Goosebumps 2: Halloween Assombrado

Crítica – Goosebumps 2: Halloween Assombrado

Sinopse (imdb): Dois jovens amigos encontram um livro mágico que traz para a vida um boneco de ventríloquo.

Fui ver o primeiro Goosebumps antes de checar esta continuação. Não foi uma boa ideia. Não só o novo filme não tem nada a ver com o original, como alguns conceitos criados no filme anterior são desrespeitados aqui.

Dirigido pelo pouco conhecido Ari Sandel, Goosebumps 2: Halloween Assombrado (Goosebumps 2: Haunted Halloween, no original) ignora que o primeiro filme tinha um gancho para continuação (o livro com todos os monstros) e começa uma história do zero. Perdeu uma boa oportunidade…

Mas, até aí, tudo bem. Uma continuação não precisa estar presa a um gancho do filme anterior. O problema aqui é que o boneco Slappy cria monstros por conta própria. Por que esses monstros seriam sugados pelo livro, se eles não vieram de lá? Isso fazia sentido no primeiro filme, aqui não faz mais.

Assim como no primeiro filme, tudo aqui é leve e bobinho. Sustos que não vão dar medo em ninguém, clima de trem fantasma de parquinho. O roteiro tem umas escorregadas (tipo esquecerem a velha dormindo na cena dos gummy bears), mas nada muito grave. Diversão para a garotada, esse é o objetivo.

No elenco, ninguém muito relevante: Madison Iseman, Jeremy Ray Taylor, Caleel Harris, Wendi McLendon-Covey, Ken Jeong e Chris Parnell. Jack Black aparece numa ponta, desnecessária para a trama deste filme. Mas importante para uma continuação.

É, é verdade. Goosebumps 2 terminha com um gancho para o terceiro filme. Não precisava, né?

Goosebumps – Monstros e Arrepios

Crítica – Goosebumps – Monstros e Arrepios

Sinopse (imdb): Um adolescente se une à filha do escritor de terror para jovens adultos R. L. Stine, depois que os demônios imaginários do escritor são libertados na cidade de Madison, Delaware.

Me lembro do dia que fui até o cinema para a cabine de imprensa de Goosebumps, mas a sessão tinha sido cancelada. Fiquei de ver depois, mas fui adiando, adiando… Bem, antes de ver a continuação nos cinemas, é hora de finalmente ver o primeiro.

Antes de falar do filme, precisamos nos lembrar que nos anos 90, fizeram uma série baseada nos livros de Stine. Foram 4 temporadas entre 1995 e 98 – não sei se foi exibida aqui no Brasil na época, mas hoje está no Netflix. A boa notícia pra quem não viu a série é que o filme traz uma história independente.

Dirigido por Rob Letterman (Monstros vs Alienígenas, As Viagens de Gulliver), Goosebumps – Monstros e Arrepios (Goosebumps, no original) é um divertido terror infanto juvenil. Agrada a criançada, e não ofende os pais. Por mais que tenha seus defeitos, gosto de iniciativas assim, é a oportunidade de introduzir as crianças no universo do cinema fantástico.

Goosebumps acerta o tom na mistura entre terror e filme para a garotada. Mas acho que a história funcionaria melhor se os personagens fossem crianças em vez de adultos (como um Goonies, por exemplo). Não tem sangue nem mortes, mas, nos filmes da Marvel também não tem, e ninguém reclama… Os efeitos especiais não enchem os olhos, mas funcionam de um modo geral.

Acho estranha a metalinguagem de ter o próprio R L Stine como personagem principal, mas isso não atrapalha o desenvolvimento da trama. Jack Black interpreta o escritor, e não atrapalha (como acontece de vez em quando). Também no elenco, Dylan Minnette, Odeya Rush, Ryan Lee e Halston Sage.

Agora veremos a continuação…

Halloween (2018)

Halloween (2018)

Sinopse (imdb): Laurie Strode chega ao seu confronto final com Michael Myers, a figura mascarada que a assombra desde que escapou por pouco de sua matança na noite de Halloween, quatro décadas atrás.

