Abismo do Medo 2 – The Descent Part 2

Abismo do Medo 2 – The Descent Part 2

Dirigido por Neil Marshall (Cães de Caça, Juízo Final), o primeiro Abismo do Medo foi um dos melhores filmes de terror de 2005. Claro que ia ter uma continuação, né?

Esta segunda parte começa logo depois que acaba o primeiro filme. Sarah, a única sobrevivente, é resgatada e levada ao hospital, ainda em choque. Mas o xerife quer levá-la de volta às cavernas para tentar achar alguma outra sobrevivente. E, uma vez lá embaixo, tudo começa de novo…

Acredito que todos que vão ver este filme também assistiram o primeiro, certo? Então, ninguém vai ficar decepcionado. Esta segunda parte traz o mesmo clima claustrofóbico do primeiro filme. Temos também alguns bons sustos e algum gore. Novidades? Nenhuma, claro! Simplesmente uma continuação, sem nada de novo.

A direção coube ao esteante Jon Harris, que antes era editor, e trabalhou em diversos filmes, como o primeiro Abismo do Medo e Snatch. E o elenco repete dois nomes do primeiro filme, Shauna Macdonald e Natalie Jackson Mendoza. De resto, ninguém conhecido.

De um modo geral, achei o filme claro demais. Caramba, eles estão nas profundezas das cavernas, sem nenhuma fonte de luz! Mas acho que isso também acontece no primeiro filme. E outra coisa que achei estranha é que acredito que aquelas criaturas cegas deveriam ter uma audição melhor, não?

Mas, na verdade, o que mais me incomodou não foi isso. Porém, antes de falar, preciso de um aviso de spoiler do primeiro filme!

SPOILER!

SPOILER!

SPOILER!

Vocês se lembram do fim do primeiro filme? Sarah consegue fugir da caverna, entra num carro e vai embora. Até que, de repente, acorda! Ela nunca tinha saído da caverna! E assim acaba o filme.

Como assim, o segundo filme começa com ela já fora da caverna??? Como é que ela saiu???

FIM DO SPOILER!

Enfim, um filme interessante para os fãs do primeiro Abismo do Medo, mas nada essencial.

E que venha a parte 3!

Top 10: Musicais Para Quem Não Curte Musicais

Top 10: Musicais Para Quem Não Curte Musicais

Musical é um estilo complicado. A maioria dos espectadores não “engole” quando, do nada, o ator começa a cantar e dançar, e de quebra, as pessoas em volta o acompanham na coreografia.

Mas alguns musicais realmente valem a pena. Recomendo-os até para aqueles que não suportam os musicais no cardápio diário.

Aliás, é preciso ressaltar que aqui só falarei de musicais de verdade. Alguns filmes ligados à música, como Os Irmãos Cara de Pau ou This Is Spinal Tap, são muito bons. Mas não são musicais! Nos filmes daqui do Top 10, canções e diálogos se misturam, como no conceito clássico de musicais.

Vamos a eles?

Sempre lembrando: àqueles que gostam de Top 10, aqui já rolou filmes de zumbi, filmes com nomes esquisitos, filmes sem sentido, personagens nerds, estilos dos anos 80, melhores vômitos, melhores cenas depois dos créditos, melhores finais surpreendentes, melhores cenas de massacre, filmes dos ano 80 e 90 nunca lançados em dvd no Brasil, estilos de filmes ruins e casais que não convencem. Visitem!

Em ordem cronológica…

Tommy (1975)

Aqui não se trata apenas de um musical. O disco Tommy, do The Who, é um discaço, independente do filme. De quebra, a direção é do Ken Russell, especialista em filmes “viajantes”. A versão de Pinball Wizard pelo Elton John é tão boa quanto a original do Who.

Jesus Cristo Superstar (1973)

É o primeiro musical de Andrew Lloyd Weber, o mesmo cara que escreveu Evita, Cats e O Fantasma da Ópera, dentre vários outros. A diferença é que este aqui é muito mais rock’n’roll do que qualquer um! E as músicas, numa onda meio hippie-sujo-setentista, são sensacionais.

The Rocky Horror Picture Show (1975)

Uma versão musical trash da história de Frankenstein, com direito a Tim Curry como um cientista travesti. Virou exemplo de filme cult, quando passou a lotar sessões em cinemas alternativos por anos seguidos, repetindo sempre o mesmo público – que “cultuava” o filme.

