As Viagens de Gulliver

Crítica – As Viagens de Gulliver

Lemuel Gulliver, funcionário do correio interno de um jornal de Nova York, acidentalmente ganha a oportunidade de escrever uma coluna no caderno de turismo. Gulliver vai até o Triângulo das Bermudas, mas seu barco naufraga e ele acaba em Liliput, ilha habitada por seres minúsculos.

As Viagens de Gulliver é uma comédia bobinha e até divertida, baseada no livro homônimo de Jonathan Swift. Mas tem um problema: o espectador tem que curtir o Jack Black. Porque, em vez de interpretar Gulliver, Jack Black interpreta… Jack Black! Como quase sempre, aliás…

Parte do filme é uma grande egotrip de Black. Rolam várias piadas e referências ao universo pop envolvendo a imagem de Black, como filmes e cartazes de propagandas como Copertone e Ipad. Aliás, quem curte referências pop vai se esbaldar aqui. São referências a vários filmes, como Titanic, Avatar, Wolverine e, principalmente, Guerra nas Estrelas, citado várias vezes.

O resto do elenco está lá para não atrapalhar Black. O filme ainda conta com Jason Segel, Emily Blunt, Amanda Peet e Billy Connoly.

Os efeitos especiais, para um filme hollywoodiano de 2010, decepcionam. Muitas vezes a montagem entre os diferentes tamanhos fica artificial demais. A tecnologia atual pode fazer muito melhor… (E pelo que li por aí, os defeitos ficam ainda mais evidentes na versão 3D!)

O filme é bobinho e divertido. Mas, logo no fim, rola um número musical completamente dispensável. O filme podia ter acabado cinco minutos mais cedo!

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The Warriors Way

Crítica – The Warriors Way

Um guerreiro oriental, exímio espadachim, se refugia em uma cidade do velho oeste americano, depois de se recusar a matar uma pequena criança do clã inimigo.

Filme de estreia do roteirista e diretor Sngmoo Lee, The Warriors Way é um filme estranho. Apesar do bom elenco e de um visual deslumbrante, o resultado final não empolga.

O visual é belíssimo. Pelo que li, a maior parte dos cenários e paisagens são digitais, criando lindas imagens oníricas. E algumas lutas são muito bem coreografadas, com vários movimentos de câmera interessantes – gostei muito da luta de facas ao som de música clássica, durante a festa de natal.

O elenco também está muito bem. Não conhecia o ator Jang Dong Gun Jang, o protagonista, mas outros três nomes no elenco chamam a atenção: Kate Bosworth, mostrando ao mesmo tempo graça e desejo de vingança; Danny Houston e seu vilão ensandecido; e Geoffrey Rush, sensacional como sempre, como o misterioso bêbado da cidade.

Não sei identificar exatamente o que não funciona. Mas um defeito claro é a falta de identidade, às vezes o filme parece comédia; às vezes, ação; às vezes, faroeste. Infelizmente, a mistura de estilos, que funciona tão bem em alguns filmes, aqui deu errado.

Mesmo assim, gostei do resultado. E, de mais a mais, não é todo dia que a gente vê artistas de circo lutando contra caubóis e depois ninjas se metendo na briga – e isso tudo no velho oeste!

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Atividade Paranormal 2

Crítica – Atividade Paranormal 2

Como não gostei muito do primeiro Atividade Paranormal, não dei muita bola pra sua continuação. Mas, como estreou a versão japonesa, Atividade Paranormal Tóquio, resolvi ver logo o Atividade Paranormal 2.

Uma família se muda para uma nova casa. Um dia, ao chegarem em casa, encontram tudo revirado. Apesar de não terem roubado nada, a família resolve instalar um sistema de segurança com várias câmeras. Coisas estranhas continuam acontecendo, e a família começa a acreditar que a casa é mal assombrada.

Atividade Paranormal 2 é exatamente o que se espera: um filme lento, usando a câmera subjetiva, fazendo de conta que aquilo foi verdade. Isso não é mais novidade, só aqui no blog já tivemos 10 filmes assim. O formato escolhido limita o uso de efeitos especiais e de trilha sonora. Isso pode tornar o filme um pouco maçante, o que acontece aqui…

Tem outro problema, na verdade uma grande mancada: quando este tipo de filme surgiu, a proposta era nos fazer acreditar que tudo era verdade. Para isso, sempre foi essencial o uso de atores desconhecidos. Quem teve a “brilhante” ideia de chamar Sprague Grayden para o papel principal? Ela pode não ser uma atriz muito famosa, mas seu rosto é conhecido, de filmes e de séries como Jericho e 24. Não rola nem de tentar fingir que é fake, né?

Apesar disso tudo, acho que quem gostou do primeiro filme vai curtir esta continuação. Pode não trazer nada de novo, mas pelo menos a produção não é mal cuidada.

