Zombies Gone Wild

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Zombies Gone Wild

Poucas vezes na minha vida desisti de ver um filme no meio dele. Mesmo quando é muito ruim, vejo até o fim. Nem que seja pra falar mal.

Mas não consegui terminar este filme Zombies Gone Wild. Isso se é que podemos chamar essa coisa de filme…

A princípio, a idéia parecia boa: uma mistura de American Pie com filme de zumbi! Legal! Isso deve ser tão trash que o filme dificilmente vai ser ruim…

Mas… Engano meu: é REALMENTE ruim.

Por que digo isso? Aparentemente um grupo de amigos comprou ou ganhou uma filmadora e resolveu filmar qualquer coisa. Até acredito que eles devem ter se divertido filmando isso e depois assistindo ao que saiu. Mas… Por que fingir que é um filme de verdade e lançar no mercado?

A imagem é tosca, video mesmo, câmera na mão. As atuações são caricatas no mau sentido – os personagens são clichês exagerados e mal interpretados pelos pretensos “atores”. O humor (?) é sem graça, não dá nem pra tirar um leve sorriso.

Até aí, ainda aguento. Mas as cenas são looongas, arrastadas, nada acontece no filme… Aí não deu mais. Avancei. Será que melhora quando aparecerem os zumbis?

Nada… Vi zumbis melhores no calçadão de Copacabana na Zombie Walk. Os daqui do Rio são melhores em dois sentidos: em fantasia e interpretação. Como assim, um zumbi pode ser mal interpretado? Acredite, pode.

Gosto de filmes ruins. Mas gosto de filmes, não disso aí.

p.s.: até esse cartaz é fake. Nada disso acontece…

Queime depois de ler

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Queime depois de ler

Deve ser legal ser um “irmão Coen”. No início deste ano eles ganharam 3 Oscars cada um – melhor filme, melhor direção e melhor roteiro – pelo excelente e denso filme Onde os Fracos não têm vez, pra fazer companhia ao Oscar de roteiro por Fargo, que eles levaram em 96.

E o que os caras fazem logo depois? Este divertidíssimo Queime depois de ler!

A trama é rocambolesca. Um agente da CIA é demitido, e começa a escrever suas memórias. Ao mesmo tempo, sua mulher pede o divórcio e o expulsa de casa. Um casal de funcionários de uma academia encontram um cd com informações do ex-agente e acham que é coisa séria. A funcionária da academia começa a ter um caso com o amante da ex-mulher do ex-agente. E por aí vai…

Mas, apesar de aparentar complicada, a trama “desce” fácil, num curto filme de pouco mais de hora e meia de projeção. Ponto para o roteiro, enxuto, muito bem escrito.

Todos os que acompanham a carreira dos Coen sabe que na verdade este filme tem muito mais a ver com os filmes deles do que o laureado Onde os Fracos não têm Vez. Trama rocambolesca e cheia de humor é algo que não falta!

(Até alguns ano atrás, os irmãos Joel e Ethan Coen se dividiam nos créditos, um ficava como “diretor” enquanto o outro como “roteirista”. Mas diziam que eram sempre os dois juntos… Bem, aqui os dois estão creditados como diretores e roteiristas!)

Outro dos pontos altos é o elenco. George Clooney, Brad Pitt, John Malkovich, Frances McDormand, Tilda Swinton, Richard Jenkins, todos estão ótimos em seus papéis. É até difícil saber se alguém se destaca. Talvez Pitt mereça uma “menção honrosa” pelo seu inocente e ingênuo funcionário de academia…

Esse vale o ingresso! Nem que seja pra queimar depois…

Black Sheep

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Black Sheep

Um filme trash neo zelandês sobre ovelhas assassinas. E precisa dizer algo mais? Esse é um daqueles casos onde “o filme já ‘nasceu’ bom”!

O argumento deste filme deixaria feliz o mestre Roger Corman: uma fazenda tem um laboratório para criar um novo tipo de 0velha, geneticamente modificada. Mas algo acontece de errado, e as ovelhas viram carnívoras e assassinas…

O diretor Jonathan King  nos traz tudo o que é necessário em um filme desse tipo: personagens caricatos, idéias absurdas e muito, muito gore!

Não sei se tem algum dedo do Peter Jackson aí (afinal, o cara é neo-zelandês e gosta de filmes trash), mas sei que os efeitos estão a cargo da WETA, companhia do próprio…

Infelizmente, acho que não tem por aqui. Mas vale o download!

Os Estranhos

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Os Estranhos

Um jovem casal é cercado numa casa por estranhos e violentos vizinhos mascarados. É, a idéia pode parecer interessante. Além do mais porque a atriz principal é a Liv Tyler, ou seja, o filme não deve ser totalmente vagabundo.

