O Turista

O Turista

Depois de ganhar o Oscar de melhor filme estrangeiro por A Vida Dos Outros, o diretor alemão Florian Henckel von Donnersmarck foi convidado para ir para Hollywood para refilmar Anthony Zimmer – A Caçada. A ideia parecia boa, já que o elenco contava com o star power de Angelina Jolie e Johnny Depp e as belas locações de Veneza.

Sim, a ideia era promissora. Mas não funcionou…

Elise (Angelina Jolie) é amante de Alexander Pearce, um misterioso homem procurado pela polícia e por mafiosos russos. Em um trem para Veneza, ela encontra um turista americano, Frank (Johnny Depp), e resolve usá-lo como isca para enganar tanto a polícia quanto os mafiosos.

Não sei exatamente qual foi o problema, mas O Turista não engrena. Talvez tenha sido a indecisão do diretor von Donnersmarck ao escolher o estilo do filme – às vezes parece policial, mas um policial devagar demais (perseguições em lanchas lentas?); às vezes parece comédia (Johnny Depp insiste em falar espanhol em plena Itália). Talvez tenha sido a previsível e ridícula virada de roteiro bem ao fim do filme.

Aliás, preciso falar dessa virada de roteiro, mas, antes, os tradicionais avisos de spoiler:

SPOILERS!

SPOILERS!

SPOILERS!

SPOILERS!

SPOILERS!

No fim do filme descobrimos que na verdade Frank é Alexander Pearce. E aí, acaba o filme e começamos a pensar em várias situações ao longo do roteiro onde isso não teria lógica. Caramba, e se Elise não se sentasse perto dele no trem? E, seguindo essa linha, descobrimos inúmeros “e se”…

FIM DOS SPOILERS

No elenco, além de Jolie e Depp, temos Paul Bettany, Timothy Dalton e Rufus Sewell. As atuações foram alvo de piada de Ricky Gervais na entrega do Globo de Ouro – ele falou que, num mercado cheio de filmes em 3D, O Turista trazia atuações em 2D. Mas não achei nada tão comprometedor assim. se o filme é fraco, não é culpa do elenco, os atores nos apresentam o esperado.

Enfim, tem coisa melhor no circuito…

Ladrões

Ladrões

Um sofisticado grupo de ladrões tem poucos dias para planejar um roubo que pode render milhões de dólares. Ao mesmo tempo, um obcecado policial descobre pistas que o aproximam dos bandidos.

Ladrões (Takers, no original) é um competente filme de ação. Ok, não rola nada de original na tela. Mas pelo menos é um feijão com arroz bem temperado.

As cenas de ação, se parecem copiadas de outros filmes, pelo menos são bem feitas. Gostei de momentos como a cena do roubo ao carro forte, ou a perseguição a Jesse – parece que o cantor Chris Brown quer se firmar como um astro de ação.

Sobre o elenco, nenhuma grande atuação, como era de se esperar, mas ninguém atrapalha. Matt Dillon, Idris Elba e Paul Walker, bons atores (apesar de nada excepcional em seus currículos), rendem o esperado. Hayden Christensen mostra o que os fãs de Star Wars já sabiam: atuação não é o seu forte, mas ele pode funcionar, se for coadjuvante. Chris Brown e T.I. são estrelas da música pop, e aqui tentam atuar – Brown acerta um pouco mais do que T.I., exagerado demais, o ponto mais fraco do elenco. Por fim, achei desperdício escalar um nome forte como Zoe Saldana para um papel minúsculo – tudo bem que era o principal papel feminino, mas mesmo assim, a atriz de Star Trek e Avatar merecia mais tempo de tela.

Os mais mal-humorados vão reclamar, dizendo que o roteiro é cheio de clichês, que os personagens são rasos, e que várias situações são inconsistentes. É tudo verdade. Assim como é verdade que Ladrões é uma boa diversão sem a pretensão de ser um clássico do cinema de ação, apenas uma honesta maneira de se gastar uma hora e quarenta e sete minutos.

