Spaceballs – S.O.S. Tem Um Louco Solto no Espaço

Spaceballs –  S.O.S. Tem Um Louco Solto no Espaço

Há um bom tempo queria rever o melhores filmes do Mel Brooks. Comecei meu festival pessoal com Spaceballs –  S.O.S. Tem Um Louco Solto no Espaço, de 1987.

Todos sabem que se trata de uma sátira a Guerra nas Estrelas, né? Mesmo assim, tem uma trama: o planeta Spaceballs está ficando sem ar, então seu presidente manda o cruel Dark Helmet para roubar o ar do planeta Druidia. Para isso, Dark Helmet tenta sequestrar a princesa Vespa, que é salva pelo mercenário Lone Starr.

Quase todas as piadas são em cima de Guerra nas Estrelas, mas também tem espaço na sátira para outros filmes, como Jornada nas EstrelasAlien. Aliás, a participação especial de John Hurt, repetindo o papel de Alien, é genial!

No elenco, o destaque é para Rick Moranis, com a mesma cara de perfeito loser, mas debaixo do enorme capacete de Dark Helmet. Ainda no elenco, Bill Pullman, John Candy, Daphne Zuniga e o próprio Mel Brooks, fazendo dois papéis: o presidente e Yogurt – qualquer semelhança com Yoda não será mera coincidência!

São muitas as piadas boas, mas algumas são bobas. Brooks já estava começando a ficar sem graça…

Mesmo assim, considero este o último filme bom de Brooks. Se antes ele fez clássicos como O Jovem FrankensteinA Última Loucura de Mel BrooksA História do Mundo – parte 1, depois de Spaceballs, ele só fez três filmes, todos fracos, na minha humilde opinião: Que Droga de VidaRobin HoodDracula – Morto mas Feliz.

Brooks, hoje com 83 anos, ainda está na ativa, justamente escrevendo e produzindo uma série animada baseada em Spaceballs. Mas, independente da qualidade de seus projetos recentes, será sempre adorado por fãs de boas comédias!

A Caixa / The Box

A Caixa

Semana passada falei aqui de Twilight Zone, lembram? Bem, uma das melhores histórias contadas no seriado foi Button, Button – justamente a história que deu origem a este A Caixa.

Uma caixa com um botão é deixada na porta da casa de uma família comum. Um sujeito sinistro aparece depois com as instruções: se o botão for apertado, quem apertou ganha um milhão de dólares, além disso, uma pessoa desconhecida morrerá.

A primeira dúvida que vem à cabeça é como uma história curta, de pouco menos de 20 minutos, vira um longa metragem de quase duas horas? Respondo esta questão sem spoilers: o filme se propõe a contar a história por trás da caixa com o botão. Acredito que os fãs radicais da série original não vão gostar disso, mas admiro a coragem do roteirista e diretor Richard Kelly (do esquisito Donnie Darko) de inventar algo em cima do conto clássico.

No elenco, Cameron Diaz, Frank Langella e James Marsden estão bem. Aliás, sou o único a achar que achei que Marsden cortou o cabelo no mesmo lugar que o Dexter, aquele do seriado?

Não sei por que a opção de se passar o filme em 1976. Mas gostei da reconstituição de época. E os efeitos são muito interessantes, o rosto desfigurado de Langella está perfeito, assim como os efeitos com água são bem legais.

Enfim, A Caixa não vai agradar a todos. A trama por trás do botão é complexa. É daquele tipo de filme que, quando acaba, a gente fica um tempo pensando, tentando montar o quebra-cabeça. Mesmo assim, é um bom filme!

p.s.: Se alguém tiver curiosidade de ver a historinha original, tem no youtube, em duas partes, infelizmente sem legendas em português:

http://www.youtube.com/watch?v=y6mUElrvpB0

http://www.youtube.com/watch?v=iVZW684QcOU&feature=related

Abismo do Medo

Abismo do Medo

Seis amigas resolvem explorar uma caverna desconhecida. Mal sabem elas o que está lá embaixo as esperando!

