquivos de áudio em sua rede? Insira o link do mp3 aqui)

Links relacionados a este episódio:

Agradecimento a todos que suportam os Podcrastinadores, especialmente aos nossos padrinhos Alan Almeida, Alexandre Mendes, Anna Cruz, Bianca Ramos, Camila Gildo, Carolina Lindoso-Neet, Caio Luiz Daemon, César Albuquerque Lima, Dierly Cordeiro, Eduardo Starling, Eduardo Tomazett, Elieverson Santos, Emílio Mansur, Felipe Rodrigues, Felipe Zabin, Henrique Malek, João EliasJosé Maria Leite, Leandro Medeiros, Lionel Leal, Lisbino Carmo, Luis Alfredo Lopes, Luis Garavello, Macinho ShiraMarco Antonio Linares, Marcos Alves, Mario Rocha, Rafael Baldo, Ricardo Pires Ferreira, Rogério Bittencourt, Sérgio Salvador, Thiago Cordeiro, Vitor Teixeira de Souza, Willian Castro, Wilson Santos e Ygor Souza.

Ajude a manter o nosso podcast você também. Até com 1 real você ajuda a aliviar nossos custos fixos. Entenda melhor como ser nosso padrinho aqui, e tenha nossa gratidão eterna, além de alguns outros benefícios que você descobre clicando no link. 🙂

Participe você também escrevendo pra gente: podcrastinadores@gmail.com
Queremos saber quem é você que nos ouve: vá em facebook.com/podcrastinadores e mande seu Like lá.
Lembrando que temos duas opções de feeds pra você nos assinar:

Feed normal: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadores
Feed plus*: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadoresplus

*Se seu player for compatível com formato m4a (plataforma Apple iOS), você vai preferir acompanhar por este formato. Ele divide o podcast em capítulos com imagens individuais, e você pode navegar entre esses capítulos pelo comando “próximo” ou “anterior” do seu player. Assim você pode pular spoilers, ou achar rapidamente um assunto determinado que tenha maior interesse.

Podcast: Reproduzir em uma nova janela | Baixar (56.7MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

Podcast (podcrastinadores-plus): Reproduzir em uma nova janela | Baixar (63.7MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

O Bom Gigante Amigo

BGACrítica – O Bom Gigante Amigo

Filme novo do Spielberg!

Uma menina encontra um gigante que, apesar de sua aparência intimidadora, se mostra uma alma bondosa, que sofre na mão dos outros gigantes porque, ao contrário deles, se recusa a comer crianças.

O Bom Gigante Amigo (The BFG, no original) foi dirigido por Steven Spielberg mas, antes de tudo, trata-se de uma produção da Disney. Digo mais: é uma produção da Disney direcionada ao público infantil.

O Bom Gigante Amigo é muito bobinho. Tudo é muito inocente. O filme é baseado no livro de Roald Dahl (que também escreveu o livro que originou A Fantástica Fábrica de Chocolate) de 1982 – talvez funcionasse na época, mas não no mundo de hoje.

Pra piorar, o roteiro tem falhas no ritmo, se mostra arrastado em certos momentos. Digo mais: parece que o roteiro foi alterado. Rebecca Hall é um dos maiores nomes do elenco e seu personagem é uma coadjuvante inutilizada. E, na boa, as piadas com gases foram desnecessárias. Triste saber que foi o último roteiro de Melissa Mathison, falecida ano passado, a mesma que escreveu ET, O Extra Terrestre.

Pelo menos a parte técnica é impecável. O gigante interpretado por Mark Rylance, feito por captura de movimento, é um assombro de tão bem feito. Não sei se o mérito é de Rylance ou da tecnologia usada (acredito que um pouco de cada), mas o realismo do “BGA” é impressionante. Mais uma vez, a gente fica na dúvida se um personagem desses merece uma nova categoria no Oscar.

Mas é pouco. Spielberg já fez coisa muito melhor, a Disney também. Uma parceria entre esses dois monstros do cinema contemporâneo pedia algo de maior qualidade.