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Que Se Mueran Los Feos

Crítica – Que Se Mueran Los Feos

Gosto de filmes espanhois, os caras lá são bons em comédias e filmes de terror. Por isso resolvi dar uma chance para este desconhecido Que Se Mueran Los Feos, lançado ano passado.

Eliseo é um quarentão solteiro muito feio, que ainda espera encontrar a mulher da sua vida. Quando sua mãe morre, ele se reencontra com sua cunhada Nati, também muito feia. Começa a rolar uma atração entre os dois, apesar de Nati ser casada com o irmão de Eliseo.

Que Se Mueran Los Feos não é ruim. Mas também não tem nada demais. É apenas mais uma comédia romântica. A diferença entre este e seus semelhantes hollywoodianos é que aqui todos os personagens são feios… Mas o formato é igualzinho: o casal se encontra, se desentende, se gosta, passa por uma separação traumática e… Bem, não vou falar do fim pra não mandar spoilers, mas é aquilo que todos esperam…

Os atores, desconhecidos por aqui, estão bem, num tom que fica entre o brega e a caricatura. Javier Cámara faz um Eliseo que parece saído de um desenho animado! (Pra dizer que não reconheci nenhum ator, Kira Miro, de Crime Ferpeito, faz Paloma, a loura que dá em cima de Abel na quermesse.)

Resumindo: não é ruim, mas existe filme espanhol melhor por aí.

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Fúria Sobre Rodas

Crítica – Fúria Sobre Rodas

Não sei vocês. Mas heu me amarro em ver de vez em quando um filme vagabundo e descompromissado. Por isso, procurei um cinema 3D e fui ver o novo “pseudo trash”!

Milton (Nicolas Cage) foge da prisão para tentar impedir um culto de magia negra liderado pelo assassino de sua filha. Ele tem três dias para detê-los, antes da lua cheia, e enquanto isso, tem que evitar o misterioso “Contador” (William Fichtner).

Logo de cara, na primeira cena, o filme já mostra a que veio: violência desmedida e desnecessária, e vários objetos atirados na direção na tela. Tudo aqui é exagerado, o tom do filme está no limite da caricatura. Sabendo apreciar, isso é muito divertido!

Nicolas Cage está canastrão ao extremo. Isso pode não funcionar para filmes mais sérios, mas aqui, se encaixa perfeitamente. William Fichtner está ótimo em seu papel esquisitão. E Amber Heard pouco faz além de desfilar sua beleza.

Aliás, como todo bom filme vagaba, Fúria Sobre Rodas tem alguma nudez gratuita, com as atrizes Christa Campbell e Charlotte Ross. Amber Heard, depois de ficar sem roupa durante boa parte de The Informers, aqui fica mais comportada e não mostra nada além de roupas curtas e decotes.

A trilha sonora também funciona muito bem, as músicas parecem realçar a vocação trash do filme. Os efeitos especiais são bem legais, fazem bom uso do 3D, aproveitando a ideia de jogar coisas na direção da tela. E gostei dos efeitos da sequência final!

Um diálogo no fim dá a entender que pode rolar uma continuação. Sei lá, precisa?

Enfim, o espectador sisudo vai odiar Fúria Sobre Rodas. Mas aquele que entrar no clima vai se divertir – e muito!

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Sem Limites

Crítica – Sem Limites

Sem Limites parte de uma premissa muito interessante: o que faria uma pessoa com capacidade de usar 100% do cérebro? E o resultado final ficou muito legal. Mas alguns furos no roteiro impediram o filme de ser ainda melhor.

Eddie Morra (Bradley Cooper) é um escritor em crise criativa. Por um acaso do destino, ele experimenta o NZT, uma droga experimental que lhe permite usar a capacidade total do cérebro, diferente dos 10 a 20% habituais. Com isso, Eddie vira um gênio em tudo. Mas tem que tomar cuidado com as armadilhas que aparecerão.

Vamos primeiro ao que funciona no filme dirigido por Neil Burger (O Ilusionista). A edição, combinada a eficientes efeitos especiais, deu a Sem Limites um visual incrível. Rolam uns travellings alucinantes (um deles durante os créditos iniciais) que deixam o espectador tonto, mesmo sem usar efeitos no estilo 3D. E os efeitos funcionam perfeitamente pra ilustrar o poder da droga tomada por Eddie – até a cor do filme muda.

O elenco também está bem. Aos poucos, Bradley Cooper se firma como estrela hollywoodiana. Há pouco ele era um desconhecido no elenco de Se Beber Não Case; agora ele tem no currículo um dos papeis principais de Esquadrão Classe A e ainda contracenou com Julia Roberts em Idas e Vindas do Amor e com Sandra Bullock em Maluca Paixão. E o filme tem um coadjuvante de luxo, Robert de Niro. Ainda no elenco, Abbie Cornish, também em cartaz com Sucker Punch, e uma ponta de Anna Friel.

