Top 10: Piores Adaptações de Quadrinhos de Super-Herois

Top 10: Piores Adaptações de Quadrinhos de Super-Herois

Semana passada listei aqui as melhores adaptações de quadrinhos de super herois. Hoje é dia da lista oposta: as piores adaptações!

Como acontece quase sempre, tive que deixar alguns filmes de fora. Filmes frequentemente lembrados em listas de piores adaptações, como o recente The Spirit, o Hulk dirigido pelo Ang Lee, o Justiceiro do Dolph Lundgren e o Capitão América feito nos anos 70. Ok, nenhum desses é bom, mas heu achei 10 piores.

Vamos aos filmes? A outra lista, a das melhores adaptações, fiz em ordem cronológica, mas muita gente reclamou. Então vamos em ordem de “ruindade” – do “menos pior” até o “pavorosamente ruim”!

10. Supergirl (1984)

Nunca sabemos detalhes como qual o parentesco dela com o Superman, nem como ela conseguiu o uniforme. Christopher Reeve ficou de aparecer, mas deu uma desculpa e pulou fora.

9. Homem Aranha (1977)

Os saudosistas vão defender este Homem Aranha. Mas, com roteiro tosco, atores capengas e efeitos especiais preguiçosos, não tem muito como defender.

8. Fantasma (1996)

Não só o filme ignorou o lado sombrio e ficou parecendo uma mistura de Indiana Jones com Os Trapalhões; como Billy Zane saiu do armário na época do lançamento, gerando a infame piada “Fantasma – O Espírito que ‘Senta’ e Anda”.

7. Spawn (1997)

Rolava uma grande expectativa por ser um dos primeiros filmes com um super-heroi negro. Mas foi tudo jogado fora com uma trama incoerente, efeitos especiais ridículos e atuações fracas…

6. Motoqueiro Fantasma (2007)

Não sei o que ficou pior, se foi o roteiro mal escrito e os efeitos especiais ridículos, ou se foi inventarem que Nicholas Cage tem a mesma idade que Eva Mendes.

5. Mulher Gato (2004)

O ponto mais alto da carreira de Halle Berry foi o Oscar de melhor atriz por A Última Ceia, em 2001. O ponto mais baixo foi esse Mulher Gato, três anos depois. Prefira a Michelle Pfeiffer.

4. Demolidor (2003) e Elektra (2005)

Ambos mereciam lugares na lista, mas os deixei juntos pra dar espaço pra outros filmes. Demolidor já foi muito ruim, mas conseguiu a proeza de ter um spin off ainda pior com Elektra. Não serve nem pela Jennifer Garner com roupas coladas.

3. Superman IV (1987)

Não se sabe ao certo por que este Superman IV foi feito. É tudo muito ruim. A briga na lua contra o Homem Nuclear é digna do seriado Power Rangers.

2. Quarteto Fantástico (1994, 2007)

Outro caso juntar filmes pra deixar espaço pros outros. O Quarteto Fantástico de 2005 nem é tão ruim. Mas sua continuação, Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, de 2007, é pavorosa. Mas a versão de 1994, produzida por Roger Corman, é um forte candidato em qualquer lista de piores filmes da história.

1. Batman & Robin (1997)

Um bom elenco jogado fora. As armaduras tinham mamilos, e temos closes da bunda do Batman. Precisa dizer mais?

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A Casa / La Casa Muda

Crítica – A Casa / La Casa Muda

Laura está com seu pai em uma velha casa, quando ouvem ruídos misteriosos no segundo andar. Ao investigar, a casa aos poucos revela segredos obscuros. Baseado em uma história real acontecida nos anos 40.

O grande chamariz deste filme uruguaio de terror é que ele teria sido filmado com uma câmera fotográfica, em um único e longo plano sequência de 72 minutos – impossível não lembrar de Festim Diabólico, clássico de Hitchcock feito com pouquíssimos planos. O legal aqui é que A Casa é filme de terror, daqueles que criam tensão e dão medo. Nunca rola cara de teatro filmado, inclusive, a câmera entra e sai da casa mais de uma vez.

É muito boa a ideia usada pelo diretor estreante Gustavo Hernández (que também co-escreveu o roteiro e foi responsável pela edição). A primeira parte do filme, a construção do suspense, funciona redondinho. Mas a parte final, a explicação e conclusão, é muito fraca e confusa. Findo o filme, tive que procurar o imdb pra esclarecer algumas dúvidas.

