A Sétima Vítima

A Sétima Vítima

Quando vejo um filme bom, guardo o nome do diretor e procuro outras coisas que ele fez. Que tal um outro filme de Jaume Balagueró, diretor de REC, um dos melhores filmes de terror dos últimos anos?

(Na verdade, A Sétima Vítima Darkness no original – é de antes, foi lançado em 2002, e passou aqui no Brasil. Revi agora, mas lembro de ter visto a primeira vez no cinema, muitos anos antes de ouvir falar em REC…)

Uma família – pai, mãe, filha adolescente e filho criança – se muda dos EUA para a Espanha, para morar num velho casarão afastado da cidade, que pertence à família. Mas existe algo de terrível no passado da casa…

Ok, o tema é batido. E o filme também não é nada de inovador. A Sétima Vítima não é tão brilhante quanto REC, mas é um interessante “terror de casa mal assombrada”.

O elenco está ok, temos Anna Paquin já adulta (mesma época dos primeiros X-Men e de Quase Famosos) e Lena Olin, além de Iain Glen, Stephan Enquist e Giancarlo Giannini.

De coisas boas, podemos destacar que Balagueró já sabia usar bem movimentos de câmera. Os efeitos especiais são poucos, o que funciona bem aqui é a câmera procurando ângulos interessantes. E o final “não Hollywood” também é legal.

Mas não vá com muita expectativa…

Mórbido Silêncio / Strangeland

Mórbido Silêncio / Strangeland

Numa cidade pequena chamada Helverton, um maluco sadomasoquista, entusiasta de piercings, tatuagens e body modification, sequestra vítimas que encontra pela internet, através de chat rooms adolescentes.

Este é um daqueles filmes com cara de vagabundo que infestam as prateleiras de 9,90 de lojas como a Casa & Video ou Americanas. Na capa, a única informação interessante que temos é sobre a participação de Robert Englund, o eterno Freddy Kruger, no elenco. Mas tem algo a mais. Por que este filme deve ser reconhecido pelos fãs de rock’n’roll?

A explicação, claro leitor, está no nome do roteirista do filme: um tal de Dee Snider. Sim, ele mesmo, o “twisted sister” em pessoa. Além de roteirista, Snider ainda tem um dos papéis principais.

E aqui é que não entendi uma coisa. Se um cara escreve um roteiro e vai participar do elenco, ele tem oportunidade de escrever algo específico para ele. Peguemos o exemplo do Tarantino: todos sabem que ele é fã de pés femininos, certo? Bem, em Um Drink no Inferno, quando Salma Hayek enfia o dedo do pé na boca de um dos personagens e derrama vinho pela perna, quem é o personagem que bebe o vinho através de seu pe? Claro que é o próprio Tarantino! Aí vem o Dee Snider, escreve um roteiro, e qual é o papel que ele cria pra ele mesmo? O maluco sadomasoquista… Isso ficou esquisito…

O filme parece ser uma ode à liberdade de se alterar o próprio corpo e sentir os prazeres da dor que isso causa. Não conheço a vida pessoal de Snider, mas ele deve ser ligado nessas coisas…

(Heu, por razões pessoais, gostei foi do nome da cidade, Helverton. Não sei se a cidade existe, mas até achei um nome simpático! Pelo menos para quem se chama Helvecio! 😀 )

Ah, sim, voltemos ao filme. Não vai mudar a vida de ninguém, mas não é tão óbvio quanto uma prateleira de 9,90 pode sugerir. O roteiro guarda algumas surpresas e o Captain Howdy, personagem de Snider, é até interessante. Pode ser uma boa sugestão para aqueles na pilha.

Sem Saída – Eden Lake

Sem Saída – Eden Lake

Steve e Jenny vão acampar num lago, mas esbarram com uma gangue de adolescentes marginais. Após um incidente com a gangue, começa um conflito.

