A Casa das Coelhinhas

A Casa das Coelhinhas

Tenho um hábito nem sempre saudável. Vejo quase tudo o que cai em minhas mãos. Numa dessas, vi este lamentável A Casa das Coelhinhas (House Bunny, no original)

A trama não faz o menor sentido. Uma menina passa toda a infância num orfanato, e de lá sai direto para a Mansão Playboy, onde vira uma coelhinha. Fora da mansão, acaba numa fraternidade universitária.

A Casa das Coelhinhas é ruim em vários aspectos. O principal é que se trata de uma comédia completamente sem graça! Mas tem mais, muito mais. Por exemplo: acho difícil alguém se identificar com a nossa heroína Shelley (Anna Faris) – uma menina burra e mimada não gera simpatia de ninguém.

A trama é clichê e extremamente previsível. Claro que as meninas feias da fraternidade vão ficar bonitas depois de se maquiarem e pintarem os cabelos. Claro que Shelley ganhará o poster. E claro que a fraternidade coneguirá a casa. Aquela cena final deu raiva de tão óbvia.

Ainda sobre as meninas, que deveriam ser “excluídas” – alguém me explica por que uma delas está grávida? Se ela engravidou, é porque teve um pai, não? E como uma menina que passou anos usando um aparelho na coluna consegue sair correndo naturalmente? E por aí vai…

Fujam!

Lost Boys 3 – The Thirst

Lost Boys 3 – The Thirst

Mais uma continuação do clássico oitentista Garotos Perdidos (de 1987). A segunda parte, Lost Boys 2 – The Tribe, já veio tardiamente, em 2008. Agora, parece que abriu o filão para continuações.

Em uma cidade de praia na California, o caçador de vampiros Edgar Frog passa por problemas financeiros. A escritora best seller Gwen Lieber o contrata para resgatar seu irmão, capturado pelo vampiro alfa que tem planos de criar um exército de vampiros

Este terceiro filme teve um problema: Corey Haim, protagonista do primeiro filme (e que aparece numa cena extra do segundo) morreu em março deste ano, antes do filme ser feito. Assim, o personagem principal voltou a ser Edgar Frog, coadjuvante no primeiro mas protagonista no segundo. Pelo menos o ator Corey Feldman foi mantido. (Em uma espécie de homenagem, Haim aparece algumas vezes, em cenas tiradas do primeiro filme)

Lost Boys 3 – The Thirst não é de todo ruim. Mas tem uma falha grave: falta um bom vilão. Caramba, o primeiro filme trazia Kiefer Sutherland em grande forma, um dos melhores vampiros dos anos 80 (ao lado de Chris Sarandon de A Hora do Espanto). O vilão aqui é fraco e tem carisma zero.

Por outro lado, a bola dentro é que o filme aproveita pra cutucar o fenômeno Crepúsculo – os livros de Gwen Lieber são bem neste estilo de romancezinho vampirinho água-com-açúcar.

O elenco está ok para o que o filme pede. Corey Feldman (que nos anos 80, teve uma grande carreira, fazendo, entre outros, Goonies, Gremlins e Conta Comigo), o tempo todo com cara de mau e voz gutural, só funciona porque o filme é meio piada. Jamison Newlander volta para um pequeno papel como o outro irmão, Alan Frog. E, se tem um nome digno de nota, é a belíssima Tanit Phoenix, a Gwen Lieber, que parece uma Elizabeth Hurley mais nova.

O fim do filme traz um gancho explícito. Lost Boys 4 não deve tardar a aparecer…

O Enviado

O Enviado

No dia seguinte ao seu aniversário de 8 anos, Adam morre num acidente. Um estranho médico cientista propõe aos seus pais uma experiência que desafia a lei e a ética: um clone, uma cópia exata do menino falecido.

Dirigido em 2004 por Nick Hamm (que logo antes tinha feito O Buraco), O Enviado traz uma premissa boa, o tema clonagem é muito interessante. Mas o desenvolvimento da trama deixou muito a desejar!