Bravura Indomita

Bravura Indômita

E, mais uma vez, o novo filme dos irmãos Coen está badalado para ganhar vários prêmios no Oscar, como aconteceu com Onde os Fracos Não Têm Vez, que ganhou quatro estatuetas em 2008 (filme, direção, roteiro e ator coadjuvante).

Com apenas 14 anos de idade, a adolescente Mattie Ross está determinada a encontrar o bandido Tom Chaney, assassino de seu pai, e vingar a sua morte. Para tal, contrata um xerife durão, o velho e beberrão Reuben J. “Rooster” Cogburn, e o acompanha numa caçada no meio das terras indígenas. O Texas Ranger LaBoeuf acaba se juntando aos dois, formando um improvável trio.

Admito que não sou muito fã de westerns, mas reconheço que Bravura Indômita é muito bom.Infinitas vezes melhor que o decepcionante Um Homem Sério, o penúltimo filme dos irmãos Coen. Está concorrendo a 10 Oscars. Se vai ganhar, não sei. Mas se levar alguns prêmios pra casa, não será injusto.

É uma refilmagem, mas não é. Explico. Essa mesma história foi filmada em 1969, com John Wayne no papel de Rooster Cogburn. Mas esta nova versão não se baseia no filme antigo, e sim no livro de Charles Portis. Ou seja, é um novo roteiro, não é exatamente uma refilmagem…

O roteiro é dos irmãos Coen, mas não parece muito. Senti falta de situações e personagens esquisitos. Bem, tem alguns, como a hilária cena do cara vestido de urso; ou Harold, o bandido que imita animais. Mas, para os criadores do Grande Lebowski, achei pouco!

Falando em Lebowski, Jeff Bridges está ótimo, como sempre. Mas o filme é da pequena Hailee Steinfeld. Com apenas 14 anos, ela mostra firmeza nos diálogos bem escritos pela dupla de irmãos, e se destaca em um filme contracenando com veteranos como Bridges e Matt Damon. E não sei por que o nome do Josh Brolin tem destaque – seu personagem é importante, mas sua aparição na tela é bem pequena.

Precisamos ainda citar o bom trabalho de Roger Deakins na fotografia, usando belíssimos planos de paisagens de faroestes; além da bem colocada trilha sonora de Carter Burwell.

Na minha humilde opinião, Bravura Indômita não é um dos melhores da excelente filmografia dos irmãos Coen – talvez seja pelo fato já citado que não gosto muito de westerns. Mas, indubitavelmente, trata-se de um grande filme!

O Invasor

O Invasor

Por motivos diversos, não tenho acompanhado a carreira do diretor Beto Brant. Mas admito que gosto muito dos seus três primeiros filmes: Os Matadores (1998), Ação Entre Amigos (1999) e este O Invasor (2002).

Ivan (Marco Ricca) e Gilberto (Alexandre Borges) são sócios de uma construtora. Os negócios vão bem, mas existem atritos com Estevão, o sócio majoritário. Ivan e Gilberto decidem então contratar o matador de aluguel Anísio (Paulo Miklos) para assassinar Estevão e assim assumirem a construtora. Entretanto, Anísio tem seus próprios planos de ascensão social e resolve se intrometer na construtora e nas vidas de Ivan e Gilberto.

O grande trunfo de O Invasor é a atuação de Paulo Miklos, membro da banda paulista Titãs. Miklos faz um Anisio sensacional. Fiquei curioso em saber mais sobre a carreira do Miklos ator (porque o Miklos músico heu já conhecia). Pouco depois, ele fez um pequeno papel em uma minissérie da HBO e outro em uma novela – e vi que era o mesmo Anisio! Descobri que Miklos não é exatamente um bom ator, ele é um bom personagem…

Mas o elenco não tem só Miklos. Marco Ricca e Alexandre Borges estão bem, assim como Malu Mader e Mariana Ximenes, que ainda nos brindam com cenas sensuais.

