Matadores de Velhinha

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Matadores de Velhinha

O professor G. H. Dorr aluga um quarto numa casa e monta uma estranha gangue para executar um perfeito roubo a um cassino. Ele pensa em todos os detalhes, menos na proprietária da casa…

O que faz essa simples e despretensiosa comédia de humor negro ser tão divertida? Acredito que a resposta está nos personagens, bizarros e caricatos na medida certa. O que, aliás, é uma característica dos filmes dos irmãos Coen, vide o genial O Grande Lebowski

Quase todos os personagens aqui estão ótimos. Um Tom Hanks dentuço faz um professor Dorr perfeito, com suas frases pomposas e seu riso nervoso. Irma P. Hall também está ótima como a dona da casa, super religiosa, desconfiada e mal-humorada. J. K. Simmons (que também está em Queime Depois de Ler), Tzi Ma e Ryan Hurst estão no tom exato com seus personagens bizarros que copõem a gangue. O “quase” que escrevi lá em cima é porque talvez Marlon Wayans esteja um pouco “over”, com uma atuação mais com cara de Todo Mundo em Pânico do que algo feito pelos irmãos Coen…

Além do desfile de personagens legais, outros elementos do filme também têm a cara dos irmãos Coen, como o cenário no sul dos EUA, a ênfase na trilha sonora (desta vez usando a música gospel da igreja) e o roteiro com uma progressão de eventos tipicamente “coeniana”.

Esta é uma refilmagem de um filme homônimo, de 1955, estrelado por Alec Guiness. Não vi o original, então não posso compará-los, infelizmente…

Matadores de Velhinha não vai mudar a vida de ninguém. Mas pode ser uma boa diversão, principalmente para aqueles que gostam de humor negro!

Martyrs

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Martyrs

Vingança. Violência. Tortura. Sangue, muito sangue. E não se trata de mais um filme na onda de Jogos Mortais ou O Albergue!

Uma jovem procura vingança contra pessoas que a sequestraram e torturaram quando ela era criança. E, ao longo do filme, descobre-se que “o buraco é mais embaixo”…

Filme francês violentíssimo, lembra o recente A l’Interieur. Muito gore, mas num contexto diferente do que Hollywood sempre fez. Aqui o gore dá muito mais nervoso, porque as situações parecem muito mais reais!

Ou seja: recomendado pra quem gosta de “sangue e tripas”, e está atrás de algo diferente da mesmice hollywoodiana…

O filme é muito bom. Mas, na minha opinião, Martyrs tem um problema básico: a primeira parte é muito mais interessante que a segunda. A primeira parte é violenta e misteriosa, depois, na segunda parte, o ritmo cai e no fim tudo é explicado. Bem, pelo menos temos uma explicação do que está acontecendo…

Operação Valquíria

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Operação Valquíiria

O que devemos esperar de um filme como Operação Valquíria? Um filme do ator Tom Cruise, ou um filme do diretor Brian Synger (X-Men 1 e 2, Superman Returns)? Claro que é o filme é do Tom Cruise. Por maior que seja o prestígio do diretor, é difícil bater o “star power” de Cruise…

Mas apesar de Operação Valquíria ser mais um veículo para mostrar o “mocinho Cruise”, o filme não é ruim. Talvez um pouco “certinho” demais, mas, mesmo assim, funciona, pelo menos dentro do que se propõe.

Depois de quase morrer no deserto da Tunísia, perdendo um olho, uma mão e alguns dedos da outra, o coronel Claus Von Stauffenberg (Cruise) conhece outros insatisfeitos com o rumo da Alemanha na guerra, e acaba virando o líder de uma conspiração para tentar matar Hitler.

A história é muito boa, e o melhor, é verídica. Acompanhamos passo a passo cada personagem da conspiração, e como funciona a tal operação Valquíria do título.

O elenco é cheio de rostos conhecidos, como Kenneth Branagh, Bill Nighy, Terence Stamp e Tom Wilkinson, e todos estão muito bem, cada um mostrando a sua motivação para derrubar Hitler – seja porque acham que é o correto a se fazer; seja porque querem ficar ao lado do poder, independente de quem o tenha.

O diretor Bryan Singer, apesar de ter feito 3 filmes seguidos de super-heróis, não é totalmente estranho ao tema. Em 1998 ele dirigiu O aprendiz, onde um jovem descobre que o seu vizinho tem um passado nazista. E esse vizinho é maravilhosamente interpretado por Ian McKellen, o Magneto dos X-Men

Outra coisa legal em Operação Valquíria é a reconstituição de época. Longe de mim querer elogiar um nazista, mas temos que reconhecer que os caras sabiam cuidar da própria aparência. E no filme, tudo está impecável! Roupas, armas, uniformes, cenários, está tudo perfeito!