Hair (1979)

Dirigido por Milos Forman, Hair é a melhor representação cinematográfica do movimento hippie e seu “flower power”. Suas duas principais canções, Aquarius e Let The Sunshine, são famosas até hoje.

Pink Floyd – The Wall (1982)

A situação é parecida com Tommy. Dirigido por Alan Parker (que também fez outros filmes ligados a música, como Evita, The Commitments e Fama), o filme é muito bom, mas o disco do Pink Floyd também é bom sozinho, independente do filme.

A Pequena Loja dos Horrores (1986)

É um musical. Mas também é uma comédia de terror. Afinal, foi baseado num filme de terror meio trash, diridigo por Roger Corman. De quebra, a planta carnívora cantora (sem efeitos por cgi!) por si só já vale o ingresso / locação / download.

Os Produtores (2005)

É a versão cinematográfica do musical da Broadway. Que, por sua vez, foi baseado na comédia Primavera Para Hitler, filme dirigido por Mel Brooks. Os atores principais são os mesmos da Broadway, Mathew Brodderick e Nathan Lane, eo filme ainda traz Uma Thurman.

Across The Universe (2007)

O roteiro é baseado em músicas dos Beatles. Quando as músicas não estão cantadas, elas estão faladas ou citadas por outros elementos – como os nomes dos personagens Jude, Lucy, Sadie, Prudence ou Jo Jo, todos personagens presentes em músicas.

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/02/11/across-the-universe/

Hairspray (2007)

Ok, este é um “musical com cara de musical”. Mas três fatores fazem de Hairspray um bom programa: é baseado num filme do trash John Waters; as músicas são muito boas; e, por fim, John Travolta está sensacional como a mãe (isso mesmo, mãe!) da protagonista.

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/02/09/hairspray/

Sweney Todd (2007)

É um típico musical da Broadway, escrito por Stephen Sondheim. Mas é uma história de terror! É a história de um barbeiro assassino, e da loja de tortas de carne que usa os cadáveres em suas tortas. Quer mais? É mais uma parceria entre Tim Burton e Johnny Depp.

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/02/11/sweeney-todd/

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Em breve, Top 10 de frases legais!

Marte Ataca!

Marte Ataca!

Marte Ataca! (Mars Attacks! no original) é uma das mais divertidas homenagens já feitas aos filmes vagabundos de ficção científica, os clássicos filmes “B”.

A trama é simplérrima: centenas de discos voadores vêm para a Terra trazendo marcianos, pequenos homens verdes de cabeça grande. Seu objetivo? Matar humanos, ora!

O legal do filme é que em momento nenhum nada é levado a sério, a começar pelo visual dos discos voadores e dos próprios marcianos. E, pra melhorar, ainda sobra espaço para várias piadas politicamente incorretas – heu adoro o momento que o hippie solta a pomba exclamando “eles vieram em paz!”

Lendo isso, a gente pode pensar que o filme é vagabundo, né? Que nada. Os efeitos especiais são excelentes, apesar da aparência tosca. E o elenco…

É uma das maiores constelações da história de Hollywood! Jack Nicholson, Glenn Close, Annette Bening, Danny De Vito, Pierce Brosnan, Natalie Portman, Martin Short, Rod Steiger, Lucas Haas, Michael J. Fox, Sarah Jessica Parker, Tom Jones, Jim Brown, Pam Grier, Lisa Marie, Barnet Schroeder, e ainda traz um Jack Black novinho e de cabelo raspado! (Christina Applegate também está creditada, “acho” que é a namorada de Black…)

Marte Ataca! foi lançado pouco depois de Independence Day, o filme catástrofe de invasão alienígena de Roland Emmerich. Um parece o oposto do outro – se em um tudo é levado a sério, no outro tudo é escrachado. Aliás, uma boa comparação seria: enquanto Independence Day é um filme “B” com cara de grande produção, Marte Ataca! é uma grande produção com cara de filme “B”…

Marte Ataca! foi dirigido por Tim Burton, que até hoje sempre se destacou pelo esmero com que cuida da parte visual de seus filmes – Alice, seu mais novo filme, que estreia aqui em abril (mês que vem!), promete manter a tradição, como em filmes como Beetle Juice, Edward Mãos de Tesoura, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, A Fantástica Fábrica de Chocolates, Noiva Cadáver e Sweeney Todd, entre outros.