Não é todo dia que aparece um filme como Sem Saída. Tensão crescente, no ritmo certo. E uma coisa muito legal aqui é que tudo é perfeitamente possível de acontecer com qualquer um. O casal não fez nada demais para provocar os garotos. E a gangue é consistente, alguns dos meninos estão nitidamente desconfortáveis com a situação, mas continuam seguindo o “macho alfa” do grupo.

O filme foi dirigido e escrito por James Watkins – é a sua estreia como diretor, mas ele já escrevera outros roteiros. O casal principal é bem interpretado por Kelly Reilly (Sherlock Holmes) e Michael Fassbender (Bastardos Inglórios). Mas quem chama a atenção é o garoto Jack O’Connell, como o líder da gangue.

O clima aqui às vezes lembra Abismo do Medo. Ambos os filmes são britânicos e ambos colocam protagonistas mulheres passando por situações extremas – aquela cena com Jenny dentro da lixeira lembra muito uma certa parte de Abismo do Medo. O fato de ambos os filmes terem trilha sonora de David Julyan também ajuda na semelhança.

(Coincidência ou não, James Watkins foi o roteirista de Abismo do Medo 2…)

Sem Saída é mais um daqueles filmes mal lançados aqui no Brasil. Ouvi falar dele numa comunidade do orkut, baixei e vi. E só depois descobri que já foi lançado em dvd aqui no Brasil…

A Ilha dos Mortos – Survival of the Dead

A Ilha dos Mortos – Survival of the Dead

E vamos ao sexto filme de zumbis feito por George A. Romero…

A trama é mais do mesmo. Sobreviventes lutam para se manter vivos enquanto zumbis estão espalhados por aí. A diferença aqui é que alguns dos vivos querem “guardar os zumbis” e esperar por uma “cura”.

Temos vários problemas aqui. O primeiro é que parece que Romero se esqueceu que o objetivo de um filme de terror é assustar. Survival of the Dead não assusta nem um pouco… Nem os personagens parecem preocupados com os zumbis em volta! Em momento nenhum o filme dá medo.

Tem outro problema, ainda mais grave: o fim do filme é ridículo. Aquele tiroteiozinho vagabundo foi terrível!

E, ainda na sessão “problemas graves”, temos talvez o maior de todos, uma grande incoerência: sr. Romero, o sr. nos ensinou que zumbis não pensam e não têm total domínio de suas funções motoras. Como assim um zumbi que dirige um carro? Como assim um zumbi que anda a cavalo???

A comparação com os clássicos é inevitável. Afinal, Romero não apenas fez o primeiro filme de zumbis da história, como fez três filmes essenciais para o estilo, a trilogia Noite / Madrugada / Dia dos Mortos, um em cada década (1968, 78 e 85, respectivamente). Nos anos 90, nada de zumbis. Mas agora, nos anos 00, já foram três…

A qualidade dos mais recentes é bem inferior à dos 3 primeiros. Terra dos Mortos (2005) não é ruim, mas é bem mais fraco. Depois veio o subestimado Diário dos Mortos (2007) – pode não ser uma obra prima, mas adorei o uso da câmera subjetiva.

Mas, com relação a Survival of the Dead (2009), não tem nem como defender. O filme é ruim mesmo!

Aparentemente, Romero perdeu a mão. Survival of the Dead é sério como são os seus outros filmes, que nunca caem no trash como a maioria dos filmes de zumbi por aí. Mas aí rolam algumas mortes de zumbi “engraçadinhas”, como a do extintor ou a do sinalizador. Ok, as cenas são engraçadas, mas não têm nada a ver com o “Romero Clássico”. Por um momento achei que estava vendo um filme do Sam Raimi!

Resumindo: sr. Romero, é hora de parar, enquanto ainda nos lembramos de seus bons filmes!

P.s.: Não consegui legendas para Birdemic nem para Buratino. Por isso, temporariamente encerro o SP Terror. Vê-los-ei assim que conseguir as legendas!

