Apenas Uma Vez

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Apenas Uma Vez

Simpático e modesto filme, Apenas Uma Vez é a história de um músico de rua que conhece uma imigrante, também musicista e, juntos, resolvem gravar suas composições.

O filme dirigido por John Carney teve uma produção espartana, às vezes lembra o movimento anti-Hollywood Dogma 95, criado pelos dinamarqueses que pregavam a simplicidade: atores não profissionais, câmera (digital) na mão, sem luz artificial, sem trilha sonora a não ser a tocada e cantada pelos atores-músicos. E, mesmo assim, ganhou o Oscar de melhor canção original de 2008, batendo três músicas indicadas de Encantada, de Alan Menken e Stephen Schwartz.

Glen Hansard e Markéta Irglova, o casal central, na verdade não são atores,  são músicos, e já eram amigos há bastante tempo antes de acontecer o convite para o filme. Ou seja, são eles interpretando as próprias músicas. Isso ficou muito legal!

O estilo é um pouco cansativo, mas o filme é curtinho, então nem incomoda muito.

O que incomodou foi outra coisa. Mas antes, o aviso de spoiler!

SPOILER!

SPOILER!

SPOILER!

Vi esse filme ao lado da Garotinha Ruiva, que ficou esperando um final romântico para o casal. Mas na verdade, o romance deles nem chega a acontecer…

Battlestar Galactica: The Plan

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Battlestar Galactica: The Plan

Está disponível para download um novo filme ligado ao universo do seriado Battlestar Galactica: Battlestar Galactica: The Plan.

Heu particularmente fiquei curioso para ver este filme, porque uma das dúvidas que tive quando acabou a série era exatamente qual era o “plano”. Explico: durante um bom tempo, a introdução do programa era algo como “homens criaram os cylons, eles evoluíram, eles se rebelaram, e eles têm um ‘plano’.” Mas aí a série acabou, depois de quatro temporadas, muito boas, aliás, e ninguém veio esclarecer qual era o tal plano…

Battlestar Galactica: The Plan, dirigido por Edward James Olmos (o almirante Adama), explica qual é o plano, pelo menos na visão de Cavil (Dean Stockwell), o “número um”.

Aqui tem que rolar um aviso de spoiler! Este filme é para quem viu a série! Quem ainda não viu a série vai ver um monte de coisas fora da ordem!

SPOILER!

SPOILER!

SPOILER!

Como heu dizia, o filme conta o plano do Cavil, um plano bem simples, afinal. O que o filme traz de interessante é outro ângulo sobre várias das cenas já mostradas ao longo da série. Ficamos sabendo que Cavil estava por trás de várias das ações dos cylons infiltrados, como Boomer, Simon e Leoben. Além disso, ele sempre esteve por perto dos “cinco últimos”. Sim, do lado dos cylons, aparentemente, Cavil era “o cara”.

O elenco foca mais nos cylons, tanto os que já conhecíamos desde o início, quanto os “cinco últimos”. Até aparecem outros personagens, como o próprio Adama, Lee, Starbuck, mas são coadjuvantes agora.

Este filme tem uma coisa que não teve ao longo dos quatro anos de série: nudez e sexo! Não sei se será cortado quando passar na tv… Além disso, temos algumas cenas bem interessante mostrando os ataques dos cylons às colônias.

Enfim, pelo menos para mim, a série ainda tem coisa para contar – até hoje não explicaram direito “o que é” a Starbuck! Mas este novo filme é um bom complemento para uma das melhores séries de ficção científica da história.

Eles Matam, Nós Limpamos

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Eles Matam, Nós Limpamos

Esta comédia de humor negro nunca foi lançada por aqui em dvd. Heu até tinha o vhs original, mas nem sei que fim levou… Quando achei um site gringo que enviava ao Brasil, encomendei logo!

A colombiana Gabriela (Angela Jones) é obcecada pela morte e por isso consegue um emprego numa firma especializada em limpar cenas de crimes. Ela exulta ao chegar na cena do crime de um famoso serial killer (William Baldwin).

O filme, escrito e dirigido por Reb Braddock em 1996 (aliás, é seu único longa, antes disso fez apenas um curta com a mesma história!), é simples e curto (menos de uma hora e meia), e muito legal.

O casal protagonista é interessante. Angela Jones interpretou um papel praticamente igual em Pulp Fiction, a motorista e táxi igualmente obcecada por mortes. Seu par, um dos irmãos Baldwin, é canastrão como toda a família, mas funciona prefeitamente para o que o filme pede.

