Terror na Casa do Lago

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Terror na Casa do Lago

(off-Festival do Rio…)

Mais um remake de filme de terror! Sim, criatividade é artigo em falta em Hollywood. Quando não é refilmagem de filme oriental ou europeu, é de filme de alguns anos atrás. Neste caso, trata-se dá refilmagem de The Last House on the Left, dirigido por ninguém menos do que Wes Craven (criador do Freddy Kruger e diretor de A Maldição dos Mortos Vivos, do qual falei aqui outro dia) no distante ano de 1972.

Duas jovens se envolvem com um grupo de caras maus, muito maus, que depois acabam se envolvendo com a família de uma delas.

Não vi o original, então não posso comparar. O que posso dizer é que este filme é sobre pessoas comuns colocadas em situações extremas. Não sei se já foi lançado por aqui, se não foi, deve ser em breve, afinal descobri que tem título em português.

O filme não é lá grandes coisas, mas cumpre seu papel de expor o selvagem que pode existir dentro de cada um de nós. Afinal, qual seria a sua reação se você fosse exposto a uma violência gratuita e desnecessária?

Sim, o filme é desconfortável, e de próposito.

(Só não entendi o título original, porque aparentemente a casa é à direita e não à esquerda! 😛 )

Morgue Story – Sangue, Baiacu e Quadrinhos

Morgue Story

Morgue Story – Sangue, Baiacu e Quadrinhos

Voltemos ao Festival do Rio!

Quando li sobre um filme nacional misturando quadrinhos, zumbis e catalepsia, tudo isso dentro de um necrotério, já fiquei interessado. Aí, vi que eram pouquíssimas as sessões. Corri para vê-lo logo; esse não sei quando terei outra chance para assistir.

A trama gira em torno de três personagens: Ana Argento (Mariana Zanette), uma quadrinista underground com problemas de relacionamento (criadora do Oswald, o morto-vivo); Tom (Anderson Faganello), um cataléptico vendedor de seguros de vida; e Dr. Daniel Torres (Leandro Daniel Colombo), um pervertido médico legista, fanático religioso, maníaco sexual e psicopata.

Morgue Story, na verdade,  é a versão cinematográfica de uma peça de teatro, do mesmo diretor Paulo Biscaia Filho. Taí, fiquei curioso para ver a peça. Se um dia vier ao Rio, quero assistir.

Aparentemente, os atores (desconhecidos por aqui) são os mesmos da peça, o que traz uma boa química entre eles. Leandro Daniel Colombo está hilário! Seu personagem envenena mulheres com uma poção vodu  para criar zumbis – que trouxe do Haiti – usando o veneno do peixe baiacu.  E, depois, quando as mulheres vão parar no seu necrotério, aproveita para estuprá-las.

A edição ágil é um dos pontos altos do filme. Alguns trechos, inclusive, têm uma linguagem bem quadrinística. Em outras cenas, diálogos são misturados com a trilha sonora, que é outro ponto alto, pontuando todas as cenas importantes. De quebra, o filme traz duas versões sensacionais de Wuthering Heights, da Kate Bush.

Morgue Story ainda é cheio de referências pop. Tem até um certificado de censura – como aqueles da época da ditadura – e créditos iniciais com riscos, como se fosse filme velho.

Pra terminar, vale lembrar que se trata de um filme trash. Um divertidíssimo e muito engraçado trash. Talvez o melhor  já feito no Brasil – preste atenção, os cadáveres respiram!

Ah, sim: fiquem até o final dos créditos!

Splinter

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Splinter

Deixemos o Festival do Rio de lado um pouco, para falar de outros filmes. Prometo que ainda nesta semana volto a escrever sobre o Festival.

Outro dia saiu a lista de indicados ao Scream Awards, um prêmio divertido que rola no dia das bruxas. Existe um prêmio para a “mutilação mais memorável”! Na lista deste ano de indicados a este prêmio tinha só um filme que heu não conhecia: este Splinter. Corri então para vê-lo.

Um casal comemorando o aniversário dá carona para um foragido da polícia e sua namorada. No meio do caminho surge algo misterioso – e mortal!

Splinter às vezes parece um filme “B” de terror das antigas: poucos cenários, elenco reduzido (são seis atores no total) e efeitos especiais simples e eficientes. Inclusive, aparentemente não rolam cgis!

Outra coisa interessante é o tempo do filme. Tudo se passa no mesmo dia, e boa parte acontece em tempo real.

Claro que o clima é de filme “B” mesmo, uma mão solta do braço perseguindo alguém não dá medo em ninguém, a gente se lembra de Evil Dead e cai na gargalhada. Mas isso não torna o filme ruim, é só entrar no clima e a diversão é garantida.

