Top 10: Filmes sem sentido mas mesmo assim legais

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Top 10: Filmes sem sentido mas mesmo assim legais

E vamos a mais um Top 10!

Depois dos sucesso absoluto dos dois Top 10 anteriores (“filmes de zumbi” e “estilos dos anos 80“), desta vez resolvi pegar filmes estranhos, esquisitos, bizarros, sem sentido – mas que mesmo assim são legais e a gente vê com algum prazer.

Como sempre, a lista está em ordem cronológica!

p.s.: a foto acima é do clássico “Freaks” de Todd Browning. A foto é estranha, mas o filme não, por isso não o coloquei aqui!

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– Pink Flamingos, de John Waters (1972)

Não vi todos os filmes bizarros da história. Mas acho que posso dizer que “Pink Flamingos” é o mais bizarro de todos eles! Divine se orgulha de ter o tíltulo de “the filthiest person alive”, título almejado por um casal que sequestra e engravida jovens para vender seus filhos recém-nascidos para casais de lésbicas. A mãe de Divine vive  só com roupas de baixo, dentro de um cercadinho de crianças e só come ovos. O filho faz sexo com uma mulher e uma galinha viva entre os dois, enquanto a irmã se excita assistindo. No meio do filme tem a festa de aniversário de Divine, onde rola, dentre outras coisas, uma cabeça de porco, canibalismo e… hum… como posso dizer… bem, no imdb ele é chamado de “Singing Asshole”… E a cena mais famosa do filme é onde vemos Divine comendo as fezes de um cachorrinho. Sem cortes. E ainda rola uma cena explícita de sexo oral incestuoso!

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– Possessão, de Andrzej Zulawski (1981)

Uma das mais belas coisas que o cinema francês produziu foi a nudez da Isabelle Adjani. Lindíssima e excelente atriz, ela ainda tirava a roupa em um monte de filmes! Bem, neste aqui, Isabelle cria um monstro no banheiro do apartamento. E não só tira a roupa como também transa com o monstro – aliás, um monstro até bem feito, criado por Carlo Rambaldi, o mesmo que criou o Alien dois anos antes e o E.T. no ano seguinte.

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– Crimes de Paixão, de Ken Russell (1984)

Ken Russell fez muita coisa bizarra e sem sentido. Alguns heu sempre quis ver, mas nunca consegui, como “Lizstomania” e “Gothic” – um dia hei de vê-los, mesmo sabendo que não vou entender nada! Mas, tenho que ser coerente, e não vou citar aqui no meu top 10 um filme que não vi. Então minha escolha é “Crimes de Paixão”: Kathleen Turner de prostituta e Anthony Perkins de pastor maluco que usa um vibrador como arma! E ainda tem trilha sonora pelo Rick Wakeman!

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– Por Incrível que Pareça, de Uberto Molo (1986)

Claro, precisamos de um exemplar nacional na nossa listinha. Aí me lembrei desse filme, que passou nos cinemas no meio dos anos 80 e acho que foi esquecido depois disso… Depois de um acidente numa usina nuclear, Tim Rescala literalmente perde a cabeça. E sua cabeça – sem o corpo – continua circulando pelo filme…

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– Ladrão de Sonhos, de Jean-Pierre Jeunet e Marc Caro (1995)

“Delicatessen” é um filme francês esquisitíssimo, dirigido pela mesma dupla. Mas achei ainda mais bizarro este “Ladrão de Sonhos”, filme seguinte dos dois. Dentre os personagens, temos duas velhas siamesas, cíclopes, um cérebro que fica dentro de um aquário e um cara com vários clones, tudo isso para contar uma história de crianças que são raptadas por um cientista louco que não consegue sonhar.

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– Perdita Durango, de Alex de la Iglesia (1997)

Este estranho filme do espanhol Alex de La Iglesia (“O Dia da Besta”, “Crime “Ferpeito”) conta a história de amor entre Perdita Durango (Rosie Perez) e Romeo Dolorosa (Javier Barden), que envolve satanismo, sequestro, estupro e sacrifício humano. Quer mais? Ainda tem um caminhão contrabandeando fetos humanos para a indústria de cosméticos!