Falando na família Baldwin, tirando o mais famoso, Alec, hoje estrela da série 30 Rock, os outros irmãos andam sumidos ultimamente. Mas nos anos 90, tinha um monte de filmes com os dois já citados e também com Stephen e Daniel Baldwin.

E não podemos nos esquecer do genial curta Tarantino’s Mind, que cita a ligação entre os este filme e Pulp Fiction, considerando a personagem de Angela a mesma, só que com nomes e empregos diferentes.

Aliás, falando em Tarantino, que é produtor executivo aqui, no meio do filme rola uma citação genial: Kelly Preston aparece no mesmo papel de jornalista que ela fez em Um Drink Para o Inferno, e cita os irmãos Gecko!

Enfim, uma boa diversão para os fãs de humor negro.

Os Normais 2

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Os Normais 2

Demorei, mas finalmente vi o grande sucesso nacional Os Normais 2.

O famoso casal Rui e Vani, da série da Globo Os Normais, está passando por uma crise, depois de anos de noivado. Resolvem então procurar outra mulher para experimentar um menage a trois.

E assim o filme segue, acompanhando o casal por toda a noite, atrás de sua nova aventura.

O elenco conta com alguns nomes interessantes para fazer companhia ao casal principal interpretado por Luís Fernando Guimarães e Fernanda Torres, como Daniel Dantas, Cláudia Raia, Danielle Winits, Daniele Suzuki, Drica Moraes e Alinne Moraes.

O filme não é ruim, mas, na minha humilde opinião, achei a maior parte das piadas fracas e apelativas. Sei lá, esperava algo melhor, de um modo geral, achei bobo.

Só recomendado aos menos exigentes.

Dante 01

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Dante 01

Outro dia recebi por e-mail uma dessas listas de piores filmes. Este Dante 01 estava lá. Fui ver do que se tratava, descobri que é dirigido pelo Marc Caro, que fez, nos anos 90, em parceria com Jean-Pierre Jeunet, dois filmes que gosto muito, Delicatessen e Ladrão de Sonhos. Como assim, um cara que fez dois filmes muito legais ter dirigido um filme digno de estar numa lista de piores? Baixei o filme para ver qualé.

Dante 01 mostra uma prisão numa estação espacial, na órbita de um planeta distante. É uma prisão experimental, onde psiquiatras fazem experiências em presos perigosos. Uma nova médica chega com um novo tratamento, baseado em nanotecnologia. Junto com ela, chega um novo prisioneiro, com misteriosos poderes.

No elenco, temos Lambert Wilson, o Merovigian de Matrix 2 e 3, como o prisioneiro misterioso, e, claro, Dominique Pinon, que estava em Delicatessen e Ladrão de Sonhos, e também nos outros filmes de Jeunet, Alien 4, O Fabuloso Destino de Amelie Poulan e Eterno Amor.

O clima do filme é bem interessante, claustrofóbico, todo dentro da estação espacial. As cores e os ângulos inusitados lembram o estilo dos filmes anteriores de Caro. Tudo funciona bem por quase todo o filme.

Mas… O filme está presente em listas de piores filmes por um bom motivo. Tudo anda muito bem, até que, de repente, uns dez minutos antes do final, o filme se perde completamente. Sei lá o que aconteceu, me parece que a produção deve ter tido problemas e não terminaram o filme como era previsto. Eventos inexplicados acontecem, rola uma certa psicodelia na tela e uma narração tenta explicar o que era pra ter acontecido pelas imagens.

Não recomendo o filme. Só para aqueles que não se importam em ver algo sem fim…

Zombieland

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Zombieland

Heu já estava pilhado para ver este filme, só pelo simples fato de ser uma comédia de humor negro sobre zumbis. Aí um amigo meu falou de uma versão maomeno que estava rolando pela internet. Não resisti e baixei. E não me arrependi!

A trama do longa de estreia de Ruben Fleischer traz todos os clichês de filmes de zumbi, e faz piada com todos eles. Nos EUA devastados por uma epidemia de zumbis, poucos sobreviventes tentam continuar vivos enquanto procuram um lugar seguro para ficar.

A ideia parece meio trash, não? Mas a produção do filme não segue este caminho. A produção é boa, temos algumas belíssimas cenas em câmera lenta, lembra um pouco o visual de 300. Sabe aquelas batalhas em câmera lenta? Agora imagine cenas semelhantes, só que mostrando ataques de zumbis!

Outro detalhe interessante são as “regras de sobrevivência”, do personagem Columbus, mostradas na tela como se fossem letras em 3D. Muito legal!

