Star Wars: The Old Republic

Crítica – Star Wars: The Old Republic

Hoje, 4 de maio, é o “Star Wars Day”! Por causa de um trocadilho infame com a data em inglês (may the fourth), os fãs de Guerra nas Estrelas comemoram o dia de hoje!

Procurei algo novo de Star Wars pra ver e comentar aqui hoje. Achei este Star Wars: The Old Republic. Vamos lá?

Peguei a sinopse que tá no legendas.tv: “É um material ‘histórico’ da mitologia Star Wars a partir dos arquivos dos próprios Jedis, narrado pelo guardião dos arquivos Jedis, Mestre Jedi Gnost-Dural (voz do ator Lance Henriksen), sobre os acontecimentos das eras que antecederam o Tratado de Coruscant, eventos com mais de 3000 anos antes do surgimento de Darth Vader.”

Na verdade, Star Wars: The Old Republic não é um filme nem uma série. São 12 animações curtas, com duração entre 3 e 4 minutos cada. Uma voz em off conta a história, enquanto imagens muito pouco animadas passam na tela.

Sabe qual o problema? As histórias são curtinhas, então a gente fica com a impressão de estar vendo uma introdução para algo legal que viria depois – e nada acontece. É só uma narração em off. Tudo chaaato…

Não saco de videogames. Se cada filminho é a introdução para uma nova fase do game, pode até funcionar. Mas aqui, um filminho atrás do outro fazem de Star Wars: The Old Republic um programa quase insuportável de quase 50 minutos de duração…

Heu deveria ter escolhido os desenhos animados da série Clone Wars. Bem mais interessantes…

Enfim, “May the Forth be with you”!

O Despertar

Crítica – O Despertar

Inglaterra, 1921. Florence Cathcart, uma escritora especializada em desmascarar casos de falsos fantasmas, é contratada para investigar um colégio onde supostamente há um fantasma de uma criança.

Quando começou O Despertar, rolou uma sensação de “heu já vi isso antes”. Felizmente, a trama tem alguns “plot twists” interessantes. Se por um lado o filme não chega a ser muito original, pelo menos não é muito óbvio. E gostei do fim que abre espaço para duas diferentes interpretações.

Escrito e dirigido pelo estreante Nick Murphy, O Despertar ainda tem alguns trunfos, como as locações, num belo e enorme imóvel antigo (que tem cara de ser uma escola de verdade). Além disso, rola um susto aqui, outro acolá.

O nome principal do elenco é Rebecca Hall. Aqui ela tem oportunidade de ser a figura central do filme – já vi vários filme com ela, mas ela sempre é coadjuvante, como em Vicky Cristina Barcelona, O Grande Truque e Atração Perigosa. Ainda no elenco, Imelda Staunton (Harry Potter), Dominic West (300, John Carter) e o menino Isaac Hempstead Wright.

Pena que o resultado final é meia bomba. O Despertar pode ser uma diversão despretensiosa, mas está longe de ser um grande filme.

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Top 10: Melhores Filmes onde Nova York é Destruída

Top 10: Melhores Filmes onde Nova York é destruída

Há tempos que tinha vontade de fazer um Top 10 de filmes catástrofe, mas venho adiando a ideia. Mas, depois de ver Os Vingadores, pensei: por que não fazer um Top 10 de filmes onde Nova York é destruída?

Nem tive muito tempo pra pesquisar. Vamos ao Top 10 relâmpago?

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10- Cloverfield (2008)

Tá, admito que não gostei do resultado final de Cloverfield, achei o filme decepcionante. Mas o monstrão detonando pelas ruas de Nova York foi legal, ah, isso foi!

9- Godzilla (1998)

Roland Emmerich fez um filme sobre o famoso monstrengo que já estrelara dezenas de filmes. Só não entendi por que o Godzilla, que veio do Pacífico Sul, apareceu primeiro no Atlântico Norte…

8- Armageddon (1998)

Nunca podemos esperar muito de um filme de Michael Bay. Mas a chuva de meteoros que cai em Nova York no início do filme, atingindo prédios, carros e pessoas, é bem legal.