A câmera é nervosa, o filme traz longos planos com a câmera na mão, seguindo os atores. Muitas imagens têm pouca iluminação, trazendo uma interessante fotografia granulada. A trilha sonora pouco convencional também funciona bem nos momentos certos.

O roteiro não é perfeito. Por exemlo, achei estranho mostrar que Ivan é casado, para depois mostrar seu envolvimento com a personagem de Malu Mader, sem explicar o que aconteceu ao casal. E o fim do filme traz uma reviravolta, na minha humilde opinião, desnecessária. Parece que Brant não sabia como terminar seu filme. Particularmente, não gostei do fim, mas nada que estrague o conjunto de um dos melhores filmes nacionais da década passada.

1066 – The Battle For Middle Earth

1066 – The Battle For Middle Earth

Mini-série da tv inglesa, 1066 – The Battle For Middle Earth usa o formato de documentário para contar uma épica saga de três grandes batalhas que aconteceram na Inglaterra no ano de 1066. Os ingleses tiveram os vikings como inimigos em Midland e Stamford Bridge, e depois andaram 200 milhas para enfrentar normandos em Hastings.

O que é interessante aqui é a mudança do foco. Em vez de acompanharmos nobres ou guerreiros, vemos tudo sob o ponto de vista do camponês comum que foi recrutado para lutar na batalha.

Também é legal ver tudo como se fosse um documentário. Claro que não tinha como ser um documentário de verdade, não existem imagens feitas em 1066, isso aconteceu há quase mil anos! Atores representam supostos personagens das batalhas de 1066.

O sub-título do filme – “The Battle For Middle Earth” – pode gerar alguma confusão, pois a saga O Senhor dos Aneis também usa o local “Middle Earth”. Mas 1066 não tem nada a ver com os livros de Tolkien e os filmes de Peter Jackson, a não ser um ou outro nome – os ingleses chamam os normandos de “orcs”, sei lá por qual motivo.

O único ator conhecido não aparece, é o narrador Ian Holm, que, coincidência ou não, interpretou Bilbo Bolseiro na saga de Peter Jackson, o que pode ajudar na confusão… O resto do elenco, de rostos desconhecidos, está ok.

O visual traz alguns cenários naturais bem bonitos, e as batalhas têm algum sangue, mas nada excessivo.

Com aproximadamente três horas de duração, 1066 – The Battle For Middle Earth não é essencial, mas é uma boa opção para os fãs do gênero.

Santuário

Santuário

A divulgação do filme usa o nome de James Cameron e promete algo do nível de Avatar. Será que Santuário é isso tudo?

Um time de espeleólogos / mergulhadores está em uma enorme caverna, ainda inexplorada, quando uma tempestade tropical pega todos de surpresa e os força a procurar uma nova saída.

Bem, a divulgação não mentiu ao usar o nome de Cameron. Ele é produtor do filme. Aliás, me parece que Santuário foi uma espécie de laboratório para experimentar as câmeras usadas em Avatar – esta é a conexão entre os filmes.

O resultado é o ponto positivo de Santuário. O visual das imagens submersas é lindíssimo, principalmente se visto em 3D.

Mas belas imagens têm pouco valor se não forem acompanhadas de uma história. O roteiro de Santuário é fraquinho… O filme é repleto de clichês, e os personagens são todos exagerados.

No elenco, nenhum grande nome. Ioan Gruffudd esteve em Rei Arthur e Quarteto Fantástico e Richard Roxburgh, em Missão Impossível 2 e Van Helsing. De resto, ninguém digno de nota.

No fim, fica aquela impressão que, se Santuário tivesse um bom roteiro, poderia, talvez, ser um filme interessante. Mas, não, só vale pelas belas imagens subaquáticas.

As Melhores Coisas do Mundo

As Melhores Coisas do Mundo

As Melhores Coisas do Mundo acompanha um mês da vida de Mano, um adolescente de 15 anos, que vive os dramas normais da sua idade: amizades, perda da virgindade, paixões não correspondidas, bullying, etc.