Este é o segundo filme do promissor diretor inglês Neil Marshall. Antes ele fez Dog Soldiers – Cães de Guerra, um bom filme de lobisomens; depois ele fez Juízo Final, que é divertido, mas sofre um pouco por falta de identidade (começa como como um suspense policial com ar sério, de repente vira um trash pós apocalíptico e logo depois um filme medieval, pra terminar com perseguições de carros). Abismo do Medo é seu melhor filme até agora.

Marshall foi muito competente ao criar o clima claustrofóbico das cavernas. A escuridão é muito bem utilizada, e as misteriosas criaturas são bem interessantes. E ainda temos a quantidade certa de violência e gore.

Não tem ninguém conhecido no elenco, mas as meninas britânicas estão todas bem.

O resultado final ficou muito bom, Abismo do Medo é um eficiente filme de terror, um dos melhores desta década.

Já existe uma continuação, mas sem o diretor Marshall. Espero que não estraguem o filme original!

p.s.: Por fim, preciso falar do poster. Esse poster que coloquei aí em cima é sensacional. Me lembro da primeira vez que vi, numa sala de cinema, e achei o máximo. Bem, o poster é legal, ok, mas preciso dizer que não tem nada a ver com o filme! E ainda tem um problema: são duas mulheres agachadas no meio, e vemos seis pés!!! De quem são os pés que estão no meio???

Xeque Mate

Xeque Mate

Normalmente, um filme com um elenco desses é para ser visto no cinema e na época do lançamento. Mas comi mosca, nem sabia que esse filme existia!

Slevin (Josh Hartnet) é o cara errado no lugar errado. Ele é confundido com um amigo que deve dinheiro a dois mafiosos rivais e por causa disso, se mete em vários problemas.

Xeque Mate (Lucky Number Slevin no original) é daquele tipo de filme que você tem que prestar atenção nos detalhes. Várias coisas só são revelados no fim do filme. Isso é muito legal, você pega pistas, e no fim, tudo é amarrado. O problema é que você tem que curtir o filme sem pensar muito, aí você não repara numa ponta solta aqui ou num furo no roteiro acolá…

Gostei muito da edição ágil do filme. Algumas das seqüências são muito boas, como a parte inicial, que mostra todo o quebra cabeça em volta da aposta nos cavalos. Me lembrou uma leva de filmes nos anos 90 que queriam seguir a onda aberta com Tarantino e seu Pulp Fiction. Quero mais filmes assim!

O elenco é muito bom. Além de Hartnet, temos Bruce Willis, Morgan Freeman, Ben Kingsley e Lucy Liu, e coadjuvantes de luxo como Stanley Tucci, Danny Aiello e Robert Forster. E o diretor Paul McGuigan foi o mesmo que fez Herois este ano.

Resumindo: não é um filme essencial, mas é um bom programa.

Pandemic

Pandemic

Sabe quando um filme é ruim? A gente chega cheio de boa vontade, mas não dá certo, porque o filme é realmente ruim? É o caso.

Numa pequena cidade, uma veterinária, ao tratar de um cavalo, desconfia que ele tem um vírus desconhecido. Quando descobre que uma pessoa morreu com sintomas parecidos, ela procura a médica local, e juntas chamam o CDC, controle de doenças, e o exército toma conta da cidade.

É tudo tão óbvio que dá raiva! O personagem paranoico já conta tudo no meio do filme, e nada acontece depois disso. Isso sem contar com longuíssimas cenas desnecessárias – pra que gastar tanto tempo com a veterinária andando de carro pela cidade e dando tchauzinho para as crianças???

Mais: se o vírus é tão perigoso assim, por que os militares responsáveis pela quarentena não usam máscaras? Algumas questões óbvias como esta nunca são levantadas pelos personagens.