(Aliás, tem gente no imdb duvidando que o tal take único seja verdade – li que a câmera usada só filmaria 12 minutos. Mas isso pouco importa, o resultado é impressionante, mesmo que rolem alguns cortes imperceptíveis.)

O roteiro é eficiente na construção do clima tenso e na coreografia da câmera, que passeia ininterrupta pelo cenário e pelos atores. Mas tem falhas, Laura é talvez um pouco histérica demais, e, na minha humilde opinião, acho que dificilmente ela continuaria vasculhando a casa.

Também gostei da opção de Hernández de não usar a câmera subjetiva, como muitos filmes por aí têm feito (tipo Bruxa de Blair, [REC], Diário dos Mortos e Atividade Paranormal). Hoje isso é tão comum que a ideia perdeu um pouco de força. Aqui a câmera não está na mão de um personagem, apenas observa.

Pena que o fim estraga o que seria um dos mais inovadores filmes de terror da história. Mesmo assim, acho que vale. Início bom, fim ruim, média 5. Dá pra passar.

Ah, sim, claro… O filme ainda não estreou aqui (tem previsão para julho), mas já tem refilmagem hollywoodiana com estreia agendada para este ano..

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Super

Crítica – Super

Kick-Ass foi uma agradável surpresa, um dos melhores filmes de 2011. E o que Hollywood faz com boas ideias? Repete!

Frank é um cara comum. Mas, quando sua esposa o deixa para ficar com um traficante de drogas, ele resolve virar o “Crimson Bolt”, um super-heroi, mesmo sem ter nenhum super poder.

Super nem é ruim. O problema é a ideia é MUITO parecida com Kick-Ass. Um garoto meio nerd, fã de quadrinhos e com poucos amigos, que resolve virar um super-heroi, mesmo sem ter super poderes… A diferença está no “sidekick”: em vez de Hit Girl, aqui rola a Boltie, boa personagem de Ellen Page. E Super tem outro problema: um cara com o perfil de Frank não ia ser bom em briga de rua, o cara ia apanhar mais do que bater.

Apesar disso tudo, Super é um bom filme – é só a gente esquecer de Kick-Ass. Um dos acertos é o elenco. Rainn Wilson, com sua cara de ultra nerd, é a escolha perfeita para o esquisitão que resolve combater o crime. Ellen Page também está ótima, bonitinha e maluquinha na dose exata. E ainda tem Kevin Bacon, Liv Tyler, Michael Rooker e Nathan Fillion.

O diretor é James Gunn, cria da Troma, e que anos atrás fez o divertido Seres Rastejantes. Aqui ele deixou o ar trash de lado e fez um filme com cara de quadrinhos – em alguns momentos, o visual lembra Scott Pilgrim Contra O Mundo, aparecem até onomatopéias na tela. E a abertura do filme é uma simpática animação no estilo dos quadrinhos que aparecem na trama.

O roteiro, também escrito por Gunn, é eficiente ao alternar estilos – às vezes parece comédia, às vezes ação, às vezes, até drama. E os personagens são interessantes, principalmente os dois principais.

Como falei antes, Super não é ruim. Mas a comparação com Kick-Ass é inevitável. E, na comparação, Super perde.

Ah, e para quem gosta do estilo, li no imdb que tem mais um, Defendor, que faz uma “trilogia” ao lado de Super e Kick-Ass. Vou baixar pra ver qualé.

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Homem Aranha (1977)

Crítica – Homem Aranha (1977)

Outro dia me mandaram por e-mail um link para baixar este Homem Aranha, piloto de uma série de tv que rolou no fim dos anos 70. Baixei pra rever e ver o quanto era tosco.

Peter Parker (Nicholas Hammond) é picado por uma aranha radioativa e descobre que agora pode subir pelas paredes. Aí ele resolve costurar uma roupa e combater o crime. Neste piloto, ele enfrenta um vilão que está chantageando a cidade, ameaçando “destruir” algumas pessoas.

