Top 10: Melhores Filmes de Comida

Top 10: Melhores Filmes de Comida

Tem filme que retrata comida tão bem que a gente fica com fome ao fim da sessão. Vou listar aqui os melhores filmes ligados a comida!

(Ok, alguns dos títulos aí embaixo não dão exatamente vontade de comer. Mas são bons filmes com boas cenas de comida de qualquer maneira!)

Como sempre, alguns filmes a mais foram lembrados. Menção honrosa pra Comer, Beber, Viver, Chocolate, Vatel, Tampopo, Como Água Para Chocolate, Bom Apetite, Julia & Julie e 9 1/2 Semanas de Amor

(O Silêncio dos Inocentes é um filme excelente e tem comida como parte importante da trama. Mas não sei se pode entrar na lista…)

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Vamos aos filmes?

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10.Super Size Me (2004)

Documentarista explora as consequências para a saúde de viver um mês inteiro só de McDonald’s. Ele queria provar que fast food faz mal à saúde, mas acho que isso aconteceria com qualquer restaurante se você só comer lá por um mês, né?

9.Estômago (2007)

Nordestino chega a Curitiba, vira o cozinheiro de um boteco e seus salgados caem no gosto da clientela.

8.A Festa de Babette (1987)

Filme dinamarquês que mostra um grande banquete sendo feito. Oscar de melhor filme estrangeiro.

7.Os Fantasmas se Divertem (1988)

Do nada, todos começam a cantar e dançar a Banana Boat Song. Uma das mais divertidas cenas de jantar da história do cinema!

6.Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984)

O banquete traz iguarias como filhotes de cobras vivas, besouros, sopa de olhos e cérebro de macaco. Delícia!

5.Monty Phyton – O Sentido da Vida (1983)

Ok, admito que aqui o visual não é bonito. Mas a cena do gordo no restaurante é inesquecível!

4.A Comilança (1973)

Um filme onde os personagens resolvem cometer suicídio comendo até morrer tem presença obrigatória aqui!

3.Delicatessen (1991)

Filme francês bizarro e muito divertido que mostra uma sociedade também bizarra que usa comida como dinheiro.

2.Ratatouille (2009)

O desenho da Pixar mostra um ratinho francês que consegue virar o chef em um restaurante parisiense. Detalhe: restaurante de humanos!

1.A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971)

O filme preferido de dez entre dez chocólatras. A refilmagem de Tim Burton (2005), com Johnny Depp no papel que foi de Gene Wilder, também é boa.

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filmes sem sentido
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melhores cenas depois dos créditos
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filmes dos ano 80 e 90 nunca lançados em dvd no Brasil
estilos de filmes ruins
casais que não convencem
musicais para quem não curte musicais
melhores frases de filmes
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maiores mistérios de Lost
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melhores filmes de rock
melhores filmes de sonhos
melhores filmes com baratas
filmes com elencos legais
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melhores filmes baseados em HP Lovecraft
filmes que vi em festivais e mais ninguém ouviu falar
Atores Parecidos
Atrizes Parecidas
filmes de lobisomem
melhores trilogias
filmes de natal
melhores filmes de 2010
coisas que detesto nos dvds
melhores filmes da década de 00
filmes de vampiro

melhores diabos
cenas de sexo esquisitas

ficção cientifica ou não ficção científica

filmes de vingança

marcos nos efeitos especiais
filmes estrangeiros que fazem referência ao Brasil

personagens que morreram e voltaram

filmes de macho
filmes de máfia
visual deslumbrante
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filmes de humor negro
mulheres duronas
filmes com viagem no tempo
melhores lutas longas
melhores adaptações de quadrinhos de herois
piores adaptações de quadrinhos de herois
melhores filmes trash
filmes com teclados
stop motion
carros legais
naves legais
robôs legais
armas legais
alienígenas legais
monstros legais
gadgets legais
filmes doentios
melhores vilões

Pulp Fiction

Crítica – Pulp Fiction

Um curso de cinema me convidou para falar de Quentin Tarantino. Então resolvi rever os seus filmes. Primeiro revi Cães de Aluguel, já falei dele aqui no blog. Depois foi a vez de Pulp Fiction, um dos meus filmes favoritos de todos os tempos!

O filme mostra algumas histórias interligadas, envolvendo uma dupla de assassinos profissionais, um boxeador e a mulher de um chefão do crime organizado.