Ah, se alguém quiser saber, eis a lista inteira de indicados a melhor cena de mutilação: cirurgia de remoção do braço em Splinter; braços cortados pela serra em Watchmen; o bolo de olho em Arraste-me para o Inferno; a cabeça cortada por Zumbis Nazistas em Dead Snow; o pêndulo em Jogos Mortais 5; e a cena da piscina em Deixe ela entrar.

A Maldição dos Mortos Vivos

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A Maldição dos Mortos-Vivos

Quando montei o meu Top 10 de Filmes de Zumbi, citei este A Maldição dos Mortos-Vivos, de 1988, como um filme “sério” sobre zumbis. Afinal, ele fala de “zumbis de verdade”, fala sobre vodu haitiano. Em vez de mortos que simplesmente voltam à vida, aqui os zumbis são pessoas enterradas vivas – e que voltam como zumbis.

Contratado por um laboratório farmacêutico, o pesquisador americano Dennis Allan (Bill Pullman) vai ao Haiti pesquisar sobre vodu. Na mesma época, complicações políticas eclodem nas cidades.

Este é um dos melhores filmes de Wes Craven, mais famoso por ter criado um tal de Freddy Kruger, e mais rico por ter feito a trilogia Pânico. O filme é assustador. Diferente do “maníaco-serial-killer” padrão, aqui lidamos com magia. E Craven sabe como lidar com esse tipo de situação com maestria, explorando o medo que temos do desconhecido.

Diferente da maioria dosa filmes de zumbi que temos por aí, que se baseiam nos filmes de George Romero (A Noite dos Mortos Vivos e suas várias sequências), este filme é baseado num livro de Wade Davis, que conta uma suposta experiência de um cientista americano que foi enterrado vivo e descobriu um pó químico capaz de simular a morte.

Acho que a bola fora é do cartaz. O cartaz gringo era igual a esse. E não tem nada a ver com o filme!

Haute Tension

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Haute Tension

Já tinha falado aqui da minha vontade de ver este Haute Tension, lembram? Heu tinha curiosidade de saber como Alexandre Aja se portava dirigindo um material original, já que até agora só tinha visto refilmagens feitas pelo próprio: Espelhos do Medo e Viagem Maldita. Por isso escolhi Haute Tension, filme de 2003, que não só é dirigido como também escrito por Aja. E foi uma ótima escolha!

Alex (Maïwenn Le Besco) e Marie (Cécile De France), colegas de faculdade, estão indo passar um fim de semana na casa de campo da família da primeira, para estudar. Só que um psicopata assassino resolve aparecer por lá.

A trama é simples, não? Na verdade, não tem nada demais, é uma mesma fórmula repetida há anos: um assassino misterioso que mata quase todo o elenco e passa o resto do filme atrás dos sobreviventes, que precisam se virar para fica vivos. Mesmo assim, o filme é bom – mérito do diretor Aja, que sabe muito bem criar as situações densas que o filme pede. O maluco psicopata dá mais medo do que os Jasons e Freddys da vida, pelo simples motivo que ele é bem mais crível. Um cara desses pode estar por aí. Pode estar ao seu lado. Ou pode estar seguindo você quando voltar para casa mais tarde… É melhor acelerar o passo!

O filme é MUITO violento e tem MUITO sangue. Bem, para mim isso não foi uma surpresa tão grande, afinal, vi recentemente A l’Interieur e Martyrs, dois filmes franceses muito violentos e com muito sangue. Mas, se a gente parar para pensar, Haute Tension é mais antigo. Ou seja, quem está fora da ordem sou heu!

Logo de cara, com menos de meia hora de filme, o filme já mostra ao que veio.  Mortes violentamente gráficas são exibidas – vemos tudo com detalhes! E o clima de tensão dura até o fim do filme. Aliás, o nome “alta tensão” foi uma boa escolha.

Outra coisa interessante e digna de nota é que o roteiro deixa de lado as piadinhas e os adolescentes sem graça que infestam os filmes de terror americanos. O filme é sério e desconfortável, como um bom filme de terror deve ser. E, de quebra, em vez de efeitos digitais, a equipe conta com o lendário maquiador italiano Gianetto de Rossi, que trabalhou com Lucio Fulci em filmes como Zombi. Resultado: muito sangue cenográfico para mostrar cenas que parecem reais.