Queria heu que todos os atores fossem desconhecidos… Aí a gente desconfiaria mais do filme…

O desenvolvimento da trama não é ruim. O diretor sabe criar um interessante clima de tensão ao longo da pequena duração do filme (pouco menos de uma hora e meia). Depois de um episódio frustrante, um casal de namorados vai passar a noite numa casa isolada. E, no meio da madrugada, os tais estranhos mascarados começam a cercar a casa e aterrorizar o casal.

SPOILERS ABAIXO!!!

SPOILERS ABAIXO!!!

O grande problema do filme é que ficamos o tempo todo construindo uma expectativa de que algo interessante acontecerá. Quem são esses mascarados? Por que eles estão com as máscaras? Qual o motivo que os leva a fazer isso? Qual é o grande “por que” do filme?

Acaba o filme e  isso não é explicado. Perdemos uma hora e meia acreditando que a história terá um fim decente, uma explicação pra tudo isso… e nada.

E aí a gente começa a pensar na quantidade de furos do roteiro. Os mascarados que se movem na velocidade da luz. Pessoas que abrem a porta às 4 da madrugada num lugar deserto. Amigos que chegam em casa e, ao encontrar tudo revirado, não gritam os nomes das pessoas. E por aí vai.

Dispensável…

Rolling Stones – Shine a Light

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Rolling Stones – Shine a Light

Que tal uma das maiores bandas da história filmada por um dos maiores diretores da história? Interessante, não?

Em Shine a Light, o diretor Martin Scorsese (Taxi Driver, Touro Indomável, Gangues de Nova York e mais uma penca de filmes bons) filmou shows realizados em 29 de outubro e 1º de novembro de 2006, no Beacon Theatre, em Nova York. E nos mostra isso num dos melhores documentários da história do rock’n’roll.

Por que este é considerado um dos melhores documentários da história? Porque é um filme do Scorsese antes de ser um filme dos Stones. Então, em vez do glamour que se espera, vemos a banda “nua e crua”, de perto, muito perto.

De um tempo pra cá, a idéia de “show dos Rolling Stones” se associou a tudo mega, tudo gigantesco. Já vi muitos shows no Maracanã, mas o único que posso dizer que a banda não ficou “pequena” foi quando os Stones tocaram lá, nos anos 90. (Também vi o show da Apoteose, mas dispensei o da praia de Copacabana – heu não sou vip e não teria condições de ver nada no meio da multidão de um milhão de pessoas.)

Mas aqui vemos tudo de perto. Conseguimos literalmente ver todas as rugas de cada um dos quatro Stones: Mick Jagger (vocal), Keith Richards (guitarra), Charlie Watts (bateria) e Ronnie Wood (guitarra). Vemos todas as poses e caretas de Keith Richards – digam o que quiserem dele, o cara inventou boa parte do que conhecemos como “guitarrista de rock”. Também vemos um Mick Jagger de 65 anos de idade rebolando no palco como se fosse uma garotinha – e, mais uma vez, digam o que quiserem, mas o cara é um frontman perfeito, como poucos na história, e nunca – NUNCA – seus rebolados parecem forçados.

(nota explicativa: Ronnie Wood é o único que não é da formação original, desde os anos 60. Brian Jones, o guitarrista da primeira formação ao lado de Keith Richards, morreu em 69, e foi substituído por Mick Taylor, que ficou até 74, quando finalmente entrou Wood. O baixista Bill Wyman se aposentou em 93. Desde então o baixo é tocado por Daryl Jones, mas este nunca foi efetivado membro da banda, apenas músico contratado.)

Vemos tão de perto que acontece algo raro: o som que ouvimos, aparentemente, não foi mixado. Quando a câmera está perto de um dos músicos, ouvimos o seu instrumento mais alto, como se estivéssemos perto do retorno do palco! Isso às vezes bagunça o áudio, e muitas vezes não ouvimos direito os outros instrumentos. Mas não deixa de ser interessante…

Entre as músicas, vemos trechos de entrevistas de outras épocas. E aí está um dos poucos defeitos do filme: custava colocar as datas destas entrevistas? É legal ver um Mick Jagger novinho, ainda nos anos 60, dizendo que talvez eles ainda tivessem pique pra tocar por talvez mais uns dois anos. Acho que todas as imagens de arquivo deveriam dizer pelo menos o ano!

Mesmo assim, vale o ingresso / locação / download. E bom filme / show!

Smokin’ Aces – A Última Cartada

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Smokin’ Aces – A Última Cartada

Não levei muita fé quando este filme foi lançado. Parecia ser apenas “mais um daqueles filminhos tentando ser cool”. Mas sabe que esse é divertido?