É difícil resumir a sinopse de Pulp Fiction, que, entre outros prêmios, levou a Palma de Ouro de melhor filme em Cannes. O genial roteiro (ganhador do Oscar de 1995), escrito pelo próprio Tarantino, foge dos clichês comumente usados pelo cinema – inclusive na linha temporal usada, fora da ordem cronológica.

O roteiro é perfeito. Diálogos afiados ao longo das duas horas e meia de filme, e várias cenas imprevisíveis. Uma das coisas que mais gosto em Pulp Fiction é justamente a ideia de distorcer clichês muito usados no cinema. Por exemplo, a cena que acontece depois da perseguição entre Butch e Marsellus é completamente diferente do que qualquer um poderia imaginar. Digo mais: algumas caracterizações, como a dupla Vincent e Jules (John Travolta e Samuel L Jackson), seguem essa onda – aquele visual dos dois é muito incomum!

O elenco é fantástico. John Travolta, Samuel L Jackson, Uma Thurman, Bruce Willis, Tim Roth, Amanda Plummer, Ving Rhames, Eric Stoltz, Rosanna Arquette, Maria de Medeiros, Harvey Keitel, Christopher Walken e o próprio Tarantino (rola até uma ponta de Steve Buscemi como Buddy Holly), entre outros menos conhecidos – e todos estão ótimos.

Ainda tem a trilha sonora, cheia de boas músicas que eram pouco conhecidas antes do filme – e que viraram hits em festinhas na época.

Lembro que, nos anos 90, quando vi pela primeira vez, gostei mais da crueza de Cães de Aluguel. Revendo hoje, digo que prefiro a sofisticação de Pulp Fiction

Heu poderia continuar falando do filme. Afinal, Pulp Fiction foi um marco, muita coisa em Hollywood passou a seguir o estilo criado por Tarantino (filmes como Coisas Para se Fazer em Denver Quando Você Está Morto, O Nome do Jogo e Um Amor e uma 45). Mas chega. Se você não viu, corra e veja. Se já viu, é hora de rever!

P.s.: Posso contar um último “causo” ligado a este filme? Como falei no post “Quem sou heu“, tive uma videolocadora nos anos 90. O nome era “Pulp Vídeo”! 😀

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Bastardos Inglórios
Cães de Aluguel
Um Drink no Inferno

Stake Land

Crítica – Stake Land

Filme de vampiro tem um monte por aí. Filme de futuro pós-apocalíptico também tem um monte. Mas filmes misturando os dois temas são mais raros…

Num futuro onde a sociedade foi devastada por um apocalipse de vampiros, o adolescente Martin se une ao caçador de vampiros Mister na luta pela sobrevivência.

O que é legal aqui neste filme dirigido pelo ainda desconhecido Jim Mickle é que, se a gente trocar o “vampiro” por, sei lá, um vírus, uma catástrofe natural ou algo semelhante (pode até ser os já “tradicionais” zumbis), o filme funciona direitinho – vira um drama pós-apocalíptico sério. O que não quer dizer que os vampiros sejam mal feitos – nada disso, são vampiros à moda antiga, assustadores como eram pra ser, antes da atual moda de vampiros galãs.

O elenco, liderado pelos pouco conhecidos Connor Paolo e Nick Damici, tem um nome famoso: Kelly McGillis, outrora a bonitona de Top Gun e A Testemunha, mas hoje cinquentona e sem nenhum glamour.

O roteiro, escrito pelo diretor e pelo protagonista Nick Damici, faz um bom trabalho na construção dos personagens e seus dramas. O filme prefere focar nas pessoas, mas achei que o conflito com a “Irmandade” poderia ser melhor explorado – aquele grupo de freaks podia render uma boa história.

Stake Land não se tornará um clássico, mas pode ser uma opção pra quem estiver cansado dos clichês comuns de vampiros.

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Padre
O Livro de Eli

Apollo 18

Crítica – Apollo 18

Interessante “mockumentary” (documentário fake) sobre uma suposta missão à Lua, a Apollo 18.

Décadas se passaram, e, nos dias de hoje, filmagens foram encontradas, mostrando o fracasso da última missão à Lua. E explicando porque o programa espacial foi deixado de lado.

