Raiva / Kalevet

Crítica – Raiva / Kalevet

Um filme de terror israelense? Tem coisas que a gente só vê em festivais!

Em uma reserva florestal, grupos de pessoas desconhecidas entre si se metem em situações inesperadas e com consequências violentas.

Raiva é israelense, mas o estilo não foge muito do que vemos por aí em filmes hollywoodianos. Me lembrou filmes como Viagem Maldita e Doce Vingança, onde pessoas comuns são submetidas a situações extremas. O filme tem algumas coisas muito boas, mas tem um grave defeito: um roteiro cheio de pontas soltas.

Vamos primeiro ao que funciona. As mortes são muito bem mostradas, tanto graficamente, quanto na parte auditiva, com trilha e efeitos sonoros eficientes. Gostei muito de quase todas, com destaque para a marretada e para a explosão da mina. Alguns diálogos são bem legais também – a cena com o casal que briga é hilária!

Mas o roteiro preguiçoso atrapalha. São vários pontos fracos, como por que Tali foi colocada na armadilha, ou qual o sentido daquele incêndio. Acaba o filme e a gente fica se perguntando um monte de coisas.

Mas mesmo com roteiro fraco, ainda acho que vale a experiência.

A Pele Que Habito

Crítica – A Pele Que Habito

Pedro Almodóvar é um dos diretores mais prestigiados entre boa parte dos cinéfilos cariocas. Nada como usar o seu novo filme para abrir o Festival do Rio, hoje à noite, né?

O doutor Robert Ledgard (Antonio Banderas) passou doze anos se dedicando à criação de um novo tipo de pele, depois que sua mulher sofreu queimaduras fatais num acidente de carro. Vera, uma misteriosa paciente, é usada para testar a pele.

Vou confessar uma coisa aqui: por motivos diversos, perdi vários filmes seguidos de Almodóvar. Não tenho nada contra ele, foi apenas coincidência. Curiosamente, antes dele ser popular (fase pré Mulheres À Beira de um Ataque de Nervos), vi muita coisa da sua fase underground, como A Lei do Desejo e Pepi, Luci, Bom y Otras Chicas del Montón. Mas agora heu estava devendo, o último filme que vi dele foi Carne Trêmula, de 1997.

A expectativa era grande, já que fazia tempo que heu não via nada dele. Mas não me decepcionei, A Pele Que Habito é um bom filme, e traz algumas coisas que são a cara do diretor espanhol, apesar de ter uma temática científica, com direito a roteiro em ordem não cronológica.

A melhor coisa de A Pele Que Habito é a estrutura do seu roteiro. A trama tem uma reviravolta de roteiro sensacional, acho difícil o espectador sair ileso – conversei com algumas pessoas depois da sessão de imprensa, e o desconforto era uma sensação comum. E a fotografia também é bem cuidada, o filme tem várias imagens belíssimas.

A Pele Que Habito também traz uma coisa que é a cara de seu diretor: personagens bizarros vivendo situações bizarras. Toda a parte do Tigre é genial!

O elenco está muito bem. Antonio Banderas, que não trabalhava com o seu compatriota desde Ata-me, muitas vezes é canastrão, mas aqui acerta o tom. Elena Anaya, linda linda linda, está ótima num papel difícil. E Marisa Paredes, eterna musa de Almodóvar, também tem um papel importante.

Nem tudo é perfeito. Almodóvar quis homenagear o Brasil, então criou alguns personagens brasileiros. Mas, caramba, por que não colocar atores brasileiros? O sotaque dos gringos é horrível!

Mesmo assim, A Pele Que Habito é um bom filme e merece ser visto. Pena que a sessão de hoje é só pra convidados (heu também não tenho convite…). Mas tem sessões domingo e segunda. E a estreia nacional está prevista para 4 de novembro – a maioria dos filmes do Festival do Rio não tem exibição garantida no circuito.

Festival do Rio – 2011

Festival do Rio – 2011

Uêba! Sexta agora começa o Festival do Rio 2011!

Como todos sabem, o Festival traz, por duas semanas, centenas de filmes espalhados por algumas salas. Filmes de todos os tipos, novos e velhos, bons e ruins, filmes de todos os estilos, filmes para todos os gostos, desde o mais alternativo até o mais mainstream.