O Halloween de 1978, dirigido pelo John Carpenter, é um clássico inquestionável. Mas, desde então, já tivemos outros nove filmes, entre continuações e reboots – quase todos dispensáveis. A dúvida é: precisava de um décimo primeiro filme?

Halloween (idem no original) é uma continuação direta do filme original. Ou seja, já começou mal, estão chamando o espectador de bobo, “ignore todos as continuações que você viu nas últimas décadas, elas não valem nada, só essa aqui que vale”. Não acho um bom ponto de partida, mas vamos em frente.

A favor deste filme, temos a volta da Jamie Lee Curtis, quarenta anos depois do primeiro filme. Ela faz uma Laurie Strode avó, atormentada pelo passado, e que se preparou a vida toda para um possível reencontro com Michael Myers. A trilha sonora usando o tema clássico (composto pelo próprio John Carpenter) é outro ponto positivo.

Mas, por outro lado, o roteiro deixa a desejar. Ok, a gente aceita que o Michael Myers tem força de super herói e é “ninja” quando se move – porque ele sempre foi assim, isso faz parte da mitologia do personagem. Mas algumas coisas no roteiro dão raiva, como o modo como ele reencontra a máscara, ou a Laurie ter uma casa toda preparada, cheia de holofotes externos, mas sem luzes dentro dos cômodos.

A direção ficou nas mãos de David Gordon Green, que nunca tinha feito nada no terror (vi, Segurando as Pontas, comédia meio boba que ele fez, não é exatamente um bom currículo). Green faz um bom trabalho emulando o estilo de câmera do filme original, com ritmo lento e tenso. Mas Green também é co-roteirista (ao lado de Danny McBride (sim, o ator) e Jeff Fradley), ou seja, não tem como eximí-lo da culpa.

No elenco, claro que o destaque é Jamie Lee Curtis, mandando bem como uma vovó scream queen. Também no elenco, Judy Greer, Andi Matichak, Will Patton, Haluk Bilginer, Rhian Rees e Jefferson Hall. Nick Castle, que fez o Michael Myers em 78, está aqui dublando o assassino.

No fim, fica aquela sensação que, como homenagem ao primeiro filme, Halloween é válido. Mas só isso. O fã merece mais. Rob Zombie fez melhor em 2007 com o seu reboot

A Casa do Medo – Incidente em Ghostland

Crítica – A Casa do Medo – Incidente em Ghostland

Sinopse (imdb): Uma mãe de duas filhas que herda uma casa é confrontada com intrusos assassinos na primeira noite em sua nova casa, e luta pela vida de suas filhas. Dezesseis anos depois, quando as filhas se reúnem na casa, as coisas ficam realmente estranhas.

Martyrs, de 2008, é um dos melhores filmes do chamado “new french extremity”, movimento do cinema francês com filmes ultra violentos. Seu diretor, Pascal Laugier, foi então chamado para um filme hollywoodiano (como acontece frequentemente com diretores “estrangeiros”), O Homem das Sombras, bom filme, mas bem diferente de seu filme anterior. Agora (sim, foram apenas três longas nestes onze anos), podemos usar aquela frase clichê, “fulano está de volta”.

A Casa do Medo – Incidente em Ghostland (Ghostland, no original) tem toda a violência gráfica esperada em um novo projeto de Laugier. O filme é sério e tenso, mas não é “cabeça” como os “pós terror”. Tem jump scares, mas não é uma divertida montanha russa como os filmes do “Waniverse”. Laugier criou uma obra com identidade própria, densa, complexa, um prato cheio – para quem tiver estômago.

A ambientação é ótima – a casa velha, cheia de bonecas muito mais assustadoras que a Annabelle, é um cenário sensacional. A estética suja do filme também é muito boa –  os vilões esquisitões e a maquiagem grotesca das personagens aumenta o incômodo causado pela violência gráfica. No elenco, ninguém muito conhecido: Mylène Farmer (que é cantora, Laugier dirigiu um videoclipe pra ela há pouco), Emilia Jones, Taylor Hickson, Crystal Reed e Anastasia Phillips.

