Quero Matar Meu Chefe

Crítica – Quero Matar Meu Chefe

Três amigos, desapontados com seus chefes, pensam na possibilidade de matá-los.

Quero Matar Meu Chefe (Horrible Bosses, no original) é aquilo o que a gente espera. Uma comédia com um pé no politicamente incorreto e outro pé no previsível. E com um bom elenco, que salva o filme de cair na mediocridade.

A trama do filme dirigido pelo pouco conhecido Seth Gordon cai em todos os clichês previsíveis. Tá tudo lá: desencontros que causam situações embaraçosas, piadas politicamente incorretas e uma pitada de humor grosseiro. Não é o meu estilo preferido de comédia, mas, dentro do que se propõe, até que o filme funciona “redondinho”.

O melhor aqui sem dúvida é o elenco, principalmente os secundários. O trio principal Jason Bateman, Jason Sudeikis e Charlie Day está bem – tá, talvez Day esteja um pouco acima do tom, mas nada que atrapalhe a fluência do filme. Mas Quero Matar Meu Chefe é dos coadjuvantes Kevin Spacey, Collin Farrell, Jennifer Aniston e Jamie Foxx, principalmente Spacey e Foxx. E o elenco ainda tem Donald Sutherland, Julie Bowen (Modern Family) e Ioan Gruffudd (Quarteto Fantástico)!

Talvez o ponto fraco seja a personagem de Jennifer Aniston. Não pela atriz, que está bem, mas ninguém consegue levar a sério o problema de Day com sua chefa gostosona e ninfomaníaca. Até os outros personagens zombam deste “problema”!

No fim, fica a conclusão que Quero Matar Meu Chefe não é ruim, afinal tem coisa bem pior sendo lançada por aí. Mas também tem coisa melhor…

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Anjos da Lei

Crítica – Anjos da Lei

Mais uma ideia reciclada…

Dois jovens recém formados na academia de polícia são enviados para uma divisão que coloca policiais disfarçados dentro de escolas, atrás de uma nova droga sintética.

Todo mundo sabe que este filme é baseado numa série que passou aqui no fim dos anos 80 / início dos anos 90. Mas na verdade, acredito que poucos se lembrem da série em si, mas sim do seu ator principal, um jovem (e ainda desconhecido) Johnny Depp – que faz aqui uma participação especial, “validando” a franquia. Se não fosse por Depp, acho que Anjos da Lei iria continuar desconhecido…

A adaptação para os dias de hoje ficou boa – o ambiente escolar americano não é exatamente igual ao que era nos anos 80. Mas achei que a produção cometeu um erro na escalação do elenco principal. Jonah Hill, com 29 anos, e Channing Tatum, com 31, não seriam velhos demais para convencer em uma volta à escola, para contracenar com garotos de 17 anos? Qual o problema de pegar atores de vinte e poucos anos? (Depp tinha 24 quando começou o seriado).

Se a gente deixar pra lá o fato de um ator de mais de 30 se passar por um adolescente, Anjos da Lei (21 Jump Street, no original) é até divertido. Dirigido por Phil Lord e Chris Miller, que antes fizeram a animação Tá Chovendo Hamburguer, Anjos da Lei tem um bom equilíbrio entre ação e comédia – algumas piadas são bobas, mas o roteiro tem algumas boas sacadas, como a sequência com os efeitos da droga, ou as explosões de carros. E não é todo filme que tem uma perseguição com limusines…

A dupla principal de atores, se não tem a idade coerente, pelo menos tem boa química e gera alguns bons momentos ao longo do filme. Ainda no elenco, Ice Cube, Brie Larson e Dave Franco (com 26 anos, também velho para o papel), além de pontas de Depp, Richard Grieco e Peter DeLuise, atores da série original.

Anjos da Lei não chega a ser um bom filme, mas não deve decepcionar os menos exigentes.

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A Inquilina

Crítica – A Inquilina

Uma jovem médica, recém separada, encontra um ótimo apartamento a um preço incrivelmente barato. O que ela não sabe é que o seu senhorio desenvolverá uma certa obsessão por ela.

Produção da Hammer (que recentemente nos apresentou o bom A Mulher de Preto, A Inquilina parece um daqueles “filmes de apoio” que rolavam nas locadoras na época do vhs. Eram produções modestas, que acompanhavam os lançamentos de ponta. Não necessariamente um filme ruim, mas quase sempre um filme “menor”.