A primeira parte do filme funciona bem. O clone Adam é uma cópia exata do Adam original, até completar 8 anos de idade. A partir daí, começa a virar um ser sinistro. E é aí que o filme escorrega, tentando criar uma explicação completamente inverossímel sobre um outro DNA inserido no embrião. Era melhor ter seguido pelo caminho sobrenatural, pessoas desafiando Deus e tendo que aguentar as conseqüências…

O elenco é até legal. Greg Kinnear fora indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante seis anos antes, por Melhor é Impossível. Rebecca Romijn estava em alta, nos anos anteriores ela fez Femme Fatale, os dois primeiros X-Men, Rollerball e O Justiceiro. E o médico é ninguém menos que Robert De Niro, oras!

Mas não tem bom elenco que segure um roteiro fraco. E a prova está nos extras do dvd: são apresentados quatro finais diferentes do “oficial”! Aparentemente, os realizadores realmente se perderam!

No fim, O Enviado nem é ruim. Mas também não é bom. Tem coisa melhor por aí.

p.s.: Na internet, rolam umas cenas de nudez da Rebecca Romijn neste filme. Mas não tem nada no dvd brasileiro…

Os Outros Caras

Os Outros Caras

Com a morte de dois policiais herois, outros dois policiais querem os holofotes. O problema é que eles não levam muito jeito para serem estrelas – Terry Hoitz (Mark Wahlberg) carrega um erro enorme no currículo, enquanto Allen Gamble (Will Ferrell) é um grande medroso.

Dirigido por Adam McKay, especialista em comédias bobas com Will Ferrell, Os Outros Caras (The Other Guys no original) é uma boa surpresa: trata-se de uma divertida comédia policial. A parte “ação” é muito bem feita, boas cenas de perseguições de carros, bons tiroteios. E a comédia tem algumas sacadas bem legais.

Um dos destaques do filme é Will Farrell. Sim, por incrível que pareça, o ator com cara de bobão que “cometeu” o lamentável Terra Perdido funciona perfeitamente aqui. Mark Wahlberg também não é reconhecido por seus dotes como ator, mas pelo menos tem alguns títulos legais no currículo, como Boogie Nights e Rock Star. E ambos estão ótimos juntos, rolou uma boa química com a típica dupla de filmes onde um não tem nada a ver com o outro.

O resto do elenco ainda tem alguns nomes legais, como Michael Keaton, Ray Stevenson, Steve Coogan e Eva Mendes, além de participações mais que especiais de Samuel L. Jackson e Dwayne Johnson.

O roteiro traz algumas situações muito engraçadas. Mas não é 100%, alguns momentos são bobos, como, por exemplo, o namoro de Gamble usando a sogra de pombo correio. Desnecessário…

Segundo o imdb, a previsão de lançamento para Os Outros Caras aqui no Brasil era pra ser em 8 de outubro. Estamos no meio de novembro, e nada ainda… Sorte que existe o torrent!

Atração Perigosa

Atração Perigosa

Com uma bem sucedida carreira de ator e um Oscar de melhor roteiro em casa (de 1998, por Gênio Indomável, ao lado de Matt Damon), Ben Affleck agora investe também na carreira de diretor. Este é seu segundo longa, depois de Medo da Verdade, de 2007. E aqui, ele acerta a mão num típico “filmão” hollywoodiano.

O bairro de Charlestown, em Boston, é famoso por ter gerado várias famílias de assaltantes a banco. Doug MacRay (Ben Affleck) é um desses, é líder de uma pequena gangue, enquanto seu pai está na cadeia. Depois de um assalto, eles fazem uma gerente do banco de refém durante a fuga. Ao investigar a refém, Doug descobre que ela também mora em Charlestown e começa a se envolver com ela.

Atração Perigosa é um típico blockbuster hollywoodiano, elenco com grandes nomes, parte técnica redondinha, grandes cenas de roubos e tiroteios. Ok, o roteiro não traz nenhuma reviravolta, tudo é meio previsível, mas pelo menos é simples e eficaz. Affleck fez um bom trabalho, seu filme não vai decepcionar os fãs do estilo.