Por fim, não posso deixar de citar que existe uma grande – e genial – reviravolta no fim. Mas aí não conto, porque senão perde a graça…

Canibais – Undead

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Canibais – Undead

Tenho o hábito de ver filmes sem saber do que se trata. Se leio em algum lugar algo interessante sobre o filme, ou se alguém me recomenda, assisto o filme para ver “qualé”. Pois bem, outro dia heu estava arrumando uma pilha de cdrs que gravei anos atrás. E achei um cd com esse Undead, baixado e gravado por mim em 2005 – numa época que heu não tinha o hábito de baixar filmes! Não me lembro por que baixei, tampouco lembro por que não vi. Mas aproveitei para ver logo.

Uma pequena cidade pesqueira na Austrália é bombardeada por meteoritos que transformam as pessoas em zumbis. E, como diria aquela propaganda de tv, “e não é só isso!”: além dos zumbis, alienígenas estão na cidade!

Sim, claro, uma trama que mistura zumbis com alienígenas não pode gerar um filme sério. Estamos diante de um legítimo trash, um trash bem divertido! Com direito a zumbis, abduções, muito sangue cenográfico, e.t.s, pedaços de corpos e um monte de atores canastrões e personagens bizarros. Um deles, inclusive, parece ter um estoque inesgotável de armas escondidas pelo corpo!

Achei o final um pouco confuso, e além disso, não gostei de duas coisas: nem do poster original nem do título em português. Ambos nada têm a ver com o filme!

O filme é de 2003, e acho que nunca foi lançado por aqui. Ou seja, se você curte filmes de zumbi, a solução é o download!

Anjos da Noite 3 – A Rebelião

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Anjos da Noite 3 – A Rebelião

Vou confessar uma coisa: este terceiro filme da franquia Anjos da Noite não me empolgou. Não sei explicar o motivo, sei lá, comigo, simplesmente não rolou aquele frisson que realmente acompanha filmes assim. Mesmo assim, claro que fui ver. Não só gosto do tema, como sou fã do ator principal, Bill Nighy.

Anjos da Noite 3 – A Rebelião é na verdade um prequel,  conta a história antes do primeiro filme da saga. Vemos o surgimento dos Lycans (os lobisomens), feitos escravos pelos Mercadores da Morte (os vampiros).

Viktor (Bill Nighy), líder dos vampiros, cria o lobisomem Lucian (Michael Sheen) como seu escravo particular, enquanto monta um exército de lobisomens escravos. Além disso, rola um romance proibido entre Lucian e Sonja (Rhona Mitra), filha de Viktor.

O elenco funciona bem. Como falei lá em cima, gosto do Bill Nighy, gosto dos papéis que ele escolhe, independente se o filme é mais alternativo como O Guia do Mochileiro das Galáxias e Todo Mundo Quase Morto, ou mais “pop” como um Piratas do Caribe. Nighy e Michael Sheen voltam aos seus papéis (ambos estão nos outros dois filmes), agora com mais destaque, já que Kate Beckinsale, a atriz principal da franquia, não está presente. O papel feminino principal fica então com Rhona Mitra (Juízo Final), que pode não ser tão boa atriz, mas é boa onde precisa ser 😉 . Suas curvas estão muito bem neste contexto, para o que o filme pede, não precisa de muito mais do que isso…

Com mais de 15 anos de experiência em efeitos especiais, Patrick Tatopoulos não decepciona em sua segunda experiência como diretor. O visual do filme respeita o que já foi feito na franquia, e temos uma boa quantidade de sangue jorrando pela tela nas boas lutas coreografadas.

Muita coisa no roteiro é previsível. Mas, temos que nos lembrar: trata-se de um prequel, ou seja, é claro que tem coisa que vai ser previsível, afinal, já sabemos o fim!

Evocando Espíritos

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Evocando Espíritos

Uma família se muda para um velho casarão, mais perto do hospital onde o filho adolescente se trata de um câncer em estado avançado. Só depois descobrem que a casa era uma funerária. E que hoje é assombrada.

Interessante filme sobre casa mal assombrada. E, para ficar ainda mais assustador, a divulgação diz que é baseado em fatos reais.

Virginia Madsen e Martin Donovan encabeçam um elenco sem muitos rostos conhecidos – ainda temos um papel menor, mas importante, feito por Elias Koteas.

Alguns dos sustos e situações passadas dentro da casa são clichês – parece que não há nada de novo a se acrescentar ao tema “casa mal-assombrada”. Mesmo assim, o diretor Peter Cornwell consegue criar um bom clima de tensão ao longo do filme.

Não entrará na história como um dos melhores filmes do gênero, mas pode render uma boa diversão para os menos exigentes.

Espelhos do Medo

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Espelhos do Medo

Mais uma refilmagem americana de um terror oriental… Desta vez, é
uma versão do coreano Geoul Sokeuro, de 2003. E o diretor é o mesmo Alexandre Aja que antes deste fez outra refilmagem: Viagem Maldita, e ainda promete mais uma refilmagem em breve, Piranha.