Claro que A Casa do Medo – Incidente em Ghostland não é para qualquer um. Mas aqueles que souberem apreciar um terror “fora da caixinha” vão curtir muito

A Casa do Diabo / The House of the Devil

Crítica – A Casa do Diabo / The House of the Devil

Sinopse (imdb): Em 1983, a estudante universitária Samantha Hughes, com dificuldades financeiras, aceita um trabalho de babá diferente, que coincide com um eclipse lunar completo. Ela lentamente percebe que seus clientes abrigam um segredo aterrorizante, colocando sua vida em perigo mortal.

Sei lá por que, mas perdi este A Casa do Diabo (The House of the Devil, no original), de 2009, escrito e dirigido por Ti West. Ok, bora consertar isso.

Logo de cara, uma coisa chama a atenção. A Casa do Diabo parece um filme antigo. Toda a ambientação lembra a virada da década de 70 para 80, época em que o filme se passa. Não só figurinos e props, até a fotografia emula produções da época.

A Casa do Diabo não tem muitos jump scares, a proposta do filme é o clima de tensão. E admito que pelo menos uma das mortes me pegou de surpresa. Mas, por outro lado, existe uma falha básica. Um texto no início do filme tem um spoiler sobre o fim! Taí um raro exemplo de filme que vale a pena perder o primeiro minuto.

Mesmo assim, A Casa do Diabo vale a pena. O clima de tensão crescente criado por West é muito bem construído, e a parte final tem violência e gore na dose certa.

O filme é protagonizado por Jocelin Donahue, que está muito bem (inclusive ela parece saída de uma produção da época), mas que nunca mais fez nada relevante. Curiosamente, sua coadjuvante é interpretada pela Greta Gerwig, hoje um badalado nome em Hollywood, depois de ser indicada aos Oscars de direção e roteiro por Lady Bird. Também no elenco, alguns veteranos como Mary Woronov (A Visão do Terror), Tom Noonan (Robocop 2) e Dee Wallace (Grito de Horror, ET).

Na época se falou que Ti West seria um nome promissor no terror do século XXI. Mas, 9 anos se passaram e ele ainda não fez nada digno de nota… Será que é um “diretor de um filme só”?

Mandy

Crítica – Mandy

Sinopse (imdb): As vidas encantadas de um casal em uma floresta isolada são brutalmente destruídas por um culto hippie que parece saído de um pesadelo e seus capangas demônio-motoqueiros, impulsionando um homem em uma espiral surreal de vingança.

Um tempo atrás, vi no Facebook o trailer deste Mandy, um terror com muito sangue e o Nicolas Cage no papel principal. Realmente o trailer era muito bom. Guardei o nome.

Dirigido por Panos Cosmatos (filho de George P. Cosmatos, diretor de Rambo II: A Missão e Stallone Cobra), Mandy não é um filme fácil, não vai agradar muita gente. Em vez de divertidos jump scares, são muitas cenas contemplativas, muito silêncio. Temos muitas imagens bem trabalhadas, muitas cores fortes. Me lembrei do Nicolas Wind Refn – belas imagens e pouca coisa acontecendo na tela.

Além da boa fotografia de Benjamin Loeb outro destaque é a trilha sonora de Jóhann Jóhannsson (o islandês falecido recentemente que fazia as trilhas dos filmes do Denis Villeneuve). Ainda temos alguns efeitos especiais “low fi” criando um visual ainda mais intrigante. Algumas cenas são uma boa viagem – Mandy seria uma boa opção para uma sessão de “midnight movies”.

No elenco, claro que o nome que chama a atenção é Nicolas Cage, que há tempos não fazia um filme digno de nota. Como o seu personagem quase não fala, Cage quase não atrapalha com sua canastrice. Também no elenco, Andrea Riseborough, Linus Roache, Ned Dennehy, Line Pillet e Bill Duke.