O que chama a atenção é o nome de Hilary Swank. Duas vezes ganhadora do Oscar de melhor atriz (por Garotos Não Choram e Menina de Ouro), Swank não só é a atriz principal como também produziu A Inquilina. Não que o filme seja ruim, mas acredito que os fãs da atriz esperavam mais.

Se a gente ignorar o laureado currículo da protagonista, o filme até funciona. Swank está bem em seu papel, assim como seu companheiro Jeffrey Dean Morgan. Só achei Christopher Lee desperdiçado em um papel besta.

Para não dizer que A Inquilina é igual a tudo o que tem por aí, rola uma interessante mudança de foco na narrativa com aproximadamente meia hora de projeção, justo quando o filme começava a ficar monótono e previsível. Boa sacada do diretor Antti Jokinen, finlandês com experiência em videoclipes mas estreando em longa metragens.

Pena que este momento de criatividade não continue ao longo do filme. O fim de A Inquilina é bastante óbvio…

No fim, A Inquilina só é recomendado àqueles que estão sem opção melhor para assistir. Ou então aos fãs dos atributos físicos de Hillary Swank, que aproveita para mostrar em detalhes o corpo malhado.

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Little Deaths

Crítica – Little Deaths

Três curtas histórias, independentes entre si, sempre usando sexo e morte como tema de fundo.

(Desconfio que o nome do filme seja uma referência a “petit mort”, metáfora para orgasmo em francês. Não li isso em nenhum lugar, é chute meu. Porque é um bom trocadilho…)

Como quase todos os filmes em episódios, Little Deaths é irregular. A primeira história começa bem mas se perde no fim; a segunda é ruim com força; a terceira é melhorzinha e salva o programa.

E como é o tal lance de sexo e morte? Bem, de gore, o filme é fraco. Pelo menos Little Deaths tem uma dose razoável de nudez, tanto feminina quanto masculina, e quase toda nudez é dentro do contexto, o que nem sempre acontece em filmes do gênero.

Little Deaths é um filme assumidamente menor. Ninguém conhecido no elenco, parte técnica discreta, a única coisa que poderia salvá-lo de ser um filme acima da média seria um roteiro inspirado. Como isso não aconteceu, estamos diante de “mais do mesmo”.

Só recomendado aos fãs do estilo…

p.s.: Não tenho ideia do que significa o cartaz. Só sei que esta imagem não tem nada a ver com o que rola no filme…

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Star Wars: The Old Republic

Crítica – Star Wars: The Old Republic

Hoje, 4 de maio, é o “Star Wars Day”! Por causa de um trocadilho infame com a data em inglês (may the fourth), os fãs de Guerra nas Estrelas comemoram o dia de hoje!

Procurei algo novo de Star Wars pra ver e comentar aqui hoje. Achei este Star Wars: The Old Republic. Vamos lá?

Peguei a sinopse que tá no legendas.tv: “É um material ‘histórico’ da mitologia Star Wars a partir dos arquivos dos próprios Jedis, narrado pelo guardião dos arquivos Jedis, Mestre Jedi Gnost-Dural (voz do ator Lance Henriksen), sobre os acontecimentos das eras que antecederam o Tratado de Coruscant, eventos com mais de 3000 anos antes do surgimento de Darth Vader.”

Na verdade, Star Wars: The Old Republic não é um filme nem uma série. São 12 animações curtas, com duração entre 3 e 4 minutos cada. Uma voz em off conta a história, enquanto imagens muito pouco animadas passam na tela.

Sabe qual o problema? As histórias são curtinhas, então a gente fica com a impressão de estar vendo uma introdução para algo legal que viria depois – e nada acontece. É só uma narração em off. Tudo chaaato…

Não saco de videogames. Se cada filminho é a introdução para uma nova fase do game, pode até funcionar. Mas aqui, um filminho atrás do outro fazem de Star Wars: The Old Republic um programa quase insuportável de quase 50 minutos de duração…

Heu deveria ter escolhido os desenhos animados da série Clone Wars. Bem mais interessantes…

Enfim, “May the Forth be with you”!

O Despertar

Crítica – O Despertar

Inglaterra, 1921. Florence Cathcart, uma escritora especializada em desmascarar casos de falsos fantasmas, é contratada para investigar um colégio onde supostamente há um fantasma de uma criança.

Quando começou O Despertar, rolou uma sensação de “heu já vi isso antes”. Felizmente, a trama tem alguns “plot twists” interessantes. Se por um lado o filme não chega a ser muito original, pelo menos não é muito óbvio. E gostei do fim que abre espaço para duas diferentes interpretações.

