A Colina Escarlate

A Colina Escarlate posterCrítica – A Colina Escarlate

Alvíssaras! Guillermo Del Toro voltou ao terror!

Depois de uma tragédia na sua família, uma jovem escritora americana se casa e se muda para uma mansão misteriosa na Inglaterra.

O cinema de terror contemporâneo tem um grande nome, Jason Blum, que produz dezenas de filmes por ano – alguns até bem legais, como Sobrenatural, do James Wan. Legal, temos muitas opções, mas acaba que se criou uma cara “blumhouseiana”, com vários filmes parecidos. No meio dessa pasteurização, ver um filme do Guillermo Del Toro é um colírio para os olhos!

O último trabalho do Del Toro foi Círculo de Fogo, um blockbuster hollywoodiano que não agradou a todos. Mas foi um ponto fora da curva em sua filmografia. Del Toro tem uma carreira firme no cinema fantástico, com ótimos filmes como A Espinha do Diabo e O Labirinto do Fauno. A Colina Escarlate (Crimson Peak, no original) é a sua volta ao cinema fantástico.

Com roteiro do próprio Del Toro em parceria com Matthew Robbins, A Colina Escarlate é uma história de fantasmas à moda antiga. Del Toro consegue criar um clima excelente, ajudado por uma impressionante fotografia – se a Academia não for preconceituosa com filmes de terror, temos um forte candidato ao Oscar de melhor fotografia. São várias imagens belíssimas ao longo da projeção. A boa trilha sonora é outro destaque. E, numa época de filmes com “violência sem sangue”, a violência gráfica mostrada no filme também chama a atenção. Algumas cenas são bem fortes!

Infelizmente, nem tudo funciona. A primeira metade é muito lenta, toda a parte nos EUA demora a passar, o filme melhora muito quando eles chegam na tal “colina Escarlate” do título. Além disso, a trama tem alguns elementos bastante previsíveis (não entro em detalhes por causa de spoilers, mas quando vocês verem, vão concordar comigo).

O elenco é baseado em três bons atores. Mia Wasikowska (a Alice) e Tom Hiddleston (o Loki) estão bem; Jessica Chastain (Perdido em Marte) não está mal, mas perdeu a oportunidade de fazer uma vilã memorável. Também no elenco, Charlie Hunnam, Leslie Hope e Jim Beaver (o Bobby de Supernatural). Ah, os dois dos atores por trás dos fantasmas são Doug Jones, o Abe Sapiens de Hellboy, e Javier Botet, que fez a Menina Medeiros de REC e a Mama de Mama.

A Colina Escarlate pode até não ser um novo Labirinto do Fauno, mas pelo menos Guillermo Del Toro largou os blockbusters de monstros e robôs gigantes e voltou ao estilo onde ele funciona melhor.

The Lobster

The Lobster - posterCrítica – The Lobster

Quando a gente lê “futuro distópico” em uma sinopse, a gente logo lembra de filmes como Jogos Vorazes, Maze Runner ou Divergente. Bem, esqueça isso!

Vamos a uma das sinopses mais estranhas dos últimos tempos: nesta sociedade distópica, as pessoas não podem ficar sozinhas. Quem está solteiro (ou separado, ou viúvo) é levado para um hotel, onde tem 45 dias para arranjar um par (e tem que ser “pra valer”, não existe a opção de namorar por namorar). Se não conseguir um(a) companheiro(a), será transformado(a) em um animal de sua escolha. Sim, um animal, de verdade.

Depois de chamar a atenção com títulos como Dente Canino e Alpes, o diretor grego Yorgos Lanthimos partiu para uma produção mais internacional – The Lobster é uma co-produção entre Grécia, Inglaterra, Irlanda, França e Holanda, e é falado em inglês e francês.

The Lobster é um conto bizarro, parece até os filmes surrealistas do Buñuel. A sociedade apresentada no filme é absurda, mas as interpretações são sérias – os personagens levam aquilo a sério, o absurdo é só para o espectador. Isso gera cenas geniais – e engraçadíssimas!

O elenco também é bem internacional: o irlandês Colin Farrell, os ingleses Rachel Weisz e Ben Whishaw, a francesa Léa Seydoux e o americano John C. Reilly. De um modo geral, o elenco parece um pouco apático, mas é exatamente o clima que o filme pede.