A Lenda de Tarzan

A Lenda de Tarzan posterCrítica – A Lenda de Tarzan

Este ano já teve um novo Mogli. Por que não um novo Tarzan?

Agora vivendo como aristocrata na Inglaterra, Tarzan volta à África para investigar um suposto caso de tráfico de escravos.

Comparei com Mogli, né? Bem, a comparação não é correta. Os personagens são muito parecidos, mas os dois filmes de 2016 não têm a mesma proposta. Enquanto Mogli é uma versão live action do desenho, A Lenda de Tarzan (The Legend of Tarzan, no original) traz uma nova história do Rei da Selva.

Dirigido por David Yates (que dirigiu os quatro últimos Harry Potter), A Lenda de Tarzan é um filme correto, com bom elenco e bons efeitos especiais mas que, infelizmente, não empolga. Sabe quando você junta os ingredientes certos, mas a massa desanda? Pois é…

Outra coisa: o personagem de Samuel L. Jackson tenta ser um alívio cômico, mas não funciona. Um cara daqueles, americano, urbano, NUNCA conseguiria acompanhar o ritmo do Tarzan pela selva. Entendo sua presença em algumas cenas (porque o Tarzan precisava conversar com algum humano, pra contar ao espectador o que acontecia na história), mas digo que ele atrapalhou mais do que ajudou.

Pelo menos a parte visual do filme é ótima. Assim como aconteceu em Mogli, a qualidade do cgi é excelente, os animais e cenários estão perfeitos. Nisso o filme acertou.

O elenco tem um monte de nomes legais, como o vampiro Eric, a Arlequina, o Nick Fury, o Hans Landa e o Korath – quer dizer, Alexander Skarsgård, Margot Robbie, Samuel L. Jackson, Christoph Waltz e Djimon Hounson. 🙂

Enfim, os menos exigentes vão curtir. Mas o Tarzan ainda merece um filme definitivo.

Podcrastinadores.S04E15 – Woody Allen

podcast Woody Allen

Chegou a vez de falar um pouco da carreira do diretor, roteirista, escritor, ator e músico norte-americano Woody Allen! Com uma vida de altos e baixos, polêmicas e dezenas de filmes autorais no currículo, escolhemos seis deles que de alguma forma nos marcaram em um debate divertido e informativo, mesmo para aqueles que não conhecem direito, ou mesmo apreciam sua obra.

E como os filmes do Woody Allen são bastante atemporais, vamos deixar aqui um alerta de spoiler. Se você não viu algum desses filmes abaixo e começou a se interessar com o desenrolar do papo, interrompa o episódio e pule para o tempo do episódio seguinte para não prejudicar a sua experiência. Vale a pena. 😉

Noivo Neurótico Noiva Nervosa – 0h:26m:59s
Zelig – 0h:38m41:33s
Ponto Final – 0h:52m:59s
Scoop – 1h:17m:00s
Vicky Cristina Barcelona – 1h:23m:38s
Meia Noite em Paris – 1h:33m:34s

Com Fernando Caruso, Gustavo Guimarães, Helvecio ParenteTibério Velasquez e a participação mais que especial de Miá Mello e Daniel Cury.

Ouça e comente!

Podcast (podcrastinadores-plus): Reproduzir em uma nova janela | Baixar (84.7MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

Podcast: Reproduzir em uma nova janela | Baixar (76.7MB)

Assine: iTunes | Android | RSS | More

(Não consegue baixar arquivos de áudio em sua rede? Insira o link do mp3 aqui) Links relacionados a este episódio:

Agradecimento a todos que suportam os Podcrastinadores, especialmente aos nossos padrinhos Alan Almeida, Alexandre Mendes, Anna Cruz, Bianca Ramos, Camila Gildo, Carolina Lindoso-Neet, Caio Luiz Daemon, César Albuquerque Lima, Dierly Cordeiro, Eduardo Starling, Eduardo Tomazett, Elieverson Santos, Emílio Mansur, Felipe Rodrigues, Felipe Zabin, José Maria Leite, Leandro Medeiros, Lionel Leal, Lisbino Carmo, Luis Alfredo Lopes, Luis Garavello, João Elias, Marco Antonio Linares, Marcos Alves, Mario Rocha, Rafael Baldo, Ricardo Pires Ferreira, Rogério Bittencourt, Sérgio Salvador, Thiago Cordeiro, Vitor Teixeira de Souza, Willian Castro, Wilson Santos e Ygor Souza.

