Battle Royale

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Battle Royale

“Você seria capaz de matar o seu melhor amigo?”

Num futuro próximo, uma turma escolar indisciplinada é colocada numa ilha, onde cada um recebe uma arma aleatória, e todos têm 3 dias para se matarem, até sobrar apenas um vivo. Se sobreviver mais de um, todos morrem.

Essas são as regras básicas do jogo Battle Royale, um dos filmes japoneses mais criativos dos últimos anos.

A idéia é genial. Aliás, nem sei como Hollywood ainda não fez uma refilmagem… Uma turma de estudantes, não sei exatamente qual idade, mas como se fosse o nosso ensino médio, é colocada num abiente hostil onde a violência para com o próximo é necessária para a sobrevivência. E, ao serem apresentados a esse neo darwinismo onde quem não mata morre, as reações individuais podem ser imprevisíveis.

O clima do filme é meio trash, com dizeres na tela contando quem morreu e quantos faltam morrer pra terminar o jogo. As mortes são violentas, tem muito sangue, mas é tudo meio caricato. O fato de ser japonês ajuda, porque vemos aquelas interpretações afetadas e exageradas de sempre – e que funcionam muito bem num filme desses.

Acredito que esse filme nunca passou no Brasil pelos meios oficiais – essa imagem que peguei da internet deve ser da edição portuguesa. Mas esse vale o download no torrent mais próximo do seu provedor!

Aliens vs Predador – Requiem

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Aliens vs Predador – Requiem

Às vezes vale mais a pena ver um trailer do que um filme…

Quando surgiu na net o trailer de AVP2, fiquei surpreso com a quantidade de “mortes legais” que estavam na tela! Legal, esse filme prometia ser melhor que o primeiro Alien vs Predador (afinal, o primeiro é muito fraco, ia ser fácil ser melhor).

Que nada…

A idéia do “crossover” das franquias Alien e Predador era interessante. O Alien é um dos “monstros” mais legais criados pelo cinema, um ser alienígena que usa humanos como hospedeiros pra se reproduzir, e que tem ácido correndo nas veias. E o Predador é um caçador genial. Aliás, em uma das cenas de um dos filmes do Predador, aparece o interior da nave dele, onde vemos rapidamente um crânio de Alien!

O encontro dos dois prometia. Mas, parece que Hollywood não sabe fazer “crossovers”, o filme foi tão fraco quanto Freddy vs Jason!

Agora veio um segundo filme, que colocaria os dois seres alienígenas lutando em uma pequena cidade nos EUA. Legal, podemos ver várias situações nunca antes imaginadas nos filmes anteriores, sempre passados em ambientes diferentes.

Mas, infelizmente, a idéia foi jogada fora. As mortes não são tão bem feitas assim, mostra-se pouco o híbrido “alienpredador”. e a motivação do Predador não me convenceu – por que ele veio pra cá?

Veja o trailer pelo youtube, e não perca tempo com o longa – uma hora e meia que não vou ter de volta!

Cloverfield – Monstro

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Cloverfield – Monstro

Antes de falar do filme, vou falar um pouco do meu pé atrás com relação a ele.

Em primeiro lugar, acho o JJ Abrams um dos caras mais marqueteiros que já surgiu na história de Hollywood. Tudo o que o cara faz é hype, mas pra mim ele é supervalorizado. Pra mim ainda tem que comer muito arroz com feijão pra conseguir se equiparar aos “grandes”.

Conheço 3 coisas que ele fez:

Alias (série de tv): depois de estar familiarizado com Jack Bauer & cia, achei a série Alias muito, muito ruim. A agente secreta dessa série é muito fraquinha! Vi uns episódios e passei direto.