Explico: depois de Pulp Fiction, surgiu um novo estilo: filmes policiais que mesclavam atores cool em papéis cool, edição de imagens ágil, muita violência, tudo muito estilizado e de preferência com uma trilha sonora também cool. Alguns até funcionam, o Guy Ritchie por exemplo sabe usar esse estilo. Mas às vezes falta talento…

Felizmente Smokin’ Aces não é o caso. O diretor quase desconhecido Joe Carnaham acertou a mão ao contar a história de Buddy Aces, um misto de mafioso e performer de Las Vegas, que, ao ganhar proteção da polícia por testemunhar contra a Máfia, vira alvo de vários assassinos profissionais, quando sua cabeça é colocada a prêmio, no valor de um milhão de dólares.

O elenco é cheio de nomes legais, como Ray Liotta, Andy Garcia, Ryan Reinolds, Ben Affleck, Jeremy Piven e Jason Bateman. E a história tem espaço prum monte de personagens interessantes, quando vemos os diferentes assassinos com seus diferentes estilos.

Sobre o elenco, vou citar duas curiosidades pros antenados de plantão:

– Um dos irmãos Tremor – 3 irmãos neonazistas completamente malucos – é interpretado por um certo Chris Pine. Já leu esse nome em algum lugar? Bem, ele é o novo Capitão Kirk, no próximo Star Trek

– Um dos assassinos é interpretado por Nestor Carbonell, o misterioso Richard Alpert, personagem secundário da série Lost. Bem, em uma das cenas, Carbonell contracena com Mathew Fox, o Jack, personagem principal de Lost… (aliás, falando em Lost, outro dos irmãos Tremor também está na ilha de Lost!)

O filme é um pouco confuso, são muitos personagens e algumas subtramas ao fundo. Mas pode ser uma boa diversão. Agora estamos esperando pra ver como será o prequel, anunciado pro ano que vem…

Tideland

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Tideland

Sabe aquele tipo de filme que quando acaba você fica se perguntando “o que foi isso que acabei de ver?” Já vi muitos filmes estranhos na minha vida, mas confesso que há tempos não via nada tão esquisito.

Conhecemos o mundo mágico de Jeliza Rose, uma menina de uns dez anos de idade, filha de pais viciados, que conversa com animais e tem como amigas e companheiras quatro cabeças de bonecas.

O filme é até bom. Mas é uma fábula bizarra, um conto de fadas distorcido. E, convenhamos, isso não agrada a qualquer um… Principalmente porque mostra cenas realmente incômodas, como a pequena Jeliza Rose preparando a heroína pro seu pai…

Nada tão surpreendente quando vemos quem é o diretor: Terry Gilliam! Ex-Monty Python, ele já fez muita coisa estranha em sua carreira de diretor, como Medo e Delírio em Las Vegas ou o sensacional Brazil, o Filme

Vemos uma referência bem clara à Alice no País das Maravilhas, Jeliza Rose inclusive cai no mesmo buraco da árvore que a personagem da história. E, assim como Alice, Jeliza Rose tem o seu próprio mundo diferente, onde está a salvo do perigoso mundo adulto.

Provavelmente pela esquisitice este filme não foi bem lançado por aqui, apesar do diretor conhecido e de ter Jeff Bridges como o pai de Jeliza Rose (Jeniffer Tilly faz a mãe, mas o seu papel é bem pequeno). Até onde sei, não passou nos cinemas, e só vi o dvd pra vender uma única vez.

Mas a procura vale a pena!

Halloween – O Início

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Halloween – O Início (2007)

Semana passada falei da origem do Leatherface, o assassino serial da série Texas Chainsaw Massacre. E hoje é dia da origem de Michael Myers, da série Halloween!

Na verdade, esse não é um filme inteiramente novo, como o da semana passada. Esse é uma refilmagem do original de 78, dirigido pelo mestre John Carpenter, e estrelado por Jamie Lee Curtis e Donald Pleasance.

Aliás, cabe aqui um comentário: durante os anos 80, Jason Vorhees, de Sexta Feira 13, ficou mais famoso; pouco depois surgiu Freddy Krueger, de A Hora do Pesadelo, que também ficou muito famoso. Mas o primeiro assassino deste estilo é o Michael Myers! Halloween foi o primeiro filme neste estilo assassino-morto-vivo-que-sempre-volta-na-cena-final-pra-justificar-a-continuação!

Confesso que não vejo o filme de John Carpenter já faz um tempo, então não posso comparar esta refilmagem com o original. Mas posso dizer que a refilmagem funcionou.