Ajude a manter o nosso podcast você também. Até com 1 real você ajuda a aliviar nossos custos fixos. Entenda melhor como ser nosso padrinho aqui, e tenha nossa gratidão eterna, além de alguns outros benefícios que você descobre clicando no link. 🙂

Participe você também escrevendo pra gente: podcrastinadores@gmail.com
Queremos saber quem é você que nos ouve: vá em facebook.com/podcrastinadores e mande seu Like lá.
Lembrando que temos duas opções de feeds pra você nos assinar:

Feed normal: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadores
Feed plus*: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadoresplus

*Se seu player for compatível com formato m4a (plataforma Apple iOS), você vai preferir acompanhar por este formato. Ele divide o podcast em capítulos com imagens individuais, e você pode navegar entre esses capítulos pelo comando “próximo” ou “anterior” do seu player. Assim você pode pular spoilers, ou achar rapidamente um assunto determinado que tenha maior interesse.

Caça-Fantasmas (2016)

Caça-fantasmasCrítica – Caça-Fantasmas (2016)

Eles estão de volta! Quer dizer, agora são elas! 🙂

Logo após uma uma invasão fantasma em Manhattan, as entusiastas do paranormal Erin Gilbert e Abby Yates, a engenheira nuclear Jillian Holtzmann, e a funcionária do metrô Patty Tolan se juntam para parar essa ameaça de outro mundo.

Alguns meses atrás começou uma grande polêmica na internet. Parte dos fãs do Caça-Fantasmas original, lançado em 1984, reclamou quando anunciaram que seria feito um novo filme da franquia, mas só com mulheres nos quatro papeis principais.

Bem, admito que, pra mim, a ideia não pareceu boa. Diferente de um Mad Max ou um Star Wars ep.7, onde as protagonistas femininas se mostraram naturalmente melhores do que seus pares masculinos, aqui soava meio forçado – não só as mulheres são as que mandam, como ainda por cima pegaram um grande astro de filmes de ação e o colocaram num papel de “louro burro”.

Mas quando a gente vê o filme, descobre que o receio era infundado. O roteiro desce redondinho, usando elementos do filme original, e as quatro atrizes têm boa química – todas vieram do Saturday Night Live (coincidência ou não, 30 anos atrás os atores também vieram do mesmo programa).

Não se trata de uma continuação, a história recomeça do zero. O roteiro, escrito pelo diretor Paul Feig e por Katie Dippold, sabe dosar de maneira inteligente as referências ao filme original – a história começa parecida, mas do meio para o final, o filme segue outro caminho.

As referências são um prato cheio para os fãs. Não só somos (re)apresentados aos props, como os uniformes, o endereço e o carro Ecto 1; como temos participações especiais de quase todo o elenco principal do filme anterior: Bill Murray, Dan Aykroyd, Ernie Hudson, Annie Potts e Sigourney Weaver fazem pontas, enquanto o falecido Harold Ramis aparece como uma estátua (Rick Moranis teve problemas pessoais e se afastou de Hollywood, ele é o único que não aparece).

O elenco novo é muito bom – Kristen Wiig, Melissa McCarthy e Leslie Jones estão bem, mas gostei mais da maluquinha Kate McKinnon. E Chris Hemsworth está hilário! E o filme ainda conta com paticipações de Charles Dance, Andy Garcia e Ozzy Osbourne.

