Edges Of Darkness

Edges Of Darkness

Vou citar um trecho do meu post sobre o filme The Blackout:

“Um dia hei de aprender a não ver filmes ruins! No imdb, TODOS  os comentários sobre este filme são negativos!”

E por que heu insisti com mais este filme ruim, ruim, muito ruim? Bem, trata-se de filme de zumbi. E admito que gosto do estilo, mesmo sabendo que o filme não presta!

Bem, Edges of Darkness é MUITO ruim. O filme é amador, câmera na mão, qualidade de imagem que parece vhs velho. Os atores são péssimos, e a edição é tão mal feita que várias vezes a câmera não sabe para onde ir. Isso sem contar com vários diálogos sem sentido, num roteiro ainda pior que os atores.

Me lembrei de Zombies Gone Wild, outro filme muito tosco. Aliás, Zombies Gone Wild consegue ser ainda pior, se isso for possível! Edges of Darkness tem efeitos e atores menos ruins. Se isso for possível!

Mas o pior de Edges of Darkness, escrito e dirigido pela dupla Blaine Cade e Jason Horton, não é a cara de filme amador feito por amiguinhos da escola. É o roteiro!

Acompanhamos três histórias que se passam num período posterior a um apocalipse de zumbis. A princípio, as histórias são bestas. Mas não, começam a se desenvolver! Uma fala de seres semelhantes a vampiros; outra traz um componente de computador que cria vida; e a outra traz ninguém menos do que o Anti Cristo!

Legal! Apesar da produção tosca, será que o roteiro vai compensar?

Que nada. Nenhuma das histórias tem uma boa resolução…

Fujam! Corram para as montanhas!

p.s.: não confundam com The Edges of Darkness, filme novo do Mel Gibson, em cartaz nos cinemas!

A Noite do Cometa

A Noite do Cometa

Outro dia um amigo me passou o link desta pérola. Um filme que mistura um cometa com zumbis??? Preciso ver isso, foi o que pensei na hora!

A trama é sensacional: um cometa, ao passar perto da Terra, mata quase toda a população. E ainda deixa uns zumbis espalhados por aí…

Sim, parece uma versão pobre de Força Sinistra, só que com zumbis no lugar de vampiros. A diferença é que aquele é um bom filme; porque este A Noite do Cometa é muito ruim!

Olha, admito que até gosto de filmes ruins. Mas aqui é tudo tão tosco que fica difícil! Nenhum dos personagens convence, e várias cenas são forçadas demais.

Nem os fãs de filmes de zumbi vão gostar. São pouquíssimos zumbis. Mais: como assim, um zumbi que fala???

No elenco, só um nome me chamou a atenção: Mary Woronov, que esteve em vários filmes B na época, como Eating Raoul e TerrorVision. Em outras palavras: ninguém conhecido…

Acredito que esse filme só funcionaria se visto por uma galera galhofeira. Fazendo muita bagunça e rindo de cada tosqueira na tela!

Pacto Secreto

Pacto Secreto

Mais um remake de slasher dos anos 80…

Um trote universitário dá errado e uma menina morre. Todos os envolvidos resolvem então guardar segredo sobre o que aconteceu. E, meses depois, algo volta para ameaçá-los…

Ok, sempre digo aqui no blog que a gente tem que saber do que se trata o filme. Então seria incoerência minha reclamar que este é um filme óbvio e cheio de clichês. É CLARO que é um filme óbvio e cheio de clichês! Essa é a graça do filme!

Então, seguindo esta lógica, Pacto Secreto (Sorority Row no original) traz aquilo que promete: algumas mortes criativas (gostei da garrafa na garganta!) e alguma (leve) nudez feminina. Não, ninguém prometeu um roteiro criativo!

O elenco traz alguns rostos bonitinhos. Nenhuma atriz se destaca, tampouco nenhuma compromete. Briana Evigan, Leah Pipes, Margo Harshman, Jamie Chung, Audrina Patridge e Caroline D’Amore para mim são apenas meninas bonitinhas, o dia que alguma delas fizer um filme onde atue de verdade heu posso julgar se são ou não boas atrizes. Ah, também tem a Rumer Willis, filha do papai Bruce, que, diferente das outras, não tem o rostinho bonitinho pra compensar a falta de talento dramático. E, last but not least, Carrie Fischer, a eterna Leia Organa de Guerra nas Estrelas, num papel menor.