7- Impacto Profundo (1998)

Mais um filme de 1998! Mimi Leder dirigiu um filme quase igual ao Armageddon aí de cima. Aqui o grande barato são as gigantescas ondas…

6- Guerra dos Mundos (2005)

O péssimo final do filme de Steven Spielberg quase põe tudo a perder. Mas a destruição causada pelos tripods no início do filme é sensacional.

5- A.I. (2001)

Outro Spielberg, desta vez dando continuidade a um projeto do recém falecido Stanley Kubrick. Aqui, Manhatan está parcialmente submersa, os personagens usam um “anfibicóptero” para locomoção.

4- Planeta dos Macacos (1968)

Atenção! Aviso de spoiler de um filme de mais de quarenta anos atrás! O fim de Planeta dos Macacos mostra, em um dos finais mais surpreendentes da história do cinema, que eles estavam em Nova York!

3- Fuga de Nova York (1981)

No futuro, em 1997 (futuro???), a ilha de Manhatan é isolada e vira uma grande penitenciária. A única frustração aqui é que não existe a cena do poster, com a cabeça da Estátua da Liberdade no chão.

2- Independence Day (1996)

Ok, Independence Day é um exemplo de “filme farofa”. Mas, temos que admitir, a destruição causada pelos gigantescos discos voadores é muito divertida!

1- Os Vingadores (2012)

O primeiro lugar fica com o recente Os Vingadores. Efeitos especiais impressionantes criaram uma destruição com detalhes que beiram a perfeição.

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Os Vingadores

Crítica – Os Vingadores

Estreou o aguardado Os Vingadores!

Quando um inimigo surge ameaçando a segurança do planeta, Nick Fury, da S.H.I.E.L.D., reúne uma equipe de super herois para salvar o mundo.

O “aguardado” do primeiro parágrafo é porque poucas vezes um filme teve tantas referências em outros filmes anteriores. A Marvel vem construindo esta reunião de super herois há tempos, em diversos filmes de super heroi “solo” – não sei exatamente quantas cenas foram, mas sei que pelo menos rolaram cenas extras nos filmes anteriores dos quatro herois principais (Hulk, Homem de Ferro, Thor e Capitão América).

E felizmente a expectativa não foi em vão. Os Vingadores é um filmaço. Desde já, forte candidato a um dos melhores filmes de super herois da história!

A grande sacada aqui é o equilíbrio. A trama consegue equilibrar os diversos personagens, sem ter um principal, dando importância a todos. E ao mesmo tempo, é um bom filme de ação, com as doses exatas de drama e comédia – e com direito a uma grande sequência digna de um bom filme catástrofe.

O diretor e roteirista Joss Whedon não tem um grande currículo no cinema – ele só tinha feito um filme para a tela grande, a ficção científica Serenity, spin off da série Firefly. Seu maior trabalho está na tv, ele foi o criador de algumas séries, como Buffy, Angel, Firefly e Dollhouse. Ele também é roteirista, chegou a ser indicado ao Oscar de melhor roteiro pelo primeiro Toy Story. E, além disso tudo, ele já escreveu roteiros para quadrinhos da Marvel. Então, apesar da pouca experiência na cadeira de diretor, ele era o cara certo para este projeto – alguém que entende dos meandros de Hollywood e também do universo dos super herois.

O roteiro é impecável. Acredito que o maior problema aqui era como encaixar os diferentes herois e seus enormes egos de maneira convincente. E Whedon conseguiu – no início, rola muita briga entre eles; depois, na hora que “o bicho pega”, formam um time bem entrosado. Outra coisa inteligente do roteiro foi não ignorar o que aconteceu nos outros filmes (uma vantagem de ser um filme pensado há muito tempo) – um exemplo disso é que a Natalie Portman não aparece aqui, mas seu personagem não é esquecido. E, de quebra, o roteiro consegue inserir humor na dose exata e nos momentos certos – alguns diálogos são muito engraçados.