Agora vamos falar das falhas no roteiro. Mas, antes, os avisos de spoiler!

SPOILERS!

SPOILERS!

SPOILERS!

São vários pontos:
– Às vésperas de uma grande reunião, Eddie não deixaria os comprimidos longe.
– Por que diabos ele não pagou o agiota russo?
– Se ele ficou tão inteligente a ponto de aprender piano e línguas estrangeiras quase automaticamente, por que não ele mesmo tentar fabricar a pílula? Precisava contratar um laboratório?
– Heu não tomei nenhuma pílula, e sabia que o agiota russo não ia parar. Só se morresse. Por que ele não contratou os seguranças pra matar o cara?
– O apartamento novo era um bunker. Não ia ser tão fácil de entrar! Um apartamento daqueles ia ter ligações diretas com a delegacia mais perto!
E por aí vai…

FIM DOS SPOILERS!

Mesmo assim, Sem Limites é um bom filme, uma boa opção em cartaz nos cinemas.

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Rare Exports – A Christmas Tale

Crítica – Rare Exports – A Christmas Tale

Gostei tanto de The Troll Hunter, um filme de terror norueguês, que me empolguei pra ver Rare Exports – A Christmas Tale, um filme de terror finlandês!

Às vesperas do Natal, uma misteriosa escavação arqueológica acontece nas montanhas Korvatunturi, na Finlândia. Logo, crianças começam a desaparecer, e um estranho elfo é capturado por caçadores de renas.

Rare Exports – A Christmas Tale não é tão bom, mas tem mais acertos que erros. A atuação de Onni Tommila como Pietari, o jovem heroi, é muito boa. As paisagens na neve e a ambientação gelada – afinal, é natal na Finlândia – também são pontos positivos.

(Aliás, é curioso reparar detalhes nas diferenças entre Hollywood e o cinema europeu. Os elfos estão todos pelados!)

Por outro lado, o clima é demasiado lento, as coisas demoram a acontecer, e isso num filme de apenas uma hora e vinte! E teve uma coisa que definitivamente não gostei. Mas antes, os tradicionais avisos de spoiler…

SPOILERS!

SPOILERS!

SPOILERS!

O filme levanta um enorme suspense em torno do “Papai Noel do mal”. O jovem Pietari até cita o “Papai Noel da coca-cola” como o Papai Noel “errado”. E, na hora de mostrá-lo, não mostra nada. Fiquei imaginando como seria o filme com o Papai Noel “badmotherf$#@cker” botando pra quebrar!

FIM DOS SPOILERS!

Mesmo assim, Rare Exports – A Christmas Tale ainda vale ser assistido. Afinal, não é todo dia que podemos ver filmes de terror nórdicos por aí, né?

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Game Of Thrones

Crítica – Game Of Thrones

Nova super produção da HBO!

Trata-se de uma adaptação do livro homônimo de George R.R. Martin. Ambientada na Idade Média, nas míticas terras de Westeros,  Game Of Thrones conta a história de famílias que lutam pelo poder, em tramas cheias de intrigas políticas e sexuais.

Game Of Thrones tem um problema. A adaptação literária traz uma enorme quantidade de personagens. A longo prazo, isso pode ser interessante, mas, por agora, no episódio piloto, é muita gente a ser apresentada em aproximadamente uma hora. Quem não leu o livro (meu caso) fica um pouco perdido com a enxurrada de personagens. Mas nada que não se resolva ao longo de 10 capítulos.

O elenco não traz muitos nomes famosos. Acho que o único grande nome é Sean Bean, o Boromir de Senhor dos Anéis, e, talvez, Lena Headey, protagonista da série Terminator – Sarah Connor Chronicles. O resto é desconhecido, mas ninguém compromete.

A produção é impecável, aliás, como era de se esperar em uma produção na HBO. Assim como acontece normalmente com as séries da HBO (Roma, Band of Brothers), eles não economizam em “detalhes” como cenários e figurinos. O visual da série enche os olhos.

Outra característica da HBO está presente: Game Of Thrones tem muita violência e muita nudez. Não é recomendado para menores!

Já saíram os episódios 2 e 3 – heu que estou atrasado e ainda não vi. Ainda é cedo para imaginar o fim da série, mas podemos afirmar que começou bem!

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Sucker Punch – Mundo Surreal

Crítica – Sucker Punch – Mundo Surreal

Oba! Filme novo do Zack Snyder (300, Watchmen) em cartaz nos cinemas!

Uma jovem garota, logo após perder a mãe, é internada em um hospício pelo padrasto. Lá, ela imagina uma realidade alternativa e usa isso como refúgio.