Missão Impossível 3: é até covardia, né? O primeiro filme é do Brian De Palma; a continuação é do John Woo. O terceiro é dirigido pelo (quem?) JJ (quem?)… Fraaaco…

Lost: tá, a série é boa, muito boa. Reconheço que é uma das melhores coisas na tv hoje em dia. Mas a quantidade pontas soltas e a quase certeza que tenho que nunca vão conseguir explicar tudo me deixa sempre com pé atrás com essa série…

Em segundo lugar, essa idéia Bruxa de Blair já era batida na época do próprio Bruxa de Blair. Em 92, vi um filme belga chamado Aconteceu perto de sua casa, um documentário sobre um assassino profissional – que REALMENTE parece de verdade! Quando, em 99, veio a idéia da Bruxa de Blair, pensei “já vi isso antes…”

Então, quando apareceu a idéia do “novo projeto do JJ Abrams que é uma mistura de Godzilla com Bruxa de Blair“, claro que fiquei com pé atrás…

Mas fui ver. E não é que é interessante?

A idéia todos sabem: um cara está filmando uma festa de despedida de um amigo, e Nova York começa a ser atacada e destruída por um monstro gigantesco. Então, começa a documentar o que está acontecendo.

O interessante aqui é colocar o espectador “dentro” do filme. Não aparece um cientista que explica o que está acontecendo, ou um herói que faz uma armadilha pro monstro, ou outros clichês típicos de filmes assim. Você está lá dentro, e precisa fugir – e nem ao menos sabe do que!

O início é um pouco longo, e a câmera tremida cansa um pouco. E ficamos curiosos com o que aconteceu, porque nada é explicado… Mas vale a experiência!

E tem uma cena que parece uma homenagem ao poster de Fuga de Nova York, de John Carpenter! É que nesse poster, aparece a cabeça da Estátua da Liberdade caída no meio de uma rua. Mas essa cena nunca acontece no filme…

Agora é esperar o marqueteiro fazer a continuação, onde vai explicar qualé a do monstrão…

Band of Brothers

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Band of Brothers

Sei que aqui só falo de cinema. Mas vou abrir uma excessão pra falar de uma minissérie de tv: Band of Brothers, que, na minha modesta opinião, é uma das melhores coisas já feita pra tv até hoje.

Depois de terem feito O Resgate do Soldado Ryan, Steven Spielberg e Tom Hanks resolveram se aprofundar no tema. Pegaram então a história da Easy Company, uma companhia de paraquedistas que desembarcou na Normandia no Dia D, e seguiu na Europa, tendo chegado na Alemanha na época da rendição de Hitler.

Produziram em 2001 uma mini-série de 10 capítulos na HBO, incensada na época como a “produção mais cara da história” (coisas megalomaníacas de HBO…). E realmente, a história é impressionante! Tom Hanks dirige um os episódios, Spielberg fica só na produção.

Começamos na história ainda nos EUA, no treinamento da Easy, sacaneada pelas outras companhias por ser a que mais ralava. Mas, por outro lado, todos que lá estavam sabiam que ao seu lado estava um forte companheiro. Maneira estranha de pensar, mas tem lógica. Imagine, no meio da guerra, você prefere ao seu lado um cara safo ou um zé mané qualquer?

Sabe aquele início do Soldado Ryan, com o desembarque na Normandia vindo pela praia, com tiro vindo de todos os lados e pra todos os lados, e alemães e aliados morrendo o tempo todo? Logo no segundo capítulo, vemos o que seria a “parte aérea” disso. Muitos, muitos aviões chegando ao mesmo tempo, tiros pra cima e pra baixo, paraquedistas a rodo. A gente vê isso e pensa, “se não fosse isso, acho que a internet hoje seria em alemão”…

Antes de cada capítulo, aparecem veteranos comentando “causos” da época. E, no último capítulo, descobrimos os nomes dos velhinhos: eles são os sobreviventes da Easy!