Dirigido pelo desconhecido espanhol Gonzalo López-Gallego, Apollo 18 tem suas falhas e seus méritos. Pra mim, o pior defeito é insistir no “baseado em gravações reais”. Quando aparece um filme como Bruxa de Blair ou REC, esse papo pode funcionar – acharam uma câmera com uma gravação feita por alguém. Mas aqui, como são muitas horas de gravação, com diversas câmeras, por vários dias, o que vemos é um material editado. Ora, se foi editado, foi feito hoje em dia… Acho que seria mais interessante assumir logo que é uma ficção. Ou fazer algo na onda de Contatos de Quarto Grau, que mistura supostas imagens reais com trechos encenados.

Deixando este detalhe de lado, o filme até funciona bem. A tensão é bem construída, usando uma boa teoria da conspiração: afinal, por que o homem nunca mais foi à Lua? A ambientação nas cenas lunares é bem feita, com um bom uso de sombras no cenário preto e branco. Os efeitos especiais também são bem feitos, principalmente se a gente pensar que se trata de uma produção de baixo orçamento. Além disso, o filme traz alguns bons sustos. Por fim, gostei do uso da música Starship Trooper, do grupo progressivo Yes – tudo a ver com a época e com o clima do filme.

O único nome famoso está na produção: Timur Bekmambetov, diretor russo responsável por Guardiões da Noite e O Procurado. O elenco, obviamente, é de rostos desconhecidos – algo básico quando você pretende algo neste estilo. Os três atores, Warren Christie, Lloyd Owen e Ryan Robbins, estão convincentes.

Apollo 18 não é um filme essencial, mas vale ser visto. Pena que a gente sente que tinha potencial para ser bem melhor.

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Contatos de Quarto Grau
Lunar / Moon
Tropas Estelares

A Fronteira

Crítica – A Fronteira

Mais um filme francês ultra-violento!

Durante violentos protestos políticos em Paris, um grupo de jovens ladrões foge em direção à Holanda. Ao pararem em um hotel perto da fronteira, a família que cuida do local traz sérios problemas para o grupo.

Na verdade, já tem um tempo que esse filme foi lançado. A Fronteira (Frontière(s) no original) é de 2007. É que nessa época heu não conhecia essa faceta do cinema francês. Mas hoje já posso comparar com outros títulos como Haute Tension, A L’Interieur, Martyrs e O Segredo da Rua Ormes. E aí vemos um problema: A Fronteira não é ruim, mas perde na comparação com os outros.

O roteiro tem alguns bons momentos de tensão. Mas também tem seus defeitos. Pra começar, a trama é bem parecida com outros filmes por aí, como por exemplo a refilmagem de Viagem Maldita, dirigida pelo francês Alexandre Aja um ano antes (isso porque não estou falando da família de The Texas Chainsaw Massacre!). Além disso, rolam algumas falhas – pra que falar dos filhos de Eva se asubtrama não vai ser desenvolvida? Mais: a primeira parte do filme é demasiado longa.

Mesmo assim, acredito que A Fronteira não vai decepcionar os fãs do gênero. O que mais assusta nesses filmes franceses (também incluo aqui os quatro citados no terceiro parágrafo) é que não existe nada de sobrenatural. O filme é generoso na violência e no gore, e podemos imagunar aquilo tudo como algo real, algo que pode acontecer com qualquer um. Pra melhorar, alguns dos personagens freaks daqui são bem interessantes.

(E os teóricos de plantão também podem usar o lado sócio-político do filme, todo o papo de revoltas populares e extrema direita. E ainda podem usar o termo “fronteira” para se referir à fronteira entre a sanidade e a selvageria experimentada pela protagonista…)

Enfim, nada demais. Mas pode ser uma opção para os apreciadores do recente cinema francês ultra-violento.

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Abismo do Medo
Sem Saída
O Último Trem

Planeta dos Macacos – A origem

Crítica – Planeta dos Macacos – A origem

Durante experimentos genéticos para achar a cura contra o mal de Alzheimer, um chimpanzé se torna muito inteligente, e lidera um grupo de macacos para a liberdade.

Planeta dos Macacos – A origem é muito bom. Diferente da fraca refilmagem dirigida por Tim Burton em 2001, o novo filme, dirigido pelo desconhecido Rupert Wyatt não vai decepcionar ninguém, seja fã da saga ou não.

Na verdade, Planeta dos Macacos – A origem não é uma refilmagem. A linha temporal se encaixa antes do primeiro filme, de 1968. Admito que não sou um expert na saga Planeta dos Macacos, mas deu pra sacar algumas citações, como a notícia de tv que mostra o foguete Icarus indo para Marte – Charlton Heston, protagonista do filme original, estaria naquele foguete!