The Lobster tem um problema: o ritmo cai na parte final. Enquanto a narrativa está no hotel, a trama flui bem; quando vamos para a floresta, o foco muda, mas continua fluindo. Quando a história se fecha no casal, o filme perde o fôlego. Pena.

Mesmo com o fim mais fraco, The Lobster foi um dos melhores filmes do Festival do Rio 2015. Tomara que entre em cartaz!

Love & Mercy

love&mercyCrítica – Love & Mercy

Biografia do Brian Wilson!

Na década de 60, o líder dos Beach Boys, Brian Wilson, luta com uma psicose emergente enquanto ele tenta criar sua obra-prima pop. Na década de 1980 , ele é um homem confuso sob a vigilância de 24 horas de um terapeuta de métodos duvidosos.

Quando me perguntam se prefiro Beatles ou Rolling Stones, minha resposta sempre é “Beach Boys”. Claro que quero ver um filme sobre o líder da banda!

Dirigido por Bill Pohlad, Love & Mercy traz duas narrativas paralelas, com dois atores distintos, cada um interpretando o músico em uma diferente fase da vida. Paul Dano interpreta Brian Wilson nos anos 60, na época da gravação do disco Pet Sounds, enquanto John Cusack fica com os anos 80, quando Wilson estava sob os cuidados polêmicos de Eugene Landy.

Isso traz um problema básico:  John Cusack é um grande ator, mas não é nada parecido com o músico. Quando Paul Dano está na tela, vemos Brian Wilson; quando Cusack aparece, vemos Cusack.

Além da semelhança física, Dano ainda deu a sorte de interpretar Wilson durante sua fase criativa. Como fã de Beach Boys, preciso dizer que gostei muito mais da parte do Paul Dano, afinal, ver bastidores de composições, arranjos e gravações de músicas como God Only Knows ou Good Vibrations é muito mais legal do que problemas de relacionamento entre Brian Wilson e seu terapeuta.

O que compensa é que na outra parte temos Paul Giamatti e Elizabeth Banks contracenando com Cusack. Um excelente trio de atores, com uma boa química entre eles.

Love & Mercy passou no Festival do Rio, mas acredito que deve entrar no circuito. Tem potencial para isso!

A Travessia

A Travessia-posterCrítica – A Travessia

Em 1974, o equilibrista Philippe Petit recruta um time de pessoas para ajudá-lo a realizar seu sonho: atravessar os topos das duas Torres Gêmeas do ainda em construção World Trade Center.

Robert Zemeckis sempre vai morar no meu coração por ter dirigido De Volta Para o Futuro. Mas a gente não pode esquecer que ele fez um monte de outras coisas boas, e, entre elas, ganhou o Oscar de melhor diretor em 1995 por Forrest Gump. A Travessia lembra bastante o formato de seu filme oscarizado: temos um personagem contando uma história fascinante. A diferença é que Forrest Gump era um personagem fictício, enquanto Philippe Petit é real.

Ok, a gente não sabe se tudo aquilo mostrado no filme aconteceu de verdade, mas o fato é: em 74, enquanto as Torres Gêmeas ainda não estavam prontas, Petit prendeu um cabo entre os dois prédios e protagonizou talvez o número de equilibrismo mais famoso da história – tanto que virou um documentário em 2008, que chegou a ganhar o Oscar, O Equlibrista (Man on Wire).

O filme é narrado pelo próprio Petit, interpretado por Joseph Gordon-Levitt, que começa contando seu passado de uma forma meio didática. O ritmo melhora quando Petit vai para Nova York, e a narrativa de A Travessia passa a se assemelhar com os “filmes de roubo” e seus planos mirabolantes. Falando em Joseph Gordon-Levitt, ele fala com sotaque francês, e isso me fez pensar por que nas produções nacionais nunca pensam nisso… Também no elenco, Ben Kingsley, Charlotte Le Bon e James Badge Dale.

Ah, o 3D. Quem me conhece sabe que só admiro o 3D em raríssimas ocasiões, como A Invenção de Hugo Cabret. Pois bem, A Travessia é um desses casos. Zemeckis consegue efeitos especiais ao mesmo tempo discretos e impressionantes, onde o 3D finalmente faz diferença!

Ainda sobre os efeitos: fiquei curioso pra saber mais sobre a cena da travessia. Claro que são efeitos, o World Trade Center nem existe mais. Mas queria saber o quanto daquilo é cgi, será que Gordon-Levitt aprendeu a andar na corda bamba?