No elenco, o único rosto pouco conhecido é Ray Wise, que fez o Diabo na série Reaper. Mas aqui ele está mal, coerente com o resto do elenco e com o filme inteiro, de um modo geral: é tudo muito ruim!

Não perca tempo com este filme.

O Mistério das Duas Irmãs

O Mistério das Duas Irmãs

Levado por uma lista de filmes com finais surpreendentes que vi no imdb, procurei este filme. Só depois descobri se tratar de mais uma refilmagem de terror oriental.

A jovem Anna recebe alta do hospital psiquiátrico onde estava desde a morte da sua mãe. Ao voltar para casa, desconfia do passado e das intenções da nova madrasta.

Não sei se é porque li antes sobre a reviravolta, mas achei tudo tão previsível, tão óbvio… E o título nacional também atrapalha, o original, The Uninvited (algo como “a não convidada”) é muito melhor!

No elenco, ninguém se destaca, mas tampouco ninguém atrapalha: Emily Browning, Elizabeth Banks, Arielle Klebell e David Strathairn.

Resumindo: nem é ruim, mas tem coisa melhor por aí.

Buried Alive

Buried Alive

Ano passado rolou um festival maneiríssimo aqui no Rio, o Rio Fan, com um monte de filmes de terror e trash sem espaço no circuito. Entre mutantes paquistaneses, zumbis britânicos e sangue artificial italiano, vi um trash muito divertido, chamado The Rage, dirigido por um tal de Robert Kurtzman. Aí outro dia apareceu o link pra baixar este Buried Alive. Fui ver no imdb, é o filme que Kurtzman fez logo antes de The Rage! Corri para o download!

Buried Alive mostra um grupo de jovens que vai até uma casa no deserto para um trote universitário, e que acabam acordando um espírito maligno.

Diferente de The Rage, engraçado e original na dose certa, Buried Alive é tão óbvio… E, além do filme ser previsível, a tal assombração é tão sem graça…

No elenco, meia dúzia de atores fracos faz companhia a Tobin Bell, o Jigsaw de Jogos Mortais. Fiquei imaginando quando ele ia dizer “Let the game begins!”

O filme não é de todo ruim, algumas das mortes são legais, e rola alguma nudez gratuita – se bem que, nesse aspecto, uma das duas peladonas é até discreta. Enfim, pode ser divertido para ver com galera.

Tá Rindo Do Quê?

Tá Rindo Do Quê?

É o filme novo do comediante Adam Sandler; é dirigido por Judd Apatow, o mesmo das comédias O Virgem de 40 Anos e Ligeiramente Grávidos; e ainda se chama Tá Rindo Do Quê?. E mesmo assim, trata-se de um drama!

George Simmons (Sandler) é um comediante rico e famoso, que faz stand-up comedy e estrelou várias comédias-pastelão, e mora sozinho numa enorme mansão. Até que descobre que tem uma grave doença e pode morrer em breve. Numa desesperada busca por um amigo, ele contrata o comediante iniciante Ira (Seth Rogen) como redator e ajudante pessoal.

Tá Rindo Do Quê? (Funny People no original) é um filme bem feito, bem construído. Mas tem dois defeitos graves. Um é justamente o filme ser vendido como uma comédia, quando, no máximo, rolam alguns momentos engraçados, quase todos nos palcos de stand-up. O outro é a duração – são quase duas horas e meia! Menos, sr. Apatow! Fica cansativo assim!

Adam Sandler, menos careteiro do que o usual, consegue uma das melhores atuações da carreira. Acredito que o tipo de papel ajudou o equilíbrio: ele continua careteiro nos palcos de stand-up e nos personagens de Simmons. Além disso, rola uma boa química com Rogen, que está lembrando o nosso Selton Mello: faz sempre papéis iguais, mas sempre funciona muito bem dentro deles. Temos outros atores da “apatowta” 😀 , além de Rogen, Leslie Mann e Jonah Hill estiveram nos dois filmes anteriores de Apatow. Completam o elenco principal Eric Bana e Jason Schwartzman, que também estão bem. Por fim, as duas meninas, Maude e Iris Apatow, são filhas de Leslie Mann com o diretor – elas também interpretaram as filhas dela em Ligeiramente Grávidos.