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– eXistenZ, de David Cronenberg (1999)

Jennifer Jason Leigh projeta videogames de realidade virtual. Mas são jogos orgânicos, as pessoas se plugam através de uma “tomada” na própria coluna vertebral! E assim, não existem fronteiras entre o real e o virtual. Pena que a imagem está pequena, não dá pra ver direito o revólver orgânico que está no cartaz…

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– Quero ser John Malkovich, de Spike Jonze (1999)

Pra começar, um cara consegue um emprego no andar sete e meio – o elevador tem que parar entre dois andares! E lá ele acaba descobrindo um portal que o leva direto para dentro da mente de John Malkovich, ele mesmo, o ator! E, depois de quinze minutos vendo tudo através dos olhos de Malkovich, é lançado à margem de uma estrada. Bizarra a ideia, não?

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– Cidade dos Sonhos, de David Lynch (2001)

Lembro de ter visto esse filme no cinema, na época do lançamento. A sensação que tive foi a seguinte: “pegue duas histórias, junte as duas, depois tire alguns pedaços importantes de cada uma, e por fim, insira algumas cenas sem o menor sentido”. É um bom filme, se você “desencanar” com os significados. Se alguém lhe disser que entendeu o filme, duvide!

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– Contratempo, de Terry Gilliam (2005)

Pra falar de filmes esquisitos, temos que nos lembrar do ex-Monty Python Terry Gilliam. Ele sempre fez filmes, digamos, “diferentes”, vide títulos como “Brazil – O Filme” ou “Medo e Delírio”. Mas acho que nenhum barra este esquisitíssimo “Contratempo“. Conhecemos o mundo mágico de Jeliza Rose, uma menina de uns dez anos de idade, filha de pais viciados, que conversa com animais e tem como amigas e companheiras quatro cabeças de bonecas. Ah, claro, Jeff Bridges faz o pai dela, e morre logo no início do filme. E continua participando da história, mesmo morto!

Marley e Eu

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Marley & Eu

Confesso que nunca tive vontade de ver esse filme. Afinal, é baseado num livro que nunca me atraiu. O livro “Marley & Eu”, de John Grogan, sobre “o pior cão do mundo”, pode até ser um best seller, mas parece ser uma bomba…

Mas… Meu irmão comprou o dvd, minha cunhada recomendou, e… Lá fui heu assistir o filme… E todos os receios se confirmaram. O filme é realmente muito ruim!

Em primeiro lugar, a história é muito besta! Qualquer um que já teve cachorro(s) e/ou filho(s) tem um rol de histórias tão engraçadas e bonitinhas como o autor do livro. Histórias tão boas quanto, ou até melhores.

Em segundo lugar, o elenco é horrível! Owen Wilson interpreta o mesmo Owen Wilson de sempre. E esse papel não se encaixa bem em filmes desse tipo, ele é melhor fazendo um humor mais pastelão. E Jennifer Anniston também repete o seu papel de sempre, a Rachel de Friends, só que um pouco mais feia que o habitual…

Em terceiro, a produção do filme é tão capenga, que erros técnicos pululam aos olhos! Na cena que Wilson vai ao aeroporto buscar Anniston, chove torrencialmente – só em cima do carro! Pessoas ao fundo caminham tranquilamente, sem chuva. Ou, na cena da praia, vemos areia remexida quando a câmera os pega pela frente, mas areia intacta quando a câmera está atrás deles. Ou, na cena da adestradora, ela pede a Wilson que tire os óculos escuros, para o cão vê-lo nos olhos. Mas as pessoas ao lado continuam de óculos escuros. E por aí vai…

O epíteto “o pior cão do mundo” é porque a tal adestradora (uma desperdiçada Kathleen Turner) desistiu de ensiná-lo. Ora, diabos! Este foi o único cachorro que teve problemas com adestramento? Sr. Grogan, acredite, existem cães bem piores!

Acho que vou escrever um livro contando a história da Zara, uma vira-latas que peguei na rua e foi a minha primeira “filha”…

Dead Like Me: Life After Death

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Dead Like Me: Life After Death

A série Dead Like Me era uma série esquisita, um drama de humor negro, que passava na Sony há alguns anos atrás. George Lass, uma menina de 18 anos, morre, e é “recrutada” como ceifadora de almas. Seu novo trabalho é pegar almas de pessoas que estão prestes a morrer, e indicar “o caminho das luzes” para estas almas.