Os filmes são divididos em mostras. A maior parte dos filmes mais procurados está nas mostras Panorama do Cinema Mundial e Expectativa 2011 – nunca entendi quais são os critérios para um filme ficar em uma e não na outra, me parecem ser filmes com o mesmo perfil. Também tem as Premieres Brasil e Latina, que também trazem sempre algumas sessões concorridas, além de várias outras mostras de estilos diferentes.

E, claro, tem a minha mostra favorita: a Midnight Movies. É onde se concentram os títulos mais bizarros do Festival, ou seja, é onde estão os melhores filmes segundo os meus critérios. Sou fã dos Midnight Movies desde a época do Fest Rio, festival que rolava aqui nos anos 80…

Este ano, a Midnight Movies está dividida. Ano passado rolaram vários documentários musicais dentro da Mostra; este ano tem uma “sub mostra” Midnight Música. O mesmo com filmes de terror: tem a Midnight Terror. Legal, essa daí já nasceu favorita! (Apesar de repetir alguns filmes que passaram este ano no Rio Fan, que rolou em julho deste ano)

Ah, e, pra quem curte, tem uma mostra com a filmografia completa de Dario Argento!

Claro que não dá tempo de ver tudo que parece ser legal. E como a maior parte dos filmes é inédita, a gente precisa de sorte pra arriscar nas opções certas. Assim como fiz ano passado, vou dar umas dicas aqui. Mas sempre lembrando que não existe garantia. Já vi muito filme bom no risco, mas também já vi muito filme ruim…

Os únicos que posso palpitar sem arriscar são os que já vi. Graças ao download, seis dos filmes inéditos do Festival já foram comentados aqui no blog (coincidência ou não, três estão na Midnight Movies, e os outros três na Midnight Terror). São eles: Paul (comédia de ficção científica sobre nerds que encontram um alienígena), Attack The Block (uma gangue de adolescente londrinos combate uma invasāo alienígena), Rare Exports (filme finlandês com um Papai Noel do mal), Red State (filme de terror dirigido pelo Kevin Smith), The Troll Hunter (mockumentário norueguês sobre um caçador de trolls) e Vermelho, Branco e Azul (um desconfortável filme independente). (Além destes, também já falei de alguns filmes do Dario Argento: A Mansão do Inferno, Giallo – Reféns do Medo, O Fantasma da Ópera e O Pássaro das Plumas de Cristal.)

Vou agora citar alguns filmes que pensei em assistir. Mas lembro que não vi nenhum ainda, então não recomendo nada!

– Alien Lésbica Solteira Procura

Vale ser visto só pelo título…

– Amor Debaixo D’Água

O início da sinopse é besta. Mas leiam este trecho: “O musical tem trilha da banda austríaca Stereo Total e pertence ao movimento pink film, um gênero de soft porn típico do Japão” – Musical? Soft porn???

Aqui é meu Lugar

Sean Penn como um ex rock star cinquentão. Pode ser legal.

– Batalha Real 3D

A ideia da série japonesa Battle Royale é muito boa: jovens são colocados à força em um reality show fatal, de onde sai apenas um sobrevivente.

Batida Policial

A sinopse parece de filme policial americano. Mas a produção é da Indonésia…

O Bosque

Um grupo de jovens idealistas parte para uma floresta. Até aí, tudo bem. Mas eles ligam tvs e computadores em tomadas nas árvores!

– Chapeuzinho Vermelho do Inferno

Adaptação do clássico infantil, feita em Cuba e na Costa Rica.

A Coisa

Prequel de O Enigma de Outro Mundo, clássico de John Carpenter. Não sei se presta, mas, se heu fosse escolher um único filme do Festival, era esse aqui.

Dark Horse

Novo filme de Todd Solondz. Não sei se vale, não gostei do seu último, A Vida Durante a Guerra.

Drive

Promessa de bom blockbuster hollywoodiano.

Finisterrae

Fantasmas russos vagando pelo caminho de Santiago de Compostela…

– George Harrison: Living in the Material World e Pearl Jam Twenty

Documentário de banda de rock é tudo parecido. Mas esses dois são dirigidos por Martin Scorsese e Cameron Crowe. Pelo menos eles têm pedigree. Pra quem curte, também tem outros, com gente como U2, Iggy & The Stooges e Sigur Rós.