Aliás, rolam várias coisas legais para os fãs, como Cesar montando um quebra cabeça da Estátua da Liberdade e trechos de dois filmes estrelados por Charlton Heston. Mais: o personagem de Tom Felton fala duas frases do filme original – “It’s a madhouse! It’s a madhouse!” e “Take your stinking paws off me you damn dirty ape!”. Isso sem falar nos nomes de vários personagens, homenagens ao primeiro filme.

Antes de falar dos atores, preciso falar do trabalho de Andy Serkis. Assim como fizera antes com o Gollum de O Senhor dos Aneis e com o King Kong do filme homônimo, aqui Serkis usa uma roupa de captura de movimento e dá vida ao macaco Cesar. O trabalho feito pela Weta (a mesma companhia de efeitos especiais dos dois filmes citados) é absurdamente bem feita. Cesar é digital, mas a gente acredita que ele está lá de verdade. E não é só isso – macacos não falam, então boa parte do filme se baseia em olhares e expressões faciais dos símios. Isso seria impossível com atores maquiados, assim como também seria impossível com a tecnologia de poucos anos atrás. Palmas aos técnicos da Weta, que fizeram um trabalho impressionante.

Agora falemos dos outros atores. James Franco lidera um bom elenco, que conta com Freida Pinto, John Lithgow, Brian Cox, Tom Felton e Tyler Labine. Os atores nem estão mal. Mas o problema é que o Cesar de Andy Serkis rouba a cena…

O roteiro é muito bem estruturado. Por um lado, o “canon” da história original é respeitado; por outro, a motivação dos personagens é convincente, nada parece forçado, tudo se encaixa. Além disso, a parte final do filme é eletrizante – a sequência da ponte é sensacional!

O fim do filme é em aberto. Tanto cabe uma parte 2, quanto uma refilmagem do filme de 68. Se o filme for bem nas bilheterias, é certo que teremos outro filme. Só espero que mantenham a qualidade.

Última recomendação: rola uma importante cena durante os créditos!

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Sem Limites
X-Men – Primeira Classe
Contra o Tempo

Doghouse

Crítica – Doghouse

Não sei por que motivos, alguns filmes passam quase desapercebidos por aqui. Não são lançados nos cinemas, e se são lançados em dvd, isso acontece de maneira discreta. Mais: sites de notícias sobre filmes os ignoram. Isso aconteceu com 4.3.2.1, bom filme que heu vi no fim do ano passado (e não conheço mais ninguém que viu); o mesmo digo sobre este Doghouse.

Um grupo de amigos – todos homens – vão viajar para uma cidadezinha pequena pra ajudar um deles a superar o divórcio. Mas ao chegarem lá, descobrem que um vírus infectou todas as mulheres a as tranformou em uma espécie de zumbi canibal.

Doghouse tem um clima trash delicioso! O filme fica naquela linha entre o terror e a comédia de humor negro. Algumas cenas são assustadoras, mas, no geral, é divertidíssimo. Rolam muitas piadas politicamente incorretas sobre o assunto “homens vs mulheres”.

Ok, algumas piadas são bobas – eles vestidos de mulher parece uma cópia sem graça da famosa cena de Todo Mundo Quase Morto. Mas, de um modo geral, o roteiro do estreante Dan Schaffer acerta em dividir a ação entre os vários personagens. Não há exatamente um protagonista, o filme é dividido pelo grupo, cada um com sua personalidade, cada um com as suas situações.

O elenco é cheio de gente pouco conhecida aqui. Na verdade, só reconheci dois atores, Stephen Graham, de Snatch, e Noel Clarke, do já citado 4.3.2.1. Mas o grupo funciona bem, como falei, gostei da dinâmica entre os personagens. E sobre as mulheres, bem, tirando a motorista do ônibus, todas as outras estão sob o efeito do vírus…

O filme tem gore na quantidade certa, e uma coisa incomum: mulheres infectadas meio zumbis, mas ainda sexy. Isso não se vê todos os dias!

O diretor Jake West dirigiu em 2005 um outro filme, chamado Evil Aliens. Já estou baixando…

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Se você gosyou de Doghouse, o Blog do Heu recomenda:
Matadores de Vampiras Lésbicas
Todo Mundo Quase Morto
Fido – O Mascote
Planeta Terror

Top 10: Melhores Vilões

Top 10: Melhores Vilões

Heróis são legais. Mas todos concordam que vilões são ainda mais legais!

