Tenacious D in the Pick of Destiny

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Tenacious D in the Pick of Destiny

Tenacious D é uma banda de “hard rock comédia”, liderada pelo ator Jack Black, ele mesmo, de Escola de Rock e Kung Fu Panda. Um dos motes da banda é que eles se consideram “a melhor banda de rock do mundo”. Este filme é uma “modesta” biografia da banda.

O jovem e ingênuo JB (Jack Black) vai até a California pra tentar ser um rock star. Lá ele conhece o malandro KG (Kyle Glass), e juntos resolvem fazer a banda Tenacious D, seguindo tatuagens que ambos têm nas nádegas. Atrás de uma palheta mágica e misteriosa, eles resolvem ir até um museu de rock’n’roll.

Ok, confesso que às vezes o filme é meio bobo. Mesmo assim, é muito divertido. As músicas são muito boas, e em alguns momentos, o filme é genial – como na sequência da viagem de cogumelo.

Pesquisando pelo imdb, descobri que existiu uma série da HBO em 2000, de apenas seis episódios, sobre a banda Tenacious D. Acho que vou procurar isso…

Outra das coisas legais do filme é a quantidade de gente famosa fazendo pontas. Tim Robbins é o mendigo interessado na palheta, enquanto um Ben Stiller (que depois faria Trovão Tropical com Black), cabeludo e tatuado, faz o atendendente da loja de instrumentos musicais. Se Dave Grohl (Nirvana, Foo Fighters) faz o diabo, Ronnie James Dio, bem, Dio é Dio, né? Dio faz Deus. E, na cena inicial, onde temos Meat Loaf como o pai, temos Troy Gentile, um moleque IGUAL ao Jack Black interpretando o pequeno JB.

O filme é de 2006, e heu nunca tinha ouvido falar dele. Ou seja, acho difícil que seja lançado por aqui. Esse vale o download!

Max Payne

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Max Payne

Quem me acompanha por aqui sabe que dou valor a filmes com um visual legal, mesmo que a história não seja lá grandes coisas. Mas até que ponto vale a pena a gente ver um longa metragem só porque ele tem meia dúzia de belas cenas?

Sinopse: em mais um filme baseado em videogame, conhecemos o amargurado policial Max Payne, que procura vingança porque sua família foi assassinada.

Mas a história é sem graça… Não sei se é uma falha de roteiro, ou de direção, ou de ambos, mas conseguimos nos envolver com as dores internas de Max.

O elenco também não ajuda. Max Payne é estrelado por Mark Wahlberg. Ele é um cara que já fez alguns filmes muito legais, como Boogie Nights e Rock Star; mas ao mesmo tempo fez filmes não tão legais assim como Planeta dos Macacos e Fim dos Tempos. Ou seja, não é referência… Além de Wahlberg, temos no elenco Beau Bridges (o irmão de Jeff Bridges, o Lebowski!), Chris O’Donnel, Ludacris, e as belas russas Mila Kunis (That 70’s Show e Boot Camp) e Olga Kurilenko (Hitman e Quantum of Solace).

Como disse lá em cima, o filme tem uma ou outra cena belíssima. Efeitos especiais legais, câmera lenta, cores alteradas… Mas é pouco. Muito pouco…

Divã

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Divã

Baseado na peça homônima interpretada pela mesma Lilia Cabral, peça esta que por sua vez foi inspirada no livro homônimo de Martha Medeiros, agora é a vez do filme Divã.

Mercedes é uma mulher simples, casada há muito tempo, com dois filhos adolescentes e uma vida aparentemente feliz. Ao fazer terapia, ela descobre que não é tão feliz assim. E resolve procurar caminhos alternativos em sua vida.

Divã é muito bom. Por que? Porque é um filme leve, divertido, engraçado e, principalmente, despretensioso. Isso é uma característica que o torna melhor do que muitos outros filmes nacionais.

Costumo dizer que a diferença entre o cinema nacional e o feito em Hollywood é que lá existe uma indústria, enquanto aqui é tudo artesanal. É claro que um artesanato pode ter uma qualidade muito boa, mas reconheço que é muito mais difícil fazer cinema aqui do que lá. Talvez por isso alguns cineastas brazucas sejam tão pretensiosos…

Felizmente não é o caso aqui. Divã segue a linha de filmes como Pequeno Dicionário Amoroso ou Os Normais, comédias românticas com cara brasileira. Leves, divertidos, engraçados e despretensiosos…

Temos também que falar de Lilia Cabral. Ela mesma foi a Mercedes nos teatros durante alguns anos. Ou seja, ela “é” a Mercedes! No elenco, ainda temos Alexandra Richter como uma ótima “melhor amiga”, além dos homens das diferentes fases de Mercedes, José Mayer, Reinaldo Gianecchini e Cauã Reymond.

