Top 10: Melhores Filmes de Rock

Top 10: Melhores Filmes de Rock

Hoje, dia 13 de julho, é dia do rock – o que quer que isso signifique… E, em homenagem a tão importante data (será que é importante mesmo?), resolvi postar aqui o meu Top 10 de melhores filmes de rock.

Como sempre, visitem os outros Top 10 daqui do aqui do blog: filmes de zumbi, filmes com nomes esquisitos, filmes sem sentido, personagens nerds, estilos dos anos 80, melhores vômitos, melhores cenas depois dos créditos, melhores finais surpreendentes, melhores cenas de massacre, filmes dos ano 80 e 90 nunca lançados em dvd no Brasil, estilos de filmes ruins, casais que não convencem, musicais para quem não curte musicais, melhores frases de filmes, melhores momentos de Lost, maiores mistérios de Lost e piores sequencias. Visitem!

Em ordem decrescente…

10- Pink Floyd – The Wall (1982)

Um disco conceitual do Pink Floyd inteiro na tela, numa versão sombria dirigida por Alan Parker. Viajante e genial!

9- Stoned (2005)

Hoje em dia nem todos sabem, mas um dos principais membros dos Rolling Stones, Brian Jones, morreu ainda na década de 60. Stoned conta a sua história.

9- The Doors (1991)

Um dos melhores filmes de Oliver Stone, The Doors conta a história da banda californiana. Val Kilmer ficou tão igual ao Jim Morrison que confundiu os ex integrantes da banda!

8- Across The Universe (2007)

Toda a história é contada através das canções dos Beatles. O roteiro é baseado nas músicas, quando estas não estão cantadas, elas estão faladas ou citadas por outros elementos – como os nomes dos personagens.

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/02/11/across-the-universe/

7- Escola de Rock (2003)

Um caricato roqueiro frustrado acidentalmente vira professor em uma turma de crianças numa escola conservadora. Rock’n’roll infanto-juvenil de qualidade!

http://blogdoheu.wordpress.com/2010/02/07/escola-de-rock/

5- The Wonders (1996)

Simpático filme dirigido pelo ator Tom Hanks, conta a história de uma fictícia banda de um único sucesso. Muita gente por aí pensa que a banda realmente existiu…

4- A Fera do Rock (1989)

Cinebiografia de Jerry Lee Lewis, um dos maiores nomes da época do rockabilly. Atuação inspiradíssima de Dennis Quaid.

http://blogdoheu.wordpress.com/2010/07/12/a-fera-do-rock/

3- This Is Spinal Tap (1984)

Um documentário falso sobre uma banda falsa, mas que traz um monte de verdades sobre os exageros do hard rock dos anos 70/80. Diversão garantida para aqueles que conhecem os clichês do rock’n’roll!

http://blogdoheu.wordpress.com/2008/11/24/this-is-spinal-tap/


2- Os Irmãos Cara-de-Pau (1980)

Ok, não é exatamente rock, é uma banda de blues. Mas é um dos melhores “filmes com banda” da história! A banda, liderada pelos atores Dan Aykroyd e John Belushi, não se resumiu ao filme, começou um quadro no famoso Saturday Night Live, e depois a banda continuou na ativa.

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/10/24/os-irmaos-cara-de-pau/

1- Quase Famosos (2000)

Os bastidores de uma banda dos anos 70, vistos por um adolescente aspirante a reporter. Como poucas vezes na história de Hollywood, a banda parece realmente uma banda na tela.

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/03/25/quase-famosos/

A Fera do Rock

A Fera do Rock

Inspirado pela cinebiografia das Runaways, resolvi rever a cinebiografia de um dos meus artistas preferidos, A Fera do Rock, que conta a vida de Jerry Lee Lewis, que tinha o “simpático” apelido The Killer – “O Matador”.

Nos anos 50, o jovem pianista Jerry Lee Lewis é um aspirante a estrela deste novo estilo musical, o rock’n’roll. Ele consegue um contrato com Sam Philips, da Sun Records, gravadora que lançara Elvis Presley pouco antes, e alcança o sonhado sucesso. Mas seu estilo extravagante de viver atrapalha o estrelato.