The Crazies – A Epidemia

The Crazies – A Epidemia

Por coincidência, este The Crazies – A Epidemia já estava no meu hd quando soube do SP Terror. Vamos a ele!

Uma pequena cidade americana é tomada por uma intoxicação que transforma os habitantes em violentos psicopatas. O xerife local e sua esposa, médica, tentam lutar pela sobrevivência.

Dirigido por Breck Eisner, The Crazies – A Epidemia é a refilmagem de O Exército do Extermínio, feito por um tal de George A. Romero em 1973. Infelizmente não vi o original, não posso comparar. Mas posso dizer que esta nova versão é muito boa!

A estrutura lembra um filme de zumbis (será coincidência?). A população aos poucos vai ficando infectada, e aqueles que restam precisam lutar pela sobrevivência. Só que não são zumbis, os infectados continuam com domínio de suas funções motoras e morrem como qualquer ser humano. Mais ou menos como em Extermínio.

Outro elemento interessante é o uso do exército. Em determinado momento do filme, aparece o exército com sua habitual truculência para tentar controlar a epidemia. Os sobreviventes têm outro inimigo além dos infectados!

O casal de protagonistas é convincente. Timothy Olyphant é o xerife e Radha Mitchell é a médica. Isso dá credibilidade à história, afinal, o cara que pega em armas não é um cidadão qualquer, assim como a mulher que entende de vírus. Além disso, os atores estão bem em seus papéis.

Gostei do fim do filme, que abre espaço para uma continuação sem forçar a barra. Se vier, que mantenha o bom nível!

Amor Entre Vampiros – Bitten

Amor Entre Vampiros – Bitten

Um filme de vampiros estrelado por Jason Mewes, o Jay da dupla Jay e Silent Bob, dos filmes do Kevin Smith? Taí, pode ser legal!

Jack (Jason Mewes) é um paramédico que encontra uma bela jovem ensanguentada no meio do lixo. Ele a leva para casa, sem saber que ela é uma vampira.

Não sei o motivo, mas alguns filmes são difíceis de encontrar. É o caso deste Bitten. Ouvi falar dele e procurei para baixar. Não existem muitas opções, mas hoje em dia nada é impossível de a achar. Aí procurei legendas. Só achei legendas em holandês!!! Tentei comprar o dvd, não achei nos sites estrangeiros que costumo frequentar. Dei um tempo, meses depois achei legendas em espanhol num site gringo. E isso para um filme de 2008! Difícil, não?

(Ontem li no imdb sobre uma previsão de lançamento do dvd para este mês, lá nos EUA…)

Mas o filme não é lá grandes coisas. Produção de baixo orçamento, a trama é bobinha e previsível, os atores são fracos e os efeitos especiais são simples demais – produções para a tv como True Blood tem efeitos muito melhores!

Mas o filme tem uma coisa boa: Erica Cox, que faz a vampira Danika. Muito bonita, ela passa boa parte do filme sem roupa. Nisso, Bitten é generoso!

Enfim, tirando bela a vampirinha, filme dispensável…

Martin

Martin

Esqueça o que você conhece sobre filmes de vampiro!

Martin é um filme de vampiros diferente de quase tudo o que o cinema já mostrou. Martin é um vampiro. Mas não é um vampiro como estamos acostumados a ver no cinema. Ele anda por aí de dia, não tem problema com alho e não tem caninos pontudos – na verdade, ele usa navalhas e seringas para extrair o sangue de suas vítimas.

Dirigido por George Romero em 1977, Martin é um interessante exercício sobre vampirismo versus realidade. Uma das coisas legais do filme é a dúvida: Martin é um vampiro de verdade, ou a doença é invenção da cabeça dele?