Enfim, bom programa. E o cinema nacional precisa de mais exemplares como esse!

A Hora do Espanto

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A Hora do Espanto

Inspirado por um post no fotolog de um amigo, resolvi rever o clássico dos anos 80 A Hora do Espanto.

Às vezes um filme não resiste a uma revisão. Muitas vezes guardamos com carinho na memória alguns filmes que não são tão bons assim, e quando revemos, rola uma grande decepção. Felizmente isso não aconteceu com este A Hora do Espanto, que vi no cinema Art Copacabana (onde hoje existe uma sapataria), na época do lançamento.

Este filme ainda é um bom programa, apesar da trilha sonora e das roupas e penteados datados. Por que? Simples: é um filme de vampiros “honesto”. Não tenta inventar nada, como filmes mais recentes (em Crepúsculo, por exemplo, vampiros não podem pegar sol porque sua pele brilha!). Todos os clichês que conhecemos sobre vampiros estão lá, e todos eles estão bem inseridos no roteiro. Assim, A Hora do Espanto virou um clássico!

Charley Brewster é um jovem que descobre que um vampiro se mudou para a casa ao lado da sua. Como ninguém acredita nele, ele resolve procurar Peter Vincent, um ator que apresenta o programa “Fright Night”, sobre filmes de terror clássicos.

O nome Peter Vincent é uma homenagem aos atores Peter Cushing e Vincent Price, ambos famosos por terem feito muitos filmes de terror. E é interpretado pelo grande Roddy McDowall, que ficou famoso como o Cornelius de Planeta dos Macacos, além de ter feito, ele mesmo, uma penca de filmes de terror.

Além dele, no elenco, temos um nome curioso: Chris Sarandon foi casado com ninguém menos que a grande atriz Susan Sarandon. Aliás, ela não deve a ele só o sobrenome: ela era uma “ilustre desconhecida” quando se casou com Chris, em 1967, quando este já era um ator conhecido. (Na época, heu ouvi um papo de que o casamento dos dois era de fachada, porque ele seria gay. Bem, hoje, pelo imdb, já vi que ele casou 3 vezes e tem 4 filhos. Acho que o boato era infundado…)

Alguns dos efeitos especiais ficaram “velhos”. Mas não perderam o charme! E é sempre interessante ver como as pessoas criavam soluções para os efeitos especiais numa época pré-cgi…

Ah, sim, e agora vou fazer um control c control v do fotolog que citei lá em cima:

“Teve uma epoca na decada de 80 que as produtoras brasileiras resolveram investir no filão de filmes que começavam com ” A Hora da…” por causa do sucesso de A Hora do Pesadelo. Tivemos A Hora do Lobisomen (ou Bala de Prata, como depois foi rebatizado no SBT, adaptaçao de Stephen King), Karate Kid – A hora da Verdade (irc… é subtitulo mas ta valendo), A Hora da Zona Morta, e tivemos A Hora do Espanto”. Assim como recentemente resolveram chamar vários filmes de “Todo Mundo Alguma Coisa”…

Bom filme, e bons sustos!

Dead Snow

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Dead Snow

Uau! Um filme norueguês de zumbis nazistas!!!

Um grupo de amigos vai passsar um feriado numa cabana no meio da neve. Um sinistro visitante noturno aparece lá para contar uma história igualmente sinistra, e o resto da história todo mundo já sabe qual é…

Quem me acompanha por aqui sabe que heu gosto de fugir do óbvio. E ver um filme de terror europeu é sempre bom pra quem tá acostumado com a mesmice de Hollywood. Principalmente porque é de um estilo diferente dos filmes europeus que normalmente chegam por aqui! Ou seja, “encontrar” este filme foi um prazer tão grande quanto Deixe Ela Entrar, o filme sueco de vampiros!

Mas tenho que confessar que não gostei muito destes zumbis noruegueses… Já vimos em outros filmes zumbis que correm. Mas zumbis que não só correm como também sangram? Sei lá, prefiro o “estilo clássico”…

Mesmo assim, isso não tira o brilho do filme. Bons efeitos especiais e um excelente clima de tensão fazem de Dead Snow uma boa pedida. E aquela neve toda faz um belíssimo cenário!

Queremos mais filmes nórdicos de terror!

O Último Trem / The Midnight Meat Train

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O Último Trem /The Midnight Meat Train

Um fotógrafo, atrás de fotos mais realistas, sai pela noite de Nova York, e acaba encontrando um serial killer que busca suas vítimas no metrô de madrugada.

Baseado no conto homônimo de Clive Barker (Hellraiser), O Último Trem / The Midnight Meat Train é um bom filme de terror despretensioso. Digo isso porque foi mal lançado, enquanto porcarias como Os Estranhos passam nos cinemas…

O filme tem muito gore. Muitas cenas graficamente explícitas, muito sangue. Bom para os fãs do gênero!