Quando heu era pequeno, a gente torcia pelo Luke Skywalker, claro. Mas, lá no fundo, todos concordavam que o Darth Vader era muito mais interessante!

Tanto vilões são interessantes, que agora que terminei a lista, vi que 4 dos 10 nomes escolhidos deram Oscars a seus intérpretes…

Vou então listar aqui os melhores vilões do cinema. Mas, como sempre, alguns vilões memoráveis ficaram de fora. Menção honrosa para Norman Bates (Psicose), Hans Gruber (Duro de Matar), Lestat (Entrevista com o Vampiro), Kahn (Star Trek 2), Gru (Meu Malvado Favorito), Agente Smith (Matrix), Bruxa Má do Oeste (Mágico de Oz), Salieri (Amadeus), Max Cady (Cabo do Medo), John Ryder (A Morte Pede Carona), Tommy DeVito (Os Bons Companheiros), Ming (Flash Gordon), Cruella De Vil (101 Dálmatas) e o motorista de caminhão de Encurralado.

(Freddy Krueger, Jason Vorhees e Michael Myers são outro tipo de vilão. Em breve eles estarão em outro Top 10!)

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Vamos aos vilões?

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10- Dr. Evil – trilogia Austin Powers

O homem por trás de projetos malignos como tentar destruir a camada de ozônio, ou então desmoralizar o casamento do príncipe Charles, e assim extorquir um milhão de dólares do governo. Gosta de dar nomes “criativos” aos seus planos, como  “Alan Parsons Project”.

9- Keyser SozeOs Suspeitos

Não dá pra falar muito sem entregar spoilers. Mas podemos afirmar que o misterioso Keyser Soze, responsável pela chacina no cais, com 27 mortos e 91 milhões de dólares desaparecidos, é um cara muito inteligente e muito perigoso.

8- ScarRei Leão

É o invejoso e maquiavélico irmão do rei leão Mufasa, que planeja livrar-se do sobrinho Simba e assumir o trono, nesta trama que remete à Shakespeare. Um dos melhores desenhos dos anos 90, foi, ao lado de Alladin e A Bela e a Fera, um dos marcos iniciais da “ressurreição” da Disney.

7- Voldemort – saga Harry Potter

O mais poderoso bruxo das trevas de todos os tempos, “Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado” pretende controlar o mundo mágico, ganhar a imortalidade e espalhar a superioridade dos “sangues-puros”.

6- Anton ChigurhOnde Os Fracos Não Têm Vez

Um assassino cruel, sem remorsos ou qualquer compaixão pelo outros. Usa uma “pistola de dardo cativo”, uma arma usada para normalmente para matar gado. Uma das melhores interpretações da carreira de Javier Bardem.

5- Jack TorranceO Iluminado

Neste clássico de Stanley Kubrick, o escritor Jack Torrance aceita o emprego de zelador no isolado e gelado hotel Overlook, sem saber que forças sobrenaturais malignas do passado habitam o local. Magistral interpretação de Jack Nicholson.

4- KakiharaIchi the Killer

O sado-masoquista Kakihara não tem limites, seu prazer é causar dor e sentir ainda mais dor, e sua grande razão de viver é encontrar o assassino que vai derrotá-lo. Uma das melhores coisas do recente cinema oriental.

3- Hannibal LecterO Silêncio dos Inocentes

Inteligentíssimo, Hannibal Lecter, o psiquiatra canibal, condenado à prisão perpétua por nove assassinatos, ajuda o FBI a procurar um serial killer. O problema é que ele consegue engendrar uma espetacular fuga. Anthony Hopkins em atuação que levou Oscar.

2- JokerBatman O Cavaleiro das Trevas

Quando foi noticiado que Heath Ledger iria ser o novo Coringa, fãs de Jack Nicholson torceram o nariz. Mas Ledger surpreendeu e criou um Coringa antológico, muito melhor que o anterior. Pouco depois, Ledger pirou e se matou. E ainda ganhou um Oscar póstumo.

1- Darth Vader – Trilogia Clássica Guerra nas Estrelas

Simplesmente um dos maiores ícones do cinema do sec XX. Parte humano, parte máquina, Lorde Vader vestia uma armadura negra com capa e capacete, usava um sabre de luz vermelho, e ainda tinha uma respiração forte e uma voz potente e metálica que davam medo.