Gigante de Aço

Promessa de bom blockbuster hollywoodiano.

– Juan dos Mortos

O primeiro filme de zumbis feito em Cuba. Nuff said.

Um Método Perigoso

Novo filme de Davis Cronenberg. Jung e Freud são os personagens principais.

– A Mulher Selvagem

Uma mulher selvagem é capturada e presa num porão. Prêmio de melhor filme do último Rio Fan.

Ninja Kids!!!

Parece ser infantil, mas é dirigido pelo barra-pesada Takashi Miike, o mesmo de Ichi The Killer.

O Pequeno Polegar

Se estivesse na mostra Geração, heu passava pra minha filha. Mas tá na Midnight Movies, e tem um ogro devorador de crianças na história…

Raiva

Primeiro filme de terror produido em Israel.

Rock Brasília, Era de Ouro

Documentário sobre as bandas de Brasília (Legião, Capital, Plebe). O assunto me interessa.

Shark Night 3D

É um filme chamado Shark Night. E é em 3D. Precisa de mais?

– Sleeping Beauty

Tem título de conto de fadas, mas sinopse de filme estranho.

Torrente 4 3D

Quarto filme do anti-heroi Torrente, o detetive corrupto, beberrão e preguiçoso de Madri. O 3D me atrai, mas não vi o 2 e o 3…

A Última Sessão

Um funcionário de um cinema sai por aí matando mulheres.

.

Provavelmente, não conseguirei ver todos esses. E ao longo das próximas duas semanas, vou descobrir outros filmes pela programação. Ou seja, minha programação é imprevisível. Só garanto uma coisa: falarei de todos aqui no blog!

Bons filmes!

Contágio

Crítica – Contágio

Beth volta aos EUA depois de uma viagem a Hong Kong e começa a passar mal. Ela não sabe, mas está carregando um perigoso e mortal vírus, que a mata dois dias depois. Aos poucos, novos casos aparecem pelo mundo, dando início a uma epidemia global.

Uma coisa interessante no novo filme de Steven Soderbergh é que este é um tipo de coisa que pode acontecer a qualquer momento. Um terror real! E com direito a falência da sociedade e o caos reinando nas ruas. Mas o clima do filme não é terror, nem ação (como o semelhante Epidemia, de 1995). É um drama com núcleos de personagens que não necessariamente se encontram, semelhante a Short Cuts, de Robert Altman.

A semelhança com Altman também rola por causa do excelente elenco multi estrelado, como também acontece de vez em quando em filmes de Soderbergh. Vários bons atores estão presentes, como Gwyneth Paltrow, Matt Damon, Jude Law, Laurence Fishburne, Kate Winslet, Marion Cotillard, Elliot Gould e Jennifer Ehle.

Gostei da estrutura do filme, mostrando o dia a dia da epidemia. Gostei também do fim do filme, mas não falo aqui por causa de spoilers. E também da trilha sonora tensa, a cargo de Cliff Martinez, ajuda na dramaticidade dos acontecimentos.

No fim, podemos dizer que em pelo menos um aspecto Contágio é eficiente: um cara tossiu dentro do cinema, e heu fiquei bolado…

A previsão de estreia é no dia 28 de outubro, mas quem etiver ansioso, vai passar antes no Festival do Rio, que começa esta sexta.

.

.

Se você gostou de Contágio, o Blog do Heu recomenda:
O Desinformante
Substitutos
Pulp Fiction

O Escritor Fantasma

Crítica – O Escritor Fantasma

Ewan McGregor é contratado para ser o ghost writer de um livro escrito pelo ex primeiro ministro inglês – ghost writer é aquele profissional que trabalha no texto de outra pessoa, mas não assina o trabalho. Aos poucos, ele descobre que o trabalho é mais perigoso do que parecia.

Trata-se do novo filme do grande Roman Polanski, concluído na época que ele estava em prisão domiciliar na Suíça, esperando ser extraditado ou não para os Estados Unidos pelo crime de pedofilia, cometido décadas antes. Coincidência ou não, o filme tem algo de autobiográfico, com o político em casa, esperando para saber se vai ser levado para um julgamento em outro país.