Ainda sobre o roteiro: o filme já estava muito bom, até chegar na parte final, quando começa a briga que todo fã de super heroi sempre sonhou em ver no cinema. A partir daí, o que já estava bom fica excepcional. A longa sequência da guerra destruindo Nova York é sensacional, um dos melhores momentos do cinema de ação recente. Os excelentes efeitos especiais usados aqui fazem aquilo parecer absurdamente real.

O elenco está perfeito, afinal, quase todos voltam a papeis que já interpretaram em outros filmes – acho que, de novidade, só a Maria Hill de Cobie Smulders (do seriado How I Met Your Mother), e a troca no ator que interpreta Bruce Banner, o Hulk – Mark Ruffalo pega o papel que já foi de Eric Bana e Edward Norton. De resto, não há novidades: Robert Downey Jr (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Chris Hemsworth (Thor), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Tom Hidleston (Loki), Samuel L Jackson (Nick Fury), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Clark Gregg (Coulson), Stellan Skarsgård (Selvig) e a voz de Paul Bettany na armadura do Homem de Ferro. Algo raro aconteceu: não há um destaque, e todos estão bem. Como sempre acontece nos filmes da Marvel, rola uma ponta de Stan Lee; outra ponta é Harry Dean Stanton, como o segurança que ajuda o Hulk depois da queda.

Falando em Hulk… Os dois Homem de Ferro foram muito bons, e o mesmo podemos dizer sobre Thor e Capitão América – O Primeiro Vingador. Parece que a única bola na trave nesta fase da Marvel foi o Hulk. Foi feito um filme em 2003, dirigido por Ang Lee e estrelado por Eric Bana e Jennifer Connelly, mas parece que não agradou muito. Digo isso porque em 2008 foi feito outro filme, O Incrível Hulk, desta vez estrelado por Edward Norton e Liv Tyler, ignorando o filme de 5 anos antes. Confesso que não achei muita graça nos dois filmes do Hulk – diferente dos filmes dos outros três herois. Mas posso falar que aqui o Hulk está muito melhor. Virei fã do grandão verde!

Por fim, é preciso dar a recomendação que todos os que viram os “filmes solo” já sabem: não se levante da cadeira assim que começarem os créditos. Assim que acabam os créditos iniciais, rola uma cena muito boa. E aposto que já tem fã contando os dias para a continuação…

Heu poderia falar mais, mas acho que o melhor que tenho a fazer é recomendar: vá ao cinema!

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À Beira do Abismo

Crítica – À Beira do Abismo

Um ex-policial, atualmente fugitivo da prisão, se hospeda em um hotel e vai para o parapeito, de onde ameaça se suicidar. Ao mesmo tempo, um intrincado roubo de diamantes está prestes a acontecer do outro lado da rua.

Sabe quando um filme não chega a ser ruim, mas também não consegue ser bom, devido a muita coisa forçada no roteiro? É o caso aqui. Dirigido pelo desconhecido Asger Leth, À Beira do Abismo (Man on a Ledge, no original) tem um bom ritmo, bons personagens e uma história atraente. Mas o roteiro tem tantas inconsistências que só com muita suspensão de descrença a gente consegue chegar ao fim do filme!

O papel principal é de Sam Worthington, aquele que ameaçou virar uma grande estrela meteórica quando estrelou Avatar e o novo Exterminador do Futuro, mas depois mostrou que é fogo de palha. Aqui ele nem está mal, mas também o papel não exige muito. Minhas críticas ao elenco vão para outros dois nomes: Edward Burns, o primeiro policial a chegar; e Kyra Sedgwick, a repórter sensacionalista. Dois bons atores em dois papeis sem nenhuma importância. Ainda no elenco, Elizabeth Banks, Ed Harris, Genesis Rodriguez, Jamie Bell, William Sadler e Anthony Mackie.