Marte Ataca! foi lançado nos cinemas em 1996. Já foi lançado em dvd por aqui, mas é um daqueles títulos mal lançados e quase impossível de se encontrar. Pena…

Vírus

Vírus

Um perigosíssimo vírus mata quase toda a população. Dois casais viajam juntos num carro, atrás de algum lugar seguro.

O argumento do filme escrito e dirigido pelos irmãos Àlex e David Pastor prometia, é realmente uma boa ideia. Mas, pena, o filme não é lá grandes coisas. Principalmente quando a divulgação nos faz pensar que se trata de um filme de terror, e o filme é um drama!

Às vezes o filme lembra o ótimo Extermínio, de Danny Boyle, onde poucos sobreviventes também procuram um lugar seguro. A diferença é que o filme de Boyle é terror com um vilão a ser batido (os infectados que parecem zumbis). Aqui é um filme sério, e, sem antagonistas, ficamos só com o drama dos personagens. Talvez por isso, o filme caia num grande marasmo e fique cansativo, apesar de ter menos de uma hora e meia.

Brian, o protagonista, é interpretado por Chris Pine, o capitão Kirk do novo Star Trek. Acho que ele gostou do papel, Brian traz alguns trejeitos iguais ao do capitão da Enterprise. Além de Pine, o elenco traz Piper Perabo, Lou Taylor Pucci e Emily VanCamp.

Vírus ficou devendo. No mesmo estilo, prefira a série inglesa Survivors, da BBC, que tem um desfecho fraco, mas pelo menos tem situações e personagens melhor desenvolvidos.

Um Plano Brilhante

Um Plano Brilhante

Nos anos 60, Laura Quinn (Demi Moore) é a única mulher dentre os executivos de uma grande empresa de diamantes em Londres. Sua grande frustração é não conseguir uma ascenção profissional pelo simples fato de ser mulher. Por isso, se junta ao faxineiro sr. Hobbs (Michael Caine), que tem um plano mirabolante para roubarem diamantes.

Dirigido por Michael Radford, Um Plano Brilhante não é ruim, e tampouco é bom. É um filme simples, mas eficiente. Vai distrair aqueles com baixa expectativa. E depois de um ou dois meses, todos vão esquecer o filme…

Digno de destaque, acho que só a atuação de Michael Caine, como o faxineiro que idealiza o plano. Caine realmente convence nas nuances de seu personagem. Além de Caine, claro, tanto Demi Moore (ainda bonita com seus 45 anos); quanto Lambert Wilson (o Merovingian de Matrix) estão bem em seus papéis.

A trama que seria sobre um simples assalto traz uma reviravolta na execução deste. Se a gente parar para pensar, era impossível para um faxineiro manco e com aquela idade executar sozinho aquilo tudo. Mas é só a gente relaxar, deixar o cérebro de lado e curtir. Afinal, ninguém vai lembrar do filme mês que vem mesmo…

Percy Jackson e o Ladrão de Raios

Percy Jackson e o Ladrão de Raios

Percy Jackson acha que é um garoto normal. Até que, de repente, descobre que não só ele é filho do deus grego Poseidon, como ele está sendo acusado de ter roubado o raio de Zeus!

O que é interessante nesta nova aventura infanto juvenil, em cartaz nos cinemas cariocas, é o uso da mitologia grega. Temos os deuses do Olimpo, como Zeus, Poseidon, Hades e Atena, além de várias figuras fantásticas como o Minotauro, a Medusa e a Fúria.

Claro que o visual do filme deu uma modernizada nesta mitologia. O sátiro é negro, o centauro se disfarça no mundo real com uma cadeira de rodas, a entrada do Olimpo é um elevador no Empire State, e por aí vai. Gostei do Hades, deus do inferno, com cara de roqueiro cinquentão, algo entre o Tonni Iommi e o Richie Blackmore!

A história é bobinha, afinal, o público alvo é a garotada. Algumas coisas parecem simples demais – será que seria tão fácil assim roubar o raio de Zeus? Mesmo assim, adultos podem curtir o filme, se estiverem no clima certo.