The Amazing Spider-Man (no original) passou nos cinemas brasileiros, mas é um filme para a tv – o mesmo aconteceu com Galactica, Astronave de Combate. Se a tecnologia da época já não permitia vôos muito altos, a situação era ainda pior com telefilmes. O filme se esforça em colocar um cara fantasiado pendurado nos prédios – em tempos de cgi, isso é legal de se ver, apesar de parecer que ele mal toca as paredes. Mas rolam também cenas em chroma-key, e não tiveram o cuidado de encaixar o ator engatinhando em cima de paredes – várias vezes ele passa por parapeitos e janelas como se fosse tudo uma superfície lisa. Isso ficou muito capenga.

O roteiro é muito mal escrito e é cheio de coisas forçadas. Um vilão que hipnotiza pessoas para cometerem suicídio? Detalhe: só pessoas que o procuram! Não faz o menor sentido. Será que não havia vilões melhores nos quadrinhos do Homem Aranha? E isso é só uma coisa, procurando, a gente acha um monte de outras inconsistências, como o romance de Peter Parker ou as lutas, onde o Aranha parece que foge mais do que luta.

Ninguém no elenco ficou conhecido depois. E o elenco não funciona bem, não sei se é porque os atores são fracos, ou porque os personagens são mal escritos. Talvez seja uma combinação dos dois. Mais: o ator principal me pareceu velho demais – Nicholas Hammond tinha 27 anos na época. Mas Tobey Maguire também tinha 27 quando começou a interpretar Peter Parker nos filmes do Sam Raimi, então, xapralá…

Nem tudo no filme é de se jogar fora. A trilha sonora, um instrumental funkeado, é sensacional. Ok, às vezes parece um filme pornô dos anos 70. Mas mesmo assim ficou legal no filme.

Depois do filme, rolou uma curta temporada com apenas 13 episódios, exibidos entre setembro de 77 e julho de 79. E a série quase caiu no esquecimento. Curiosamente, O Incrível Hulk, outro seriado da mesma época, também baseado num heroi da Marvel, vive até hoje na memória dos fãs de seriados.

Enfim, este Homem Aranha não é bom, visto hoje, parece até um trash. Mas vai agradar os saudosistas.

Psych 9

Crítica – Psych 9

Uma mulher um pouco desequilibrada consegue um emprego pra trabalhar sozinha, no turno da noite, em um hospital abandonado. Ela desconfia que o hospital tem algo a ver com um assassino serial que age nas redondezas.

Dirigido pelo estreante Andrew Shortell, Psych 9 tem um grave problema: não se decide entre “filme sobrenatural” e “filme de serial killer”. Às vezes, ruma para um lado, às vezes pro outro. E acaba se perdendo, sem identidade.

Pena, porque nem tudo no filme é ruim. Gostei muito dos cenários no hospital abandonado. O filme foi rodado em Praga, na República Tcheca. Aparentemente, pegaram um grande prédio abandonado no Velho Mundo para set de filmagens. Boa ideia, o clima ficou sinistro.

O elenco é “lado B”, mas ninguém compromete. Me pergunto por que Sarah Foster nunca teve uma boa chance na carreira – me lembro dela em The Big Bounce, e nada mais, acho que ela merecia um bom papel em um grande filme. Além dela, o filme conta com Cary Elwes (Jogos Mortais, Robin Hood do Mel Brooks), Michael Biehn (Exterminador do Futuro) e Gabriel Mann.

Psych 9 não é ruim. Mas também não é bom. Dispensável…

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Supernatural – Sexta Temporada – Season Finale

Crítica – Supernatural – Sexta Temporada – Season Finale

Admito que sou fã desta série. Tanto que já falei dela três vezes aqui no blog. Sou tão fã que preciso dedicar mais um post a ela. Pena que hoje não é pra falar bem.

Pra quem não conhece a série: os irmãos Dean (Jensen Ackles) e Sam Winchester (Jared Padalecki) são “caçadores”. Vivem de cidade em cidade, caçando monstros, demônios e outras criaturas bizarras e assustadoras. A série começou no estilo “mosntro da semana”, mas, aos poucos, o clima foi ficando mais sério. Um dos irmãos se envolveu com demônios, o outro, com anjos, que apareceram na trama.

Tudo rumava para um fim de série épico – isso, no fim da quinta temporada. O problema é que a série não acabou, rolou a sexta, e agora, pelo jeito, teremos a sétima temporada.