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Lanterna Verde

Crítica – Lanterna Verde

Mais um filme de super herois…

O piloto de testes Hal Jordan ganha de um alienígena um anel mágico que traz poderes fantásticos a quem o usa, e o torna parte de um time de 3.600 guardiões da paz no universo.

O Lanterna Verde não é um dos super-herois mais famosos da DC – é difícil competir com Batman e Superman em termos de popularidade. Mas é um heroi com um universo rico, daria pra fazer muita coisa se o filme estivesse nas mãos certas. Pena que o diretor Martin Campbell não tem esse perfil. Lanterna Verde não é ruim, mas fica alguns degraus abaixo de produções recentes como Batman O Cavaleiro das Trevas e Homem de Ferro. Nas mãos de Campbell, temos um filme burocrático.

Bem, pelo menos hoje existe a cartilha de “como fazer um filme de super-heroi”. Com um bom ritmo, efeitos especiais competentes e um elenco bem escolhido, Lanterna Verde funciona redondinho.

No elenco, Ryan Reynolds foi contestado – fãs acharam que o seu estilo destoava do heroi. Mas não achei que ele foi mal – não conheço a personalidade do Hal Jordan dos quadrinhos, mas no filme, não achei ruim. Gostei do elenco, o que me incomodou foi outra coisa: um Peter Sarsgaard maquiado para parecer mais velho sendo filho do Tim Robbins. Detalhe que Robbins só é treze anos mais velho que Sarsgaard! Ainda no elenco, Blake Lively, Mark Strong, Angela Basset e Temuera Morrison (as versões com o áudio original trazem a voz de Clancy Brown como Parallax).

Os efeitos especiais são muito bons, com um porém: a produção optou por não usar uma fantasia em Ryan Reynolds, e sim criar seu uniforme em cgi. Na boa? Ficou esquisito. Acho que esse é um daqueles casos que a gente vai rever daqui a alguns anos e achar muito tosco, não precisava disso… Fora isso, os efeitos são bons, o planeta Oa é bem feito, assim como os muitos alienígenas diferentes que também portam o anel.

Quem me acompanha aqui no blog sabe que não tenho o hábito de ler quadrinhos. Mas pelo que li por aí, como adaptação, Lanterna Verde tinha potencial para ser melhor, mas não vai decepcionar os apreciadores do estilo.

Último aviso: como já é tradição, tem uma cena durante os créditos. Uma cena importante para a a provável continuação…

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Passe Livre

Crítica – Passe Livre

Rick e Fred recebem de suas esposas um presente incomum: um passe livre – uma semana de férias do casamento, sem cobranças posteriores. Mas eles descobrem que a vida de solteiro não é o que eles pensavam.

Trata-se do filme novo dos irmãos Bobby e Peter Farrelly, os mesmos de Quem Vai Ficar Com Mary e Antes Só do que Mal Casado. Quem conhece a carreira dos irmãos sabe que eles sempre andam em cima daquela linha que fica entre o humor grosseiro e a piada de mau gosto. Digo isso porque os caras, quando acertam, são geniais – vide a engraçadíssima cena da Cameron Diaz com esperma no cabelo. Mas, muitas vezes, a baixaria é tão grande que a piada perde a graça…

Passe Livre (Hall Pass, no original) tem algumas piadas de gosto duvidoso – fazer piadas com fezes não é algo engraçado, pelo menos na minha humilde opinião. Mas, mesmo assim, não é tão baixaria quanto outros títulos da dupla. Apesar de algumas escorregadas desnecessárias, o filme é divertido.

No elenco, nenhum destaque, nem positivo, nem negativo. Owen Wilson segue interpretando o mesmo papel de sempre, acompanhado do menos conhecido Jason Sudeikis. As esposas, Jenna Fischer e Christina Applegate, têm papeis fáceis e previsíveis. A única surpresa do elenco é Richard Jenkins interpretando um papel que nada tem a ver com o que ele costuma fazer, o solteirão convicto Coakley. E Nicky Whelan é a candidata a “bonitinha da vez”.

Uma coisa que me incomodou um pouco foi a previsibilidade. Tudo é muito clichê, tudo a gente adivinha muito antes. Boa parte do filme perde a graça por causa disso. Como é uma comédia, isso é um problema sério…

Mas, pra quem estiver sem grandes expectativas, Passe Livre pode ser uma boa opção.

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