O Escritor Fantasma lembra Chinatown, onde um homem também vai descobrindo aos poucos que os problemas onde está envolvido. Não só na trama, como também no ritmo – assim como em Chinatown, o ritmo aqui é lento. Mas o talento de Polanski não deixa O Escritor Fantasma cair na monotonia e ser um filme chato.

O nome traduzido é curioso. A tradução está correta, mas aqui no Brasil ninguém usa a expressão “escritor fantasma”, usa-se o original “ghost writer”. Enfim, o personagem é tão fantasma / ghost, que nem tem nome!

O elenco está ok. Além de McGregor, o filme conta com Olivia Williams, Kim Cattrall, Pierce Brosnan, Tom Wilkinson e um quase irreconhecível James Belushi em um papel pequeno.

Polanski ganhou o Urso de Prata de Melhor Diretor no Festival de Berlim por este filme, mas não sei o quanto a sua situação pessoal ajudou a decisão do júri. Mesmo assim, O Escritor Fantasma não vai decepcionar os apreciadores do estilo.

Red State

Crítica – Red State

O que? Kevin Smith dirigindo um filme sério de terror??? Para tudo, preciso ver isso!

Um grupo de jovens conhece uma mulher pela internet e, atrás de sexo, vão encontrá-la. Mas acabam caindo em uma perigosa armadilha religiosa.

Antes de falar de Red State, falemos da carreira de Kevin Smith. Taí um cara que ninguém pode chamar de acomodado. Seus seis primeiros filmes faziam parte do chamado “universo view askew”. Todos têm o mesmo estilo de humor, todos contam com a dupla Jay e Silent Bob – alter ego de Smith, que parecia estar numa posição confortável: filmes na mesma linha, plateia garantida. Aí veio Pagando Bem Que Mal Tem, comédia com estilo parecido, mas sem a dupla “assinatura”. Na época, lembro que critiquei isso – cadê Jay e Silent Bob? Mas, ok, “a fila anda”. Logo depois veio Tiras em Apuro, também comédia, mas de um estilo diferente, uma comédia policial com cara de “filmes do Eddie Murphy dos anos 80”.

Agora Smith escreveu e dirigiu este Red State. Filme sério, tenso, não rola nenhuma piada ao longo de toda a projeção. Smith saiu da sua “zona de conforto”. E não é que ele acertou mais uma vez?

Ok, o roteiro é bom, mas não é perfeito – aquele sermão do pastor é interminável (li no imdb que são 16 minutos!). Mas tem uma coisa que gostei muito na trama: o destino dos personagens é imprevisível. Não existe uma figura central.

Kevin Smith impressiona com a mão firme na cadeira de diretor, muitas vezes em sequências frenéticas com a câmera na mão. Como falei, é um filme sério, em momento nenhum parece que estamos nas mãos do gordinho engraçado Silent Bob – se me dissessem que era dirigido por um Rob Zombie (Rejeitados Pelo Diabo) da vida, heu não acharia estranho. Ah, é bom falar: o terror não tem nada de sobrenatural – o que dá ainda mais medo!

No elenco, o semi desconhecido Michael Parks brilha como o alucinado pastor. E John Goodman e Melissa Leo não estão atrás. Bom trabalho de construção de personagens e direção de atores. E os efeitos especiais são simples e discretos.

O filme é polêmico – acho que isso é a única coisa com “cara de Kevin Smith”. Li no imdb um monte de gente ligada à religião criticando o filme. Mas, na minha humilde opinião, o filme não ofende nenhuma religião, apenas os fanáticos…

Red State não é um filme de fácil digestão. Dica: esqueça os filmes anteriores de Smith. E curta o novo “diretor camaleão” – afinal, o próprio poster fala “an unlikely filme from that Kevin Smith” (“um filme improvável daquele Kevin Smith”).

p.s.: No fim dos créditos finais, há um aviso que “quase todo o elenco estará de volta em Hit Somebody“. Qual será o estilo do novo projeto de Kevin Smith?

Top 10: Melhores Acidentes de Carro

Top 10: Melhores Acidentes de Carro

E vamos para mais um Top 10!

O assunto hoje é acidente de carro. Claro, isso não é uma coisa que gostamos na vida real. Mas quem não gosta de ver acidentes numa tela de cinema?