Um dos melhores achados do filme foi colocar Vinnie Jones no papel de Mahogany, o sinistro e quieto assassino. Todo mundo conhece o tipo de papel que ele costuma fazer, aquele “cara grandalhão e mal-encarado que quando encara você é melhor atravessar a rua e ir para a outra calçada” (como em Snatch ou em 60 Segundos). Pois bem, aqui ele empresta a sua cara mal-humorada para um perfeito serial killer.

Outra curiosidade: uma das mortes mais “legais” (graficamente falando, vendo pelo lado do gore), quando um cara leva uma marretada na nuca e seus olhos saltam para fora das órbitas, é protagonizada por um tal de Ted Raimi, irmão do Sam Raimi, diretor das trilogias Evil Dead e Homem Aranha, entre outros bons filmes.

A parte final do filme é meio estranha, o filme toma um rumo diferente que talvez desagrade algumas pessoas. Mas nada grave, na minha opinião.

Meet The Feebles

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Meet The Feebles

“Senhoras e senhores! Sua atenção, por favor! Bem-vindos ao mais novo, ao maior, ao mais espetacular show na história do entretenimento! Batam palmas para os fabuloso espetáculo de variedades dos Feebles!”

Depois desta narração, aparecem marionetes de vários bichinhos cantando e dançando. Parece uma cópia do Muppet Show, não? Bem, só se for de longe, porque de perto o que vemos é bem diferente dos bonecos de Jim Henson. E bem coerente com o início da carreira do laureado diretor Peter Jackson.

Peter Jackson é um nome conhecido e respeitado hoje por qualquer um em Hollywood. O terceiro filme da série O Senhor dos Anéis, dirigido por ele, ganhou 11 Oscars (um dos recordistas, ao lado de Ben Hur e Titanic). E o cara hoje tá nas cabeças do projeto de levar os quadrinhos do Tintin para as telas, ao lado de “um tal de” Steven Spielberg…

Mas quem conhece seu passado sabe que nem sempre foi assim…

Vamos lá: Peter Jackson começou a chamar a atenção de Hollywood em 1994, quando fez, ainda na sua Nova Zelândia natal, o ótimo Almas Gêmeas (que trazia uma ainda desconhecida Kate Winslet, Oscar de melhor atriz esse ano). Dois anos depois, já em Hollywood, fez Os Espíritos, meio terror meio comédia com Michael J Fox, filme que abriu portas a ele para realizar o grandioso projeto de levar às telas os livros O Senhor dos Anéis. Projeto este que lhe rendeu excelentes bilheterias, respeito da crítica e muitos prêmios.

E antes de Almas Gêmeas? Quem era Peter Jackson?

Ele fez dois filmes trash, ambos sensacionais: Trash, Náusea Total (Bad Taste), de 87; e Braindead – Fome Animal, de 92. Ambos estão na minha lista pessoal de melhores filmes trash da história. E ambos têm distribuição no Brasil! E, em 89, fez esse tal de Meet the Feebles, que, até onde sei, nunca chegou por aqui…

Meet The Feebles é um musical, só com bonecos, parece realmente uma versão do Muppet Show. Mas, ao contrário dos muppets, que vivem num “mundo bonitinho”, o mundo dos feebles é o do submundo e da sarjeta: o filme só fala de perversões! Sexo, drogas, escatologia, pornografia, violência, sangue, assassinatos, traições… tem até um coelho com aids!

E assim acompanhamos a companhia “Os Feebles”, de bichos artistas, que se preparam para um show ao vivo. O filme mostra os preparativos para esse show. Vemos tudo o que rola nos bastidores. E assim conhecemos todos os podres da companhia. Que são muitos…

Alguns dos bonecos são marionetes, outros têm atores dentro. Mas todos os personagens do filme são bonecos, não há nenhum humano! Mesmo assim, NÃO é recomendado para crianças!

É um filme muuuito bizarro… Nem sei se pode ser rotulado como trash… Mas pode servir pra matar a curiosidade de que imaginou um “muppet do mal”…

Monstros vs Alienígenas

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Monstros vs Alienígenas

Nova animação da Dreamworks! Oba!

Admito que tenho uma certa implicância com o fato da Dreamworks querer seguir os passos da Pixar. Afinal, tivemos na mesma época Monstros S.A. e Shrek, Vida de Inseto e Formiguinhaz, Procurando Nemo e Shark Tale… Mas desta vez acredito que eles foram originais: não sei de nenhum outro projeto atual com essa idéia de monstros e alienígenas!

A idéia é simples e boa: uma nave alienígena invade a Terra. Como as Forças Armadas nada conseguem fazer, uma equipe de monstros escondida pelo governo é liberada para combater os e.t.s.