O elenco está ótimo. Ben Affleck não é tudo isso como ator, a gente sabe disso, mas, em seu trabalho múltiplo de diretor + ator (ele também é um dos roteiristas), ele está ok. Jeremy Renner (Guerra Ao Terror) é o grande nome do elenco, como o explosivo amigo de Doug. As meninas Rebecca Hall e Blake Lively também estão bem, e o elenco ainda conta com o auxílio luxuoso de Pete Postlethwaite e Chris Cooper em pequenos papeis.

Curiosidade no elenco para os fãs de séries de tv: os dois policiais do FBI tinham papeis pequenos em séries já comentadas aqui no blog. John Hamm faz um ex-namorado de Liz Lemmon em 30 Rock, enquanto Titus Welliver era ninguém menos que o “Homem de Preto” em Lost.

Por fim, gostaria de falar do nome do filme. Não gostei nem do original “The Town” (“A Cidade”? Que cidade? Boston? Por que?); nem do nome em português, Atração Perigosa, que valoriza uma trama secindária (a relação do bandido com a refém). Por que não usar o nome do do romance de Chuck Hogan que deu origem ao roteiro, The Prince of Thieves, “O Príncipe dos Ladrões“?

Affleck não chega a ser um Michael Mann, mas seu Atração Perigosa é um bom filme!

The Hole

The Hole

Joe Dante está de volta!

Ao se mudarem para uma nova casa, dois irmãos descobrem um misterioso buraco no porão. Ao explorarem, descobrem que o buraco pode libertar os piores medos e pesadelos de cada um.

Os mais ranzinzas vão comentar que na verdade, Dante nunca parou. Seu último filme para cinema foi Looney Toones – De Volta À Ação, de 2003, e depois disso ele fez cinco projetos para a tv. Mas este The Hole é a volta de Dante ao seu velho estilo dos anos 80, época que fez Gremlins, Viagem ao Mundo dos Sonhos e Viagem Insólita. (Gremlins 2 é de 1990, mas também pode entrar na lista!)

The Hole consegue ser um filme com cara de infanto-juvenil ao mesmo tempo que tem momentos assustadores. E é aí que reside o maior mérito do filme. Lembra clássicos dos anos 80 como Goonies, Os Caça-Fantasmas e o próprio Gremlins.

Diferente da maior parte dos filmes de terror de hoje em dia, The Hole não tem nudez, nem cenas gore. Os momentos assustadores são à moda antiga, usando movimentos de câmera e envolvendo elementos de cena comuns. Mais: se tinha algum cgi no filme, não tem cara de computador, os efeitos têm cara de mecânicos. Ponto para o talento de Dante!

O trio de jovens atores principais está bem – não conhecia os dois meninos, Chris Massoglia e Nathan Gamble, mas recentemente vi Haley Bennett no esquisitão Kaboom. Teri Polo e Bruce Dern (num personagem que lembra o Doc Brown de De Volta Para o Futuro) completam o elenco. E Dick Miller, que esteve em ambos Gremlins, faz uma divertida ponta não creditada como o entregador de pizza.

The Hole tem uma versão em 3D. Mas nem sei se vai passar nos cinemas daqui, já que o filme é de 2009 e nem tem previsão de lançamento segundo o imdb… A solução é o download!

30 Rock

30 Rock

A sitcom 30 Rock já está na quarta temporada e até agora nunca falei dela aqui no blog. Vou aproveitar o ótimo episódio da semana passada, a primeira vez que eles gravaram ao vivo, pra falar da série.

30 Rock mostra os bastidores do TGS, um programa de humor ao vivo no estilo do Saturday Night Live. Acompanhamos a rotina de Liz Lemmon (Tina Fey), chefe dos roteiristas do programa TGS, as crises de suas estrelas Tracy Jordan (Tracy Morgan) e Jenna Maroney (Jane Krakowski), e seu relacionamento com seu chefe Jack Donaghy (Alec Baldwin).