O roteiro tem um problema: as meninas são patricinhas arrogantes de uma irmandade universitária, e fica difícil se identificar e torcer para alguma delas. Quando elas começam a morrer, a gente começa a torcer pro assassino…

Bem, se você gosta do estilo, pode se divertir com Pacto Secreto. Ou reveja Pânico ou Eu Sei o Que Vocês Fizeram Verão Passado, dá no mesmo.

Premonição 4

Premonição 4

Os releases de Premonição 4 em dvd rip e bd rip já estão circulando pela internet há meses. Desisti e assisti – e logo depois o filme estreou! Mesmo assim, acho que foi uma boa escolha, pois o filme é fraquinho…

Premonição 4 segue a mesma fórmula dos outros três: um espetacular acidente abre o filme, então descobrimos que tudo isso ainda não aconteceu, foi uma premonição de um dos envolvidos no acidente. Por causa desta premonição, algumas pessoas escapam da morte. E a morte vem buscá-las, uma por uma.

No primeiro filme, rola um acidente de avião. O segundo traz uma estrada com a pista molhada e um acidente envolvendo vários carros. O acidente do terceiro é numa montanha russa. E, finalmente, o quarto filme traz um acidente numa corrida de carros.

O quarto filme também mantém uma coisa que acontece em todos os outros: a sequência inicial, a da premonição do acidente, é a melhor coisa do filme…

Premonição 4 é previsível. Mas acredito que não vai decepcionar ninguém, o filme é aquilo que se espera, a história é apenas uma desculpa para mostrar mortes absurdas, mas graficamente bem feitas.

Mesmo assim, achei algumas das mortes exageradas demais. Um ralo de piscina tem força para arrancar as entranhas de homem adulto? Ou uma banheira transbordando pode alagar um quarto de hospital, a ponto de afundar o chão?

Ah, tem outra coisa que preciso falar. Sabe o cara que sobreviveu ao acidente, mas não fugiu? Por que a morte veio atrás dele? Ele não “escapou” da morte! Não me lembro disso nos outros filmes. Aquela seqüência foi desnecessária…

Também precisamos falar dos efeitos. O filme é em 3D, então temos várias coisas atiradas na direção da tela. Isso é sempre legal. Mas, por outro lado, há tempos que não vejo um cgi tão tosco. Alguns efeitos são muito mal feitos!

Mais uma crítica! Heu assisti o release bd rip. O som dos diálogos está muito mais baixo que os efeitos sonoros e as músicas! Não sei se isso é um defeito da versão que vi. So sei que ficou até difícil de ver o filme…

Anyway, Premonição 4 é só para aqueles que querem ver as mortes. Algumas são boas, outras são engraçadas. Mas não espere mais do que isso!

I Sell The Dead

I Sell The Dead

Prestes a ser levado à guilhotina, um ladrão de túmulos confessa a um padre como entrou no negócio de comércio de cadáveres.

Segundo filme do diretor Glenn McQuaid, I Sell The Dead é um daqueles filminhos despretensiosos e divertidos que não têm muito espaço no circuito. O filme é de 2008, e heu nunca tinha ouvido falar dele! Não sei se existe previsão de lançamento no Brasil. Se for, acredito que só em dvd…

Os dois principais nomes do elenco chamam a atenção: Ron Perlman (o Hellboy!) e Dominic Monaghan (o Charlie de Lost). Aliás, o papel de Perlman é bem menor que o do desconhecido Larry Fessenden, um dos verdadeiros protagonistas (ao lado de Monaghan). E tem um outro nome interessante escondido: Angus Scrimm, o “homem alto” da franquia de “terror esquisito” Fantasma.

A segunda parte de I Sell The Dead é muito divertida, mas não vou falar aqui por causa dos spoilers. Só digo que achei genial a solução encontrada no roteiro para variar o tema “ladrões de túmulos”.

I Sell The Dead não vai mudar a vida de ninguém, mas vale o download!