Vou contar pra vocês que este filme me influenciou no estudo de piano. Se a vida pessoal de Lewis não foi motivo de orgulho, seu estilo de tocar piano é digno de se espelhar!

A Fera do Rock (Great Balls Of Fire, no original) foi baseado no livro escrito por Myra Lewis, a prima e esposa adolescente de Jerry Lee Lewis, e foi dirigido por Jim McBride em 1989. Desconfio que McBride seja um fã do Killer, afinal, seis anos antes ele fez outro filme que também citou Lewis: Breathless (aqui chamado de A Força da Paixão, pra lembrar outro filme com o mesmo ator protagonista, Richard Gere).

Dennis Quaid está excelente como Jerry Lee Lewis. Careteiro e exagerado, Quaid estudou piano para aparecer tocando no filme. Ok, existia um “dublê de mãos”, e todas as músicas foram regravadas pelo próprio Killer. Mas Quaid está lá, com as mãos no piano – ele até toca numa das músicas da trilha sonora! Winona Ryder, então com 18 anos, interpreta Mira, a prima adolescente de Lewis. Ela está ok, mas, pena, ela não parece de jeito nenhum ter 13 anos… Ainda no elenco, Alec Baldwin, John Doe, Stephen Tobolowsky e Trey Wilson.

Falei aqui em cima que o próprio Lewis regravou seus sucessos para o filme, né? Por um lado, isso foi muito legal, as regravações são muito boas, o disco da trilha sonora é sensacional (tocou muito na minha vitrola!). Mas isso trouxe um problema para o filme: a voz de Quaid não é igual à de Lewis. Em algumas cenas, como o show na Inglaterra, ficaram esquisitas, com as duas vozes se alternando.

O filme mostra o início, a ascençao e a queda de Lewis. Outro problema é que o fim do filme é muito deprê, acho que um filme sobre uma das estrelas do rockabilly poderia ser mais pra cima…

Mesmo assim, A Fera do Rock é obrigatório para os fãs de rock!

Controle Absoluto

Controle Absoluto

Jerry (Shia LaBeouf) é um sujeito normal, que, apesar de não gostar muito do sistema, leva uma vida tranquila trabalhando numa loja de xerox (chamada “Copy Cabana”, gostei!). Rachel (Michelle Monaghan) também tem uma vida comum de mãe solteira, cuidando de seu filho. Até que ambos começam a receber telefonemas de uma mulher desconhecida, que usa toda a tecnologia em volta para controlar todos os seus atos, transformando-os em perigosos fugitivos.

Dirigido por D. J. Caruso – que um ano antes fez Paranóia com o mesmo LaBeouf – Controle Absoluto (Eagle Eye no original) é daqueles filmes com ação de tirar o fôlego. O filme é uma correria só!

O elenco é muito bom. Não só LaBeouf e Monaghan estão bem em seus papéis, como o filme ainda conta com coadjuvantes como Rosario Dawson, Billy Bob Thornton e Michael Chiklis.

O filme tem um problema: a ideia é absurda demais! Mesmo depois de sabermos quem está por trás de tudo, fica difícil de acreditar que tudo aquilo pode ser controlado daquele jeito. E também fica difícil de acreditar num plano tão mirabolante, afinal, se eles têm “controle absoluto” sobre tudo, não seria mais fácil fingir um acidente?

Se a gente aceitar os absurdos propostos aqui, é um excelente filme de ação.

A Ilha dos Mortos – Survival of the Dead

A Ilha dos Mortos – Survival of the Dead

E vamos ao sexto filme de zumbis feito por George A. Romero…

A trama é mais do mesmo. Sobreviventes lutam para se manter vivos enquanto zumbis estão espalhados por aí. A diferença aqui é que alguns dos vivos querem “guardar os zumbis” e esperar por uma “cura”.

Temos vários problemas aqui. O primeiro é que parece que Romero se esqueceu que o objetivo de um filme de terror é assustar. Survival of the Dead não assusta nem um pouco… Nem os personagens parecem preocupados com os zumbis em volta! Em momento nenhum o filme dá medo.