À Beira do Abismo é um filme divertido. Mas só se a gente não parar pra pensar…

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72 Horas
Assalto em Dose Dupla
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Top 10: Melhores Duplas Policiais do Cinema

Top 10: Melhores Duplas Policiais do Cinema

Segundo indicação do leitor Luiz Felipe, endossada pelo leitor Daniel FGS, vamos às melhores duplas de policiais do cinema?

Aqui não precisamos explicar muita coisa, é o que está escrito lá em cima: a lista abaixo é das melhores duplas policiais do cinema, uai…

Lembrei de outros dois filmes, mas como este é um Top 10, ficaram de fora. Menção honrosa pra Dia de Treinamento e Tango & Cash.

Vamos às duplas?

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10- David Belle e Cyril Raffaelli – B13 – 13º Distrito (2004)

Fiquei na dúvida sobre a inclusão desta dupla, já que um dos dois não é policial. Mas como ambos trabalham juntos, abri espaço para o parkour de David Belle e para as artes marciais de Cyril Raffaelli.

9- Bruce Willis e Tracy MorganTiras em Apuros (2010)

Tiras em Apuros é um filme menor de Kevin Smith, mas traz uma interessante e improvável dupla entre o astro Bruce Willis e o televisivo Tracy Morgan.

8- James Belushi e RandoK-9 – Um Policial Bom Pra Cachorro (1989)

Enquanto investiga um caso de tráfico, o policial Michael Dooley (James Belushi) ganha a companhia de Jerry Lee (Rando), um cachorro treinado para farejar drogas. O cachorro ajuda, mas também atrapalha…

7- Angelina Jolie e Denzel Washington – O Colecionador de Ossos (1999)

O ex-policial tetraplégico Lincoln Rhyme (Denzel Washington) recruta Amelia Donaghy (Angelina Jolie) , uma parceira assombrada pelo suicídio de seu pai, para caçar um sádico assassino serial.

6- John Travolta e Jonathan Rhys MeyersDupla Implacável (2010)

John Travolta, careca e de cavanhaque, faz o papel de um “agente-bad-mother-f%$#cker”, escalado para trabalhar ao lado de James Reece (Jonathan Rhys Meyers), o assistente do embaixador americano em Paris.

5- Simon Pegg e Nick FrostChumbo Grosso (2007)

A parceria entre os atores Simon Pegg e Nick Frost já rendeu alguns bons momentos na história do cinema. Um deles é esta dupla entre o policial caxias e o tranquilão de Chumbo Grosso.

4- Eddie Murphy e Nick Nolte48 Horas (1982)

Um Tira da Pesada é mais famoso, mas a melhor dupla de Eddie Murphy foi no seu filme de estreia, quando ele interpreta um criminoso que vira temporariamente o parceiro do policial vivido por Nick Nolte.

3- Tommy Lee Jones e Will Smith – MIB (1997)

Membros de uma organização ultra-secreta, os agentes Kay (Tommy Lee Jones) e Jay (Will Smith) fazem uma excelente parceria monitorando a atividade alienígena na Terra.

2- Jackie Chan e Chris TuckerA Hora do Rush (1998)

Um policial de Hong Kong precisa se unir a um policial negro de Nova York. O problema é que eles são tão diferentes que não conseguem se aturar. A dupla deu tão certo que já foram três filmes.

1- Mel Gibson e Danny GloverMáquina Mortifera (1987)

É difícil pensar em “dupla policial no cinema” e não se lembrar de Martin Riggs, o policial com tendências suicidas, e o veterano Roger Murtaugh. Química perfeita, rendeu quatro bons filmes.

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Titanic

Crítica – Titanic

Hora de rever Titanic!