O primeiro filme que me vem à mente quando penso em acidentes de carro é o esquisito Crash, do David Cronenberg, onde pessoas se excitam sexualmente com acidentes de carro. Mas, apesar de ter uma cena de sexo pós acidente, com a bela Deborah Unger ao lado de um carro capotado, o filme não mostra nenhum acidente relevante. Então fica só na lembrança…

Lembrei também do filme Presságio, com as duas melhores cenas de acidente que heu já vi no cinema. Mas uma é com um avião, outra com um trem, não tem carro. Então ficou como hors concours – quem sabe um dia faço um Top 10 de acidentes com outros meios de transporte?

Escolhi dez acidentes. Em vez de usar imagens para ilustrar o Top 10, procurei links de youtube, para vocês se lembrarem de cada acidente. Peço desculpas adiantadas, alguns dos links têm qualidade de imagem bem ruim, e um deles está com a trilha sonora alterada. Quem não gostar dos links… Ora, procure os filmes inteiros! 😛

Vamos aos filmes?

.

10. Encontro Marcado (1998)

Aqui não é exatamente um acidente, é um atropelamento. A cena impressiona porque, pelo menos na época do lançamento, ninguém esperava isso.

9. Mad Max (1979)

Toda a trilogia é repleta de boas cenas com carros. Não sei se este é o melhor exemplo, mas uma moto batendo de frente com um caminhão é sempre legal de se ver.

8. Toy Story 2 (1999)

Tem espaço pra desenho animado? Os brinquedos resolvem atravessar a rua debaixo de cones, e olha o que acontece…

7. Duro de Matar 4 (2007)

Um carro bate num helicóptero. No ar. Nuff said.

(O trecho do filme é esse, mas não achei no youtube um vídeo com o som original. Sorry!)

6. Os Irmãos Cara de Pau (1980)

Dezenas de carros de polícia batem seguidamente. A partir do vigésimo carro, parece que alguém começa a atirar miniaturas Hot Weels em cima da pilha de carros.

5. Adaptação (2002)

Esta cena impressiona por ser imprevisível. Aliás, como um acidente real, é um grande susto. Acontece parecido em Os Esquecidos, com a Julianne Moore, mas não achei a cena no youtube.

4. Deixe Ela Entrar (2008)

http://www.youtube.com/watch?v=QHyuz4p9s34&feature=related

Esse aí mostra um carro batendo e depois capotando, mas de um ângulo incomum: foi filmado com uma câmera fixa, dentro do carro.

3. Matrix Reloaded (2003)

http://www.youtube.com/watch?v=qr4JkceC_PQ

 

Pode acidente de caminhão? Se puder, ficamos com dois caminhões batendo de frente, com câmera lenta usando bullet-time. Cena maneiríssima, pena que o filme decepciona.

2. Premoniçāo 2 (2003)

http://www.youtube.com/watch?v=j1iUEtZYwc0

Um grande acidente numa rodovia, envolvendo vários veículos, abre este segundo filme da série Premonição – franquia que vale pelos acidentes no início de cada filme.

1. À Prova de Morte (2007)

http://www.youtube.com/watch?v=6npuEdett-E

Stuntman Mike bate de frente com outro carro. Vemos a batida quatro vezes, cada uma mostrando o que aconteceu com cada uma das quatro meninas no outro carro. Coitada da Vanessa Ferlito…

.

.

Se você gostou do Top 10: Melhores Acidentes de Carro, o Blog do Heu recomenda os outros Top 10 já publicados aqui:
filmes de zumbi
filmes com nomes esquisitos

filmes sem sentido
personagens nerds
estilos dos anos 80
melhores vômitos
melhores cenas depois dos créditos
melhores finais surpreendentes
melhores cenas de massacre
filmes dos ano 80 e 90 nunca lançados em dvd no Brasil
estilos de filmes ruins
casais que não convencem
musicais para quem não curte musicais
melhores frases de filmes
melhores momentos de Lost
maiores mistérios de Lost
piores sequencias
melhores filmes de rock
melhores filmes de sonhos
melhores filmes com baratas
filmes com elencos legais
melhores ruivas
melhores filmes baseados em HP Lovecraft
filmes que vi em festivais e mais ninguém ouviu falar
Atores Parecidos
Atrizes Parecidas
filmes de lobisomem
melhores trilogias
filmes de natal
melhores filmes de 2010
coisas que detesto nos dvds
melhores filmes da década de 00
filmes de vampiro