Tem outro problema, ainda mais grave: o fim do filme é ridículo. Aquele tiroteiozinho vagabundo foi terrível!

E, ainda na sessão “problemas graves”, temos talvez o maior de todos, uma grande incoerência: sr. Romero, o sr. nos ensinou que zumbis não pensam e não têm total domínio de suas funções motoras. Como assim um zumbi que dirige um carro? Como assim um zumbi que anda a cavalo???

A comparação com os clássicos é inevitável. Afinal, Romero não apenas fez o primeiro filme de zumbis da história, como fez três filmes essenciais para o estilo, a trilogia Noite / Madrugada / Dia dos Mortos, um em cada década (1968, 78 e 85, respectivamente). Nos anos 90, nada de zumbis. Mas agora, nos anos 00, já foram três…

A qualidade dos mais recentes é bem inferior à dos 3 primeiros. Terra dos Mortos (2005) não é ruim, mas é bem mais fraco. Depois veio o subestimado Diário dos Mortos (2007) – pode não ser uma obra prima, mas adorei o uso da câmera subjetiva.

Mas, com relação a Survival of the Dead (2009), não tem nem como defender. O filme é ruim mesmo!

Aparentemente, Romero perdeu a mão. Survival of the Dead é sério como são os seus outros filmes, que nunca caem no trash como a maioria dos filmes de zumbi por aí. Mas aí rolam algumas mortes de zumbi “engraçadinhas”, como a do extintor ou a do sinalizador. Ok, as cenas são engraçadas, mas não têm nada a ver com o “Romero Clássico”. Por um momento achei que estava vendo um filme do Sam Raimi!

Resumindo: sr. Romero, é hora de parar, enquanto ainda nos lembramos de seus bons filmes!

P.s.: Não consegui legendas para Birdemic nem para Buratino. Por isso, temporariamente encerro o SP Terror. Vê-los-ei assim que conseguir as legendas!

A Centopeia Humana (Primeira Sequência)

A Centopeia Humana (Primeira Sequência)

Continuemos com o SP Terror!

A Centopeia Humana tem um dos argumentos mais bizarros que já ouvi na minha vida. Um médico especiaista em siameses / cientista louco quer criar uma centopeia humana, ligando três pessoas através de seus sistemas digestivos – isso mesmo, a boca de quem está atrás conectada cirurgicamente ao ânus de quem está na frente.

Mas só vale pela bizarrice. O filme, escrito e dirigido por um tal de Tom Six, é bem ruinzinho!

As atuações, claro, são caricatas. O mesmo podemos dizer das situações apresentadas pelo filme. Mas quem vai ver um filme com um argumento destes já esperava algo assim.

O problema maior é que o filme só traz a ideia incial, e não desenvolve nada a partir daí. O fiapo de história não sustenta um longa metragem de uma hora e meia. Isso deveria ser um média metragem.

Mais: o filme não é nem um pouco assustador, para ser catalogado numa mostra de terror. E até no gore o filme é fraco! Vemos pouca coisa da cirurgia, e não aparecem detalhes dos corpos conectados.

Aí a gente acaba focando nos defeitos. Ora, como é que o médico louco pensa na comida e respectivos dejetos mas ignora a bebida? E a urina? Sua centopeia nunca iria beber líquidos?

O filme é ruinzinho e ainda traz um gancho pra segunda parte, como previsível pelo título. O imdb entrega: existirá uma parte dois chamada “Sequência Completa). Mas esta será dispensável…

The Crazies – A Epidemia

The Crazies – A Epidemia

Por coincidência, este The Crazies – A Epidemia já estava no meu hd quando soube do SP Terror. Vamos a ele!

Uma pequena cidade americana é tomada por uma intoxicação que transforma os habitantes em violentos psicopatas. O xerife local e sua esposa, médica, tentam lutar pela sobrevivência.

Dirigido por Breck Eisner, The Crazies – A Epidemia é a refilmagem de O Exército do Extermínio, feito por um tal de George A. Romero em 1973. Infelizmente não vi o original, não posso comparar. Mas posso dizer que esta nova versão é muito boa!