A parte técnica, como era de se esperar, é perfeita. Quem me acompanha sabe que não sou fã do 3D, mas aqui pelo menos os efeitos fazem algo diferente do óbvio. O filme se passa num retângulo dentro da tela, e os efeitos dos fantasmas saem deste retângulo. Taí, gostei da ideia.

Por fim, fiquem até o final do filme. Há cenas durante os créditos e também pós créditos!

Podcrastinadores.S04E14 – Game of Thrones (temporadas 4, 5 e 6)

Podcrastinadores.S04E14 – GoTNeste episódio antecipado, experimentamos um formato novo debatendo o final da sexta temporada de Game of Thrones, e dividindo algumas teorias e especulações sobre o futuro da série. Como em nosso primeiro episódio desta série abordamos as temporadas 1, 2 e 3, agora demos uma passada bem rápida nos fatos mais marcantes da quarta e quinta, até entramos com tudo na sexta, e no final espetacular que ela teve.

 

Vem conversar com a gente sobre todas essas reviravoltas que transformaram a série da HBO como uma das mais comentadas dos últimos tempos.

 

Participaram deste episódio Gustavo Guimarães, Tibério Velasquez, Leandro Medeiros e Carol Moreira.

 

Ouça e comente!

 

Podcast (podcrastinadores-plus): Reproduzir em uma nova janela | Baixar (54.9MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

Podcast: Reproduzir em uma nova janela | Baixar (47.9MB)

Assine: iTunes | Android | RSS | More

(Não consegue baixar arquivos de áudio em sua rede? Insira o link do mp3 aqui) Links relacionados a este episódio:

 

Agradecimento a todos que suportam os Podcrastinadores, especialmente aos nossos padrinhos Alessandro Solari, Anna Cruz, Bianca Ramos, Camila Gildo, Carolina Lindoso-Neet, Caio Luiz Daemon, César Albuquerque Lima, Daniel Machado Jr., Dierly Cordeiro, Eduardo Starling, Eduardo Tomazett, Elieverson Santos, Emílio Mansur, Felipe Rodrigues, Felipe Zabin, José Maria Leite, Leandro Medeiros, Lionel Leal, Lisbino Carmo, Luis Alfredo Lopes, Luis Garavello, João Elias, Marco Antonio Linares, Marcos Alves, Mario Rocha, Rafael Baldo, Raphael Moussalem, Ricardo Pires Ferreira, Rogério Bittencourt, Sérgio Salvador, Thiago Cordeiro, Vitor Teixeira de Souza, Willian Castro, Wilson Santos e Ygor Souza.

 

Ajude a manter o nosso podcast você também. Até com 1 real você ajuda a aliviar nossos custos fixos. Entenda melhor como ser nosso padrinho aqui, e tenha nossa gratidão eterna, além de alguns outros benefícios que você descobre clicando no link. 🙂

 

Participe você também escrevendo pra gente: podcrastinadores@gmail.com
Queremos saber quem é você que nos ouve: vá em facebook.com/podcrastinadores e mande seu Like lá.
Lembrando que temos duas opções de feeds pra você nos assinar:

 

Feed normal: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadores
Feed plus*: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadoresplus

 

*Se seu player for compatível com formato m4a (plataforma Apple iOS), você vai preferir acompanhar por este formato. Ele divide o podcast em capítulos com imagens individuais, e você pode navegar entre esses capítulos pelo comando “próximo” ou “anterior” do seu player. Assim você pode pular spoilers, ou achar rapidamente um assunto determinado que tenha maior interesse.

 

Procurando Dory

Procurando DoryCrítica – Procurando Dory

Nemo, Marlin e Dory estão de volta!

Um ano depois dos eventos do primeiro filme, Dory começa a ter sonhos fragmentados e flashbacks de sua vida antes de conhecer Marlin e Nemo, e resolve procurar os seus pais.