Essa equipe de monstros é sensacional! Os mais novos nem vão reparar, mas todos os monstros aqui são homenagens a filmes fantásticos clássicos! Um cientista meio homem meio barata (em A Mosca da Cabeça Branca acontece o mesmo, só que com uma mosca em vez de barata), um “elo perdido” (com a aparência do Monstro da Lagoa Negra), uma mulher gigante (Attack of the 50 Ft. Woman), um inseto gigante (que parece o Godzilla) e uma bolha gelatinosa (parecida com a do filme A Bolha). Isso sem contar que os alienígenas parecem saídos de Marte Ataca… Genial, não?

(Aliás, o personagem Bob – a tal bolha gelatinosa – é uma das melhores coisas do filme. Um personagem literalmente sem cérebro e indestrutível. Bobo e genial. E muito, muito engraçado.)

E as citações e homenagens a outros filmes não param por aí. Só pra citar mais um exemplo: em uma das cenas mais engraçadas do filme, num cenário que parece saído de O Dia em que a Terra Parou acontecem duas citações seguidas a Steven Spielberg, com Contatos Imediatos do Terceiro Grau e E.T.

E a qualidade da animação? Olha, tenho que admitir que em alguns dos momentos parece que estamos assistindo um bom filme catástrofe… A destruição da Golden Gate, por exemplo, é mais bem feita que muito filme com atores…

Por fim, podemos também acrescentar o belo trabalho feito em 3D. Não é o estilo de Dia dos Namorados Macabro, onde coisas são jogadas na direção da tela o tempo todo. Mas temos uma perfeita noção de profundidade. Muito boa essa nova técnica de 3D, cada vez mais usada!

Boa diversão para toda a família!

Terror Firmer

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Terror Firmer

Troma, pra quem não sabe, é uma companhia independente que produz e distribui filmes de baixo orçamento. Sim, filmes trash! Alguns dos trashs mais famosos são da Troma, como O Vingador Tóxico, Tromeu e Julieta, e este Terror Firmer.

Terror Firmer é considerado uma obra prima da Troma. Tem tudo que um fã de trash movies espera no filme. Mortes absurdas? Várias. Escatologia? Aos baldes. Personagens bizarros? Acho que quase todos os personagens do filme são bizarros. Nudez gratuita? Muita, feminina e masculina.

O filme é na verdade um “meta-filme”. Estamos presentes no set de gravações de uma continuação para o Vingador Tóxico. O diretor do filme dentro do filme é interpretado por Lloyd Kaufman, um dos fundadores da Troma e diretor de Terror Firmer. O filme se passa dentro dos sets da Troma. Ou seja, é tudo uma brincadeira interna…

O roteiro é repleto de situações escatológicas, engraçadas e exageradas. Poucas vezes um filme trouxe tanto sexo ao lado de tanto gore. E tudo com cara de “filme vagabundo” mesmo – justamente o que faz um trash ser legal…

O filme ainda conta com duas participações legais no elenco: o ator pornô e “lenda viva” Ron Jeremy interpreta o pai do operador de som; enquanto Lemmy, ele mesmo, o do Motorhead, faz um repórter de tv.

Última recomendação: preste atenção nos créditos finais. Muitas piadas, muitas mesmo…

New Rose Hotel

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New Rose Hotel

Um dia ainda vou aprender e desistir de certos diretores. E de repente posso começar pelo Abel Ferrara.

No Festival do Rio de 2007 vi um de seus filmes, Go Go Tales, e posso dizer que foi um dos piores filmes que já vi na vida. O filme rola e nada, nada acontece…

Mas me recomendaram esse New Rose Hotel, numa comunidade sobre cinema do orkut. Então, vamos lá. Paciente, baixei o filme (não existe em dvd por aqui), peguei legendas em inglês (não existem legendas em português pra esse filme) e, munido de muita boa vontade, fui encarar um novo Ferrara. Pelo menos o elenco é legal, com os bons atores Willem Dafoe e Christopher Walken e a musa underground Asia Argento.

Baseado num conto do cultuado William Gibson (um dos fundadores do gênero cyberpunk), New Rose Hotel mostra os bastidores da espionagem industrial entre grandes corporações.

Mas sabe qual é o problema aqui? Falta roteiro. É tudo muito estilizado, mas história que é bom, nada. Tudo parece amador demais, são várias as cenas e diálogos desnecessários… O filme é tão monótono que dá sono!

O pior é que me falaram no orkut que o fim desse filme é genial. Olha, heu gostaria que alguém me explicasse então. Porque pra mim, a única coisa boa do fim do filme foi justamente “o fim” do filme…

Sim, como heu disse lá em cima, isso tudo é coerente com Go Go Tales. Falta de história, bons atores desperdiçados, tudo muito chato…

Se salvam a interpretação dos dois atores e as cenas desinibidas com a tatuada Asia, filha do mestre do terror italiano Dario Argento…