A estrutura lembra um filme de zumbis (será coincidência?). A população aos poucos vai ficando infectada, e aqueles que restam precisam lutar pela sobrevivência. Só que não são zumbis, os infectados continuam com domínio de suas funções motoras e morrem como qualquer ser humano. Mais ou menos como em Extermínio.

Outro elemento interessante é o uso do exército. Em determinado momento do filme, aparece o exército com sua habitual truculência para tentar controlar a epidemia. Os sobreviventes têm outro inimigo além dos infectados!

O casal de protagonistas é convincente. Timothy Olyphant é o xerife e Radha Mitchell é a médica. Isso dá credibilidade à história, afinal, o cara que pega em armas não é um cidadão qualquer, assim como a mulher que entende de vírus. Além disso, os atores estão bem em seus papéis.

Gostei do fim do filme, que abre espaço para uma continuação sem forçar a barra. Se vier, que mantenha o bom nível!

II SP Terror

II SP Terror

Este fim de semana começou uma nova edição do SP Terror, festival de filmes de terror (dãã) que acontece em SP (dãã). E, assim como ano passado, nada acontece no Rio…

Bem, assim como ano passado, farei o meu SP Terror particular. Peguei a lista de filmes que passarão no festival e vou baixar o que estiver disponível. Viva a internet!

Lembrando que a edição do ano passado trouxe alguns títulos muito bons. Foi lá a primeira vez que ouvi falar em DeadGirl, excelente filme que não foi lançado aqui (mas já comprei o meu dvd gringo!). Lá também passaram o ótimo Deixe Ela Entrar e o divertido Matadores de Vampiras Lésbicas – ambos foram lançados no circuito depois.

O filme de abertura foi Rec 2, já comentado aqui no blog. Nos próximos dias, pretendo escrever aqui sobre The Crazies – a Epidemia, Survival of the Dead, A Centopeia Humana (The Human Centipede), Buratino – Filho do Pinóquio e Birdemic, que sei que já estão na rede. Isso, claro, se existirem legendas em português, inglês ou espanhol (Buratino é um filme da Estônia – imposível de entender sem legendas!).

Em breve, aqui no blog. Fiquem ligados!

Amor Entre Vampiros – Bitten

Amor Entre Vampiros – Bitten

Um filme de vampiros estrelado por Jason Mewes, o Jay da dupla Jay e Silent Bob, dos filmes do Kevin Smith? Taí, pode ser legal!

Jack (Jason Mewes) é um paramédico que encontra uma bela jovem ensanguentada no meio do lixo. Ele a leva para casa, sem saber que ela é uma vampira.

Não sei o motivo, mas alguns filmes são difíceis de encontrar. É o caso deste Bitten. Ouvi falar dele e procurei para baixar. Não existem muitas opções, mas hoje em dia nada é impossível de a achar. Aí procurei legendas. Só achei legendas em holandês!!! Tentei comprar o dvd, não achei nos sites estrangeiros que costumo frequentar. Dei um tempo, meses depois achei legendas em espanhol num site gringo. E isso para um filme de 2008! Difícil, não?

(Ontem li no imdb sobre uma previsão de lançamento do dvd para este mês, lá nos EUA…)

Mas o filme não é lá grandes coisas. Produção de baixo orçamento, a trama é bobinha e previsível, os atores são fracos e os efeitos especiais são simples demais – produções para a tv como True Blood tem efeitos muito melhores!

Mas o filme tem uma coisa boa: Erica Cox, que faz a vampira Danika. Muito bonita, ela passa boa parte do filme sem roupa. Nisso, Bitten é generoso!

Enfim, tirando bela a vampirinha, filme dispensável…

Martin

Martin

Esqueça o que você conhece sobre filmes de vampiro!

Martin é um filme de vampiros diferente de quase tudo o que o cinema já mostrou. Martin é um vampiro. Mas não é um vampiro como estamos acostumados a ver no cinema. Ele anda por aí de dia, não tem problema com alho e não tem caninos pontudos – na verdade, ele usa navalhas e seringas para extrair o sangue de suas vítimas.