Aliás, esta dúvida sobre o real versus imaginação também acontece em outro aspecto. A narrativa traz algumas sequências em preto e branco, mostrando trechos do passado de Martin. Mas não sabemos se aquilo aconteceu ou não…

A gente está acostumado a ligar George Romero a filmes de zumbi. Claro, né? Em 1968, ele fez o primeiro filme de zumbi da história, A Noite dos Mortos Vivos, e depois fez outros cinco filmes com o tema. Mas ele não fez só filmes de zumbi, ele também lidou com outros estilos de terror, como Comando Assassino, Creepshow, A Metade Negra – ele fez até filme “não terror”, Cavaleiros de Aço! De mais a mais, em 77 Romero só tinha feito um filme de zumbis…

E Martin, apesar de não ser zumbi, tem a cara do diretor. O ritmo é lento e sério, como habitual nos filmes de Romero, assim como temos personagens bem construídos em uma sociedade bem retratada.

Este é o primeiro filme de John Amplas, que faz um convincente Martin. O elenco ainda traz dois nomes interessantes para os fãs. O próprio Romero faz um papel, como o padre Howard. E Tom Savini, famoso pela maquiagem de boa parte dos filmes de Romero, faz um papel, Arthur, e ainda faz, além da maquiagem, algumas cenas como dublê.

Martin não vai agradar a todos, pelo seu ritmo lento e sua cara de produção de baixo orçamento. Mas, por outro lado, é considerado por muitos como o melhor Romero. Inclusive pelo próprio!

Os Caça-Fantasmas

Os Caça-Fantasmas

Mais um clássico dos anos 80 revisto aqui no blog!

Despejados do departamento de parapsicologia da universidade onde trabalhavam, três cientistas resolvem inovar e criar um novo negócio: uma firma de caçadores de fantasmas. Coincidentemente, uma antiga entidade está prestes a invadir Nova York.

Os Caça-Fantasmas foi um grande sucesso nos anos 80. Uma rara mistura entre comédia e terror, que é assustador onde pede para ser, mas nunca deixa de ser engraçado – e isso tudo sem nunca cair no trash.

Os Caça-Fantasmas foi dirigido por Ivan Reitman, que foi um grande nome nos 80 e nos 90, com títulos como as três comédias de Arnold Schwarzenegger (Irmãos Gêmeos, Um Tira no Jardim de Infância e Júnior) no currículo. Hoje ele anda devagar, parece que deixou a profissão para o filho, Jason Reitman, de Juno e Amor Sem Escalas.

O elenco é muito bom. Bill Murray, Dan Aykroyd e Harold Ramis (os dois últimos também escreveram o roteiro), afiadíssimos, fazem o trio inicial de caça-fantasmas; Rick Moranis repete o papel de “looser” que o tornou famoso nos anos 80; e Sigourney Weaver e Annie Pots têm os papéis principais femininos. A bola fora, na minha humilde opinião, é Ernie Hudson como o quarto caça-fantasma. Sei lá, achei forçado, parece que sentiram necessidadede um ator negro no elenco. Me parece que Hudson está deslocado…

Os efeitos especiais traziam o melhor da tecnologia da época. Hoje, quase 25 anos depois, alguns ainda funcionam, outros “perderam a validade”. Mas nada que atrapalhe o filme, que ainda flui normalmente.

Também é preciso falar da trilha sonora. O tema GhostBusters, de Ray Parker Jr, foi um grande sucesso na época. “Who you gonna call? Ghostbusters!”

Cinco anos depois, o diretor e quase todo o elenco voltaram para uma continuação. E ainda rolou um desenho animado depois. E agora rolam boatos de uma terceira parte para 2012!

E agora fica a dúvida: Os Caça-Fantasmas “sobreviveu” ao tempo? Afinal, o filme é de 1984!

Claro que ainda funciona! Vi com minha filha de 9 anos. Tem algumas cenas com conotação sexual, mesmo assim, pode ser uma boa diversão para toda a família!

La Horde / Legião do Mal

La Horde / Legião do Mal

Não é de hoje que a França nos traz bons filmes de terror. Títulos como Haute Tension, A l’Interieur e Martyrs estão aí pra provar isso. La Horde honra esta nova tradição.