84 anos depois, Rose DeWitt Bukater, uma senhorinha de 101 anos, conta sua viagem no Titanic, desde o embarque até o naufrágio, e como conheceu e se relacionou com Jack Dawson, um passageiro de uma classe inferior.

O que falar hoje, 15 anos depois, de Titanic, um dos filmes mais vistos de toda a história do cinema?

Em primeiro lugar, existe a relação amor & ódio que acompanha o filme. Quase todo mundo viu este recordista de prêmios e de bilheteria – se não me engano, é dono da segunda maior arrecadação da história até hoje, quinze anos depois. E quase todo mundo encheu o saco. Daí a rejeição atual de boa parte das pessoas em volta – não sei vocês, mas a maioria dos meus amigos olhou torto quando disse que ia rever Titanic no cinema.

No fundo, essas pessoas estão erradas. Titanic é um filmaço!

Mas voltemos no tempo. Hoje a gente vê o sucesso que se tornou, mas antes da estreia, Titanic era uma grande – e cara – incógnita. Muita coisa deu errado durante a produção do filme, prazos e orçamentos foram estourados muito mais do que o aceitável, e muita gente apostava na falência iminente do diretor megalomaníaco James Cameron. Lembro de ler notícias na época, eram poucos os que acreditavam que Titanic pudesse escapar de ser um grande fracasso.

E o filme estreou, e ficou muitas semanas em primeiro lugar nas bilheterias. E depois veio a consagração com os Oscars. Na história de Hollywood, pouca gente conseguiu uma volta por cima como Cameron neste filme. Se antes tudo deu errado, depois tudo deu certo. Titanic é um épico grandioso, uma história romântica e um eletrizante filme catástrofe – tudo ao mesmo tempo.

A parte técnica é impecável. Cameron construiu um navio cenográfico quase do tamanho do Titanic original, onde foram feitas as filmagens do navio afundando – acredito que dificilmente ele conseguiria tamanho realismo em estúdio. Isso, aliado aos melhores efeitos especiais que a tecnologia de então permtia, criou um visual que continua impressionante até hoje.

Sobre o elenco, Titanic é daqueles filmes onde os atores assumem papel secundário, não tem espaço para grandes atuações. Mas pelo menos ninguém atrapalha. Muita gente fala mal do Leonardo DiCaprio, mas sou fã do cara, acho que ele é um dos grandes atores da sua geração. E Kate Winslet aqui teve sua grande porta de entrada para Hollywood, antes ela era uma atriz pouco conhecida (mas heu já era fã dela desde Almas Gêmeas!). Ainda no elenco, Billy Zane, Kathy Bates, Gloria Stuart, David Warner, Frances Fisher, Jonathan Hyde, Bill Paxton, Suzy Amis e Victor Garber.

A trilha sonora de James Horner é excelente, mas hoje sofre com o “trauma da Celine Dion”. A cantora canadense gravou uma música para o filme – que só rola nos créditos. Mas a música tocou MUITO na época do filme. A ponto de encher o saco! Aí, toda vez que toca aquele teminha na pan flute pá-rá-rááá, a gente lembra da Celine Dion e pensa NÃÃÃO…

Titanic é um dos maiores vencedores da história do Oscar. Até então, todos acreditavam que a marca de 11 estatuetas conquistadas por Ben-Hur em 1959 nunca mais seria alcançada (seis anos depois, em 2003, O Senhor dos Aneis – O Retorno do Rei seria o terceiro filme a ganhar 11 Oscars). Titanic ganhou os prêmios de melhor filme, diretor, direção de arte, fotografia, figurino, som, efeitos sonoros, efeitos especiais, edição, trilha sonora e canção (a tal música chata da Celine Dion). E ainda concorreu, mas não ganhou, a melhor atriz (Kate Winslet), melhor atriz coadjuvante (Gloria Stuart) e melhor maquiagem!