Filme do Zack Snyder, com várias meninas frágeis e bonitinhas, vestidas com muitos decotes, e empunhando espadas de samurai e armas de grosso calibre, em cenários viajantes e maneiríssimos, num roteiro que parece montado como fases de videogame? É, esse é um daqueles filmes que se tornam obrigatórios!

A história? Ué, precisa? Releia o parágrafo acima… 😉

O que chama a atenção em Sucker Punch – Mundo Surreal é o visual. Zack Snyder é um artesão de imagens, cada cena, cada ângulo, cada fotograma tem o visual bem cuidado. Uma exposição fotográfica com stills do filme já seria interessante de se ver.

Isso inclui todos os detalhes do filme. Cenários, figurinos, até as cores vistas na tela são pensadas para contribuir com o efeito – as cenas no “mundo real” têm cores diferentes daquelas nos “mundos imaginários”.

A história não é lá grandes coisas, inclusive, não gostei do fim do filme (apesar de achar interessante a mudança de foco). O objetivo do roteiro parece ser conseguir encaixar todas as cenas de sonho, que passeiam por diversos estilos, como filme de kung fu, guerra, fantasia e ficção científica. Assim, o filme consegue ter espaço para brigas de espadas, castelos com orcs e dragões e exércitos de zumbis nazistas.

(E, já que falei de vários estilos diferentes, durante os créditos rola um número musical, cantado pelos atores Oscar Isaac e Carla Gugino…)

Outra coisa que precisa ser citada é o bom uso da trilha sonora. As músicas em si não são nada demais, são músicas pop comuns. Mas existe uma perfeita sintonia entre som e imagem, como pouco visto no cinema hoje em dia. Melhor que muito videoclipe!

No elenco, nenhum nome do primeiro escalão. Ninguém faz feio, mas também ninguém será lembrado por grandes atuações neste filme. Das cinco meninas principais, talvez a mais famosa seja Vanessa Hudgens, estrela dos três High School Musical. Além dela, Emily Browning (O Mistério das Duas Irmãs), Abbie Cornish (Sem Limites), Jena Malone (Na Natureza Selvagem) e Jamie Chung (Gente Grande). Além deles, Jon Hamm e os já citados Oscar Isaac e Carla Gugino. E um papel menor e bem legal de Scott Glenn como o “homem sábio”.

Com mais forma do que conteúdo, Sucker Punch – Mundo Surreal não vai agradar a todos. Mas é imperdível para quem curte um bom visual!

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Invasão do Mundo – Batalha de Los Angeles

Crítica – Invasão do Mundo – Batalha de Los Angeles

Depois do fraco Skyline – A Invasão, finalmente chegou “o outro filme de invasão alienígena”.

A trama é simples: alienígenas invadem o planeta e “botam pra quebrar”, e forças militares tentam se defender. Simples e eficiente.

Vou explicar a comparação feita no primeiro parágrafo. Os realizadores de Skyline – A Invasão trabalharam nos efeitos especiais de Invasão do Mundo – Batalha de Los Angeles, e as duas tramas são muito parecidas – invasão alienígena em Los Angeles. Rolou até um processo, mas não sei que fim levou a história.

O filme não perde tempo com enrolação, a ação começa logo de cara. Isso é bom, nem sempre precisamos nos aprofundar nos personagens, quando o objetivo é ver tiros e explosões em cima de e.t.s!

Mas, para curtir o filme, precisa ter boa vontade com o roteiro, extremamente previsível. A gente consegue antever metade do filme: o novato que vai matar o primeiro extra-terrestre, o helicóptero que vai ser derrubado, o soldado revoltado com o superior, etc. E, pra piorar, ainda rolam alguns elementos completamente dispensáveis, como as crianças insuportáveis e aquele dramalhão desnecessário na base aérea.

Sabendo “desligar” esses “detalhes”, Invasão do Mundo – Batalha de Los Angeles é um bom filme. As cenas de ação são muito boas, os alienígenas são convincentes e os efeitos especiais são muito bem feitos.

O competente Aaron Eckhardt lidera um elenco com poucos rostos conhecidos. Pra não dizer que não tem mais gente famosa, Michelle Rodriguez e Bridget Moynahan têm os principais papeis femininos.

O fim do filme é talvez um pouco abrupto demais. Mas este é o tipo do filme que pode ter continuações, o subtítulo brasileiro dá essa dica, ao chamar de “batalha de Los Angeles”. Não vou achar estranho ver em breve outra batalha, em outro lugar…

Por fim, é importante citar que este é o primeiro lançamento carioca em 4K, um novo sistema de alta definição para cinemas. Assim como o blu-ray veio trazer uma imagem melhor que o dvd, a tecnologia 4K promete uma imagem com definição quatro vezes maior do que o padrão atual nas telas. Talvez fosse melhor outro filme para experimentarmos a nova tecnologia, já que aqui rola muita câmera tremida. Mas valeu a experiência!

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