Escrito e dirigido pelo estreante Nick Murphy, O Despertar ainda tem alguns trunfos, como as locações, num belo e enorme imóvel antigo (que tem cara de ser uma escola de verdade). Além disso, rola um susto aqui, outro acolá.

O nome principal do elenco é Rebecca Hall. Aqui ela tem oportunidade de ser a figura central do filme – já vi vários filme com ela, mas ela sempre é coadjuvante, como em Vicky Cristina Barcelona, O Grande Truque e Atração Perigosa. Ainda no elenco, Imelda Staunton (Harry Potter), Dominic West (300, John Carter) e o menino Isaac Hempstead Wright.

Pena que o resultado final é meia bomba. O Despertar pode ser uma diversão despretensiosa, mas está longe de ser um grande filme.

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Top 10: Melhores Filmes onde Nova York é Destruída

Top 10: Melhores Filmes onde Nova York é destruída

Há tempos que tinha vontade de fazer um Top 10 de filmes catástrofe, mas venho adiando a ideia. Mas, depois de ver Os Vingadores, pensei: por que não fazer um Top 10 de filmes onde Nova York é destruída?

Nem tive muito tempo pra pesquisar. Vamos ao Top 10 relâmpago?

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10- Cloverfield (2008)

Tá, admito que não gostei do resultado final de Cloverfield, achei o filme decepcionante. Mas o monstrão detonando pelas ruas de Nova York foi legal, ah, isso foi!

9- Godzilla (1998)

Roland Emmerich fez um filme sobre o famoso monstrengo que já estrelara dezenas de filmes. Só não entendi por que o Godzilla, que veio do Pacífico Sul, apareceu primeiro no Atlântico Norte…

8- Armageddon (1998)

Nunca podemos esperar muito de um filme de Michael Bay. Mas a chuva de meteoros que cai em Nova York no início do filme, atingindo prédios, carros e pessoas, é bem legal.

7- Impacto Profundo (1998)

Mais um filme de 1998! Mimi Leder dirigiu um filme quase igual ao Armageddon aí de cima. Aqui o grande barato são as gigantescas ondas…

6- Guerra dos Mundos (2005)

O péssimo final do filme de Steven Spielberg quase põe tudo a perder. Mas a destruição causada pelos tripods no início do filme é sensacional.

5- A.I. (2001)

Outro Spielberg, desta vez dando continuidade a um projeto do recém falecido Stanley Kubrick. Aqui, Manhatan está parcialmente submersa, os personagens usam um “anfibicóptero” para locomoção.

4- Planeta dos Macacos (1968)

Atenção! Aviso de spoiler de um filme de mais de quarenta anos atrás! O fim de Planeta dos Macacos mostra, em um dos finais mais surpreendentes da história do cinema, que eles estavam em Nova York!

3- Fuga de Nova York (1981)

No futuro, em 1997 (futuro???), a ilha de Manhatan é isolada e vira uma grande penitenciária. A única frustração aqui é que não existe a cena do poster, com a cabeça da Estátua da Liberdade no chão.

2- Independence Day (1996)

Ok, Independence Day é um exemplo de “filme farofa”. Mas, temos que admitir, a destruição causada pelos gigantescos discos voadores é muito divertida!

1- Os Vingadores (2012)

O primeiro lugar fica com o recente Os Vingadores. Efeitos especiais impressionantes criaram uma destruição com detalhes que beiram a perfeição.

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Os Vingadores

Crítica – Os Vingadores

Estreou o aguardado Os Vingadores!

Quando um inimigo surge ameaçando a segurança do planeta, Nick Fury, da S.H.I.E.L.D., reúne uma equipe de super herois para salvar o mundo.

O “aguardado” do primeiro parágrafo é porque poucas vezes um filme teve tantas referências em outros filmes anteriores. A Marvel vem construindo esta reunião de super herois há tempos, em diversos filmes de super heroi “solo” – não sei exatamente quantas cenas foram, mas sei que pelo menos rolaram cenas extras nos filmes anteriores dos quatro herois principais (Hulk, Homem de Ferro, Thor e Capitão América).

E felizmente a expectativa não foi em vão. Os Vingadores é um filmaço. Desde já, forte candidato a um dos melhores filmes de super herois da história!