Treze anos depois, temos a continuação do fantástico Procurando Nemo, até hoje um dos melhores longas da Pixar. Procurando Dory (Finding Dory, no original) usa uma estrutura parecida, mas desta vez quem se perde é a Dory, enquanto procura os pais.

Continuações vivem em um terreno perigoso. A maior parte delas pensa primeiro na bilheteria e depois na qualidade. O trunfo desta continuação é ter roteiro e direção de Andrew Stanton, o mesmo que escreveu e dirigiu o primeiro filme (Stanton ainda dirigiu Wall-E e Vida de Inseto, além de ter trabalhado no roteiro de Monstros S.A. e todos os Toy Story).

O fato de ser mais um Pixar, e de ser a continuação de Procurando Nemo, é o que mais atrapalha esta continuação. Porque é impossível não comparar. Mesmo assim, não acho que Procurando Dory fique muito atrás de Nemo. Ok, já vimos essa história antes. Mas o filme é emocionante e engraçado – como a Pixar sabe fazer muito bem. E tem vários momentos “fofos” que vão agradar boa parte do público.

Se a história não traz muitas novidades, pelo menos os personagens são todos bem construídos e bem inseridos na trama. Não só os personagens antigos são ótimos, como os novos, tanto os que têm mais tempo de tela, como Hank, Destiny e Bailey, até aqueles que fazem só uma ponta, como o trio de leões marinhos Rudder, Fluke e Geraldo.

Dory é uma personagem irresistível, com sua hilária perda de memória, e realmente merecia deixar de ser coadjuvante. E olha que coisa curiosa: é a terceira continuação da Pixar onde um coadjuvante vira protagonista – isso aconteceu com Mike em Monstros SA e Universidade Monstros, e com Mate em Carros e Carros 2.

Em 2003, uma das coisas que mais chamava a atenção era o visual do fundo do mar. Talvez Dory não impressione tanto hoje em dia, mas por já estarmos acostumados com o CGI evoluído – porque o fundo do mar é retratado perfeitamente.

Por fim, não saia antes de terminar os créditos. Duas das melhores piadas do filme estão lá!

p.s.: Queremos um spin-off do Geraldo!

Podcrastinadores.S04E13 – Filmes Guilty Pleasures

Podcrastinadores.S04E13 – Filmes Guilty Pleasures

Depois do sucesso do episódio Séries Guilty Pleasure, vem agora a versão Filmes Guilty Pleasure, ou seja, os filmes que a gente tem, digamos, um pouco de vergonha de admitir que gostamos muito. 🙂

Sabe aquele filme que você ficava constrangido de entregar para o tio da locadora na hora de levar para casa? Que na roda de amigos todo mundo torcia a cara quando era mencionado, incluindo você, mas com o coração apertadinho por dentro? Que o DVD tá lá no final para ninguém ver quando for na sua casa? Então, esse mesmo.

É hora de abrir o coração e revelar quais são os filmes que Fernando Caruso, Gustavo Guimarães, Helvecio Parente, Rodrigo Montaleão, Tibério Velasquez e as convidadas Aline Hermann e Renata Castro têm vergonha de admitir que gostam, e assistem tantas quantas vezes estiverem passando na TV.

Ouça e comente!

Podcast (podcrastinadores-plus): Reproduzir em uma nova janela | Baixar (65.4MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

Podcast: Reproduzir em uma nova janela | Baixar (67.3MB)

Assine: iTunes | Android | RSS | More

(Não consegue baixar arquivos de áudio em sua rede? Insira o link do mp3 aqui) Links relacionados a este episódio:

Agradecimento a todos que suportam os Podcrastinadores, especialmente aos nossos padrinhos Alessandro Solari, Anna Cruz, Bianca Ramos, Camila Gildo, Carolina Lindoso-Neet, Caio Luiz Daemon, César Albuquerque Lima, Daniel Machado Jr., Dierly Cordeiro, Eduardo Starling, Eduardo Tomazett, Elieverson Santos, Emílio Mansur, Felipe Rodrigues, Felipe ZabinJosé Maria Leite, Leandro Medeiros, Lionel Leal, Lisbino Carmo, Luis Alfredo Lopes, Luis Garavello, João Elias, Marco Antonio Linares, Marcos Alves, Mario Rocha, Rafael Baldo, Raphael Moussalem, Ricardo Pires FerreiraRogério Bittencourt, Sérgio Salvador, Thiago CordeiroVitor Teixeira de Souza, Willian Castro e Ygor Souza.