A sexta temporada nem foi ruim. Foi irregular, alternou bons episódios com outros dispensáveis. O problema é que a temporada anterior lidava com o Apocalipse. Na boa, depois de enfrentar o Apocalipse, todo o resto parece sem importância. A sexta temporada pareceu uma grande (e longa) encheção de linguiça.

(Mas admito que, mesmo sem estar nos seus melhores dias, a temporada teve vários momentos excelentes. O episódio onde eles vão parar num mundo alternativo – a vida real, por trás das câmeras! – foi sensacional. E achei genial a ideia de salvar o Titanic porque ninguém mais aguenta a música da Celine Dion.)

O último episódio (duplo) foi bom, cheio de referências a H.P. Lovecraft. Mas terminou com um cliffhanger perigoso. Cliffhanger é aquele gancho que rola no fim de um episódio, que deixa os espectadores boquiabertos. A temporada termina com um gancho que, na minha humilde opinião, não terá fôlego pra segurar uma temporada inteira. Ou seja, a sétima temporada provavelmente vai ter mais enrolação…

Sou fã de Supernatural. Sou tão fã que preferia que ela não continuasse, mas tivesse um final digno…

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Outros posts sobre Supernatural aqui no Blog do Heu:
Supernatural – S05E01
Supernatural S05E08
Supernatural.S06E01

Top 10: Melhores Adaptações de Quadrinhos de Super-Herois

Top 10: Melhores Adaptações de Quadrinhos de Super-Herois

Quem me lê sempre por aqui sabe que não tenho o hábito de ler quadrinhos. Mas como curto ver “cinema pipoca”, então vejo muitos filmes baseados em quadrinhos. Mesmo assim, sempre os analiso pelo ângulo cinematográfico, pra mim é mais importante o filme em si ser bom do que ser uma adaptação fiel.

Conversando com amigos numa lista de discussão, me foram sugeridas duas listas de Top 10, uma com as melhores adaptações de quadrinhos de super-heróis, outra com as piores. Duas listas complementares, assim como fiz com as listas de atores e atrizes parecidos. (Aliás, acho que de vez em quando farei isso, listas de piores e melhores…)

Começarei com a lista de melhores, daqui a alguns dias, publicarei a lista de piores!

Mais uma coisa: esta é uma lista de adaptações de quadrinhos de super-heróis. Assim, filmes legais como Sin City, 300 e V de Vingança, apesar de serem boas adaptações de quadrinhos, não entram na lista.

Vamos aos filmes? Em ordem cronológica…

1. Superman (1978)

Considerado por muitos a melhor adaptação de todos os tempos, é referência até hoje, mais de 30 anos depois.

2. Batman (1989)

O terceiro e o quarto Batman (95 e 97) foram tão ruins que muita gente esqueceu que o primeiro, de Tim Burton, é muito bom.

3. Blade 2 (2002)

O primeiro Blade foi apenas legal. Guillermo Del Toro assumiu o segundo, e foi um daqueles casos de continuação muito melhor que o original.

4. X-Men 2 (2003)

O primeiro X-Men foi bom, o segundo foi ainda melhor. O terceiro escorregou, assim como o spin off Wolverine. Vem mais um filme esse ano…

5. Homem Aranha 2 (2004)

Sam Raimi praticamente inaugurou a atual safra de boas adaptações de quadrinhos. Se o primeiro Homem Aranha já foi bom, o segundo foi ainda melhor.

6. Hellboy (2004 / 2008)

Guillermo Del Toro voltou ao universo dos quadrinhos com as duas adaptações deste personagem meio underground. Ambos os Hellboy valem a pena.

7. Homem de Ferro (2008)

Um super-heroi com a cara do Robert Downey Jr. A continuação é tão boa quanto o original.

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/02/12/homem-de-ferro/

8. Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008)

A franquia Batman renasceu com o bom Batman Begins, e teve neste Dark Knight um dos melhores filmes do ano – com direito a Oscar póstumo para o Coringa de Heath Ledger.

9. Watchmen (2009)

Eram quadrinhos considerados “infilmáveis” por muita gente. Zack Snyder assumiu o desafio e, caprichando no visual, fez um bom trabalho.

http://blogdoheu.wordpress.com/2009/03/07/watchmen/

10. Thor (2011)

A Marvel continua investindo pesado em Hollywood, e trouxe Keneth Branagh para o universo dos quadrinhos. Em breve teremos Capitão América e Os Vingadores…

http://blogdoheu.wordpress.com/2011/04/30/thor/

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Aguardem, em breve mandarei a lista das piores adaptações de quadrinhos de super-herois!