Outro detalhe  interessante: Stauffenberg perdeu uma mão e alguns dedos da outra, certo? Os efeitos especiais são perfeitos aqui: em momento nenhum parece que Tom Cruise está escondendo os dedos. Efeitos especiais que estão lá para “não aparecerem”!

Operação Valquíria não será lembrado como um filme essencial sobre a Segunda Guerra Mundial. Mas pode ser uma boa diversão!

Adrenalina 2

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Adrenalina 2

O primeiro Adrenalina é um divertido e taquicárdico filme de ação de 2006. Uma trama improvável: Chev Chelios (Jason Statham) é envenenado, e pra se manter vivo, tem que manter a adrenalina alta – se o coração reduzir os batimentos, ele morre. Ou seja, o filme é uma correria só, exagerado e absurdo do início ao fim. Daqueles que se a gente deixar o cérebro de lado, se diverte à beça.

O fim do primeiro filme não deixa muito espaço pra continuações. Mas quem quer uma história lógica e coerente aqui? Simplesmente o segundo filme começa de onde o outro terminou, e continua no  mesmo ritmo frenético de antes! Sem explicar nada! Afinal, pra que explicações? 😀

Insana. É uma boa palavra pra descrever a ação aqui. Tudo está tão exagerado quanto no primeiro, ou mais ainda. A diferença está no título original: Crank: High Voltage. Aqui ele precisa tomar choques pra continuar com a correria!

E rola correria, brigas, tiros, tudo o que um filme desses pede. Ninguém ficará desapontado.

O elenco traz de volta Amy Smart no mesmo papel, e ainda tem participações de Corey Haim, Geri Halliwell e David Carradine. E Bai Ling, histérica, está ótima!

Quem gostou do primeiro, pode ir ao cinema sem medo nesta continuação. Quer dizer, não sei se alguém vai esperar pra ver no cinema… Afinal, o filme foi lançado lá fora em abril, e a previsão aqui é 18 de setembro. Antes disso, só via torrent.

E depois reclamam da pirataria…

Meninas Malvadas

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Meninas Malvadas

Sou fã do seriado 30 Rock, sitcom escrita e estrelada pela Tina Fey, que conta os bastidores de um programa no estilo do Saturday Night Live (do qual a própria Tina participou). Quando soube que o roteiro deste Meninas Malvadas (Mean Girls no original) era escrito por ela, fiquei curioso pra ver – apesar de não ser muito chegado a comédias adolescentes…

Cady (Lindsay Lohan) é uma adolescente que passou a vida inteira morando na África, por causa do emprego dos pais, e nunca foi a uma escola convencional por isso. De volta aos EUA, já adolescente, tem que aprender a “sobreviver” na escola, onde os grupos sociais são separados. Lá, Cady fica entre dois nerds esquisitões e um grupo de patricinhas muito patricinhas.

Como era de se esperar, são vários os clichês, principalmente na formação dos personagens. Mesmo assim, o filme é divertido e flui bem. Pelo menos até a parte final – acho que o diretor Mark Waters perdeu a mão no momento que o livro com as fofocas é exposto (mas, mesmo assim, a cena do atropelamento é genial!).

De vez em quando Cady observa certos comportamentos sociais e os compara com a savana africana. São momentos muito divertidos!

Enfim, nada que vai mudar a sua vida, apenas uma boa e despretensiosa diversão!

Star Trek

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Star Trek

Pra quem não sabe, existe uma rivalidade entre os fãs de Star Wars e os de Star Trek. Como nasci em 71, e sempre gostei mais de cinema do que de seriados de tv, acho que isso me coloca no grupo fã de Star Wars… Mesmo assim, nada tenho contra Star Trek!

Esse novo Star Trek era um projeto complicado, envolto num perigoso hype. J.J. Abrams, o homem mais incensado (e super-valorizado) de Hollywood nos úlimos anos, resolveu dirigir a história do início de tudo: como Kirk conheceu Spock e o resto de sua tripulação, e como virou capitão da USS Enterprise.

(Vou explicar o meu pé atrás com relação ao marqueteiro J.J. Abrams. Como diretor, tudo o que ele fez até agora pro cinema é o terceiro Missão Impossível, na minha opinião bem inferior aos dois primeiros (dirigidos por Brian De Palma e John Woo). Ele também é famoso por ter criado as séries Alias (que acho bem fraquinha), LostFringe (que são muito boas, mas deixam tantas pontas soltas que dá medo de nunca explicarem tudo). Além disso, ele usou o seu hype pra vender Cloverfield, que também não foi lá grandes coisas…)

Mas podemos ficar tranquilos. Desta vez J.J. acertou! Não é que o filme é bom?