Vários comediantes aparecem interpretando eles mesmos, mas só reconheci alguns, como a Sarah Silverman, o Andy Dick e o Ray Romano…

Enfim, o filme não é ruim, mas tampouco é bom, chega a ficar chato às vezes, pelo seu ritmo lento. Se fosse mais curto e mais engraçado, seria bem melhor.

p.s.: Seth Rogen está bem mais magro! Será que tem algo a ver com o papel do Besouro Verde, que ele está filmando com Michel Gondry?

No Limite da Realidade

No Limite da Realidade

Nos anos 80, foi feito este longa metragem baseado no cultuado seriado Twiligth Zone (que aqui no Brasil se chamava Além da Imaginação).

A ideia do filme era boa: quatro histórias curtas (e mais um prólogo), dirigidas por quatro diferentes diretores ligados ao tema fantástico: John Landis, Joe Dante, George Miller e um tal de Steven Spielberg, no seu projeto logo depois do mega sucesso E.T..

O prólogo é bobinho e divertido, com duas pessoas num carro à noite. Depois acompanhamos um cara enfrentando os seus preconceitos. Depois, uma história besta num asilo de velhinhos, e ainda um garoto com poder de fazer o que quiser. Por fim, a melhor história, a do medroso no avião.

Se o nome Spielberg hoje em dia é um dos mais importantes em Hollywood, o mesmo não pode se falar dos outros três, infelizmente. Miller, depois de ter dirigido os três Mad Max e As Bruxas de Eastwick, fez Babe, o Porquinho, e deve ter gostado de filmes infantis, já que fez recentemente Happy Feet e atualmente trabalha na sua continuação. Dante, nos anos 80, fez um monte de filmes legais, como os dois Gremlins, Um Grito de HorrorViagem Insólita, mas ultimamente só te feito coisas para a tv. E o mesmo aconteceu com Landis, que, pelo menos na minha opinião parecia ter um futuro mais promissor, afinal, o cara fazia bem tanto comédias (Clube dos Cafajestes, Trocando as Bolas, Três Amigos) quanto filmes de terror (Um Lobisomem Americano em Londres, Inocente Mordida); e, de quebra, o cara ainda fazia musicais (ele não só fez Os Irmãos Cara de Pau como ainda dirigiu dois dos mais famosos videoclipes do Michael Jackson, ThrillerBlack or White).

E o mais incrível é que o episódio mais sem graça é o do asilo, o que foi dirigido pelo Spielberg…

O elenco tem alguns nomes legais, como Vic Morrow, Scatman Crothers, Kathleen Quinlan, Dan Aykroyd e Albert Brooks, mas quem se destaca é John Lithgow, como o passageiro alucinado do último episódio.

Pena que, revendo o filme hoje em dia, o resultado não ficou lá grandes coisas. Ficamos com a impressão que o projeto tinha potencial para ir bem mais longe!

Ah, sim, uma dica interessante: não existe dvd nacional deste filme. Mas o dvd gringo traz legendas em português!

Lua Nova / New Moon

Lua Nova

Caros leitores, acredito que vocês não sabem, mas o post mais lido deste blog é, de longe, Crepúsculo, com quase cinco mil visitas em menos de nove meses. Em homenagem a esses(as) leitores(as), resolvi ver a continuação, Lua Nova, apesar de não ter gostado muito do primeiro filme.