Depois de ter um colega assassinado, um grupo de policiais prepara uma emboscada em um velho prédio onde os bandidos responsáveis estão escondidos. Mas, no meio da ação de resgate, ambas as partes são surpreendidas por uma invasão de zumbis! Agora mocinhos e bandidos têm que se unir para tentar sair vivos do prédio.

Dirigido por Yannick Dahan, La Horde é um excelente filme de ação, e ao mesmo tempo, um excelente filme de zumbis. O clima de tensão da parte “policial” do filme é ótima, antagonistas que se odeiam se confrontando e depois precisando ficar lado a lado. E, por outro lado, muita violência, muito sangue, muito gore. E tudo tecnicamente muito bem feito. Não decepcionará os fãs de filmes de zumbi!

Tudo funciona aqui. Aliás, acho que só uma coisa podia ser alterada: a divulgação não precisava entregar logo de cara que era um filme de zumbis. Poderia ser que nem Um Drink no Inferno, onde a gente acha que é uma coisa e é outra bem diferente.

Ninguém conhecido no elenco. Claude Perron, , , , pelo menos para mim eram novos rostos. E todos estão bem.

Enfim, boa opção. Li que será lançado por aqui em dvd com o título Legião do Mal. Esse vale a pena!

A Capital dos Mortos

A Capital dos Mortos

Pára tudo!(*) Um filme de zumbis feito em Brasília? E já disponível para download? Este é daqueles que PRECISAMOS ver!

A trama é aquilo de sempre. Epidemia de mortos vivos, quem morre volta zumbi, blá blá blá. Quem vai ver um filme de zumbis não precisa de novidades no roteiro, né? Mesmo assim, é louvável a iniciativa do diretor Tiago Belotti, que, com uma merreca na mão (li no imdb que custou R$ 3 mil), conseguiu fazer um filme muito divertido!

(Não é o primeiro filme trash de zumbi nacional que vejo, em janeiro vi o capixaba Mangue Negro, muito bom também. Os dois fariam uma bela sessão dupla!)

A Capital dos Mortos é um filme amador. Vendo sob este ângulo, a gente releva alguns detalhes técnicos que não desculparia em uma grande produção. A luz é fraca, o som muitas vezes é ruim, as atuações são caricatas. Mas, bravamente, o filme segura a onda e não cai no escracho – saída fácil para um projeto de baixo orçamento.

Mesmo assim, é tudo muito tosco! Todas as cenas onde aparece alguma rua, vários carros estão passando, normalmente. Aos 32:50, aparece um zumbi com um buraco na cabeça – e o próprio filme fala que, para parar um zumbi, só atirando na cabeça. E por aí vai…

Não podemos exigir muito dos atores num filme assim. Apenas digo que estão caricatos dentro do que se espera. Já o roteiro, se não traz nenhuma novidade, pelo menos tem alguns diálogos divertidos. Os personagens sacam tudo de filmes de zumbi…

A trilha sonora é interessante, alternando temas instrumentais orquestrados com trash metal. Dei boas gargalhadas quando entrava o metal acompanhando os ataques de zumbis!

Dois cineastas cult são citados nos créditos: José Mojica Marins, o Zé do Caixão; e Afonso Brazza, o famoso bombeiro de Brasília que fazia filmes baratos de ação. Reconheci o Zé do Caixão, mas não conheço a cara do Brazza…

Lá em cima falei em download, né? Bem, existe o dvd oficial. Fui ao site http://acapitaldosmortos.com.br/ e mandei um e-mail encomendando o meu! Afinal, temos que valorizar iniciativas como esta, não? Só não sei se deixarei o meu dvd ao lado dos George Romeros ou ao lado dos sete Zé do Caixão…

Enfim, obrigatório para os brasileiros fãs de trash!

* Sei que depois da última reforma ortográfica, “pára” perdeu o acento. Mas na minha humilde opinião, foi um erro. “Para tudo” não me lembra o verbo parar em sua forma imperativa…