Um detalhe interessante: no fim, com a derrota alemã, o oficial alemão vai até o americano e oferece a ele a sua arma pessoal, como gesto de rendição. E o americano recusa, porque afinal, “somos todos oficiais honrados”. Então o alemão pede para fazer um último discurso para sua tropa. E, em vez do vilão maniqueísta hollywoodiano, o alemão diz que se sentiu honrado de ter lutado ao lado de homens bons e valentes, e que se precisasse entrar na guerra novamente, queria os mesmos homens na sua tropa. Legal, a gente vê que os vilões são os alemães graúdos, os homens na batalha são apenas homens, pessoas comuns, filhos e maridos de alguém. Provavelmente, se a Alemanha tivesse ganhado a guerra, hoje Inglaterra, EUA e França seriam os vilões…

Recomendo!

Sweeney Todd

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Sweeney Todd

Numa Londres dos tempos vitorianos, um barbeiro condenado e exilado por um crime que não cometeu volta 15 anos depois com sede de vingança. E, num clima doentio, assassina clientes de sua barbearia, enquanto a loja de tortas de carne do andar abaixo usa a carne dos cadáveres em suas tortas.

Por mais que seja uma história de terror, o novo filme de Tim Burton é baseado no musical de Stephen Sondheim, original da Broadway. Ou seja, estamos diante de um musical – de terror!

Tim Burton é o nome perfeito para um filme desses. Hoje em dia, Tim Burton é um dos únicos diretores hollywoodianos que mantém um estilo próprio. Você vê o filme e logo reconhece o seu autor. Principalmente quando lembramos as suas parcerias com Johnny Depp: esse é o sexto filme da dupla, antes vieram Edward Mãos de Tesoura, Ed Wood, A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça, A Fantástica Fábrica de Chocolates e A Noiva Cadáver (sim, é animação, mas as vozes do casal principal são as mesmas deste Sweeney Todd).

Uma prova de que Tim Burton é “o cara” é que Stephen Sondheim estava relutante para liberar o musical para uma versão cinematográfica, mas depois de uma conversa entre os dois, Burton explicou a sua visão sobre Sweeney Todd, e então Sondheim liberou as músicas, com a condição que aprovasse os atores cantores. Claro que Burton queria Depp para o papel principal, mas Sondheim achava que ele seria muito “rock’n’roll” pro papel. Mas Depp não teve problemas com isso, e se submeteu aos testes de voz. Helena Bonham Carter, apesar de esposa do diretor, também teve que fazer os testes. Sondheim aprovou ambos.

O elenco, aliás, é curioso. Diferente de produções como Rent – que trouxe para as telas vários nomes da Broadway, ou Hairspray – que usa atores famosos por terem intimidade com papéis cantados; Sweeney Todd tem atores que não são lembrados por serem cantores. Além de Depp e Carter, temos Alan Rickman (o Snape de Harry Potter), Timothy Spall (também de Harry Potter, além de um monte de papéis pequenos em filmes diversos) e Sacha Baron Cohen – sim, o Borat! – que está sensacional, aliás. Além desses, ainda temos alguns bons e importantes papéis na mão de atores até agora desconhecidos, como Laura Michelle Kelly, Jayne Wisener e Jamie Campbell Bower.

Apesar de seu clima sombrio e seu anti-herói, Burton e Depp conseguiram fazer um filmaço. Johnny Depp levou o Globo de Ouro de melhor ator pelo papel, mas perdeu o Oscar pro Daniel Day Lewis…

Meu nome não é Johnny

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Meu nome não é Johnny

Meio que por engano, um jovem da zona sul passa de consumidor a traficante. E vira um dos maiores traficantes do Rio nos anos 90.

Esse é o resumo básico de Meu nome não é Johnny, filme de Mauro Lima baseado no livro de Guilherme Fiúza, e estrelado por Selton Mello.

Selton Mello é “o cara”. É o nome do cinema nacional hoje em dia. E nos leva a simpatizar com um personagem de moral duvidosa – afinal, o mocinho é um traficante!

Selton Mello interpreta João Estrella, um personagem que realmente existiu. Primeiro, comprava drogas e consumia com os amigos, em festas intermináveis. Daí, passou pro tráfico mais graúdo, e posteriormente, intercontinental.