Woody Harrelson lidera o pequeno elenco, de só quatro personagens – todos eles com nomes de cidades americanas. Os outros nomes são Jesse Eisenberg, Emma Stone e Abigail Breslin (a menininha de Pequena Miss Sunshine e Três Vezes Amor). E uma participação especial genial de Bill Murray, interpretando ele mesmo.

Claro que algumas das situações mostradas no filme são absurdas. Quem iria andar numa montanha russa enquanto atira em zumbis? Mas, se você não quiser ver situações absurdas, ora, por que diabos resolveu ver uma comédia de humor negro com zumbis? 😛

Desde já, podemos colocar Zombieland ao lado de outras boas comédias recentes semelhantes, como Fido – O Mascote e Todo Mundo Quase Morto.

Flash Gordon

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Flash Gordon

Finalmente, depois de anos de procura, consegui comprar um dvd original do filme Flash Gordon! Achei para vender num site gringo uma cópia da versão “Saviour of the Universe Edition”, uma edição maneiríssima!

Flash Gordon é uma versão cinematográfica dos clássicos quadrinhos de Alex Raymond, numa super produção de Dino de Laurentis, de 1980. Flash, um famoso jogador de futebol americano, acidentalmente vai parar no planeta Mongo, governado pelo impiedoso Ming.

Tenho uma história curiosa com este filme. No verão entre 84 e 85, heu conheci uma “novidade”: meu tio emprestou um videocassete lá pra casa. Na época não tinham locadoras por aí, eram videoclubes, e era caro entrar de sócio. Ou seja, conseguir filmes não era uma tarefa muito fácil. Sendo assim, meu tio emprestou junto quatro filmes para termos opções. Mas… Um era Mulher Nota 10, e estava rotulado como “erótico”; outro era Laranja Mecânica, obviamente proibido para crianças; e ainda tinha um filme do Woody Allen, chato pra caramba, não me lembro qual era. Ah, sim, o quarto filme era Flash Gordon. Resultado? Víamos Flash Gordon todos os dias!

O elenco traz alguns nomes curiosos. O grande Max von Sydow (O Exorcista) interpreta Ming, enquanto uma belíssima Ornela Mutti faz sua filha, a princesa Aura. Também temos um Timothy Dalton pré 007 como príncipe Barin. O resto do elenco não tem ninguém digno de nota. Flash é interpretado por Sam Jones, que está na ativa até hoje, mas nunca fez mais nada importante.

Outra coisa bacana deste filme é a inspirada trilha sonora, do grupo Queen. O disco ainda hoje é lançado dentro da discografia do grupo!

Alguns dos efeitos especiais – de uma época pré cgi – ficaram muito toscos com o passar dos anos. Parecem até “defeitos especiais”! Mas alguns outros funcionam até hoje. Aqueles céus coloridos de Mongo ainda mandam bem!

Para acabar, uma informação curiosa que li no imdb: nos anos 70, George Lucas tentou comprar os direitos para fazer a sua versão dos quadrinhos do Flash Gordon. Mas como Dino de Laurentis já tinha comprado, Lucas desistiu e resolveu investir num outro projeto – um tal de Guerra nas Estrelas

Anticristo

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Anticristo

Mais uma picaretagem assinada pelo diretor dinamarquês Lars von Trier. Poucas vezes na minha vida vi um filme tão picareta!

O fiapo de história: um casal que acabou de perder o filho vai para uma cabana no meio de uma floresta para tentar recuperar o casamento em crise.

Ok, nem tudo no filme vai direto para o lixo. Algumas imagens são realmente muito bonitas, e o casal de atores Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg manda bem. Mas isso não atenua o fato: o filme é muito ruim!

Logo no início, na primeira cena, von Trier mostra que seu único objetivo é chamar atenção. O casal está transando no chuveiro, numa bela cena em câmera lenta e fotografada em preto e branco – muito bonita a cena, de verdade, não é ironia. Aí, do nada, um close de sexo explícito! Completamente gratuito! Tem gente cabeça que gosta de enxergar mensagens subliminares em filmes também cabeça, né? Bem, para mim, a mensagem aqui está clara. O diretor está dizendo: “por favor, preste atenção em mim, já que meu filme não tem qualidades, vou inserir uma polêmica gratuita!”

Falei “mais uma picaretagem” lá em cima, não falei? Nos anos 90, Lars von Trier lançou o manifesto anti-Hollywood “Dogma 95”, lembra? E fez um filme segundo as regras do manifesto, Os Idiotas. E, tchã-rã! Lá estava outro sexo explícito sem propósito…

Anticristo está cheio destas “polêmicas gratuitas”. Será que a famosa cena de mutilação vaginal tem algum sentido? Vejamos, a mulher está passando por um grande sofrimento, então pega uma tesoura e mete nas partes íntimas… Bem, para mim não faz sentido. Tampouco faz sentido o cara ter a pena perfurada e não acordar de dor!