Ainda preciso falar do 3D. Existem dois tipos de filmes 3D, os que são filmados assim, e os que são filmados de maneira convencional e depois convertidos. Normalmente estes ficam mal feitos. Mas Cameron é perfeccionista, e conseguiu a melhor conversão já feita até hoje – o 3D está realmente muito bem feito. Heu é que não sou muito fã de filmes 3D…

Ainda preciso falar do Imax. Fui ver na tela gigantesca do Imax da Barra. A primeira metade do filme nem faz diferença. Mas a segunda metade – quando Titanic vira um filme catástrofe – aí sim é legal ver numa tela grande e com um som bom!

Último comentário: tinham muitos adolescentes perto de mim no cinema. Três meninos ao meu lado esquerdo estavam impacientes, me parece que estavam entediados pela longa duração do filme (mais de 3 horas). E do meu lado direito, um grupo de meninas – e uma delas passou a última meia hora do filme chorando copiosamente. Não aguentei e, numa das cenas mais tristes, soltei uma gargalhada por causa do exagero do choro… Tá, o filme é triste, mas não precisa de tanto, né?

No fim da sessão, saí do cinema confirmando o que já sabia desde 1997: Titanic é um filmaço!

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Shame

Crítica – Shame

Muito tem se falado sobre Shame. Incensado por uns, odiado por outros, qualé a desse filme polêmico?

Bem sucedido profissionalmente, Brandon cuida de sua vida particular de modo que consiga cultivar o seu vício por sexo. Até que sua problemática irmã Sissy aparece e bagunça sua rotina.

O tema de Shame é polêmico por natureza – o dia-a-dia de um cara viciado em sexo. Mas o filme é daqueles que se baseiam na polêmica para se vender, porque tirando o sexo e o impressionante trabalho dos atores principais, não sobra muita coisa.

Pra começar, o roteiro é fraquíssimo. Muito pouca coisa acontece ao longo de pouco mais de hora e meia. E o ritmo é leeento… O diretor Steve McQueen (também co-roteirista) usa planos demasiadamente longos em algumas cenas – por exemplo, pra que a câmera acompanha Brandon por mais de dois minutos enquanto ele pratica cooper? Ou então a interminável tomada no restaurante, quase seis minutos de câmera quase parada! Se a gente pegasse só história, ia ter só meia hora de filme…

Shame é lento, mas nem achei o filme muito chato – apesar das cenas mais longas do que o necessário. A sequência fora de ordem cronológica na parte final (quando ele apanha no bar) é muito boa, com a narrativa indo e vindo em diversos eventos na mesma noite.

Além disso, a atuação de Michael Fassbender merece todo e qualquer elogio. O Magneto de X-Men Primeira Classe e o Jung de Um Método Perigoso mostra aqui que é um ator do primeiro time. E Carey Mulligan não fica atrás. Prato cheio para os fãs da dupla.

E agora a parte polêmica – o sexo. Sim, tem mais do que o padrão – rola muita nudez frontal masculina, o que não é comum em Hollywood. Mas não achei nada tão chocante em termos gráficos. As cenas de sexo sugerem mais do que mostram, mesmo as duas mais faladas – o menage e a boate gay. Tem filme por aí mostrando mais…

No fim, fica aquela sensação de que Shame poderia ser um filme melhor, se se preocupasse com o roteiro. O filme tem seus méritos, mas o resultado final é vazio. Acho que o burburinho em torno do filme é mais pela polêmica do que pelas suas qualidades.

Por fim, me pergunto: heu sou o único que achei o nome do diretor estranho? Steve Mcqueen não é o ator de Papillon e Bullit, que morreu em 1980? 😉

O Ultimato Bourne

Crítica – O Ultimato Bourne

Último filme da trilogia Bourne visto!

Jason Bourne, o agente sem memória, continua sumido. Até que uma investigação de um jornal britânico faz a CIA caçá-lo novamente. Só que desta vez, Bourne contra-ataca, pois vê uma oportunidade de descobrir o seu passado.