O elenco principal traz três jovens ainda desconhecidos, Logan Lerman, Alexandra Daddario e Brandon T Jackson. Mas temos vários nomes famosos entre os coadjuvantes, como Pierce Brosnam, Uma Thurman, Sean Bean, Rosario Dawson, Catherine Keener, Melina Kanakaredes, Joe Pantoliano e Kevin McKidd.

Como era de se esperar num blockbuster deste estilo, os efeitos especiais são de primeira linha. Nada demais para os dias de hoje, quando o cgi chegou ao nível onde se encontra. Apenas ficou fácil mostrar sátiros, centauros e medusas convincentes.

(Na cena da medusa, fiquei me lembrando do clássico Fúria de Titãs, com a animação em stop motion de Ray Harryhausen – a “animação de massinha”. Aquilo era muito legal, mas não convencia ninguém!)

O diretor é Chris Columbus, o mesmo dos primeiros Harry Potter. E, se a gente olhar bem, a estrutura é bem parecida: “jovem descobre que tem poderes especiais e por isso é levado para um lugar isolado, onde outros jovens semelhantes aprendem a usar suas habilidades”. Ah, sim, ainda tem o fato que tanto Harry quanto Percy andam acompanhados de um amigo e uma amiga. Sim, parece um “Harry Potter e o raio de Zeus”…

Percy Jackson tem tudo para virar uma nova franquia cinematográfica. Tomara que mantenham o bom nível deste primeiro filme!

[Rec] 2

[Rec] 2

[Rec] foi um dos melhores filmes de 2007. Lançado na mesma época que o hollywoodiano Cloverfield, o espanhol [Rec] trouxe um sopro de criatividade ao cinema de horror. Um filme simples, usando a câmera subjetiva com maestria, com poucos (e eficientes) efeitos especiais e sem ninguém conhecido no elenco. Foi um dos filmes mais assustadores dos últimos anos!

Aí anunciaram esta continuação. Vou confessar que fico “bolado” sempre que leio sobre continuações de filmes que gosto. Por um lado, é legal voltar ao universo e aos personagens do filme original. Mas, por outro lado, a chance de dar errado é grande – quase sempre a continuação é muito inferior ao original.

Felizmente, não é o caso aqui. [Rec] 2 pode não ser tão bom quanto o primeiro, mas não decepcionará ninguém!

[Rec] 2 começa exatamente onde o primeiro filme acaba. Policiais equipados com câmeras vão entrar no prédio isolado, escoltando uma autoridade do Ministério da Saúde. Lá dentro, surpresas os aguardam…

É difícil falar muito sem spoilers. Mas posso dizer que há uma grande reviravolta na história, logo no começo do filme. Aquilo que vimos no primeiro filme não é exatamente o que pensávamos!

Ah, sim, como o primeiro filme, [Rec] 2 continua usando somente a câmera subjetiva. Tudo o que passa na tela é filmado pelos atores. E, como acontece no primeiro filme, o roteiro sabe muito bem utilizar este artifício.

Por uma opção narrativa, a segunda parte do filme é um pouco mais lenta que a primeira (é difícil falar mais sem soltar spoilers!). Mesmo assim, o filme nunca fica chato. E reserva uma boa surpresa para o fim!

Os diretores são os mesmos do primeiro filme, Jaume Balagueró e Paco Plaza. Espero que mantenham a equipe para a terceira parte!

The Crypt

The Crypt

E vamos a mais um filme ruim, muito ruim…

Um grupo de jovens delinquentes invade um labirinto de catacumbas para roubar jóias que estão enterradas com os cadáveres. Só que fantasminhas aparecem para proteger as jóias.

O filme é tão ruim que nem sei por onde começar a falar mal. Começarei pelos tais fantasminhas, tosquérrimos, que aparecem de vez em quando, e que não assustam ninguém.

As atuações são todas péssimas, sem excessão. Os personagens não ajudam – de vez em quando há um questionamento, uma tentativa de conflito partindo de um deles, mas este logo deixa o conflito pra lá.

E os cenários? Corredores de criptas subterrâneas deveriam ser escuras, não? E ainda piora, quando as meninas vão para a água, uma água límpida e cristalina…

O roteiro é coerente com tudo de ruim que já rolou por enquanto. Furos no roteiro, cenas desnecessárias, outras sem sentido… Enfim, ruim como o resto do filme.