Em Lua Nova, baseado no segundo livro de Stephenie Meyer, continuamos acompanhando a jovem e depressiva Bella (Kristen Stewart), apaixonada pelo vampiro gatinho Edward (Robert Pattinson). Por ser um amor impossível, Edward a abandona e se muda de cidade. Bella então se aproxima de Jacob (Taylor Lautner), que – ora, que surpresa! – também traz consigo um mistério.

Quem me lê por aqui sabe que heu sempre defendo que a gente deve ver um filme sabendo o que esperar. Numa comédia romântica, o mocinho vai conseguir ficar junto com a mocinha no fim; num filme de ação descerebrada, acontecerão explosões exageradas e sem sentido; num filme de terror slasher, a atriz que tirar a roupa será assassinada.

Dito isso, precisamos saber que se trata de uma saga teen onde elementos básicos da mitologia vampiresca foram deixados de lado, como o simples fato que vampiros morrem ao serem expostos ao sol. Resumindo: precisamos aceitar que existe um clã de vampiros que não bebe sangue humano, e que no sol a pele de um vampiro brilha como um diamante (ui!). Pelo menos não vemos lobisomens emos com mechas pintadas…

Em Lua Nova é tudo tão previsível… A gente consegue adivinhar quase todo o filme! Mas, antes de falar sobre isso, o aviso de spoiler!

SPOILERS!

SPOILERS!

SPOILERS!

SPOILERS!

No primeiro filme, Jacob já deixa claro que é ligado a lobisomens. Qualquer um que prestou atenção no diálogo dele com Bella na praia sacou isso logo de cara. Então, em Lua Nova, já sabemos de cara que, sem Edward por perto, Bella vai se aproximar de Taylor, que, no momento certo, vai revelar que é um lobisomem, e o triângulo amoroso humana-vampiro-lobisomem estará formado. E isso inclui uma shakespeariana tentativa de suicídio.

Acho que a única parte não óbvia do roteiro foi a entrada do clã dos Vulturi, introduzindo novos elementos na parte final do filme. Claro, isso será desenvolvido no próximo filme, Eclipse, já em pós produção…

Um dos problemas da franquia é a sua atriz principal. Kristen Stewart é bonitinha, mas é tão sem graça… Ela consegue ter sempre a mesma expressão no rosto, independente do que está acontecendo com a sua personagem. O tempo todo com o olhar para baixo, com cara de quem não sabe exatamente o que está fazendo num set de filmagens. Pattinson também é fraco como ator, mas pelo menos seu papel é menor. Lautner é o menos ruim dos três. Mas, afinal, para que precisamos de bons atores? Eles não são lindos? E não é isso que as adolescentes (maior público da franquia) querem?

(Com papéis menores, Dakota Fanning (Herois, Guerra dos Mundos) e Michael Sheen (o Lucien de Anjos da Noite) estão bem como parte do clã Vulturi. Seus personagens devem ter mais destaque no próximo filme.)

Outro problema do filme é que é tudo muito lento. Uma hora e meia dava tempo tranquilo de mostrar tudo. O filme não precisava ter mais de duas horas!

Mais uma coisa: não gostei dos lobisomens e seus pelos esvoaçantes, tudo em CGI. Este é um bom exemplo de como os computadores podem atrapalhar um filme. A transformação do Michael Jackson no videoclipe Thriller é melhor do que as daqui! E isso porque não estou citando filmes como Um Lobisomem Americano em Londres ou Um Grito de Horor!

Por fim, heu me questiono se meninas adolescentes deveriam ver este filme. O filme é machista ao extremo! Bella, com 18 anos, saindo da escola, não pensa em faculdade nem em trabalho, ela quer uma figura masculina forte para protegê-la. Se um foi embora, ela trata de procurar outro do mesmo estilo. Porque assim, continuará sendo a mocinha indefesa, dependente do namorado/marido. Meninas, existem exemplos melhores na vida! Já estamos no século XXI!

Enfim, este filme está “bombando” nos cinemas do mundo inteiro. Continuações virão… E o sucesso da saga continuará…