Tina Fey é o grande nome por trás disso tudo. Ela criou a série, escreve os roteiros, é uma das produtoras e ainda é a protagonista. Parabéns a ela!

Um dos méritos da série é ter personagens muito bem construídos. Liz Lemmon vive entre crises pessoais e com os colegas de trabalho; Jack Donaghy é um executivo à moda antiga, acostumado com extravagâncias; Jenna Maroney é a loura gostosa que não aceita ser deixada pra trás; Tracy Jordan é uma estrela de cinema completamente irresponsável. Os personagens secundários também são muito bons – sou fã do ingênuo caipira Kenneth, uma espécie de boy que é fã de tudo relativo à emissora.

A série coleciona prêmios. Ganhou três Emmys consecutivos de “melhor série de comédia”, e, só no ano passado, a série foi indicada para 22 Emmys, um recorde para um seriado de comédia num único ano. E Alec Baldwin deve estar sorrindo de orelha a orelha – depois de ter sido um galã nos anos 80 e 90, sua carreira estava em baixa, até que o seu Jack Donaghy lhe rendeu vários prêmios, incluindo três Globos de Ouro de melhor ator de comédia (2007, 2009 e 2010) e dois Emmys (2008 e 2009). Nada mal, não?

30 Rock goza de grande prestígio, e já teve várias participações especiais. Nas cinco temporadas, já passaram pelos estúdios do TGS nomes como Steve Martin, Salma Hayek, Jennifer Aniston, Whoopy Goldberg e Jerry Seinfeld. E, este episódio ao vivo contou com Matt Damon, Bill Hader e Julia Louis-Dreyfus, esta interpretando uma dublê de Tina Fey, numa piada genial. Aliás, é bom avisar: existem duas versões do episódio ao vivo, uma feita para a Costa Leste, outra para a Costa Oeste. É quase a mesma coisa, tem umas duas ou três piadas diferentes.

Boa opção para aqueles que curtem uma boa sitcom!

p.s.: O nome 30 Rock é uma referência ao endereço 30 Rockefeller Plaza, endereço do estúdio onde filmam o TGS. Mas não gostei, o nome ficou parecido demais com outra sitcom que sou fã, 3rd Rock From The Sun… Acho que é a única coisa que não gosto na série…

p.s.2: N0 mesmo ano 2006 que começou esta sitcom, começou também uma outra série com a mesma premissa – bastidores de um programa de humor ao vivo, no estilo do Saturday Night Live – era o Studio 60 on the Sunset Strip, estrelado por Mathew Perry, o Chandler de Friends. Só que o formato era outro, era drama, de quarenta e poucos minutos. Era uma boa série, pena que só durou uma única temporada…

Caso 39

Caso 39

A assistente social Emily (Renée Zellweger) luta para salvar a menina Lilith (Jodele Ferland) de supostos abusos de seus pais. O que Emily não sabe é que talvez o problema não sejam os pais de Lilith…

Caso 39 é um interessante suspense / terror, mas perdeu pontos porque, apesar de concluído antes, só foi lançado depois de A Órfã, filme diferente, mas dentro do tema “criança do mal”. Jodele Ferland é muito boa, mas Isabelle Fuhrman, de A Órfã, é mais assustadora…

Comparações à parte, o elenco aqui funciona bem. Além de Zellweger e Ferland, o filme dirigido pelo alemão Christian Alvart (de Pandorum) conta com Ian McShane, Bradley Cooper e Callum Keith Rennie.

Caso 39 demorou alguns anos para ser lançado. Parece que o trailer indicava outro caminho, onde Lilith seria uma vítima de algo maligno. Estranho, já que o próprio nome da personagem já nos dá a pista que tem algo de errado. Mas isso a gente só vai saber se um dia lançarem a outra versão…

No fim, o resultado não foi ruim, mas deu a impressão que poderia ter sido melhor.

p.s.: Pra encerrar, quero mostrar um poster bizarro que achei na internet!

Não só rola um photoshop muito mal feito, como ainda escreveram “Alguns casos, nunca deve ser aberto”. ARGH!

Piranha

Piranha

Estreou o novo Piranha em 3D!