Acredito que justamente por ser uma série incomum, só teve duas temporadas. Mas posso dizer que a série era muito boa, acompanhei as duas temporadas!

E agora aparece nas locadoras um longa metragem com o “fim” da história. Boa a iniciativa. Mas um pouco tarde, não? Já se passaram uns 5 anos!

O filme segue a linha da série. Acompanhamos um grupo de ceifadores (“reapers”, no original) e suas missões. E ao mesmo tempo vemos a vida da família de George.

O elenco original da série está quase todo lá. O “quase” é um dos pontos fracos do filme. Mandy Patinkin, que fazia o mal-humorado “chefe” Rube, um dos personagens centrais da série, não está mais por perto. Pelo menos foi substituído em alto nível: Henry Ian Cusick, o Desmond de Lost, é o novo líder dos ceifadores, com um estilo totalmente diferente de seu antecessor.

Se por um lado Rube nem aparece, por outro lado a personagem “perua” Daisy está lá – mas com outra atriz. Sarah Winter pegou o papel que foi de Laura Harris no seriado. Mas, infelizmente, Sarah não tem nem o carisma nem a beleza de Laura… E olha que as duas interpretaram irmãs em uma das temporadas de 24 Horas!

(Outra curiosidade no elenco é Dolores Herbig, que fez um papel menor nesta série como a chefe do emprego “formal” de George. Anos depois, Dolores fez outro papel pequeno em outra série com o tema parecido, Reaper! E as duas séries tiveram só duas temporadas!)

O roteiro às vezes parece esquecer do que a série dizia – por exemplo, Rube sempre foi enfático quanto à seriedade do trabalho dos ceifadores, e esta seriedade vai embora com o novo chefe.  E, por falar nisso, Cusick está desperdiçado aqui. Seu personagem parece sem rumo. Gosto do ator, mas neste caso, senti falta do personagem antigo…

Mesmo assim, apesar de suas falhas, o filme serve para matar as saudades da série. O clima criado pelos realizadores é fantástico: estamos lidando com um assunto delicadíssimo – a morte – e mesmo assim, a série tem um ar leve. E o humor nunca é escrachado, é sempre sutil.

Bom filme. Mas a série orginal era melhor…

Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados

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Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados

O que podemos esperar de um filme como esta continuação do filme Transformers, de 2007? Bem, é um filme “honesto”, que oferece aquilo que se propõe: efeitos mirabolantes em profusão, e depois disso, mais efeitos mirabolantes. E só.

Mas, afinal, quem vai ver um filme destes está esperando outra coisa?

Bom roteiro? Ah, não precisa. A gente coloca um monte de robôs bonzinhos lutando contra um monte de robôs malvados, e acrescenta umas paisagens bonitas, e ninguém vai reparar se o roteiro for absurdo!

Boas atuações? Bem, Shia LaBeouf é um cara que se souber administrar a carreira, vai longe, ele já é “herdeiro” da franquia Indiana Jones, e funciona bem em filmes pipoca. Megan Fox é linda linda linda, mas teremos que ver outro filme pra descobrir se é boa atriz – aqui ela só faz caras e bocas. Ainda temos John Turturro, o que é sempre legal, mas o seu papel é mais como um alívio cômico. E, por favor, sr. Turturro, fique com as calças da próxima vez!

Bom diretor? O cargo fica novamente nas mãos de Michael Bay, que é famoso por preferir os tais efeitos mirabolantes do que boas histórias…

Sobram os efeitos especiais, estes sim, de primeira linha. Apesar de às vezes as brigas entre robôs ficarem um pouco confusas – problema que já existia no primeiro.