Como falei, Mandy não vai agradar a todos. Mas certamente terá uma legião de fãs.

A Primeira Noite de Crime

Crítica – A Primeira Noite de Crime

Sinopse (imdb): O terceiro partido político dos EUA, os Novos Pais Fundadores da América, chega ao poder e conduz um experimento: não há leis por 12 horas em Staten Island. Ninguém precisa ficar na ilha, mas US $ 5.000 são concedidos a quem o fizer.

Já falei aqui, tenho problemas com o conceito básico da franquia Noite de Crime. Por isso fui ver A Primeira Noite de Crime (The First Purge, no original) com expectativa zero. Sabe que foi uma boa? Até curti o filme…

É o quarto filme da franquia, mas é um prequel, tudo acontece antes do primeiro filme. A direção ficou com Gerard McMurray; James DeMonaco, diretor e roteirista dos outros três, aqui está só no roteiro.

McMurray consegue algumas boas sequências de ação – tem uma briga na escada que parece uma versão “de pobre” da excepcional sequência de Atômica. Por outro lado, uma coisa que ficou muito tosca foi o sangue em cgi. Quando aparece sangue, parece que estamos vendo uma produção da Asylum.

No elenco, o único nome conhecido é Marisa Tomei, num papel importante, mas com pouco tempo de tela. O foco maior é no casal Y’lan Noel e Lex Scott Davis, que funcionam bem apesar dos clichês.

Assim como o resto da franquia, A Primeira Noite de Crime está longe de ser um filme essencial. Mas é interessante ver nos dias de hoje, quando debates políticos entre extremistas à esquerda e à direita lideram as pesquisas de intenção de voto.

A Freira

Crítica – A Freira

Sinopse (imdb): Um padre com um passado assombrado e uma noviça no limiar de seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar a morte de uma jovem freira na Romênia e confrontar uma força malévola na forma de uma freira demoníaca.

E continua a expansão do “Waniverse”!

Pra quem não está ligado: James Wan é um dos nomes mais importantes do terror contemporâneo, por ter dirigido os dois Sobrenatural e os dois Invocação do Mal (além de Jogos Mortais alguns anos antes). Talentoso, o cara foi chamado pra dirigir outros estilos de filme (Velozes e Furiosos 7, Aquaman). Mas, mesmo sem Wan, o universo dos seus filmes continua sendo expandido com spin-offs. Já tivemos dois Annabelle, e agora este A Freira – todos os três são derivados do Invocação do Mal.

A Freira (The Nun, no original) foi dirigido por Corin Hardy (A Maldição da Floresta) – James Wan aqui está creditado na produção e na história. Isso é um problema, claro. Com um diretor genérico, o filme é até divertido, mas está longe de ser memorável.

Pelo menos o filme é divertido. Diferente da onda “pós terror” de Hereditário, A Freira é terror pop. O público fã do estilo vai se divertir com vários jump scares. Além disso, a ambientação é legal, os cenários de um castelo na Romênia ajudam a criar um bom clima. Cronologicamente, A Freira é o primeiro filme da série, já que se passa antes de Annabelle 2: A Criação do Mal. Mas é claro que é melhor ver na ordem que foram filmados.

Uma coisa curiosa no elenco: a protagonista é Taissa Farmiga, irmã mais nova (21 anos de diferença!) da Vera Farmiga, protagonista de Invocação do Mal. As duas são muito parecidas, mas suas personagens não são parentes. Também no elenco, Demián Bichir, Jonas Bloquet e Bonnie Aarons.

Parece que o próximo filme do “Waniverse” vai ser sobre The Crooked Man, sobre o Homem Torto, que aparece no segundo Invocação do Mal. Aguardemos.