O Ultimato Bourne segue bem a linha do segundo filme, A Supremacia Bourne, com tudo o que isso traz de bom e de ruim. Por um lado, é um eficiente filme de ação, com um bom elenco e algumas sequências extremamente bem filmadas; por outro lado, a repetição do diretor traz de volta a irritante câmera propositalmente trêmula.

Confesso que não gosto desse estilo de câmera na mão usado pelo diretor Paul Greengrass. Funciona em algumas cenas, mas não deveria ser usado ao longo de todo o filme – chega a dar dor de cabeça! Mesmo assim, admito que Greengrass fez um bom trabalho nas cenas de ação. Como aconteceu nos outros dois filmes, O Ultimato Bourne tem uma alucinante perseguição de carros, além de uma ótima sequência a pé pelos telhados de Tangier, no Marrocos. Ah, sim, como acontece nos outros, este filme se passa em vários países.

Aliás, é bom falar: quem gostou dos outros filmes não vai se decepcionar aqui. Não só o alto nível é mantido, como a história de Jason Bourne tem um desfecho – não termina com aqueles desnecessários ganchos para continuações.

(E, para mim, particularmente, a história traz um atrativo curioso: o dia 15 de abril de 1971 é uma data chave na trama. E foi exatamente o dia que heu nasci!)

No elenco, Matt Damon volta a mostrar eficiência no papel de Jason Bourne. Também voltam aos seus papeis Joan Allen e Julia Stiles. O elenco ainda conta com David Strathairn, Scott Glenn, Albert Finney e Edgar Ramirez.

Li no imdb que existem planos para um quarto filme, O Legado Bourne, aparentemente sem Matt Damon, previsto para este ano de 2012. Que mantenham a qualidade!

The Divide

Crítica – The Divide

Um grupo de vizinhos se refugia no porão do prédio onde moram quando acontece um ataque nuclear. Isolados do resto do mundo, eles precisam sobreviver uns aos outros.

The Divide está classificado no imdb como terror, suspense e ficção científica, mas acho que está mais para drama. Um violento drama apocalíptico sobre a degeneração humana, mas um drama.

A trama lembra um pouco Ensaio Sobre a Cegueira – quais seriam as reações de pessoas colocadas em um ambiente descontrolado e cada vez mais hostil. Até quando aquele grupo iria funcionar como um grupo unido antes de entrar em colapso?

O diretor Xavier Gens (Hitman) já tinha demonstrado que sabia fazer dramas violentos no limite do terror com o seu A Fronteira, filme mal lançado por aqui. Aliás, os dois filmes são bem parecidos em suas essências: pessoas colocadas em situações limite.

O elenco, claro, não traz nomes de ponta. Mas temos alguns atores mais ou menos conhecidos, como Lauren German (O Albergue 2), Rosanna Arquette (Pulp Fiction), Milo Ventimiglia (Heroes), Michael Biehn (Exterminador do Futuro) e Courtney B Vance (Law & Order Criminal Intent). De um modo geral, o elenco está bem, gostei da atuação de Ventimiglia, até agora só o tinha visto em Heroes, e ele passava a impressão de ser apenas mais um galãzinho – o que não rola aqui nem de longe.

O roteiro não é perfeito – por exemplo, pra que selar a porta se a fossa era aberta? Mas a construção dos personagens e a inspirada atuação do elenco compensam essas pequenas falhas. Além disso, gostei do início acelerado e do ritmo intenso da sequência final.

Ainda rolam alguns destaques, como a boa fotografia do filme, que ajuda no clima desolado do subterrâneo. A maquiagem e a trilha sonora também são muito boas.

The Divide é aquele tipo de filme que tem cara que não vai entrar em cartaz. e mesmo sem entrar, não agradar a muita gente – rolam umas perversões bem distorcidas ao longo da projeção. Mas, para aqueles de estômago forte, recomendo!