Neste terceiro Piranha, um terremoto soltou milhares de piranhas pré-históricas, que estavam presas num lago subterrâneo. Claro que isso acontece em uma cidade turística, e claro que isso acontece às vésperas de começar o famoso feriadão spring break, onde centenas de jovens com pouca roupa só querem saber de farra.

Piranha é melhor que o decepcionante Espelhos do Medo, mas acho que o diretor Alexandre Aja ainda não alcançou o nível de seu ótimo Haute Tension, feito na sua França natal. Mas, poxa, este é um “filme-galhofa”. Não é pra levar a sério um filme onde o mais legal são meninas de biquini e muito sangue, né? Vendo por este ângulo, Piranha é muito bom!

(Vale lembrar que o primeiro Piranha, de 1978, foi dirigido por Joe Dante, o mesmo de Gremlins; e o segundo, de 1981, foi o filme de estreia de um tal de James Cameron.)

O elenco é acima da média. Logo na cena inicial, aparece Richard Dreyfuss numa genial citação a Tubarão – vale lembrar que o primeiro Piranha, foi comparado ao primeiro Tubarão, de dois anos antes. Dreyfuss está vestido como Matt Hopper, personagem do filme de Spielberg, e até cantarola a mesma música. Legal, não?

E não é só isso! Acho que o único desconhecido no elenco principal é o protagonista, Steven R. McQueen (neto do Steve McQueen famoso). O resto do elenco ainda conta com Elisabeth Shue, Ving Rhames, Jerry O’Connel, Jessica Szohr, Adam Scott, Dina Meyer, Ricardo Chavina e Christopher Lloyd – claro, interpretando um cientista meio louco. E também tem uma divertida ponta do diretor / ator Eli Roth. Isso porque ainda não falei das gostosonas Kelly Brook e Riley Steele, que protagonizam, nuas, belíssimas cenas sub aquáticas.

O roteiro é cheio de furos e situações forçadas. Mas o que conta num filme desses é a boa quantidade de nudez, e muito sangue, muito gore (a maquiagem é extremamente bem feita!) e várias mortes legais – como o próprio Eli Roth, uma loura de biquini cortada ao meio, uma outra que é escalpelada… E ainda tem uma cena engraçada com uma “parte íntima” de um dos atores…

Enfim, deixe o cérebro de lado, procure uma sala 3D e divirta-se!

O Preço da Traição

O Preço da Traição

Novo thriller erótico na área, com um elenco acima da média!

Desconfiada de uma possível infidelidade de seu marido, uma médica contrata uma garota de programa para testar o seu marido. Mas este ato traz consequências imprevisíveis!

Uma coisa admiro no diretor Atom Egoyan. O cara tem talento pra tirar a roupa de suas atrizes. Me lembro de Exotica, de 1994, seu primeiro filme a ser lançado comercialmente aqui, com Mia Kirshner de colegial stripper. E, recentemente, vi A Verdade Nua, que traz, bem à vontade, Alison Lohman e Rachel Blanchard, entre outras. Aqui, não só temos Amanda Seyfried em suas primeiras cenas de nudez, como ainda rola Julianne Moore em cenas de nudez e sexo, ainda com tudo em cima apesar dos seus quase 49 anos.

Mas quando acaba o filme, a gente fica se questionando qual foi o sentido de tudo aquilo. A trama é boba e inverossímel – uma garota de programa não agiria daquela forma!

Apesar disso, os atores estão bem, não só Seyfried e Moore, como também Liam Neeson, que mostrou extremo profissionalismo durante as filmagens – Natasha Richardson, sua esposa, se acidentou e faleceu enquanto o filme era feito.

Mas o resultado final é insosso. Fiquei com vontade de rever thrillers eróticos “clássicos”, como Atração Fatal ou Instinto Selvagem

p.s.: Não confundam este filme com outro O Preço da Traição (Mulholland Falls), de 1996, com Nick Nolte, Chazz Palminteri, Michael Madsen e John Malkovich, onde quem tira a roupa é a Jennifer Connelly!