Slender Man: Pesadelo Sem Rosto

Crítica – Slender Man: Pesadelo Sem Rosto

Sinopse (imdb): Em uma pequena cidade em Massachusetts, um grupo de amigas, fascinadas pelo folclore da internet do Slender Man, tenta provar que ele realmente não existe – até que uma delas desaparece misteriosamente.

É, a safra não está boa para o cinema de terror. Em menos de 3 meses falei aqui de Vende-se Esta Casa, Selfie Para o Inferno e Verdade ou Desafio. Agora temos mais um forte concorrente ao prêmio de pior terror de 2018: Slender Man: Pesadelo Sem Rosto (Slender Man, no original).

Dirigido pelo pouco conhecido Sylvain White, com um grande currículo na tv mas quase nada de cinema, Slender Man: Pesadelo Sem Rosto falha em quase tudo o que se propõe. Pra começar, o filme não tem sustos – algo grave se estamos falando de um filme de terror. Além disso, temos personagens rasos e um “monstro” que não mete medo.

A mitologia do Slender Man, criada num fórum de Internet, talvez até gerasse um filme bom, mas o roteiro precisaria desenvolver essa mitologia. E isso não aconteceu.

O elenco tem algumas jovens que até podem ter futuro, mas antes precisam escolher melhor seus próximos filmes: Joey King, Julia Goldani Telles, Jaz Sinclair e Annalise Basso (esta última estava em Capitão fantástico!). Ah, tem um nome que os leitores do heuvi vão reconhecer: Javier Botet, o espanhol esquisito que sempre chamam quando precisam de um personagem magro e comprido em filmes de terror (ele foi a Menina Medeiros de REC, o personagem título de Mama, o Homem Torto de Invocação do Mal e Demônio das Chaves do último Sobrenatural).

Claro que existem ganchos para uma continuação. Que espero que nunca seja feita.

Virgens Acorrentadas

Crítica – Virgens Acorrentadas

Sinopse (imdb): Uma jovem equipe de filmagem, filmando um filme de terror de baixo orçamento em um orfanato abandonado, descobre que uma família de assassinos sádicos reescreveu seu roteiro.

Ficou pronto o projeto internacional do curitibano Paulo Biscaia Filho!

Sou fã do Paulo Biscaia desde que vi Morgue Story no Festival do Rio de 2009. Participei do crowdfunding do dvd autografado do seu filme seguinte, Nervo Craniano Zero. E claro que fiquei empolgado quando vi a campanha para o seu filme gringo, este Virgin Cheerleaders in Chains – que aqui ganhou o nome Virgens Acorrentadas.

Demorou, mas saiu. E a boa notícia: com lançamento (reduzido) no circuito!

Vamos ao filme? Quem conhece o trabalho do Paulo Biscaia Filho sabe que ele tem um pé fortemente fincado no trash e sabe dosar o gore e a galhofa como poucos no Brasil.

Mas Virgens Acorrentadas tem um problema que não acontece nos outros filmes do Biscaia. Pela primeira vez o roteirista era outro. E, pra piorar, o roteirista Gary McClain Gannaway também era o produtor. Ou seja, em alguns momentos, sentimos que o filme tem umas baqueadas no ritmo. Outro problema é que às vezes parece que o filme não se decide entre assumir ou não a zoeira.

Mesmo assim, o resultado ainda é bem divertido. Biscaia trabalha bem a metalinguagem, às vezes não temos certeza se o que estamos vendo faz parte da história ou da história dentro da história. Além disso, o roteiro tem umas soluções criativas na hora de explorar os clichês, além de fugir do formato “sydfieldiano”.

Infelizmente, como aconteceu com Morgue e Nervo, Virgens Acorrentadas será consumido apenas no “gueto”. Ainda não temos mercado aqui no Brasil para filmes assim. Quem sabe um dia o cinema brasileiro evolui? Paulo Biscaia Filho está fazendo a parte dele!

p.s.: Falei que apoiei filme lá atrás, em 2014, né? Meu nome está nos agradecimentos! Pena que escreveram errado, esta “Helvicio C Parente”…