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Los Cronocrimenes

Crítica – Los Cronocrimenes

Semana passada fiz aqui um Top 10 de filmes com viagens no tempo. Li coisas boas sobre este Los Cronocrimenes – admito que não o conhecia. Baixei, vi, e me surpreendi: é realmente muito bom!

Um homem acidentalmente vai parar em uma máquina do tempo, e volta no tempo, aproximadamente uma hora e meia no mesmo dia. Mas seus atos na linha temporal paralela criam consequências inesperadas.

Falei aqui ontem da comédia FAQ About Time Travel. Los Cronocrimenes é bem semelhante em sua estrutura: ambos são produções simples e baratas, baseados em um roteiro que usa idas e vindas no tempo de maneira inteligente. A teoria usada aqui é a mesma de O Exterminador do Futuro: a linha do tempo é imutável, tudo o que acontece é consequência dos atos durante a viagem no tempo. E não adianta tentar consertar…

Trata-se de uma produção espanhola de 2007, escrita e dirigida por Nacho Vigalondo. Não é de hoje que a Espanha nos presenteia com bons filmes fantásticos – lembrem-se de filmes como Abra Los Ojos, REC, O OrfanatoLos Cronocrimenes segue a tradição. Não é comédia, nem ação, é um suspense que usa viagens no tempo em sua estrutura.

A narrativa segue o personagem Hector, e deixa buracos que são explicados quando ele volta na linha do tempo – afinal, vemos tudo de novo, através de outro ponto de vista. O roteiro é legal, mas não é perfeito. A gente fica se perguntando por que Hector toma algumas decisões, no mínimo, estranhas. Parece que ele só faz o que faz pra justificar a linha temporal…

O ator Karra Elejalde não ajuda. Não é um ator ruim, mas seu personagem é extremamente antipático. Ainda no elenco, Candela Fernandez, Bárbara Goenaga e o próprio diretor Nacho Vigalondo, como o cientista .

Mas o resultado final é muito bom. Los Cronocrimenes é daquele tipo de filme que, quando acaba, a gente fica tentando resolver o quebra-cabeças mental, ver se todas as pontas foram fechadas. Voltei alguns trechos, não achei nenhum furo…

Os direitos do filme foram comprados por produtores hollywoodianos. Parece que em 2012 estreia a versão americana. Não posso falar mal antes de ver, mas, se a refilmagem seguir a linha de Vanilla Sky ou Quarentena (refilmagens de Abra Los Ojos e REC, respectivamente), prefira o original espanhol!

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Frequently Asked Questions About Time Travel

Crítica – Frequently Asked Questions About Time Travel

Pesquisando sobre filmes com viagem no tempo pra o Top 10, li sobre este filme, de 2009, do qual nunca tinha ouvido falar. Fiquei curioso e corri pra baixar.

Três amigos, dois deles nerds assumidos (apesar de não gostarem do termo “nerd”), encontram uma “falha temporal” no banheiro do pub onde estão. A trama acompanha o trio em diversas idas ao futuro e voltas ao passado, onde eles vivenciam várias situações presentes em filmes de viagens no tempo – daí o nome do filme: “Perguntas Frequentes Sobre Viagem no Tempo“, numa tradução literal.

Trata-se de uma comédia misturada com ficção científica. É uma produção simples, na verdade é um filme pra tv, co-produção da BBC e da HBO. Mas não pense que é uma super-produção, que nem Game of Thrones. FAQ About Time Travel é uma ficção científica com efeitos especiais discretíssimos.

O forte aqui é o roteiro, muito bem escrito nas idas e vindas no tempo. O filme se passa quase inteiramente dentro do pub e nos seus poucos cenários. E a maior parte das cenas conta apenas com os três atores principais – Anna Faris, apesar de estar no cartaz e ser o nome mais famoso, tem um papel secundário.

O roteiro, do estreante Jamie Mathieson, é muito bem escrito, e cria várias cenas interessantes e divertidas usando os exemplos conhecidos de teorias sobre viagens no tempo (como, popr exemplo, não alterar nada no passado, ou não deixar o seu “eu” do passado ver você). Além disso, ainda traz um monte de referências a vários filmes, como Guerra nas Estrelas, Flash Gordon, Crônicas de Nárnia e Firefly, entre outros.