O filme é um excelente retrato da adolescência contemporânea brasileira – talvez o melhor já feito no cinema nacional. A diretora Laís Bodanzky (Bicho de Sete Cabeças) e o roteirista Luiz Bolognesi se basearam na série de livros Mano, de Gilberto Dimenstein e Heloísa Prieto, mas também pegaram depoimentos de adolescentes de escolas paulistanas para dar uma aprimorada no texto. E o resultado final ficou muito bom.

O elenco traz alguns atores veteranos, como Denise Fraga, Caio Blat e Paulo Vilhena, misturados com jovens com pouca ou nenhuma experiência em atuação. Francisco Miguez faz um bom trabalho como Mano, mas não podemos dizer o mesmo sobre Fiuk (o filho do Fábio Jr.), que interpreta Pedro, seu irmão mais velho.

Se o roteiro funciona bem, a parte técnica tem suas falhas. E aí a gente cai num problema que atinge boa parte do cinema nacional: o som. Por que quase todo filme nacional tem o som embolado? Por que quase todo filme nacional tem diálogos que se tornam incompreensíveis? E alguns atores, provavelmente por falta de preparação vocal, ainda pioram a situação. Metade das frases proferidas por Fiuk e pela menina novata Gabriela Rocha são incompreensíveis.

O fim do filme nem é ruim. Mas vou falar que poderia ser menos óbvio, parecia final previsível de comédia romântica…

No fim, ao colocar prós e contras na balança, As Melhores Coisas do Mundo é um bom programa, uma prova que existe inteligência no cinema jovem nacional.

The Informers – Geração Perdida

The Informers – Geração Perdida

Los Angeles, 1983. Várias histórias com personagens de moral duvidosa se entrelaçam, envolvendo sexo, drogas, violência e AIDS.

Sabe quando um filme parece que vai ser legal, mas quando acaba, a gente fica com a sensação de que nada aconteceu em uma hora e quarenta minutos?

Algumas coisas me atraíam neste filme. A trama é ambientada em 1983 – gosto dos anos 80 – e o roteiro é baseado num livro de Brett Easton Ellis, o mesmo do cultuado (e oitentista legítimo) Abaixo de Zero. O roteiro traz alguns nomes legais, como Winona Ryder, Billy Bob Thornton, Mickey Rourke e Kim Basinger, e ainda tem a bonitinha Amber Heard, de Zombieland, com pouca roupa em quase todas as suas cenas. É, The Informers prometia…

Mas os personagens entram e saem da tela, as cenas passam, e nada interessante acontece.

São muitos personagens e várias subtramas, e algumas delas são bem sem graça. Talvez seja este o problema, talvez se o roteiro fosse mais enxuto, menos personagens, e se aprofundasse mais em menos subtramas, o filme ia ser mais interessante. Por exemplo, na minha humilde opinião, aquela história do pai que leva o filho ao Havaí era dispensável, era melhor aprofundar mais na trama do Mickey Rourke e o misterioso sequestro, ou então no popstar drogado Bryan Metro.

Pelo menos o visual do filme é muito legal, a ambientação oitentista é perfeita. E o elenco, de um modo geral, está bem. Pena que falta história…

p.s.1: Li no imdb que o livro original traz uma subtrama com um vampiro, que seria interpretado por Brandon Routh. Vampiros estão meio batidos hoje em dia, mas talvez fosse uma boa pro filme sair do marasmo.

p.s.2: Fiquei esperando pra ver se os personagens de Mickey Rourke e Kim Basinger se encontravam. Ia ser engraçado rever a dupla de 9 1/2 Semanas de Amor 23 anos depois. Principalmente porque ela virou uma cinquentona bonita, e ele está cada dia mais feio!

Corrida Mortal 2

Corrida Mortal 2

Apesar do número “2” no título, na verdade trata-se de um prequel do filme Corrida Mortal, de 2008.