Tudo o que se espera num filme desses está lá. Batalhas espaciais com efeitos especiais de cair o queixo, num roteiro redondinho que usa tudo o que a gente conhece sobre o universo trekker.

O elenco está afiado. Enquanto Kirk é interpretado pelo quase desconhecido Chris Pine, o emblemático Spock é feito por Zachary Quinto, o Sylar, vilão da série “Heroes”. Aliás, os dois estão muito bem juntos, mostrando a emoção de um versus a lógica do outro. E todo o elenco da série clássica está lá: Karl Urban como McCoy, Zoe Saldana como Uhura, Anton Yelchin como Checov, John Cho (Madrugada Muito Louca) como Sulu e um inspirado (como sempre) Simon Pegg (Um Louco Apaixonado) como Scotty. De quebra, ainda temos o próprio Leonard Nimoy como o Spock velho e a Winona Ryder como sua mãe. E ainda tem um Eric Bana como um vilão romulano…

(Nada contra os romulanos. Mas, na minha opinião pessoal, acho que poderia ser um vilão klingon. Os klingons são mais legais! 😀 )

Ok, existe o problema que assola todo e qualquer prequel: já sabemos que alguns daqueles personagens estarão lá depois, então algumas coisas ficam meio óbvias. Ora, se existe uma missão super perigosa onde temos o Kirk, o Sulu e mais um carinha qualquer, não é difícil prever qual dos três vai se dar mal, né?

Particularmente, não gostei muito das viagens no tempo e realidades paralelas, ficou meio forçado. E o filme ainda tem alguns exageros, típicos de filmes de ação. Tipo, não foi uma certa coincidência o Kirk ter caído acidentalmente naquele planeta, justamente pertinho de dois personagens importantes? Mas nada que atrapalhe o andamento do filme… Relaxe e aproveite a adrenalina!

Enfim, bom programa. E “que a força esteja com vocês”! Ops, não, filme errado! Aqui é “vida longa e próspera”!

Velozes e Furiosos 4

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Velozes e Furiosos 4

Esta semana mesmo falei sobre Corrida Mortal. E hoje volto ao assunto de “filmes de carros de corrida” com o novo filme da franquia Velozes e Furiosos.

A história é mais do mesmo: um policial e um fora-da-lei, cada um com seu próprio motivo, se juntam para derrubar um poderoso traficante de drogas.

O filme é eficiente no que se propõe e tem algumas cenas muito boas, daquelas que te fazem perder a respiração. Como, por exemplo, logo no início, quando três carros tentam roubar as carretas de um caminhão que carrega combustível; ou o pega de rua que um personagem promove pra escolher os seus corredores. São várias as cenas emocionantes envolvendo carros.

Mas existe uma coisa que realmente me intriga sobre este quarto filme da série: os quatro atores do filme original estão de volta. O marketing do filme diz que isso é algo positivo. Sim, claro, é melhor ver o elenco original do que um genérico. Mas, pelo menos para mim, o que parece é que as carreiras dos quatro não deviam estar tão bem assim…

Mesmo assim, os quatro ainda funcionam. Vin Diesel e Paul Walker estão bem como o mocinho-bandido e o mocinho-mocinho; Michelle Rodriguez e a brasileira Jordana Brewster são quase coadjuvantes e não comprometem…

E aí vem a comparação com o já citado Corrida Mortal

Sabe por que prefiro aquele e não este? Porque Corrida não se leva a sério. Você pode rir dos momentos mais exagerados. Enquanto este Velozes está envolto num clima mais sisudo… Sei lá, prefiro quando a gente pode apenas rir e se divertir…

Mesmo com a sisudez, o filme não decepcionará os fãs do primeiro filme…

Fanboys

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Fanboys

Ontem me falaram um fato curioso: o dia 4 de maio é considerado o “Star Wars Day”, por causa do (infame) trocadilho em inglês “may the fourth be with you”. Aproveitei então que tinha aparecido o torrent do esperado Fanboys e corri pra ver.

Fanboys é uma comédia sobre um grupo de amigos que resolve viajar até o Rancho Skywalker, em San Francisco, para tentar assistir o Ep I de Star Wars antes da estréia, em 1999. Uma típica comédia “road movie” americana, com o roteiro baseado em cima de divertidas situações criadas ao longo da jornada.

E por que falei “esperado” lá no fim do primeiro parágrafo? Bem, pra quem não me conhece: sou fã de Guerra nas Estrelas. Fã assumido, tenho todos os filmes em várias versões em vhs e em dvd, e já fui em várias convenções aqui no Rio – inclusive toquei temas do filme na última convenção! 😀

Bem, acredito que o filme foi feito pra gente como heu. E posso dizer: é divertidíssimo! Gargalhei vááárias vezes durante o filme!