melhores diabos
cenas de sexo esquisitas

ficção cientifica ou não ficção científica

filmes de vingança

marcos nos efeitos especiais
filmes estrangeiros que fazem referência ao Brasil

personagens que morreram e voltaram

filmes de macho
filmes de máfia
visual deslumbrante
favoritos do heu
filmes de humor negro
mulheres duronas
filmes com viagem no tempo
melhores lutas longas
melhores adaptações de quadrinhos de herois
piores adaptações de quadrinhos de herois
melhores filmes trash
filmes com teclados
stop motion
carros legais
naves legais
robôs legais
armas legais
alienígenas legais
monstros legais
gadgets legais
filmes doentios
melhores vilões
filmes de comida
filmes slasher

Amizade Colorida

Crítica – Amizade Colorida

Uma caça-talentos (Mila Kunis) e um designer (Justin Timberlake), ambos com recentes decepções amorosas, se tornam grandes amigos. Sem vontade de se prender em relacionamentos, eles decidem incluir sexo na amizade, com o compromisso de deixar qualquer emoção de lado.

Amizade Colorida não é ruim. O problema é que é tão óbvio que dá raiva. Vejamos: um homem e uma mulher são grandes amigos, e com boa química sexual. Ora, a partir do momento que eles quiserem assumir um namoro com alguém, por que não tentar entre eles mesmo, antes de procurar outros parceiros? Às vezes Hollywood cria roteiros em cima de “tempestades em copo d’água (Sex and the City é cheio de situações assim), a vida real não precisa ser tão complicada.

Bem, pra quem conseguir relevar este detalhe, Amizade Colorida é uma boa comédia romântica, com todos os defeitos e virtudes que essa frase carrega.

O casal principal tem uma boa química – algo essencial em filmes do estilo. Mila Kunis e Justin Timberlake são jovens e bonitos, e fazem um boa dupla. O filme traz cenas de sexo, com alguma discreta nudez, os fãs da ex-estrela de That 70’s Show e do astro da música pop vão gostar disso. Além dos dois, o elenco também conta com Richard Jenkins, Emma Stone, Woody Harrelson, Jenna Elfman e Patricia Clarkson.

Gostei da edição, usando música como se fossem videoclipes dentro do filme. O estilo do humor é outra coisa boa de Amizade Colorida: é mais inteligente, não rolam as baixarias tão comuns hoje em dia (como no recente Passe Livre, por exemplo).

Agora, como falei lá em cima, o que enfraquece Amizade Colorida é a previsibilidade. Ok, toda comédia romântica já é meio previsível, mas normalmente os casais protagonistas não são tão óbvios como aqui. Relevando isso, dá até pra recomendar o filme.

.

p.s.: Poucos meses antes da estreia de Amizade Colorida, tivemos em cartaz um outro filme com a mesma temática, Sexo Sem Compromisso, estrelado por Natalie Portman e Ashton Kutcher. Ainda não vi, assim que der comento aqui se os filmes são iguais.

.

.

Se você gostou de Amizade Colorida, o Blog do Heu recomenda:
500 Dias Com Ela
A Verdade Nua e Crua
Par Perfeito

Personalizando a Galeria de Fotos

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Integer ligula  enim, hendrerit vel blandit vitae, imperdiet et velit. Nam laoreet  mattis leo, quis sollicitudin nulla scelerisque nec. Nulla gravida, quam  sed blandit dictum, enim ligula vulputate lectus, nec tempus purus dui  in turpis. Duis ante urna, viverra nec pellentesque sed, molestie a  augue. Ut sollicitudin odio non sapien pretium sit amet bibendum diam  dapibus. Ut feugiat molestie elit nec consequat. Maecenas ut fermentum  orci. Sed et tortor urna, quis porta mauris. In hac habitasse platea  dictumst. Etiam ac vulputate diam. Aenean id blandit elit. Pellentesque  at est vitae erat mattis imperdiet. Fusce rhoncus libero ut elit  pellentesque mollis. Donec molestie adipiscing rutrum. Donec eu nulla in  dolor fermentum placerat blandit ut leo.