Ajude a manter o nosso podcast você também. Até com 1 real você ajuda a aliviar nossos custos fixos. Entenda melhor como ser nosso padrinho aqui, e tenha nossa gratidão eterna, além de alguns outros benefícios que você descobre clicando

Participe você também escrevendo pra gente: podcrastinadores@gmail.com
Queremos saber quem é você que nos ouve: vá em facebook.com/podcrastinadores e mande seu Like lá.
Lembrando que temos duas opções de feeds pra você nos assinar:

Feed normal: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadores
Feed plus*: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadoresplus

*Se seu player for compatível com formato m4a (plataforma Apple iOS), você vai preferir acompanhar por este formato. Ele divide o podcast em capítulos com imagens individuais, e você pode navegar entre esses capítulos pelo comando “próximo” ou “anterior” do seu player. Assim você pode pular spoilers, ou achar rapidamente um assunto determinado que tenha maior interesse.

Independence Day: O Ressurgimento

IDR-posterCrítica – Independence Day: O Ressurgimento

Vinte anos depois, a continuação de um dos mais “farofeiros” filmes catástrofe de todos os tempos!

Duas décadas depois da primeira invasão do Dia da Independência, a Terra se depara com uma nova ameaça extra-solar. Será que as novas defesas espaciais da humanidade serão suficiente?

Vamulá. Muita gente não gosta do primeiro Independence Day, de 1996, justamente por não ser um filme sério. A parte de filme catástrofe é boa e agrada a todos, mas o clima de galhofa dividiu o público. Afinal, nem todo mundo “comprou” coisas como um vírus de computador derrotando os alienígenas.

Como Independence Day: O Ressurgimento (IIndependence Day: Resurgence, no original) é uma continuação, dirigida pelo mesmo Roland Emmerich, que teve novamente como parceiro o roteirista Dean Devlin, claro que o clima de galhofa continua. Não leve o filme a sério, e vai ser mais fácil de se divertir.

Se é tão bom quanto o primeiro? Não, infelizmente não é. Algumas sequências de destruição são muito boas, mas são tão poucas que essa parte acaba rapidinho E apesar de boa parte do elenco ter voltado, Will Smith não está nesta continuação, e ninguém do atual elenco tem carisma suficiente para segurar o filme, que parece meio órfão de um protagonista.

Se não é tão bom, pelo menos é uma boa opção pra quem estiver no clima certo. Temos efeitos especiais top de linha, as (poucas) sequências de destruição são excelentes. E, diferente da sisudez de um Interestelar, o clima é sempre leve e divertido.

Tirando Will Smith (que segundo dizem, cobrou caro demais), o resto do elenco principal está de volta: Bill Pullman, Jeff Goldblum, Judd Hirsch, Vivica A Fox e um inspirado Brent Spiner (o “Data” – por que esse cara não faz mais filmes?). Recém falecido, Robert Loggia aparece rapidamente, mas desconfio que seja CGI. De novidade, o filme conta com Liam Hemsworth (Jogos Vorazes), Maika Monroe (Corrente do Mal), William Fichtner, Charlotte Gainsbourg, Sela Ward e Jessie T. Usher.

Sobre o novo elenco, vem a má notícia: teremos continuação(ões). A ideia de Emmerich era fazer logo dois filmes ao mesmo tempo, mas o estúdio recusou. Mesmo assim, Independence Day: O Ressurgimento termina com gancho para um terceiro filme… Será que vai ser bom?

p.s.: “O Ressurgimento”. Será que não tinha um nome pior não?