E esta continuação tem um defeito um pouco mais grave: a metragem! São mais de duas horas e meia! Chega a cansar…

Resumo: veja por sua conta e risco!

p.s.: Tem uma outra coisa que sempre me incomodou, mas é com os transformers em si, e não com este filme. Na minha época de criança, Transformer era um carrinho, tipo match box (hoje em dia acho que é hot wheels), que se transformava num robô. Ok, dá pra brincar com isso. Mas aí resolveram criar um desenho animado. E sempre achei estas histórias absurdas! Como assim, um robô de outro planeta, com tecnologia melhor que a nossa, vem para cá, e vira um carro ou um caminhão???
Certos brinquedos deveriam continuar só brinquedos…

Big Man Japan

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Big Man Japan

Sabe aqueles seriados japoneses antigos, tipo Spectreman ou Ultraman, quando um herói ficava gigante para combater um monstro também gigante, que estava prestes a destruir Tóquio?

Bem, agora imaginemos um documentário contando a vida do homem por trás do herói. Um cara comum, com uma vida comum e problemas comuns. E que, quando é chamado, fica gigante e vai brigar contra o “monstro da vez”.

Claro, é um documentário fake. A ideia é até boa, não me lembro de ter visto algo semelhante. Poderia até dar um filme interessante e engraçado.

Poderia. Porque ainda não foi desta vez, com este longo e enfadonho Big Man Japan.

As partes de documentário são looongas… Este é daqueles filmes que não precisamos nos preocupar com a fila da pipoca no hall de entrada. Afinal, nada acontece antes dos 20 minutos de filme! E sempre que volta o documentário, é tudo tão chaaato que dá vontade de dormir…

Bem, pelo menos temos alguns sensacionais duelos entre o nosso heroi gigante e seres bizarros em fantasias bizarras de borracha!

Mesmo assim, o filme é dispensável. Poderia ser um curta só com as lutas…

Eden Log

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Eden Log

Mais um filme francês surpreendente. Bem, depois de A L’Interireur e Martyrs, isso não chega a ser surpresa… A safra francesa de filmes fantásticos continua boa!

Eden Log conta a história de um homem que acorda sozinho no fundo de uma caverna, no meio da lama, sem se lembrar de nada, e sua busca para entender o que aconteceu.

O filme, dirigido pelo estreante Franck Vestiel, impressiona logo de cara. O personagem lá, sozinho, jogado na lama, sabe tanto quanto a plateia sobre o que está acontecendo. Aos poucos, descobre gravações que começam a explicar o que houve. E ele também descobre que não está sozinho…

O visual é impressionante. A fotografia usa poucas cores, é quase tudo em pb. E o cenário mostra laboratórios abandonados dentro cavernas tomadas por raízes de árvores. E, de quebra, ainda temos mais um destaque no ator Clovis Cornillac, que quase não fala, e fica boa parte do tempo sozinho em cena.

O final é um pouco confuso, mas não tira o brilho de mais um interessante filme francês.

Matadores de Vampiras Lésbicas

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Matadores de Vampiras Lésbicas

Logo que a gente bate o olho na programação do I SP Terror, um título salta aos olhos: Matadores de Vampiras Lésbicas. É bom? É ruim? Pouco importa, um filme com um nome destes tem que ser visto!

O filme fala de uma antiga maldição que torna as mulheres de uma pequena cidade inglesa em vampiras lésbicas. Dois jovens escolhem aleatoriamente um lugar para passar as férias e acabam indo para lá. E, claro, no caminho encontram quatro turistas suecas, todas elas gostosas e com pouca roupa…

E então começam os divertidos clichês sugeridos por um título que fala de “vampiros” e “lésbicas”. Os efeitos especiais são discretos mas eficientes, não temos excesso de cgi como em alguns filmes do gênero. Rola algum gore, mas nada extremo. E também rola um lesbian chic light…

O elenco está ok. Muitas vezes caricato, claro, mas um filme destes pede personagens caricatos. Não temos rostos conhecidos – algumas das meninas de pouca roupa são bem bonitinhas… Os dois protagonistas, James Cordon e Mathew Horne, são conhecidos na Inglaterra pela série Gavin & Stacey. Mas acho que não passa aqui, nunca ouvi falar…

Sim, o filme é uma grande bobagem. Mas uma bobagem divertida, afinal, ninguém pode esperar um clássico com esse nome, né?