Nem perca tempo…

Top 10: Casais Que Não Convencem

Top 10: Casais Que Não Convencem

Sabe quando a gente vê um filme e não consegue curtir direito porque aquele casal na tela não convence ninguém?

Na minha humilde opinião, muitas vezes uma má escolha de elenco atrapalha muito o filme. Por isso, hoje listarei os piores casais.

Sempre é bom lembrar os outros Top 10 já publicados aqui no blog: filmes de zumbi, filmes com nomes esquisitos, filmes sem sentido, personagens nerds, estilos dos anos 80, melhores vômitos, melhores cenas depois dos créditos, melhores finais surpreendentes, melhores cenas de massacre, filmes dos ano 80 e 90 nunca lançados em dvd no Brasil e estilos de filmes ruins. Visitem!

Vamos aos casais que não convencem. Em ordem decrescente:

10- Rodrigo Santoro e Laura Linney em Simplesmente Amor

Rodrigo Santoro é jovem, bonitão, um dos maiores galãs que o Brasil já exportou. Já a Laura Linney é apenas “bonitinha”. Boa atriz, é verdade, mas, nunca chamou a atenção no quesito beleza. Além do mais, é 11 anos e meio mais velha que ele. O filme Simplesmente Amor, que mostra vários casais, é legal. Mas esse casal não.

9- Anne Heche e Harrison Ford em 6 Dias 7 Noites

Harrison Ford é um cara maneiro. No início dos anos 80, ele era o Han Solo e o Indiana Jones ao mesmo tempo, e ainda conseguia protagonizar filmes como Blade Runner. Já Anne Heche é fraquinha, tanto como atriz quanto na beleza. A primeira coisa que a gente vê no casal é a grande diferença de idade, ele com 56 e ela com 29. Pra piorar, na época do filme ficou público o romance gay entre Heche e a apresentadora Ellen De Generes. A química entre Heche e Ford, que já era nula, conseguiu piorar.

8- Todos os casais em Encontro de Casais

O caso aqui não se refere a um único casal. Estamos falando do conjunto da obra. Todos os quatro casais do filme são muito fracos, e não convencem ninguém. Jason Bateman e Kristen Bell, Vince Vaughn e Malin Akerman, John Favreau e Kristin Davis, e Faizon Love e Kali Hawk, cada um é pior que o outro. Pelo menos combinam com o filme, também fraco.

7- Charlize Theron e Woody Allen em O Escorpião de Jade

Ok, Woody Allen é um cara legal. É um ótimo diretor, faz um filme bom atrás do outro e não tem que provar nada para ninguém. Mas ele tinha um problema: costumava se escalar para interpretar os papéis principais em seus filmes. E sempre contracenava com atrizes bem mais novas que ele. Acho que o cúmulo foi este O Escorpião de Jade, de 2001, onde Allen, então com 66 anos, faz par romântico com uma Charlize Theron de 26…

6- Jennifer Aniston e Owen Wilson em Marley e Eu

O autor John Grogan ganhou um bom dinheiro com as vendas de seu livro, então, na hora de adaptá-lo, seria interessante ter uma atriz bonitinha para interpretar a sua parceira. Não conheço a senhora Grogan, mas, caramba, a Jennifer Aniston é muita areia pro caminhãozinho do Owen Wilson!

5- Sophia Coppola e Andy Garcia em O Poderoso Chefão III

Francis Ford Coppola é um grande diretor. Mas tem um defeito: o nepotismo. As equipes de seus filmes sempre trazem um monte de parentes. Quando ele lançou o sobrinho Nicolas Cage, ninguém reclamou. Mas quando escalou a filha Sophia para estrelar o seu terceiro Poderoso Chefão, e fazer par romântico com Andy Garcia, foi tão ruim que valeu o fim precoce de sua carreira de atriz – Sophia Coppola virou diretora depois disso.

4- Natalie Portman e Hayden Christensen em Star Wars: Ataque dos Clones

Sou fã de Guerra nas Estrelas desde pequenininho. E sou fã da Natalie Portman desde que ela era adolescente, contracenando com Jean Reno em O Profissional. Mas, infelizmente, preciso admitir que a nova trilogia é cheia de falhas. E uma delas é construir um casal romântico com Portman e Hayden Christensen.