No primeiro Corrida Mortal, o personagem de Jason Statham é chamado para tomar o lugar de um corredor morto, o lendário Frankenstein, em uma violenta corrida de carros dentro de uma grande penitenciária, transmitida ao vivo pelo pay per view. Este prequel mostra a origem da corrida e do piloto Frankenstein.

Corrida Mortal 2 tem seus méritos e seus defeitos. Vou falar primeiro do lado bom.

A história é repleta de clichês, mas isso já era esperado, afinal, o primeiro filme também é. O que é legal é como os clichês são mostrados. O filme é cheio de câmeras lentas estilosas e ângulos de efeito – plasticamente, o visual do filme é muito legal.

Ou seja, temos um bom filme de ação, com boas cenas de corridas de carro, muita pancadaria, muitos tiros e muitas explosões, tudo isso com o visual requintado. Só isso já é meio caminho andado para uma boa diversão.

Mas tem que ter um lado ruim, né? Não sei se foi inexperiência do diretor Roel Reiné ou do roteirista Tony Giglio (nenhum dos dois tem nada relevante no currículo), não sei se achavam que por ser um lançamento direto para o video o filme mereceria menos cuidado (o que heu discordo). Mas achei algumas coisas forçadas demais. A troca entre a “luta mortal” e a “corrida mortal” foi ok. Mas, numa prisão dividida entre vários guetos, todos exalando ódio entre si, sortear um piloto pra trabalhar com uma equipe nunca ia funcionar. A não ser, claro, que o piloto tenha a sorte do mocinho Lucas, que não só ganhou seus únicos três amigos como equipe como ainda ganhou a co-pilota com quem ele flertara na véspera. Assim fica fácil…

O roteiro traz algumas incoerências assim – outro exemplo são as mulheres morrendo como co-pilotos e ninguém dando bola pra isso; ou o vilãozão malvadão que tem acesso a tudo dentro da penitenciária mas precisa de um intermediário pra tentar chegar no mocinho. Se a gente não der bola pra esses “detalhes”, o filme é até divertido…

O papel principal coube ao pouco conhecido Luke Goss. Alguns rostos mais conhecidos, como Ving Rhames, Danny Trejo e Sean Bean, têm papeis coadjuvantes, junto com as belas Lauren Cohen e Tanit Phoenix.

Enfim, o filme é legal, mas perdeu a oportunidade de ser melhor, era só ter cuidado um pouco melhor do roteiro.

The Big Bang

The Big Bang

Com edição ágil, personagens cool e efeitos especiais legais, lembrando o estilo do Guy Ritchie, The Big Bang é uma agradável surpresa.

O detetive particular Ned Cruz (Antonio Banderas) está sendo interrogado por três policiais, que querem saber por que todos que cruzaram o seu caminho nos últimos dias – desde que ele começou a procurar uma stripper – apareceram mortos.

The Big Bang foi dirigido por Tony Krantz, que não tem muita experiência como diretor, mas está desde o fim dos anos 90 produzindo filmes e séries. Gostei desse filme, vou procurar os outros dois que ele dirigiu…

O elenco de The Big Bang não tem nomes “arrasa quarteirão”, mas é acima da média: Antonio Banderas, Sienna Guillory, Autumn Reeser, Thomas Kretschmann, William Fichtner, Delroy Lindo, Sam Elliott, James Van Der Beek, Jimmi Simpson, Rebecca Mader, Snoop Dogg e o grandalhão Robert Maillet.

(Aliás, como estão bonitas Sienna Guillory e Autumn Reeser! E a cena da nudez de Reeser mostra que nem sempre a nudez precisa ser gratuita…)

O roteiro é bem construído e faz bom uso dos flashbacks. Toda a história é contada por Cruz, que vai revelando aos poucos os detalhes da trama. E a cereja do bolo são os efeitos especiais, simples e bem colocados, usando referências à física. Muito legal!

The Big Bang não tem pretensões de ser um grande filme, e isso é positivo. O resultado final é um aprazível filme “moderninho”.

Pelo que li no imdb, The Big Bang ainda não foi lançado, mas já existe para download. Curioso, não?