São inúmeras referências ao universo de Star Wars ao longo do filme, e ainda temos algumas referências nerds em geral. É uma piada referencial atrás da outra. Acho até difícil destacar uma…

E isso sem contar com participações especiais. Temos cameos de várias pessoas ligadas ao tema, como Billy Dee Williams, Carrie Fisher e Kevin Smith. E, pros menos atentos, sim, aquele segurança que briga com dois cassetetes é Ray Park, que fez o Darth Maul no Ep. I! E, claro, uma divertida cameo do William Shatner…

O elenco principal é de quatro nomes pouco conhecidos – Sam Huntington, Chris Marquette, Dan Fogler e Jay Baruchel – assim como o diretor, Kyle Newman. Mas a principal personagem feminina está hoje bem expoente através da série Heroes: Kristen Bell! Mas ela infelizmente pouco aparece com o biquini dourado…

Talvez por essa enorme quantidade de piadas referenciais heu não seja o cara certo pra julgar um filme como esse. Fiquei me questionando se alguém que não está familiarizado com o universo Star Wars conseguiria entender todas as piadas. Talvez o filme seja bobo pra quem não é fã…

Bem, não é o meu caso. E recomendo o filme para os fãs de Star Wars! E não recomendo para os fãs de Star Trek, já que algumas das piadas não são muito simpáticas ao universo trekker…

Acho difícil passar nos cinemas daqui. Mas vou ficar de olho, porque assim que sair o dvd, vou comprar pra guardar na minha coleção, ao lado dos dvds de Star Wars!

Corrida Mortal

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Corrida Mortal

Como já disse em outra ocasião, o espectador tem que saber o que esperar do filme que vai assistir. Se você vai ver uma refilmagem de uma produção trash produzida pelo Roger Corman nos anos 70, não procure um novo Kubrik, e as chances de diversão serão bem maiores!

Em 2012, uma violenta corrida de carros dentro de uma grande penitenciária é sucesso absoluto entre transmissões pagas. Jensen Ames (Jason Statham), preso injustamente, é convidado para tomar o lugar de um corredor morto. E aos poucos descobre que caiu numa cilada.

O diretor Paul W.S. Anderson nos deu o divertido Resident Evil (além de dirigir o primeiro, ainda escreveu toda a trilogia), mas depois escorregou ao dirigir o primeiro Alien vs Predador. Mas aqui ele volta a acertar a mão!

O filme é excelente dentro do que se propõe: boas cenas de corridas de carro, muita pancadaria, muitos tiros e muitas explosões. De quebra, tem ainda bastante sangue e algumas mortes bem gráficas. “Ah, mas a história é inverossímel e é cheia de clichês!” Claro que sim. Mas o filme nunca se propôs revolucionário…

Existe o “colesterol bom” e o “colesterol ruim”, certo? Pois é, pra mim, aqui tem o “clichê bom”. Por exemplo, a cena em que aparecem os co-pilotos é sensacional: um ônibus vem da penitenciária ao lado – penitenciária feminina – e, em câmera lenta, saem várias mulheres gostosas, todas de shortinho e balançando longas cabeleiras! Não é genial?

Isso sem contar com a ótima atriz Joan Allen (A Outra Face), que já foi indicada ao Oscar 3 vezes, mas aqui exerce o direito de ser canastrona como a malvada diretora da penitenciária!

Deixe seu cérebro de lado e divirta-se!

Testemunha Muda

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Testemunha Muda

Outro dia passei numa locadora que estava vendendo títulos antigos por 9,90. Trouxe pra casa esse Testemunha Muda, interessante filme de suspense dos anos 90.

Billy é uma jovem americana muda que trabalha como técnica de maquiagem numa produção de um filme B, na Rússia. Ela presencia um assassinato, mas ninguém acredita nela. Nem a polícia, nem os companheiros americanos.

O grande mérito deste filme é que é um filme despretensioso. Bons atores desconhecidos, poucos e eficientes cenários, e um roteiro muito bem amarrado garantem a diversão. A atriz russa Maria Zudina, que interpreta a protagonista, não fez mais nada conhecido por aqui. E ela funciona muito bem dentro do roteiro cheio de situações de gato-e-rato.

A brincadeira com a meta-linguagem também é bem interessante. Afinal, o que é filme e o que é real?

E o filme ainda guarda uma última surpresa: sir Alec Guiness num pequeno e importantíssimo papel não creditado! (Nos créditos, há um “Mystery Guest Star”…)