Rob Zombie tem se mostrado um cara legal com sua carreira cinematográfica. Sim, é aquele mesmo cara, da banda White Zombie. Não sei ele continua sendo músico, mas acertou a mão na sua “nova profissão”. Particularmente, heu prefiro o Zombie diretor… Em 2003, Zombie fez The House of 1000 Corpses, e dois anos depois pegou mais pesado com Rejeitados pelo Diabo. E agora anuncia Tyranossaurus Rex pro ano que vem. A carreira desse cara promete…

Este novo Halloween pega uma onda muito usada atualmente em Hollywood, de recriar as histórias dos filmes, incluindo as origens dos personagens, em vez de simplesmente refilmá-los. Tivemos isso com Batman, com 007 (Cassino Royale)… E aqui funciona bem: Zombie cria um histórico familiar interessante pro pequeno Michael quando tinha 6 anos.

Depois de assassinar brutalmente meia dúzia de pessoas, o garoto é internado, e tratado pelo Dr. Loomis. Se no original era o Donald Pleasance, agora temos Michael McDowell! E McDowell sabe como se portar num filme desses – felizmente!

O resto da história é o previsível. A “maturidade” do assassino Michael Myers. E aqui, mais uma vez, a forma vale mais que o conteúdo. Zombie realmente tem talento pra isso.

Uma cena achei particularmente arrepiante: já adulto, Michael volta para a casa onde morou e acha a faca e a máscara que usou quando criança. E quando coloca a máscara – “a” máscara! – toca aquele teminha clássico. Me lembrei do Star Wars ep. III, quando Darth Vader coloca a máscara e respira artificialmente pela primeira vez!

Bom filme. Recomendo!

Scar 3D

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Scar 3D

Algumas semanas atrás, recebi por e-mail um link com um trailer que prometia: um filme de terror em 3D! A história parecia ser clichê, mas heu costumo curtir coisas assim, mesmo que não seja mais novidade. Às vezes a forma pode valer um conteúdo seja repetido…

O link em questão era esse: http://uk.youtube.com/watch?v=bsRbqpiqkKU

Ainda parece ser uma boa opção, apesar de ser a refilmagem de O Dia dos Namorados Macabro, que, no original, já não era lá grandes coisas…

Bem… Passou-se um tempo, e vi que estreou um filme de terror em 3D nas salas cariocas. Em toda a mídia estava escrito que o filme é uma porcaria, mas heu nem dei bola, ora, desde quando críticos falam bem de filmes de terror vagabas? Com um trailer desses, quero ver o filme!

Mas meu erro foi não ter procurado saber se o filme era o mesmo do trailer que tinha me deixado empolgado…

Grande erro. Enorme erro. Aquele Bloody Valentine parece ser legal? Esse é outro filme, nada tem a ver com aquele. Esse é Scar 3D. E sim, é MUITO ruim…

Pra início de conversa: pra que fazer o filme em 3D se quase não temos cenas que se aproveitam dos efeitos? A graça de ver algo 3D é se sentir num parque de diversões, onde os efeitos são feitos em função do que o espectador vai sebtir. Sim, queremos clichês, queremos coisas jogadas em direção à tela!

Esse filme não tem nada que justifique o 3D…

E, pra completar o fracasso, a história é horrível! Clichê, furada e sem graça…

Decepção… Queremos outra opção de terror em 3D!!!

The Texas Chainsaw Massacre: The Beginning

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The Texas Chainsaw Massacre: The Beginning

Recentemente descobri esse filme de 2006. Comi mosca na época do lançamento, não sei se passou nos cinemas por aqui, tampouco sei se saiu em video / dvd.

Bem, como de uns tempos pra cá o torrent é o melhor amigo do cinéfilo underground…

A idéia é interessante: mostrar como surgiu Leatherface e sua família de loucos assassinos.

Um bebê deformado é jogado no lixo, e acolhido pela família de uma mendiga. Através de flashs, sabemos que a criança tem problemas na infância, mas cresce e trabalha no matadouro local.

Corta para dois irmãos, jovens, que foram convocados para lutar no Vietnã (o filme se passa em 1969), e estão indo se apresentar, acompanhados das respectivas namoradas.

O resto, qualquer um que conhece filmes de terror pode adivinhar…

O que esse filme tem de interessante pra valer a pena ser visto? Uma coisa achei bem interessante: Leatherface é mostrado mais como um doente mental do que um assassino malvado. Aliás, quem é realmente mau é seu tio adotivo, o xerife Hoyt. Ou seja, é uma tentativa de explicar a complexa personalidade de um dos mais famosos assassinos seriais do cinema.

E além disso temos a quase carioca Jordana Brewster no papel principal…