Dirigido por George Romero em 1977, Martin é um interessante exercício sobre vampirismo versus realidade. Uma das coisas legais do filme é a dúvida: Martin é um vampiro de verdade, ou a doença é invenção da cabeça dele?

Aliás, esta dúvida sobre o real versus imaginação também acontece em outro aspecto. A narrativa traz algumas sequências em preto e branco, mostrando trechos do passado de Martin. Mas não sabemos se aquilo aconteceu ou não…

A gente está acostumado a ligar George Romero a filmes de zumbi. Claro, né? Em 1968, ele fez o primeiro filme de zumbi da história, A Noite dos Mortos Vivos, e depois fez outros cinco filmes com o tema. Mas ele não fez só filmes de zumbi, ele também lidou com outros estilos de terror, como Comando Assassino, Creepshow, A Metade Negra – ele fez até filme “não terror”, Cavaleiros de Aço! De mais a mais, em 77 Romero só tinha feito um filme de zumbis…

E Martin, apesar de não ser zumbi, tem a cara do diretor. O ritmo é lento e sério, como habitual nos filmes de Romero, assim como temos personagens bem construídos em uma sociedade bem retratada.

Este é o primeiro filme de John Amplas, que faz um convincente Martin. O elenco ainda traz dois nomes interessantes para os fãs. O próprio Romero faz um papel, como o padre Howard. E Tom Savini, famoso pela maquiagem de boa parte dos filmes de Romero, faz um papel, Arthur, e ainda faz, além da maquiagem, algumas cenas como dublê.

Martin não vai agradar a todos, pelo seu ritmo lento e sua cara de produção de baixo orçamento. Mas, por outro lado, é considerado por muitos como o melhor Romero. Inclusive pelo próprio!

Os Caça-Fantasmas

Os Caça-Fantasmas

Mais um clássico dos anos 80 revisto aqui no blog!

Despejados do departamento de parapsicologia da universidade onde trabalhavam, três cientistas resolvem inovar e criar um novo negócio: uma firma de caçadores de fantasmas. Coincidentemente, uma antiga entidade está prestes a invadir Nova York.

Os Caça-Fantasmas foi um grande sucesso nos anos 80. Uma rara mistura entre comédia e terror, que é assustador onde pede para ser, mas nunca deixa de ser engraçado – e isso tudo sem nunca cair no trash.

Os Caça-Fantasmas foi dirigido por Ivan Reitman, que foi um grande nome nos 80 e nos 90, com títulos como as três comédias de Arnold Schwarzenegger (Irmãos Gêmeos, Um Tira no Jardim de Infância e Júnior) no currículo. Hoje ele anda devagar, parece que deixou a profissão para o filho, Jason Reitman, de Juno e Amor Sem Escalas.

O elenco é muito bom. Bill Murray, Dan Aykroyd e Harold Ramis (os dois últimos também escreveram o roteiro), afiadíssimos, fazem o trio inicial de caça-fantasmas; Rick Moranis repete o papel de “looser” que o tornou famoso nos anos 80; e Sigourney Weaver e Annie Pots têm os papéis principais femininos. A bola fora, na minha humilde opinião, é Ernie Hudson como o quarto caça-fantasma. Sei lá, achei forçado, parece que sentiram necessidadede um ator negro no elenco. Me parece que Hudson está deslocado…

Os efeitos especiais traziam o melhor da tecnologia da época. Hoje, quase 25 anos depois, alguns ainda funcionam, outros “perderam a validade”. Mas nada que atrapalhe o filme, que ainda flui normalmente.

Também é preciso falar da trilha sonora. O tema GhostBusters, de Ray Parker Jr, foi um grande sucesso na época. “Who you gonna call? Ghostbusters!”

Cinco anos depois, o diretor e quase todo o elenco voltaram para uma continuação. E ainda rolou um desenho animado depois. E agora rolam boatos de uma terceira parte para 2012!

E agora fica a dúvida: Os Caça-Fantasmas “sobreviveu” ao tempo? Afinal, o filme é de 1984!

Claro que ainda funciona! Vi com minha filha de 9 anos. Tem algumas cenas com conotação sexual, mesmo assim, pode ser uma boa diversão para toda a família!