Realmente, o filme só vale a pena para quem quiser ver a Charlotte Gainsbourg nua. Isso acontece várias vezes…

FlashForward

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FlashForward

Não tenho tido muita paciência para séries novas. São muitos lançamentos a cada ano – cadê o tempo para acompanhar tudo? E ainda tem aquelas que são canceladas antes do fim, deixando os espectadores que se propuseram a acompanhá-las com cara de bobo.

Mas ouvi falar muito bem desta FlashForward, e resolvi arriscar. E, três episódios depois, acho que escolhi a série certa!

A sinopse: de repente, do nada, toda a população do planeta tem um apagão por 2 minutos e 17 segundos. E cada um tem uma visão do que estará fazendo seis meses no futuro, exatamente no dia 29 de abril de 2010, às 22 horas. Com flashes do futuro, os personagens começam a montar um grande mosaico para tentar entender o que aconteceu.

A série vem sendo comparada à incensada Lost. Isso pode ser bom, mas também pode ser ruim. Lost é conhecida por ter roteiros muito bem escritos e reviravoltas sensacionais. Mas por outro lado, Lost também é conhecida por ser uma série confusa demais, e parte dos fãs já começou a abandoná-la por isso…

Ainda é cedo pra saber se FlashForward será uma série boa até o fim. Espero que sim, afinal, o começo promete!

A Batalha dos 3 Reinos

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A Batalha dos 3 Reinos

E viva o Festival do Rio! Consegui ver, no mesmo dia, dois filmes novos e inéditos, de dois dos meus diretores favoritos: Quentin Tarantino (Bastardos Inglórios) e John Woo (este A Batalha dos 3 Reinos)!

A Batalha dos 3 Reinos é baseado na história real da batalha que levou ao fim a dinastia Han, 208 DC. Cao Cao, primeiro ministro do norte, resolve atacar as forças rebeldes do sul. Sun Quan e Liu bei então unem suas forças contra o poderoso exército de 800 mil homens de Cao Cao.

Sou fã do John Woo há tempos, desde antes dele ir para os EUA. Gosto muito de filmes como Bala na Cabeça e The Killer (vi ambos no cinema). Foi Jean Claude Van Damme quem o “importou” para Hollywood, para juntos fazerem O Alvo – um dos melhores filmes da carreira de Van Damme. Foi nos EUA que Woo fez sua obra-prima, na minha humilde opinião: o maravilhoso A Outra Face. Desde 1992, Woo não filmava na China.

Não sei o que fez Woo voltar para a China – será que foram os filmes recentes, mais fracos, como Códigos de Guerra (2002) e O Pagamento (2003)? Não sei a resposta, mas vemos que a mudança de volta ao país natal foi cheia de pompa e circunstância. A Batalha dos 3 Reinos é um filmão, um épico à moda antiga, daqueles que entram para a história pela sua grandiosidade.

Não dá pra gente saber quais cenas foram filmadas com gente e quais usaram cgi. Bem, algumas são um pouco óbvias, como aquela que mostra centenas de navios de guerra ao longo do rio, ou o fantástico travelling seguindo o pombo.

(Filmes do John Woo têm algumas características, uma espécie de “assinatura”. Uma delas é que sempre tem um pombo voando em câmera lenta. Até em Missão Impossível 2 Woo conseguiu encaixar seus pombos!)

Mesmo assim, desconfio que boa parte do filme tenha sido com gente de verdade e não efeito de computador. Digo isso porque o exército chinês emprestou 100 mil soldados para atuarem como extras no filme.

Espero não parecer preconceituoso com o meu próximo comentário, mas o único problema que achei é que, no meio das batalhas, fica difícil saber quem é quem, quem está de qual lado. Não é preconceito não, mas achei eles quase todos parecidos entre si…

Ah, sim, as batalhas! Sabe o inigualável “estilo John Woo de usar a câmera lenta”? Agora imagine isso no meio de uma batalha com centenas de guerreiros. O resultado é fantástico!

Esta versão que chegará aos cinemas brasileiros tem pouco mais de duas horas. Mas existe outra versão, de quatro horas, com dois filmes de duas horas cada, lançada no mercado asiático. Os produtores acharam que era melhor fazer uma versão mais curta para ser lançada no ocidente, já que poucas pessoas por aqui conhecem os personagens e eventos, e vários dos personagens têm nomes parecidos.

Enfim, digo e repito: filmão. Para ver no cinema, quando lançarem!