O filme relata o início, ascenção e queda de João Estrella. Que, na verdade, nunca foi um cara “mau”, apesar de estar do outro lado da lei. Ou, pelo menos, esta é a visão que o filme passa…

Tecnicamente, o filme é perfeito. Boas recriações da época (desde os anos 70 até os 90), locações na Europa, boa trilha sonora, boas atuações do elenco – além de Selton Mello, Cleo Pires, Julia Lemmertz, Cassia Kiss e André di Biasi. E o filme é sério quando tem que ser, mas sem deixar de ser leve.

Boa recomendação pra aqueles que têm preconceito com cinema nacional!

Onde os fracos não têm vez

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Onde os fracos não têm vez

Onde os fracos não têm vez, o novo filme dos irmãos Joel e Ethan Coen (de Fargo, O grande Lebowski, Na Roda da Fortuna, Arizona Nunca Mais, Gosto de Sangue, Ajuste Final, E aí meu irmão cadê você, etc.), foi o grande vencedor do Oscar de 2008: melhor filme, diretor, ator coadjuvante e roteiro adaptado. Merecido!

Num clima meio western (apesar de se passar nos anos 80), o caçador Llewelyn Moss (Josh Brolin, aquele, de Goonies, que antes esteve em Planeta Terror e agora em 2009 concorre a ator coadjuvante por Milk) encontra por acidente o cenário de um verdadeiro massacre: vários carros, vários corpos, várias armas e uma quantidade enorme de drogas. Mais: encontra, um pouco afastado, um outro cadáver, com uma maleta cheia de dólares. Enquanto isso, um homem misterioso e mau, muito mau, começa a perseguí-lo. Este é Anton Chigurh, magistralmente interpretado por Javier Bardem, que já ganhou Globo de Ouro e o Oscar de melhor ator coadjuvante.

O filme é lento, e, diferente do habitual dos Coen, não tem muito humor. Ainda temos outros ótimos personagens, como o velho xerife interpretado pelo Tomy Lee Jones, e algumas cenas geniais – isso sim, marca registrada dos Coen.

O fim do filme desagradou a maioria dos espectadores, mas não tira o brilho da obra. E agora os irmãos roteiristas e diretores leveram mais umas estatuetas pra casa, de filme, direção e roteiro, pra guardar ao lado da de roteiro por Fargo

Clube da Luta

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Clube da Luta

Coloque o dvd no player. Espere os avisos. Aparecerá esse texto:

Warning: If you are reading this then this warning is for you. Every word you read of this useless fine print is another second off your life. Don’t you have other things to do? Is your life so empty that you honestly can’t think of a better way to spend these moments…

A ironia do filme começa antes do filme…

Clube da luta é um filme sobre testosterona. Sobre a necessidade masculina da volta à violência natural do ser humano, que foi suprimida nos tempos modernos. Pensando assim, dois amigos, interpretados por Edward Norton e Brad Pitt, fundam o Clube da Luta – onde podem exercer toda a violência reprimida.

A partir daqui, virão spoilers. Ou seja, se não viu o filme, pare de ler!!!

SPOILERS!

SPOILERS!

SPOILERS!

SPOILERS!

Quando penso em “filmes com finais surpreendentes”, lembro de 3: O Sexto Sentido, Jogos Mortais e esse Clube da Luta. E, ao rever o filme, você vê que tudo aquilo faz sentido! Pra começar, o personagem principal não tem nome. Ele é o “narrador” – só. E, revendo o início, você consegue ver flashes do alter ego inseridos no cenário: por 4 vezes, aparece um Brad Pitt como o Tyler Durden que acompanhará o Edward Norton. (ele aparece como mensagem subliminar, assim como o pênis que aparece na cena final)

Sem conseguir paz interior, o narrador começa uma guerra particular contra a sociedade de consumo. E, assim, Tyler Durden e seu alter ego constroem a sua sociedade secreta e subversiva, e nos conquistam com seus ideais fora dos padrões.