A Volta dos Mortos Vivos

A Volta dos Mortos Vivos

Logo antes de começar o filme, aparece a seginte mensagem na tela: “The events portrayed in this film are all true. The names are real names of real people and real organizations” (“Os eventos apresentados neste filme são verdadeiros. Os nomes são nomes de pessoas reais e de organizações reais”). Caramba! Será que o filme realmente se baseia em fatos reais?

Claro que não! A Volta dos Mortos Vivos é uma comédia, e das boas. Uma das melhores comédias de humor negro que conheço!

A história é genial: um barril do exército com um morto-vivo dentro é extraviado e vai parar numa pequena loja de materiais para hospitais e universidades. Anos depois, acidentalmente, vaza um gás do barril – um gás que reaviva os mortos. E eles estão ao lado do cemitério…

Já falei que gosto de humor negro, não? Este filme é um bom exemplo. Os zumbis comedores de cérebros aqui não causam medo, como nos filmes do George Romero – eles são motivo para gargalhadas! E olha que precisamos ressaltar que os efeitos especiais, de uma era pré computador, são excelentes! Os zumbis são muito bem feitos, e a maquiagem também é ótima.

O filme, de 1985, foi dirigido por Dan O’Bannon, que infelizmente faleceu mês passado (dezembro de 2009). O’Bannon trabalhou em poucos filmes, mas importantes. Este foi um dos dois únicos filmes que ele dirigiu, mas por outro lado, ele escreveu o roteiro de ótimos filmes, como Alien, Força Sinistra e O Vingador do Futuro, além de ter trabalhado nos efeitos especiais de Guerra nas Estrelas, e de ter co-escrito e estrelado Dark Star, o primeiro filme de John Carpenter. É, o cara era bom!

Sobre o elenco, não tem ninguém famoso, mas ninguém compromete a história. Temos Clu Gulager, James Karen e Don Calfa, entre outros nomes que não chamam a atenção. Só tem um nome que merece um comentário: a scream queen Linnea Quigley (que estrelou “clássicos” como Hollywood Chainsaw Hookers e Sorority Babes in the Slimeball Bowl-O-Rama), que passa boa parte do filme só de meias. E que foi a primeira morta-viva gostosa da história do cinema!

A Volta dos Mortos Vivos nunca foi lançado em dvd por aqui. Comprei uma edição gringa, mas meu dvd player não reconheceu o disco. Pena, porque, entre os extras, existe a opção “legendas em zumbi”. Fiquei curioso para saber do que se trata. Preciso de um dvd player novo!

Existem algumas continuações por aí. Confesso que ouvi falar bem da terceira parte, mas admito que ainda não vi nenhuma delas. Acho que vou procurá-las…

Mangue Negro

Mangue Negro

Não é todo dia que a gente tem a oportunidade de ver um filme trash nacional de zumbis canibais, né? Pra isso, fui até o centro da cidade, em pleno domingo à noite. Valeu a pena!

A trama? Ora, zumbis canibais saem do mangue e atacam as pessoas! Precisa de mais? 😀

Em primeiro lugar, preciso dar os parabéns a Rodrigo Aragão, diretor, roteirista e editor de Mangue Negro – e que ainda trabalhou nos efeitos especiais. Fico imaginando o tamanho do perrengue que passou para finalizar o filme, e que deve estar passando agora para distribuí-lo. Com mais caras como ele, o cinema brasileiro seria bem melhor.

Sobre o filme: temos coisas boas e ruins. As boas: o filme é um ótimo trash movie. Muito sangue, muito gore, não é exagero dizer que nos lembramos dos primeiros filmes de Peter Jackson (Fome Animal e Trash – Náusea Total). A maior parte dos zumbis que saem do mangue são bem feitos, e algumas cenas são geniais – como a tomada através da cabeça explodida.