A grande sacada aqui é o equilíbrio. A trama consegue equilibrar os diversos personagens, sem ter um principal, dando importância a todos. E ao mesmo tempo, é um bom filme de ação, com as doses exatas de drama e comédia – e com direito a uma grande sequência digna de um bom filme catástrofe.

O diretor e roteirista Joss Whedon não tem um grande currículo no cinema – ele só tinha feito um filme para a tela grande, a ficção científica Serenity, spin off da série Firefly. Seu maior trabalho está na tv, ele foi o criador de algumas séries, como Buffy, Angel, Firefly e Dollhouse. Ele também é roteirista, chegou a ser indicado ao Oscar de melhor roteiro pelo primeiro Toy Story. E, além disso tudo, ele já escreveu roteiros para quadrinhos da Marvel. Então, apesar da pouca experiência na cadeira de diretor, ele era o cara certo para este projeto – alguém que entende dos meandros de Hollywood e também do universo dos super herois.

O roteiro é impecável. Acredito que o maior problema aqui era como encaixar os diferentes herois e seus enormes egos de maneira convincente. E Whedon conseguiu – no início, rola muita briga entre eles; depois, na hora que “o bicho pega”, formam um time bem entrosado. Outra coisa inteligente do roteiro foi não ignorar o que aconteceu nos outros filmes (uma vantagem de ser um filme pensado há muito tempo) – um exemplo disso é que a Natalie Portman não aparece aqui, mas seu personagem não é esquecido. E, de quebra, o roteiro consegue inserir humor na dose exata e nos momentos certos – alguns diálogos são muito engraçados.

Ainda sobre o roteiro: o filme já estava muito bom, até chegar na parte final, quando começa a briga que todo fã de super heroi sempre sonhou em ver no cinema. A partir daí, o que já estava bom fica excepcional. A longa sequência da guerra destruindo Nova York é sensacional, um dos melhores momentos do cinema de ação recente. Os excelentes efeitos especiais usados aqui fazem aquilo parecer absurdamente real.

O elenco está perfeito, afinal, quase todos voltam a papeis que já interpretaram em outros filmes – acho que, de novidade, só a Maria Hill de Cobie Smulders (do seriado How I Met Your Mother), e a troca no ator que interpreta Bruce Banner, o Hulk – Mark Ruffalo pega o papel que já foi de Eric Bana e Edward Norton. De resto, não há novidades: Robert Downey Jr (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Chris Hemsworth (Thor), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Tom Hidleston (Loki), Samuel L Jackson (Nick Fury), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Clark Gregg (Coulson), Stellan Skarsgård (Selvig) e a voz de Paul Bettany na armadura do Homem de Ferro. Algo raro aconteceu: não há um destaque, e todos estão bem. Como sempre acontece nos filmes da Marvel, rola uma ponta de Stan Lee; outra ponta é Harry Dean Stanton, como o segurança que ajuda o Hulk depois da queda.

Falando em Hulk… Os dois Homem de Ferro foram muito bons, e o mesmo podemos dizer sobre Thor e Capitão América – O Primeiro Vingador. Parece que a única bola na trave nesta fase da Marvel foi o Hulk. Foi feito um filme em 2003, dirigido por Ang Lee e estrelado por Eric Bana e Jennifer Connelly, mas parece que não agradou muito. Digo isso porque em 2008 foi feito outro filme, O Incrível Hulk, desta vez estrelado por Edward Norton e Liv Tyler, ignorando o filme de 5 anos antes. Confesso que não achei muita graça nos dois filmes do Hulk – diferente dos filmes dos outros três herois. Mas posso falar que aqui o Hulk está muito melhor. Virei fã do grandão verde!

Por fim, é preciso dar a recomendação que todos os que viram os “filmes solo” já sabem: não se levante da cadeira assim que começarem os créditos. Assim que acabam os créditos iniciais, rola uma cena muito boa. E aposto que já tem fã contando os dias para a continuação…

Heu poderia falar mais, mas acho que o melhor que tenho a fazer é recomendar: vá ao cinema!

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À Beira do Abismo

Crítica – À Beira do Abismo

Um ex-policial, atualmente fugitivo da prisão, se hospeda em um hotel e vai para o parapeito, de onde ameaça se suicidar. Ao mesmo tempo, um intrincado roubo de diamantes está prestes a acontecer do outro lado da rua.