(Baixei o filme francês Haute Tension, que o mesmo Aja fez antes dessas refilmagens todas. Vou ver se o cara é bom com material original na mão.)

O policial Ben (Kiefer Sutherland), afastado temporariamente após um evento traumático, pega um emprego de vigia noturno de uma grande loja de departamentos que pegou fogo tempos antes. Ao mesmo tempo, mora com sua irmã, enquanto passa por problemas no casamento. O que ele não sabe é que forças malignas estão escondidas atrás dos espelhos da loja!

Gosto do Kiefer Sutherland desde os anos 80, desde a epoca de Conta Comigo e Os Garotos Perdidos. Mas acho que ele tem feito muito a série 24 Horas – às vezes parece que é o Jack Bauer na tela! Amy Smart (Adrenalina) e Paula Patton completam o elenco principal como a irmã e a esposa, respectivamente.

O filme é irregular. Algumas cenas são bem legais, os cenários dentro da loja são assustadores, rolam alguns climas de tensão interessantes e até uns sustos. Mas por outro lado, algumas coisas são tão clichês… E não podemos parar pra pensar na lógica, se não a graça do filme vai embora. Por exemplo: como é que aquela loja ainda tem tantos manequins que não pegaram fogo?

Pelo menos o fim do filme é interessante e foge um pouco do óbvio!

Arraste-me Para o Inferno

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Arraste-me Para o Inferno

Nos cinemas esta semana a seguinte frase está sendo ouvida: “Oba! Sam Raimi está de volta!” Mas… De volta de onde? Afinal, o cara fez os três filmes do Homem Aranha entre 2002 e 2007!

A resposta é: “Sam Raimi está de volta ao cinema de horror”!

A trama é simples: uma funcionária de um banco nega um empréstimo a uma velha cigana, que, então joga uma maldição em cima dela. Simples e eficiente, se estiver nas mãos certas.

E, felizmente, Arraste-me Para o Inferno está nas mãos certas. Sam Raimi hoje pode ser rico e famoso por causa da franquia Homem Aranha, mas todo fã de terror se lembra que ele é o criador de outra trilogia: Evil Dead.

Em 1981, Raimi sacudiu o mundo do cinema fantástico com o primeiro Evil Dead, um filme com pouco orçamento e muita criatividade que virou um clássico instantâneo. Este filme não foi lançado por aqui, mas, em 87, a continuação Evil Dead II chegou aos cinemas brasileiros com o nome Uma Noite Alucinante. Devido ao sucesso, o primeiro filme foi então lançado em vhs, com outro nome: A Morte do Demônio. Os dois filmes eram até bem parecidos, só que enquanto o primeiro era um filme de terror bem humorado, o segundo parecia uma comédia de humor negro. E, para fechar a trilogia, em 92 Raimi fez Evil Dead – Army of Darkness. Este foi mal lançado nos cinemas daqui, e até hoje não existe a edição nacional do dvd. Ah, sim, aqui ganhou o nome Uma Noite Alucinante 3, apesar de não existir Uma Noite Alucinante 2.

Por isso “Sam Raimi está de volta”. E em seu novo filme, ele mostra que não perdeu a mão. Com movimentos de câmera inteligentes, Raimi dá muitos sustos no espectador!

Temos tudo o que um filme de terror pede: personagens desagradáveis, objetos que se mexem misteriosamente, sombras assustadoras, insetos, muitos insetos, e algumas cenas gore de embrulhar o estômago. E, pra provar que “uma vez Sam Raimi, sempre Sam Raimi”, o clima do filme não é sisudo, como, por exemplo, O Orfanato – conseguimos até rir em alguns momentos!

Mesmo com o clima bem-humorado, o filme não cai na caricatura – felizmente. Mérito do diretor, que não fez uma paródia de si mesmo.

Alison Lohman, em seu primeiro filme de terror, sofre nas mãos de Raimi: engole moscas, mergulha na lama, jorra sangue pelo nariz, vermes são vomitados em sua boca, e por aí vai. E outro destaque no elenco é Lorna Raver, que faz a sinistra cigana.

A trilha sonora de Christopher Young, orquestrada, old school, também é muito boa. Aliás, é usado no filme um tema que Lalo Schifrin compôs para O Exorcista, de 1973, mas nunca tinha sido usada.

Para completar, sabe quando um filme de terror vai muito bem, mas no fim parece que alguém erra a mão e termina horrivelmente? Bem, pelo menos heu achei o fim deste aqui muito bem bolado.

Recomendo!