Mas nem tudo entusiasma. As atuações são todas caricatas. Sim, sei que é um trash, mas isso só funciona com alguns personagens. Alguns dos atores estão sob forte maquiagem para interpretar personagens velhos, e isso só piora. A cena da dona Benedita ficou longa demais…

Mas o pior não foi isso. Boa parte do filme se passa à noite. O diretor resolveu usar filmagens em preto e branco para ser a sua “noite”. E com isso, muito do visual ficou escuro demais – pelo menos na tela do CCBB. Aliás, a bola fora foi a exibição em dvd. Caramba, heu estava num cinema! Por que não em película? As cores estavam completamente sem vida, e muitos dos efeitos se perderam…

Desconfio que deve haver alguma lenda ligando baiacu a mortos vivos, afinal, este é o segundo filme nacional em menos de um ano onde vejo esta referência – o outro foi Morgue Story.

A boa notícia para os fãs brasileiros é que Mangue Negro já tem distribuição garantida em dvd por aqui, pela London Films. E a boa notícia para os fãs fora do Brasil é que Mangue Negro tem distribuição garantida em dvd pelo mundo afora, através da distribuidora alemã 8 Films!

Quando sair o dvd, vou comprar o meu!

The Blackout

The Blackout

Um dia hei de aprender a não ver filmes ruins! No imdb, TODOS  os comentários sobre este “The Blackout” são negativos!

A trama clichê: uma cidade sofre com pequenos terremotos e oscilações na rede elétrica. Até que, à noite, a luz cai de vez e seres misteriosos aparecem e atacam as pessoas…

O filme é ruim, ruim, ruim. Mas, já que vi até o fim, pelo menos vou falar mal!

O poster lembra MUITO o de “Banquete do Inferno“, não acham? Até a ideia é parecida, pessoas têm que se unir para se defender de algo misterioso e assassino. A diferença é que “Banquete do Inferno” é legal, “The Blackout” não.

O elenco não tem ninguém conhecido. E nenhum dos atores deve despontar, todas as atuações são muito ruins!

A trama e o título falam em “blackout”, mas todos os ambientes dentro do prédio – à noite e sem luz! – são claros o suficiente para todos enxergarem tudo. O filme deveria ser mais escuro, como, por exemplo, “Eclipse Mortal”.

Por fim, há muito tempo heu não via cgis tão mal feitos! As criaturas são humanóides com uma cauda como um escorpião. Prestem atenção na cena que duas criaturas tentam arrebentar a porta do elevador, no fim do filme. As caudas são em cgi, e nem se preocuparam em “colar” as caudas na bunda das criaturas!!!

Tem mais coisa pra falar mal. Mas por mim, chega. Fujam!

Halloween II – 2009

Halloween II – 2009

Dois anos atrás, Rob Zombie fez um bom trabalho na refilmagem do clássico slasher Halloween, de John Carpenter. E agora veio a continuação da refilmagem.

A história começa de onde o primeiro parou. Recuperada, Laurie Strode, uma das poucas sobreviventes no primeiro filme, vive com pesadelos sobre a volta de Michael Myers. E o dia das bruxas está chegando novamente…

Fiquei dividido quando acabou Halloween II. Por um lado, a crueza usada nas cenas de morte é muito interessante. Mas por outro lado, o filme é fraquinho…

As cenas slasher não lembram os filmes dos anos 80. Estão mais próximas do estilo mostrado por Zombie em Rejeitados Pelo Diabo, algo mais visceral. Se nos filmes anteriores a gente achava graça nas mortes, estas agora causam incômodo. Sim, este Michael Myers não dá medo, e sim desconforto.

Acho que isso é fruto da humanização de Myers, que funcionou bem no primeiro filme, quando foi mostrada a sua origem. Mas aqui não funciona mais, por um motivo muito simples: assim como seus “companheiros” Jason Vorhees (Sexta Feira 13) e Freddy Krüger (A Hora do Espanto), Myers não é humano! Ele pode ter sido humano um dia (e por isso a humanização da origem funcionou), mas um ser que volta da morte cada vez que morre já deixou de ser humano!

E aí a gente começa a ver os defeitos do filme. Por exemplo, ficamos vendo ao longo do filme o fantasma da mamãe Myers conversando com um alter ego criança do vilãozão. E, para piorar, mamãe Myers está sempre de vestido branco e acompanhada de um cavalo também branco. Posso perguntar qual o sentido destas cenas?