Bem, o que importa é que o filme tem cenas de tirar o fôlego. Quem tem medo de altura deve pensar duas vezes antes de ir ao cinema.

Bata Antes de Entrar

bataantesdeentrar

Crítica – Bata Antes de Entrar

Um homem está sozinho em casa enquanto sua esposa e filhos passam o fim de semana fora. À noite, com chuva, duas belas jovens batem à sua porta, perdidas. Ele oferece abrigo enquanto chama um táxi, mas elas o seduzem. E no dia seguinte, tocam o terror na casa.

Eli Roth chamou a atenção em 2005 quando fez O Albergue, um dos mais famosos “torture porn” dos últimos tempos (o outro é Jogos Mortais). Mas seu filme novo, Bata Antes de Entrar (Knock Knock, no original) está longe daquele festival de gore. Até temos alguma violência física, mas o foco aqui é mais a violência psicológica.

Bata Antes de Entrar não é um grande filme (acho que nunca quis ser), mas mesmo assim tem um bom desenvolvimento e flui bem. O fato de não ter nada de sobrenatural ajuda o espectador a “comprar a ideia” e se colocar no papel do personagem de Keanu Reeves. Quem não cederia à tentação?

O elenco tem basicamente três nomes, e todos funcionam para o que o filme pede. O veterano Keanu Reeves divide o espaço com duas belas pouco conhecidas, a cubana Ana de Armas e a chilena Lorenza Izzo (a atual sra. Eli Roth). Bata Antes de Entrar  é uma co-produção EUA e Chile, e o roteiro foi escrito por Roth em parceria com os chilenos Nicolás Lopez e Guillermo Amoedo, nomes por trás de Aftershock, um filme chileno com Roth no elenco.

Não gostei do fim, acho que se existisse um motivo, a história seria mais crível. Mas não me aprofundo nisso por causa de spoilers.

Agora, o lançamento deste filme me deixou curioso com uma coisa: que fim levou Canibais / Green Inferno, filme que o Eli Roth fez com a mesma Lorenza Izzo, que passou aqui no Festival do Rio de dois anos atrás? Sabe-se lá por que, nunca tinha sido lançado em nenhum lugar do mundo, mas que parece que finalmente apareceu nos cinemas americanos no mês passado…

Peter Pan

Peter Pan - posterCrítica – Peter Pan

Que tal um reboot da história do Peter Pan?

Peter, um órfão de 12 anos de idade, é levado por piratas voadores até a Terra do Nunca, onde ele descobre seu destino: virar o herói que será para sempre conhecido como Peter Pan.

Vamulá. Nunca li o livro original de J. M. Barrie, e sei que a Disney tradicionalmente muda vários detalhes nas suas adaptações. Estou escrevendo como alguém que conhece apenas a versão Disney do Peter Pan. E digo: a história está bem diferente daquela que todos se lembram.

Acredito que a ideia do diretor Joe Wright era exatamente essa: um reboot do Peter Pan. Mais ou menos assim: “esqueçam a versão da Disney, vamos recomeçar do zero”.

Agora, não sei se foi intencional, mas Peter Pan (Pan, no original) é quase um filme trash. Não na produção, os efeitos especiais são excelentes, a cenografia é toda bem cuidada, assim como os figurinos. Mas, na essência, estamos diante de um filme trash. Tive esta certeza quando chegamos à Terra do Nunca através dos navios voadores, e todos estão cantando Smells Like Teen Spirit, do Nirvana (mais tarde, eles cantam Blitzkrieg Bop, dos Ramones). Depois disso, a gente não se espanta quando vê um Capitão Gancho que quer ser Indiana Jones, ou índios que viram nuvens de fumaça coloridas.

Acredito que esta “essência trash” vai afastar boa parte do público. Talvez os realizadores quisessem fazer um novo Barão de Munchausen, mas não tinham um Terry Gilliam à disposição. Acaba o filme, e o espectador fica se perguntando “o que diabos foi isso que acabei de assistir???”

No elenco, Hugh Jackman rouba a cena, com um pirata que nem de longe lembra “o Wolverine de sempre”. Fecham o elenco principal Levi Miller, Rooney Mara (Ela), Garrett Hedlund (Tron: O Legado), além de uma ponta de Amanda Seyfried.