3- Maggie Gyllenhaal e Christian Bale em Batman Cavaleiro das Trevas

Olha, até gosto da Maggie Gyllenhaal em papéis como o do filme Secretária. Mas confesso que deu pena ver Batman com um par romântico tão fraquinho, logo alguém que, em outros filmes, pegou a Nicole Kidman, a Katie Holmes e a Kim Basinger, e ainda levou aquela lambida sensacional da Michelle Pfeiffer!

2- Eva Mendes e Nicolas Cage em Motoqueiro Fantasma

O casal principal era namorado na adolescência. Ou seja, eles precisam ter a idade parecida, certo? Então o que dizer da escolha do elenco, com uma Eva Mendes de 33 anos, e parecendo mais nova; e um Nicolas Cage de 43 anos, parecendo mais velho?

1- Katherine Heigl e Seth Rogen em Ligeiramente Grávidos

Ela é bonita e bem-sucedida profissionalmente – e ainda por cima, é apresentadora de tv! Ele é um desocupado, feio e largado na vida. Ok, aceito que tenha rolado algo entre eles, afinal ela estava bêbada. Mas ela NUNCA ia continuar com ele!

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Em breve: Top 10 de melhores frases no cinema!

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p.s.: A Garotinha Ruiva, minha melhor companhia para ver filmes deste estilo, sugeriu dois casais. Um é protagonista de dois filmes: Antes do Amanhecer e Antes do Por do Sol. Ela achou que o Ethan Hawke é muita areia para o caminhãozinho da Julie Delpy. Ela também não gostou do casal Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt, de 500 Dias Com Ela. Achou o rapaz completamente sem sal. Bem, heu discordei de ambos. Acho o casal Hawke / Delpy muito bom – e não devo ser o único, já que os dois voltaram para o segundo filme nove anos depois do primeiro. E Gordon-Levitt era estrela mirim na série 3rd Rock From The Sun, ele nunca será “sem graça”! Mesmo assim, aqui está o registro da Garotinha Ruiva. Só espero que, agora que ela deixou público que não sabe muito bem escolher casais legais, a gente nunca seja escolhido numa lista de piores casais…

Smoking Aces 2 – Assassins Ball

Smoking Aces 2 – Assassins Ball

No fim do meu post sobre Smoking Aces – A Última Cartada, comentei sobre este prequel que iriam fazer.

Bem, de prequel, este Smoking Aces 2 – Assassins Ball não tem nada. Apenas usa uma situação parecida com a do primeiro filme: atrás de um prêmio milionário, assassinos competem entre si, tentando matar um único alvo.

Mas o que era interessante no primeiro filme ficou de fora deste segundo…

Os defeitos são vários. Pra começar, preciso dizer que, hoje, em pleno 2010, é inadmissível ver efeitos em cgi tão mal feitos. Algo tosco como vemos aqui, só se for proposital, para algum efeito de estilo. Mas o diretor P J Pesce não é nenhum Tarantino, e não tem talento para fazer algo capenga parecer “cool”. Do jeito que ficou, o cgi não parece estiloso, parece mal feito mesmo.

Outro problema é o roteiro, cheio de furos. Ora, como uma operação de alto nível do FBI pode ter tantas falhas? E será que é tão fácil roubar armas de grande calibre? E agora agentes do FBI não obedecem mais seus superiores? Mais uma: como a lourinha entrou tão facilmente? E por aí vai. Isso porque não estou falando da previsível virada de roteiro no final…

E o elenco? No primeiro filme, tínhamos um monte de nomes legais, como Ray Liotta, Andy Garcia, Ryan Reinolds, Ben Affleck, Jeremy Piven e Jason Bateman. E aqui? Vinnie Jones e Tom Berenger são os únicos nomes dignos de nota – sendo que Jones está sub-aproveitado; e Berenger, canastrão.

(Bem, com relação ao elenco, precisamos citar os dois nomes femininos mais importantes. Tanto Martha Higareda quanto Autumn Reeser estão gostosérrimas em suas primeiras cenas. Ah, que freira!)

Além de Higareda e Reeser, o filme tem mais uma coisa boa aqui, outra ali, como o canhão de palhaços. Mas é pouco, muito pouco. Principalmente comparado ao primeiro filme.