(Claro que sabemos o motivo destas várias cenas longas e enfadonhas com a sra. Myers. Ela é interpretada pela Sheri Moon Zombie, esposa do diretor…)

Se o fantasminha camarada fosse o único problema, Halloween II não seria ruim. Mas aí vemos outros defeitos, como a total falta de carisma da atriz Scout Taylor-Compton, intérprete da protagonista Laurie Strode – principalmente se a gente comparar com a Jamie Lee Curtis, a Laurie do Halloween de trinta anos atrás.

E, meu Deus, o que aconteceu com Malcom McDowell? Ele sempre se destacou em papéis de moral dúbia, desde os anos 70, época de Laranja Mecânica e Caligola. E o seu dr. Loomis era uma das melhores coisas do filme de 2007. Mas aqui, são dois os problemas graves. Em primeiro lugar, Loomis morreu no fim do primeiro filme, lembram? Michael Myers esmagou sua cabeça! Ora, alguém com a força de Myers faz aquilo com a cabeça do colega e ele volta, lépido e faceiro, sem nenhuma explicação??? E, para piorar, tem o segundo lugar: Loomis virou um personagem patético e sem graça, que só pensa nas vendas do seu livro…

Para “fechar a tampa”, os diálogos são muito mal escritos. Se não temos nada de interessante para falar, é fácil, é só colocarmos mais alguns palavrões. Bem, para não dizer que todos os diálogos são de se jogar fora, confesso que gostei de ver um diálogo citando o comediante Mike Myers. Heu sempre achei que o nome do ator que fez o Austin Powers e o Shrek era nome de serial killer!

Como disse lá em cima, fiquei dividido. Realmente gostei do estilo “novo slasher”, mas o filme em si foi uma grande decepção, poderia ter sido bem melhor!

As Sete Vampiras

As Sete Vampiras

Outro dia falei aqui do filme novo do Ivan Cardoso, “Um Lobisomem na Amazônia“. E ontem descobri que tinha uma sessão de “As Sete Vampiras”, lançado originalmente em 1986, num festival de horror no CCBB. Aproveitei que estou de recesso no trabalho e fui rever o clássico do terrir num cinema!

A história é uma bobagem deliciosa. A trama envolve uma planta carnívora importada da África, vampiros, anos 50 e misteriosos assassinatos em série. E muitos clichês de filmes de terror, aqui nada é para se levar a sério.

Rola MUITA nudez gratuita! Quase todas as atrizes tiram a roupa. Aliás, na época era fácil encontrar quase todas elas nuas nas páginas da revista Playboy. Temos Nicole Puzzi, Lucélia Santos, Simone Carvalho, Susana Matos, Andréa Beltrão, Danielle Daumerie, Dedina Bernardeli, Tania Boscoli, e mais algumas anônimas (seria a Alice de Carli peladona com a toalha numa das primeiras cenas, no vestiário da academia de dança?) – todas elas “generosas” com o público masculino. 😉

(Aliás, falando em nudez gratuita, é irônico ver o Pedro Cardoso bisbilhotando Lucélia Santos nua. E aquele manifesto contra a nudez?)

O resto do elenco ainda conta com um monte de nomes interessantes, como Nuno Leal Maia, Leo Jaime, Wilson Grey, John Herbert, Ivon Cury, Pedro Cardoso, Carlo Mossy e um impagável Colé Santana como o atrapalhado inspetor Pacheco.

Foi muito legal rever o número musical com o Leo Jaime (ainda magro) cantando a música As Sete Vampiras. Não reconheci todos os músicos da banda, mas dá pra ver Sergio Serra, que depois foi para o Ultraje a Rigor, na guitarra. E temos os quatro “miquinhos” do João Penca fazendo uma coreografia gaiata: Selvagem Big Abreu, Bob Gallo, Leandro (na época que encarnava o “guitarrista mascarado”) e Avellar Love.

Outra coisa: para mim, particularmente, este filme marcou muito. Boa parte foi filmada dentro do Hotel Quitandinha, em Petrópolis. Quando heu tinha oito anos de idade, morei por seis meses neste hotel. É muito legal reconhecer as locações!

Este é um dos melhores filmes de “terrir” da história. Ivan Cardoso foi o criador desta palavra, que significaria uma mistura entre comédia e terror. E, claro, muito trash!