Ao lado de Se7en, Clube da Luta é um dos melhores filmes de David Fincher (que, depois, nos trouxe o fraco Zodíaco e agora concorre ao Oscar por O Curioso Caso de Benjamin Button). E os dois atores, Brad Pitt e Edward Norton, como sempre, arrebentam.

Filmão. Violento, mas nada gratuito. Dá uma boa sessão dupla com outro “filme testosterona”, o 300, de Zack Snyder.

O Vingador do Futuro

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O Vingador do Futuro

Num futuro indefinido, Quaid (Arnold Schwarzenegger) tem uma vida tranquila. Tem um emprego como operário, tem uma bela esposa (Sharon Stone, lindíssima), mas tem sonhos constantes e obsessivos com Marte. Resolve então “visitar” Marte, numa nova forma de viagem: um implante de memória no cérebro, com lembranças de uma viagem de duas semanas pelo planeta vermelho. Mais: como adicional, ele opta por ter uma viagem “com aventura”, na pele de um agente secreto! E, a partir daí, você não sabe mais se o que acontece com Quaid é verdade ou se foi implantado em seu cérebro.

Dirigido por Paul Verhoeven e baseado no conto “We Can Remember It For You Wholesale”, de Philip K Dick (o mesmo de Blade Runner, O Homem Duplo, Minority Report e O Pagamento), O Vingador do Futuro tem um dos melhores roteiros de sua época – apesar do nome sugerir uma apelativa cópia do Exterminador do Futuro, também com Schwarza.

Paul Verhoeven, um cineasta holandês há poucos anos em Hollywood, ainda era muito mais cínico e violento que a maioria dos americanos. Estava no auge, na mesma época fez Conquista Sangrenta, Robocop e Instinto Selvagem, todos ótimos. Pena que não soube segurar a mão e sua carreira foi escada abaixo depois, com filmes de qualidade duvidosa como Showgirls e O Homem sem Sombra.

O elenco está perfeito. O grande canastrão Schwarzenegger tem aqui um dos melhores papéis da sua carreira; Sharon Stone idem (acho que só em Cassino e Instinto Selvagem ela se igualou); e Michael Ironside também está ótimo, como um vilão mão, muito mau!

Os efeitos especiais, mesmo se passando mais de 15 anos, ainda convencem – apesar de certos chroma-keys estarem, vamos dizer, “gastos”. Mesmo assim, os cenários, maquiagens e efeitos em geral ainda funcionam!

Boa diversão!

My Name is Bruce

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My Name is Bruce

Um filme para fãs do Bruce Campbell! Legal! Mas, claro, se você se perguntar “Bruce quem?”, esqueça este filme…

Bruce Campbell é um ator canastrão, famoso por ter feito Ash, personagem principal da trilogia Evil Dead, de Sam Raimi. Além de Evil Dead, fez alguns cult movies (como Bubba Ho Tep) e participações especiais em grandes produções (ele está nos três filmes do Homem Aranha, também dirigidos por Sam Raimi). Claro, também fez um monte de filmes ruins. Faz parte… E agora resolveu dirigir uma homenagem a si mesmo, cheio de auto-referências!

A história: um monstro chinês aparece em um cemitério em uma cidade pequena. Quem vamos chamar pra resolver isso? Que tal o próprio Ash? Bem, se não pode ser o Ash, que tal o próprio Bruce Campbell?

É isso que acontece. E Bruce vai, achando que é tudo uma grande brincadeira…

Às vezes o humor do filme é meio bobo, temos alguns momentos “didimocoanos” – por isso não é recomendado pra “não fãs”. Mas no geral, o filme é uma grande e deliciosa bobagem, pra ser visto com galera comendo pipoca e rindo das tosqueiras!

Detalhe interessante: Ted Raimi, irmão de Sam e amigo de infância de Bruce, faz três papéis diferentes!