Vários pontos conhecidos da história não aparecem aqui. Provavelmente os realizadores pretendem começar uma nova franquia, e mostrar o que faltou em um ou mais próximos filmes. Aguardemos pra saber se o grande público vai comprar esta ideia.

Micróbio e Gasolina

Microbio e Gasolina - posterCrítica – Micróbio e Gasolina

Filme novo do Michel Gondry!

Dois adolescentes, excluídos socialmente na escola, se tornam grandes amigos. Um é apelidado de Micróbio por causa de seu tamanho, o outro, de Gasolina, por gostar de coisas mecânicas. Decidem construir juntos uma casa sobre rodas, usando sucata do ferro velho, e saem de férias pela França.

Michel Gondry tem um currículo curioso. Seus fãs vão me xingar pelo que vou dizer agora, mas… sua carreira lembra a de M Night Shyamalan: um filme muito acima da média, e vários filmes à sombra deste. Gondry dirigiu um dos melhores filmes do início deste século, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, mas nunca mais fez nada à altura. Rebobine Por Favor é legal, mas inferior ao Brilho Eterno. Sua participação em Tokyo foi decepcionante, e o seu Besouro Verde é muito ruim. Gondry mudou de estilo em Nós e Eu, um filme “menor”, legalzinho, mas só.

Analisando essa filmografia, Micróbio e Gasolina (Microbe et Gasoil, no original) é uma evolução. Está longe de Brilho Eterno, mas é seu melhor filme em muito tempo.

Micróbio e Gasolina é um filme leve, despretensioso – e por isso mesmo, muito bom. O clima me lembrou os filmes do Pequeno Nicolau, também franceses, comédias leves e com personagens carismáticos, que te convidam a viver as suas fantasias. A aventura dos adolescentes Daniel “Micróbio” e Théo “Gasolina” é irresistível. O espectador fica com vontade de ter 15 anos e embarcar na casa móvel construída pela dupla.

(Me lembrei de Plunct Plact Zuuum, musical da tv brasileira onde crianças construíam um foguete com sucata. É, sou velho… A diferença é que no programa brasileiro o foguete não voava, era só imaginação.)

Enfim. É só a gente não pensar que se trata do “novo filme do diretor de Brilho eterno Sem Lembranças” que temos um ótimo filme!

A Possessão do Mal

A Possessão do MalCrítica – A Possessão do Mal

Mais um filme de terror em câmera encontrada…

Depois que sua esposa morre num acidente, um documentarista resolve procurar forças ocultas para saber se são verdade ou não.

Filme de estreia do diretor e roteirista David Jung, A Possessão do Mal (The Possession of Michael King, no original) tem um diferencial entre tantos outros found footage iguais por aí. O personagem principal é um documentarista, que está filmando experiências nele próprio. Isso justifica algumas filmagens que parecem forçadas em filmes do estilo – quando personagens reais largariam suas câmeras. Mas por outro lado, cria um grande furo de roteiro. Desde o início dos experimentos, vemos imagens alteradas em decorrência das possessões. Que documentarista é esse que não revê o material que ele filmou?

Na parte de sustos, acho que todos os sustos aqui são decorrentes de ruídos muito altos, jogados abruptamente. Ok, isso assusta o espectador. Mas, convenhamos, é “roubar no jogo”. O bom susto é aquele que faz parte da narrativa!

Se A Possessão do Mal tem algo bom, é a parte de maquiagem e a atuação do ator principal Shane Johnson. Pouco, não?

Enfim, A Possessão do Mal é mais um filme de terror meia boca a ser lançado no circuito. Uma prova de que terror vende ingresso. Mas, se vende, por que não lançar coisa melhor?

Podcrastinadores.S03E22 – Top Naves do Cinema e da TV

Podcrastinadores - NavesPodcrastinadores.S03E22 – Top Naves do Cinema e da TV

Nesse episódio especial dos Podcrastinadores vamos listar, comentar e debater as naves mais legais da história do cinema e da televisão. Star Wars, Star Trek, Battlestar Galactica, Alien, Mochileiro das Galáxias, entre muitos outros. Tem naves quadradas, redondas, com asa-x, tem até um navio voador…

Confira esse bate-papo divertidíssimo com Gustavo Guimarães, Helvecio Parente, Rodrigo MontaleãoTibério Velasquez, Fernando Caruso e Ulisses Mattos.

Ouça e comente!