É importante falar que o filme é inglês, assim como o seu estilo de humor. Heu gosto de humor inglês, mas sei que tem muita gente por aí que prefere um humor mais, digamos, “convencional”. Pra quem curte o estilo, é um prato cheio.

O filme foi dirigido por Gareth Carrivick, que tinha uma boa experiência na tv. Infelizmente, Carrivick faleceu um ano depois do filme… No elenco, além de Faris, como uma garota do futuro que aparece em algumas cenas-chave, temos Chris O’Dowd, Marc Wootton e Dean Lennox Kelly como os três amigos. Acho que só O’Dowd é (pouco) conhecido aqui, ele esteve em As Viagens de Gulliver e é um dos principais atores do seriado cult The IT Crowd.

O filme é curtinho, menos de uma hora e vinte, pena… Esse é daqueles que fica com “gostinho de quero mais”!

FAQ About Time Travel é daqueles que tem cara de que nunca será lançado por aqui. Pretendo comprar o dvd importado. Enquanto isso, sorte a nossa que existe o download…

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Top 10: Melhores Lutas Longas

Top 10: Melhores Lutas Longas

Seguindo mais uma sugestão, o Top 10 de hoje é com as melhores lutas longas do cinema!

Gosto de filmes de ação, mas confesso que tem muito filme legal de pancadaria que heu não vi. Por isso, agradeço a inestimável ajuda do meu amigo Bernardo Bazão, que montou a lista comigo.

A ideia é reunir lutas longas, daquelas que o mocinho e o bandido ficam vários minutos pela tela. Mas não cronometrei cada luta pra estabelecer a ordem. Assim, a ideia inicial, que seria “Lutas Mais Longas”, virou “Melhores Lutas Longas”. Acho que assim consigo fazer uma lista melhor…

Vamos aos filmes!

10. The Protector

Começo o Top 10 com uma sugestão do Bazão, este filme tailandês de 2005 com o mestre em artes marciais Tony Jaa.

9. Rocky IV

Não sou especialista na série Rocky. Mas me parece que a luta entre Rocky Balboa e Ivan Drago é a escolha certa para esta lista.

8. Sherlock Holmes

O filme começa com Sherlock Holmes num ringue de boxe. Mas a luta que merece ser citada é contra o grandalhão Dredger, interpretado pelo ator grandalhão Robert Maillet.

http://blogdoheu.wordpress.com/2010/01/11/sherlock-holmes/

7. Amor à Queima Roupa

Neste filme de Tony Scott com roteiro de Quentin Tarantino, Christian Slater apanha que nem boi ladrão de um Gary Oldman cego de um olho e com dreadlocks no cabelo.

6. Máquina Mortífera

Mel Gibson aprendeu duas artes marciais brasileiras para a cena final do filme: jiu-jitsu e capoeira. A cena, na qual ele luta contra Gary Busey durante cinco minutos debaixo de chuva, foi rodada em quatro noites.

5. Missão Impossível 2

A luta final, na praia, entre Tom Cruise e Dougray Scott, é um espetáculo em câmera lenta, marca registrada do diretor John Woo. Só faltaram as pombas voando! (as pombas estão em outro momento do filme).

4. Matrix Reloaded

A continuação de Matrix é bem inferior ao filme original, mas tem uma boa luta – a luta entre Neo e algumas dezenas (centenas?) de Agentes Smith tem espaço nesta lista.

3. Kill Bill

Mais uma vez, Kill Bill está num Top 10… A Noiva tem várias lutas longas aqui, podemos escolher a da Vernita Green, a da Elle Driver… Mas ainda prefiro a luta contra os Crazy’88, terminando com a O-Ren Ishii.

2. Eles Vivem

A luta de mais de cinco minutos entre Roddy Piper e Keith David era pra durar apenas 20 segundos, mas os atores ensaiaram por três semanas e resolveram lutar de verdade.

http://blogdoheu.wordpress.com/2010/02/26/eles-vivem/

1. Os Duelistas

O filme de estreia de Ridley Scott ganhou o primeiro lugar da lista porque é, basicamente, uma única luta, dividida em várias partes.

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Em breve, melhores e piores adaptações de quadrinhos de super-herois!

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