SP Terror

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I SP Terror

Frustração. No momento em que escrevo estas palavras, lá em SP está rolando um festival de filmes de terror. E aqui no Rio acho que não vai ter nada esse ano…

Não vou cair na ladainha de dizer que “São Paulo é melhor porque as coisas acontecem lá e não acontecem aqui no Rio”, porque sei que isso não é verdade. Algumas coisas acontecem lá, outras aqui. Às vezes eles têm sorte, às vezes nós temos. Ano passado rolou um festival parecido aqui, o RioFan, e acho que não teve edição paulista…

Mas, voltando ao SP Terror, como não vai rolar por aqui, vou fazer a minha edição pessoal do festival. Vou tentar baixar os filmes pela internet, e escrever sobre eles aqui!

Da lista de filmes escolhidos para o festival, tive a sorte de já ter visto dois: “Deixe Ela Entrar” e “Halloween 2007“. Em breve, escrevo sobre mais filmes!

E viva a internet!

p.s.: Não sou a favor do download de tudo. Preferia ter a oportunidade de ver no cinema, como fiz ano passado no RioFan, onde vi 5 filmes em apenas 3 dias: o paquistanês “Estrada Para o Inferno“, o italiano “O Bosque Maldito“, o inglês “The Zombie Diaries” e os americanos “Morram, Zumbis FDP!” e “The Rage“. Prometo que, se tiver oportunidade, reverei os filmes no cinema ou comprarei os dvds!

007 – Quantum of Solace

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007 – Quantum of solace

Bond, James Bond, é um velho conhecido de qualquer cinéfilo. Já teve vários rostos diferentes desde o início dos anos 60, e desde que Daniel Craig assumiu o papel, em Cassino Royale (2006), o personagem se reinventou: Bond agora é mais violento, menos mulherengo, usa menos “invenções de professor pardal” e luta contra vilões mais realistas – afinal, o cientista-louco-que-quer-conquistar-o-mundo é um conceito que não cola mais nos dias de hoje…

Bond aqui está vingativo, violento e rebelde como nunca. Ao procurar os responsáveis pela morte de Vesper (Eva Green), sua namorada em  Cassino Royale, ele esbarra numa perigosa organização internacinal secreta. E, como disse lá em cima, vai colecionando e matando inimigos ao longo do filme.

No elenco, além de Judi Dench repetir seu papel como M, ainda temos Mathieu Amalric de vilão e Olga Kurilenko de bond girl.

Curiosidade: Quantum of Solace não foi traduzido ao redor do mundo, por exigências da matriz. Aliás, acho que é a primeira vez que um filme do 007 não tem título em português…

A franquia 007 é sempre competente quando se fala de filme de ação: tiros, explosões, perseguições de carro e à pé, temos tudo isso, e sempre bem feito. Mas este novo filme tem um defeito para aqueles que, que nem heu, não são fãs ferrenhos. Diferente dos filmes antigos, que tinham histórias fechadas dentro deles mesmos, este aqui é uma continuação de Cassino Royale. E temos pistas que a história também continuará… Resumindo: Quantum of Solace é um bom filme “intermediário”…

Matador em Conflito

Matador em Conflito

Matador em Conflito

Divertida comédia de humor negro, Matador em Conflito (Grosse Pointe Blank no original) traz uma trama um tanto surreal: um assassino profissional é convidado para uma reunião de dez anos de formatura no colégio, em sua cidade natal. Já que tem um “trabalho” para fazer na cidade no mesmo fim de semana, resolve ir para lá e participar da reunião…

Dirigido por George Armitage em 1997, um dos méritos deste filme é o elenco. Encabeçado por um como sempre inspirado John Cusack, ainda temos Dan Aykroyd, Minnie Driver, Alan Arkin, Joan Cusack e, de quebra, Hank Azaria e Jeremy Piven em papéis menores. Aykroyd interpreta um  rival de Cusack, que quer convencê-lo a criar um sindicato de assassinos (!); Arkin, por sua vez, faz um psiquiatra apavorado porque descobriu que seu paciente mata outras pessoas como profissão.

Quer mais? A trilha sonora também é muito boa, só de hits dos anos 80 – afinal, temos uma reunião de formandos de 87!

O filme não é daqueles “imperdíveis”. Tá mais pra cult. Mesmo assim, é uma boa e despretensiosa diversão.