Sabe quando um filme não chega a ser ruim, mas também não consegue ser bom, devido a muita coisa forçada no roteiro? É o caso aqui. Dirigido pelo desconhecido Asger Leth, À Beira do Abismo (Man on a Ledge, no original) tem um bom ritmo, bons personagens e uma história atraente. Mas o roteiro tem tantas inconsistências que só com muita suspensão de descrença a gente consegue chegar ao fim do filme!

O papel principal é de Sam Worthington, aquele que ameaçou virar uma grande estrela meteórica quando estrelou Avatar e o novo Exterminador do Futuro, mas depois mostrou que é fogo de palha. Aqui ele nem está mal, mas também o papel não exige muito. Minhas críticas ao elenco vão para outros dois nomes: Edward Burns, o primeiro policial a chegar; e Kyra Sedgwick, a repórter sensacionalista. Dois bons atores em dois papeis sem nenhuma importância. Ainda no elenco, Elizabeth Banks, Ed Harris, Genesis Rodriguez, Jamie Bell, William Sadler e Anthony Mackie.

À Beira do Abismo é um filme divertido. Mas só se a gente não parar pra pensar…

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Top 10: Melhores Duplas Policiais do Cinema

Top 10: Melhores Duplas Policiais do Cinema

Segundo indicação do leitor Luiz Felipe, endossada pelo leitor Daniel FGS, vamos às melhores duplas de policiais do cinema?

Aqui não precisamos explicar muita coisa, é o que está escrito lá em cima: a lista abaixo é das melhores duplas policiais do cinema, uai…

Lembrei de outros dois filmes, mas como este é um Top 10, ficaram de fora. Menção honrosa pra Dia de Treinamento e Tango & Cash.

Vamos às duplas?

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10- David Belle e Cyril Raffaelli – B13 – 13º Distrito (2004)

Fiquei na dúvida sobre a inclusão desta dupla, já que um dos dois não é policial. Mas como ambos trabalham juntos, abri espaço para o parkour de David Belle e para as artes marciais de Cyril Raffaelli.

9- Bruce Willis e Tracy MorganTiras em Apuros (2010)

Tiras em Apuros é um filme menor de Kevin Smith, mas traz uma interessante e improvável dupla entre o astro Bruce Willis e o televisivo Tracy Morgan.

8- James Belushi e RandoK-9 – Um Policial Bom Pra Cachorro (1989)

Enquanto investiga um caso de tráfico, o policial Michael Dooley (James Belushi) ganha a companhia de Jerry Lee (Rando), um cachorro treinado para farejar drogas. O cachorro ajuda, mas também atrapalha…

7- Angelina Jolie e Denzel Washington – O Colecionador de Ossos (1999)

O ex-policial tetraplégico Lincoln Rhyme (Denzel Washington) recruta Amelia Donaghy (Angelina Jolie) , uma parceira assombrada pelo suicídio de seu pai, para caçar um sádico assassino serial.

6- John Travolta e Jonathan Rhys MeyersDupla Implacável (2010)

John Travolta, careca e de cavanhaque, faz o papel de um “agente-bad-mother-f%$#cker”, escalado para trabalhar ao lado de James Reece (Jonathan Rhys Meyers), o assistente do embaixador americano em Paris.

5- Simon Pegg e Nick FrostChumbo Grosso (2007)

A parceria entre os atores Simon Pegg e Nick Frost já rendeu alguns bons momentos na história do cinema. Um deles é esta dupla entre o policial caxias e o tranquilão de Chumbo Grosso.

4- Eddie Murphy e Nick Nolte48 Horas (1982)

Um Tira da Pesada é mais famoso, mas a melhor dupla de Eddie Murphy foi no seu filme de estreia, quando ele interpreta um criminoso que vira temporariamente o parceiro do policial vivido por Nick Nolte.

3- Tommy Lee Jones e Will Smith – MIB (1997)

Membros de uma organização ultra-secreta, os agentes Kay (Tommy Lee Jones) e Jay (Will Smith) fazem uma excelente parceria monitorando a atividade alienígena na Terra.

2- Jackie Chan e Chris TuckerA Hora do Rush (1998)

Um policial de Hong Kong precisa se unir a um policial negro de Nova York. O problema é que eles são tão diferentes que não conseguem se aturar. A dupla deu tão certo que já foram três filmes.

1- Mel Gibson e Danny GloverMáquina Mortifera (1987)

É difícil pensar em “dupla policial no cinema” e não se lembrar de Martin Riggs, o policial com tendências suicidas, e o veterano Roger Murtaugh. Química perfeita, rendeu quatro bons filmes.

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