Reproduzir

Podcast (podcrastinadores-plus): Reproduzir em uma nova janela | Baixar (63.3MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

Podcast: Reproduzir em uma nova janela | Baixar (54.2MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

(Não consegue baixar arquivos de áudio em sua rede? Insira o link do mp3 aqui)

Links relacionados a este episódio:

Agradecimento a todos que suportam os Podcrastinadores, especialmente aos nossos padrinhos Elieverson SantosLuis GaravelloPablo Sampaio, Felipe Rodrigues, Carolina Lindoso-Neet e Mario Rocha.

Ajude a manter o nosso podcast você também. Até com 1 real você ajuda a aliviar nossos custos fixos. Entenda melhor como ser nosso padrinho aqui, e tenha nossa gratidão eterna. :)

Participe você também escrevendo pra gente: podcrastinadores@gmail.com
Queremos saber quem é você que nos ouve: vá em facebook.com/podcrastinadores e mande seu Like lá.
Lembrando que temos duas opções de feeds pra você nos assinar:

Feed normal: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadores
Feed plus*: http://feeds.feedburner.com/podcrastinadoresplus

*Se seu player for compatível com formato m4a (plataforma Apple iOS), você vai preferir acompanhar por este formato. Ele divide o podcast em capítulos com imagens individuais, e você pode navegar entre esses capítulos pelo comando “próximo” ou “anterior” do seu player. Assim você pode pular spoilers, ou achar rapidamente um assunto determinado que tenha maior interesse.

Podcrastinadores.S03E21 – Seja nosso padrinho!

Podcrastinadores - PadrimPodcrastinadores.S03E21 – Seja nosso padrinho!

Está no ar finalmente nosso projeto de financiamento coletivo!

Nós do Podcrastinadores priorizamos sempre a informação com qualidade, visando oferecer um programa descontraído, divertido e que também acrescente algo na vida de quem ouve. Somos um time de quatro pessoas que tem o podcast como hobby, já que nenhum de nós vive disso, e bancamos sozinhos os custos de produzir, editar, hospedar e divulgar um episódio novo a cada quinze dias. Ser independente nos dá a vantagem de pode escolher pautas diferentes e inovadoras, sem amarras de patrocinador, e principalmente, nos dá a liberdade de criticar livremente, quando necessário. A gente nunca vai dizer pra você que uma coisa é boa e que deve ser vista ou consumida se a gente realmente não acreditar nisso. O que falamos é a nossa opinião sincera e não algo combinado com um patrocinador.

Porém, essa liberdade tem um preço e esse preço já pesa há algum tempo no bolso da nossa equipe. Para que gente possa continuar com a nossa periodicidade quinzenal, aproveite esta oportunidade para ser o nosso padrinho, e colabore com o projeto. Se você gosta de nos ouvir, se a gente ajuda você a ter momentos agradáveis em algum período do seu dia, nos ajude a manter este programa. A gente vai fazer valer o seu apoio. É só ir lá no Padrim!

Mas o que é esse Padrim?

O Padrim é um sistema de apoio à iniciativas independentes, como a nossa. Você pode marcar uma contribuição mensal, e interrompê-la quando quiser. Se você conhece o serviço Patreon, deve ter deduzido que o Padrim é um Patreon, só que brasileiro, e com uma enorme vantagem: seu patrocínio é em real, você não precisa ficar com medo de dar um ok para um valor, e no final do mês descobrir que esse valor foi muito maior do que você imaginava, graças à atual flutuação do valor do dólar. A outra vantagem é que este é um produto brasileiro, cujos impostos que paga ficam no Brasil. 🙂

E para mostrar o nosso agradecimento, criamos algumas categorias de patrocínio com o intuito de facilitar o suporte, e também premiar e incentivar aqueles que se identificam, e podem ajudar a manter o Podcrastinadores no ar por mais muito tempo ainda.

Para conhecer essas categorias, e apoiar o Podcrastinadores (yey!!), confira a página oficial do Padrim clicando em www.padrim.com.br/podcrastinadores

Reproduzir

Podcast (podcrastinadores-plus): Reproduzir em uma nova janela | Baixar (11.3MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

Podcast: Reproduzir em uma nova janela | Baixar (10.5MB)

Assine: iTunes | Android | RSS

(Não consegue baixar arquivos de áudio em sua rede? Insira o link do mp3 aqui)